Herbário Póetico

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quarta-feira, maio 19, 2010

OBSESSÂO E OBSESSORES


Este é um vasto assunto sobre o qual já tratamos parcialmente em textos anteriores e que trataremos um tanto mais profundamente de vez que consideramos hiper importante o dirigente espiritual ter conhecimento das “peças” que podem ser armadas pelo “Baixo Astral”.

Antes porém de iniciarmos, é sempre bom relembrar que: Ninguém pode socorrer espiritualmente alguém que não quer ser socorrido.

Pode ser que você ache, assim que ler essa afirmação acima, que essa seria até uma atitude anti-cristã. Não se preocupe. Esse pensamento acorre logo às pessoas movidas pelo excesso de emoções como é o caso do ser humano considerado normal - aquele que reage ao que lhe ensinam baseado no que sempre ouviu como verdade.

Mas se você está preparado(a) para aprender novos conceitos, pode continuar sua leitura pois entraremos em maiores detalhes adiante. Caso contrário, pode parar por aqui mesmo!

Como já vimos antes, em se tratando de obsessão constatada, todo o cuidado é pouco.

Quando uma pessoa chega ao ponto de estar obsedada por uma entidade espiritual é sinal de que suas defesas espirituais e energéticas (aura) já foram vencidas e a própria vontade dessa pessoa já depende em maior ou menor grau, da vontade do obsessor. Qualquer tentativa de afastamento por meios descontrolados pode ser fatal, pois em não poucos casos, a presença do obsessor torna-se fator importante na vida do obsedado.

Vamos estudar como se pode chegar a uma obsessão passo a passo e para isso teremos que abordar alguns outros temas como aura, chakras, etc, sobre os quais falaremos neste texto, apenas o suficiente para permitir um melhor raciocínio, ou seja, partiremos do princípio de que você já aprendeu as bases desses conceitos e vamos ver como eles se aplicam.

Todo ser humano, como você poderá ver na extensa literatura a respeito, traz à volta de seu corpo material, ainda que invisível aos olhos normais, uma emanação energética que o envolve à qual se dá o nome de AURA. Essa aura em síntese, é uma massa energética proveniente do interior do próprio ser e é formada pelas energias que esse ser produz, ou gera.

Por ser uma energia basicamente produzida pelo ser, traz em si as impressões de tudo o que ocorre com esse ser, seja fisicamente, mentalmente ou espiritualmente, ou seja, ela reflete aquilo que acontece com o ser em diversos níveis e desse modo é capaz de apresentar variações se o indivíduo está doente (físico), se está calmo ou com raiva (mental), ou se está sofrendo ataques de nível espiritual.

Todas as doenças provocam impressões na aura e há ainda os casos de doenças que ainda não chegaram à matéria mas que já se mostram na aura por modificações dos tons de certas cores (energias). Esses são normalmente os casos em que certos órgãos, ainda que enfraquecidos, não chegaram ao ponto de provocarem as síndromes ou sintomas da doença que virá. O mais importante no nosso caso no entanto, é saber que essa aura, por estar envolvendo o ser, funciona também como uma barreira para a entrada de energias estranhas (no caso de estar equilibrada) como as ambientais (egrégoras), as enviadas por outras pessoas, e até mesmo contra a entrada de certas entidades que normalmente não deveriam ali se intrometer. A aura é nosso escudo natural.

Entidades e energias estranhas sempre procuram atuar positivamente ou negativamente na aura sabendo que o que ali se processa vai fatalmente se processar na matéria mais adiante. Isso acontece desde os chamados “passes” até os “trabalhos mandados” e não poderia deixar de acontecer nos casos de obsessão quando entidades visam, como primeiro passo, o enfraquecimento desse escudo natural para que suas vontades possam alcançar com mais facilidade os indivíduos alvo.
Vamos considerar agora uma pessoa normal, que tenha a sua aura equilibrada e façamos de contas que uma entidade resolveu assumir seu comando ou obsedá-la.

Os motivos para isso poderiam ser vários, mas podemos destacar assuntos mal resolvidos em encarnações passadas, um trabalho feito, etc.

Qualquer futuro obsessor, por mais imbecil que seja, jamais fará ataques violentos desde o primeiro encontro.
Só fazem esses tipos de ataques entidades ou elementais que vêm para executar um trabalho e, tendo conseguido alcançar seus objetivos, saem à procura de novas vítimas. O futuro (ainda) obsessor, normalmente faz um estudo de sua vítima, sente quais são seus pontos fracos, (aqueles que causam o enfraquecimento da aura) e programa seus ataques com esse objetivo.

Suponhamos que a pessoa é muito vaidosa, adora ser elogiada, gosta de ganhar presentes e é médium praticante. O que fará o obsessor? Vai afastá-la dos “amigos”? Vai fazer com que perca tudo? Não ! É claro que não !

Vai arrumar um jeito de se apresentar como um de seus protetores, vai produzir trabalhos que provoquem os elogios dos clientes, vai incentivar o recebimento de presentes e outras adulações, tudo para que a pessoa cada vez mais, possa nele crer e com isso, cada vez mais, lhe abra a guarda (favoreça sua entrada na aura). Quanto mais puder ficar junto à pessoa, dirigindo-lhe os atos, mais os elos que os une se fortalecem, até porque, médiuns nessa situação costumam ficar cegos a qualquer tipo de aviso e não raramente dispensam a proteção e o trabalho com outras entidades que antes eram sempre presentes (sim, porque a essa altura elas já devem ter se afastado) pelo fato de não lhe trazerem tanta notoriedade.

Falar em deus ? Qualquer entidade pode falar e até dar conselhos, desde que isso seja o que a pessoa queira ouvir - não seria esse um obstáculo para quem tem um objetivo maior.

A coisa vai crescendo a um tal ponto que, quando se dá conta (se é que isso chega a acontecer), o obsedado não tem mais para onde correr. Os elos que criou com o obsessor foram tão grandes que ele é capaz de dirigir cada passo de sua vida e decidir o que deve ou não ser feito. O que pode advir daí…

Todos nós sabemos até por prática, que quanto mais se trabalha com uma determinada entidade, mais fácil fica o entrosamento entre médium e espírito. É como se as energias se entrelaçassem com mais facilidade e as incorporações ou mensagens transmitidas por outras formas se tornassem cada vez mais cristalinas. Se ao invés de uma entidade positiva esse trabalho se der com uma de não muito boas intenções….

O grande problema nesta forma de obsessão é que o espírito atuante só mostra seu real objetivo quando o médium está totalmente sob sua vontade.

São alvos fáceis para possíveis obsessores: (grifo nosso)

1- Pessoas inseguras :ou que possuam complexo de inferioridade: Essas pessoas, se atuadas por uma entidade que lhes passe a sensação de poder de que tanto necessitam, entregam-se “de corpo e alma”, na maioria das vezes sem nem mesmo fazerem um estudo sobre o que lhes está acontecendo;

2- Pessoas vaidosas: Principalmente aquelas que vêem nas práticas espirituais ou esotéricas uma forma de conseguirem a atenção de muitos. Aliás, a vaidade excessiva está muito ligada aos complexos de inferioridade;

3- Pessoas que possuam vícios :por substâncias que alterem seus estados de consciência como álcool, maconha, cocaína etc: Essas drogas por si, já favorecem à aproximação de entidades interesseiras porque produzem expansão e um enfraquecimento cada vez maior da aura. Esse tipo de pessoas costuma até mesmo ser o alvo preferido, pois a eles sempre se achegam entidades que comunguem com esses hábitos e podem absorver, através das auras desses incautos, as substâncias nas quais eles são viciados.

Estranhou quando eu disse que elas podem absorver através da aura? Pois observe bem!

A aura normalmente irradia para fora as energias que o ser gera, como já disse antes. Essas energias são os produtos finais de vários processos inclusive os metabólicos, ou seja, aquilo que o indivíduo come ou bebe, reflete-se em sua aura, não como forma de alimento, mas como uma energia específica que se mistura a outras energias geradas. Acontece que, as energias produzidas por processos metabólicos, bem assim como as geradas por atividade hormonal, principalmente as que dizem respeito ao sexo, são as de mais baixo teor vibratório (não quero dizer com isso que são negativas) e por isso mesmo são procuradas por entidades (espíritos e elementais) que delas sabem fazer uso.

Quando um indivíduo bebe álcool ou faz uso de outras substâncias tóxicas que modificam seu estado de consciência, sua aura se expande, se abre, e se torna menos densa, provocando aquele estado de relaxamento e até torpor ( esse é inclusive um processo utilizado por algumas entidades que pretendem “tirar a consciência de seus aparelhos”) . A partir daí, qualquer entidade poderá penetrar na aura e absorver (sugar) a energia que pretender.

Observe: Até agora falamos de obsessores sem termos passado pelos conhecidos “encostos” que não deixam de estar enquadrados nos processos obsessivos, só que em menor escala. Nessas situações, muito mais freqüentes nos casos de “trabalhos feitos” e até mesmo por pura fraqueza áurica, a entidade que “se encosta” normalmente não possui elos energéticos anteriores (como no caso de problemas mal resolvidos em encarnações passadas). Ou ela se aproxima de seu alvo por ter assumido dívida com outro encarnado (trabalho feito) ou simplesmente porque percebeu que ali poderá sugar fácil a energia de que julga necessitar. É lógico que um simples encosto poderá progredir para um processo obsessivo com o passar do tempo, mas como normalmente a entidade “que se encosta” começa logo a prejudicar o ser vivo, há sempre a possibilidade de ser percebido como algo nocivo e as medidas de afastamento serem acionadas a tempo.

Em um processo mais avançado, o obsessor pode chegar a ter domínio total sobre o ente encarnado. Neste caso o processo é classificado como possessão e é ainda mais complicado o seu tratamento.

Em qualquer dos casos acima citados, o tratamento pode variar de acordo com os rituais praticados pelos terreiros, mas em nenhum deles a cura será completa se o motivo que levou o encarnado àquela situação não for sanado. Seria como se retirássemos as formigas do mel mas não o limpássemos de sobre a mesa. Ele estaria ali sempre atraindo outras formigas e mais outras e mais outras. É por isso que afirmamos que de nada adiantam os supostos “milagres” se a pessoa socorrida não buscar em si as correções para que o sinistro não se repita.

O que é preciso então ? (grifo nosso)

O que é preciso nos terreiros de Umbanda (e qualquer Templo onde se queira realmente auxiliar aos que sofrem ataques do Baixo-Astral) é levar-lhes essa mensagem de modificação interna de comportamento. É fazer ver a todos que “o exorcismo” de seus males não termina no momento em que eles deixam de sentir seus sintomas e que o tratamento deve persistir com a mudança comportamental do “paciente” após isso.

É preciso que as pessoas entendam que processos de atuação negativa vindas do astral são como doenças. O Centro Espírita lhes determina os remédios para a cura imediata e a libertação dos agentes que as causam mas, se o paciente não se cuidar, a “doença” poderá voltar até de forma piorada.

Talvez agora você já possa entender quando afirmei no início que não se pode ajudar a quem não quer ser ajudado.
Você e seu grupo poderão até livrar esse tipo de pessoa, temporariamente, de um processo obsessivo, ou de puro encosto etc, sempre (nesse caso) com um desgaste energético muito grande “em nome da caridade”. Acontece porém que, quando for a hora da participação ativa do paciente, ou seja, quando dependerem dele as ações que deverão ser executadas para que se proceda ao seu “isolamento”, ou em outras palavras, para que permaneça protegido contra novos ataques, ele quase sempre vacilará e comprometerá todo o trabalho feito anteriormente e consequentemente, porá a perder todo o esforço do grupo que poderia ter sido feito em prol de outros que realmente estivessem a fim de se ajudarem. (grifo nosso)

Não é que eu seja contra a tentativa de auxílio, mas há que se convir que forçar o auxílio a pessoas desse tipo é querer até mesmo modificar seu Livre-Arbítrio.

Nesses casos, o mais indicado é que, após o devido atendimento espiritual, fale-se ao ex-atuado sobre sua real situação e suas necessidades doravante. Caso ele ou ela não aceite cumprir o necessário, fica caracterizada sua má vontade e desdenho pelo auto-progresso, o que, por conseqüência, deixará livre o grupo mediúnico e seu(s) dirigente(s) de qualquer responsabilidade futura.

De forma alguma pode um dirigente ou seu grupo querer impingir novos comportamentos e/ou práticas com as quais o paciente não concorde, da mesma maneira que, de forma alguma deve-se considerar não caridoso o(a) médium que se negar a atender novamente pessoas que, por não se esforçarem e não cumprirem todo um tratamento determinado anteriormente, retornam sempre com os mesmos “problemas” e não raramente com alguns outros mais.

Se você é participante ou dirigente ou mesmo freqüentador de Sessões Espirituais, já deve conhecer aquelas pessoas que vivem de problemas em problemas, casos após casos e nunca se dão por satisfeitas. Elas estão por aí em todos os terreiros, igrejas, templos etc. Têm sempre “casos sérios” a serem resolvidos e, à menor repreensão por parte de um dirigente e até entidades por conta da falta de esforço pessoal, acham-se “largadas”, “desfeiteadas”, “abandonadas” pela Religião e seus adeptos.

E casos de obsessão de encarnado sobre espíritos? Você conhece?(grifo nosso)

É isso mesmo !


Há encarnados tão “titubeantes”, tão inseguros e quase sempre tão vaidosos que, ao conseguirem alcançar a boa vontade de certas entidades, tornam-se verdadeiros obsessores destas.

Há uns 15 anos atrás, conheci um casal, sobre quem se sabia, “era muito espiritualizado”.

A senhora era dona de uma boa vidência e tinha como protetora uma cabocla que, não só nos momentos de consulta necessária, mas a qualquer momento do dia, era convocada a prestar socorro à dupla.

Contava-nos o senhor, “ com ares de quem entende do negócio “, que a cabocla de sua senhora era tão positiva que era capaz de informá-la quando “um trabalho estaria por ser feito” e que era figura importante na resolução dos problemas mais intrincados.

Contava-nos também que tudo o que estivessem por fazer submetiam antes ao critério da entidade que por sua vez determinava a melhor forma.

Numa determinada ocasião chegou a nos dizer que, quando estava por atravessar uma rua e o trânsito se encontrava muito problemático, não tinha dúvidas: Invocava a cabocla e o trânsito se descongestionava para que pudesse passar (nunca esqueci esta história!).

Que tal? Não era tudo o que você queria? Já pensou ter uma caboclinha disposta a executar todos os seus desejos? Isso é Espiritismo? Isso é Umbanda?

Partindo-se do princípio de que todas as histórias eram verdadeiras, só nos resta chegar à conclusão de que, se a cabocla não tinha “intenções outras” ao atender a todas essas reivindicações e servir de escrava para a dupla, sua bondade era tanta que não se apercebia de que a estavam fazendo de “ gênia particular ” o que nada acrescentava de valor aos seus padrões evolutivos atuais e ainda por cima diminuía a possibilidade da dupla “ aprender a andar com seus próprios pés ” e, consequentemente, evoluir.

Essa é só uma passagem que ilustra a obsessão de encarnado para desencarnado. Embora sempre haja facilidade maior do desencarnado se livrar do encarnado, certos laços afetivos que se formam em situações como essas ficam difíceis de serem dissolvidos.

O que eu disse antes não deve ser compreendido como se eu fosse rígido a ponto de nunca ter invocado uma entidade para me ajudar a resolver um ou outro problema em minha vida. Eu seria mais um HIPÓCRITA como tantos que por ai perambulam se quisesse fazer crer a alguém essa possibilidade. Embora muitos afirmem que ser médium é uma cruz, posso afirmar que, se for, é certamente a cruz mais leve que se carrega desde que se está encarnado, pois é justamente essa mediunidade (a possibilidade de se contatar com o invisível) que em muito facilita nossa estadia nesse Plano Físico, desde que sejamos, por merecimento e esforço próprio, acompanhados por entidades que realmente “valham a pena”.

É lógico que eu e todos os demais, vez por outra, “quando a corda aperta”, gritamos e vamos sempre gritar por nossos protetores, mas chamá-los para nos ajudar a atravessar a rua?…

Médiuns Umbandistas que volta e meia estão em contato com pessoas mal acompanhadas (seja encosto, obsessor, carga energética etc.), devem procurar sempre se resguardar dos resquícios que trabalhos deste tipo podem deixar em sua aura. Ainda que a entidade protetora assuma totalmente a direção do trabalho, é sempre importante que o médium se ajude posteriormente através dos rituais que certamente aprendeu com o dirigente de seu Terreiro, ou mesmo as próprias entidades com quem trabalha. Afastar uma entidade ou falange de um encarnado pode provocar problemas posteriores para o médium pois:

1- Entidades e falanges afastadas contra a vontade, poderão, se não forem devidamente encaminhadas, se voltar contra o médium que foi o instrumento de suas derrotas e, ainda que o médium pense que não, começar a promover aos poucos uma revolução na vida deste.

2- Demandas contra o Baixo-Astral, por mais que a entidade protetora promova a limpeza de seu “cavalo” quase sempre deixam miasmas (restos de energias negativas) no ambiente e na aura dos médiuns envolvidos, que se não forem expurgadas funcionarão como pontos de atração para mais energias negativas (nunca se esqueça de que os iguais se atraem).

3- O combate às entidades do Baixo-Astral e suas falanges sempre exige do médium, ainda que muito bem incorporado, um desgaste brutal de sua energia vital e conseqüente enfraquecimento de seu Escudo Áurico.

De posse dessas informações você poderia pensar : “Mas se tudo isso acontece, por que as entidades não falam sobre”?

Eu não sei qual o seu grau de conhecimento das práticas espirituais ou do grupo que você freqüenta, mas de qualquer modo fique sabendo que:

A) Se o dirigente de seu grupo tem realmente preparo espiritual para comandar sessões, ele obrigatoriamente aprendeu sobre isso, ainda que lhe tenha sido ensinado pela pessoa que o preparou, que por sua vez pode ter recebido o ensinamento de quem o preparou ou de entidades que tenham real conhecimento de práticas espirituais. De qualquer forma, o primeiro a tomar conhecimento o fez através de um ensinamento espiritual.

B) Que entidades verdadeiras, quando estão no comando ensinam sim, mesmo que em seu linguajar, diversas formas de limpeza astral traduzidas por banhos e defumações que visam a livrar consulentes e médiuns das energias espúrias e a retonificar suas auras (e muitas coisas mais no domínio do esotérico, quase sempre nas entrelinhas).

C) Que há muitas entidades e médiuns totalmente despreparados para a missão de dirigentes (Pais no Santo) nessas “umbandas” que se vê por aí. Há uma grande parte que acha que só porque “recebe uns espíritos” já pode montar Terreiros e orientar outros seres. Para esses “os espíritos sabem tudo e eles não precisam se preocupar “.

Resultado? Um sem número de “terreiros e centros” que mais parecem grupos folclóricos com desfiles de roupas, colares e cores de dar inveja a qualquer Escola de Samba do segundo grupo. O fato de em algumas consultas, “as entidades” conseguirem desvendar segredos da vidas de alguns já é o bastante para acharem que estão cem por cento preparados. Esquecem-se de que por serem médiuns, e por isso mesmo sensitivos ( pessoas que sentem, e nem por isso sempre compreendem, as emanações de outros) poderiam, se melhor treinados, desvendar esses segredos até mesmo sem a presença de entidade alguma, e isso não confirmaria que estivessem preparados para serem dirigentes de grupos espirituais (cegos guias de cegos) [grifo nosso] e principalmente entrarem em demanda com o Baixo-Astral que não é coisa com que se brinque.

Os rituais de desobsessão, expurgo, limpeza áurica e outros mais, variam de Terreiro para Terreiro e de Seita para Seita, mas eles existem e sempre deverão existir para o bem daqueles que se esforçam no sentido de levar auxílio espiritual a quem quer que seja, sob pena de serem eles amanhã, os necessitados da vez.

Por que eu disse que variam de Terreiro para Terreiro, de Seita para Seita? Será que não existe um padrão? Não teriam todos os Terreiros de Umbanda que ter os mesmos rituais? Se há tanta variação nos rituais, qual está certo e qual está errado?

Aguarde!

Certifique-se de que entendeu bem esse capítulo e as mensagens que ele traz.

Anote suas dúvidas porque futuramente trataremos desse assunto.

Entender profundamente sobre obsessões é fator primordial para quem se aventura na prática espiritual. Embora não nos tenhamos aprofundado tanto quanto pretendíamos a princípio, o que expusemos ao seu raciocínio já é um bom começo para compreender sobre ela muito mais do que muito “pai no santo” lhe poderia ensinar.

http://temploumbandistaestreladourada.blogspot.com/

terça-feira, maio 18, 2010

Incorporação Mediúnica:


TRECHO EXTRAÍDO DO LIVRO: "O ABC DO SERVIDOR UMBANDISTA" - AUTORIA:

PAI JURUÁ - NO PRELO.


Incorporação Mediúnica:

É a forma de mediunidade que se caracteriza pela transmissão falada

das mensagens dos Espíritos. É, em nossos dias, a faculdade mais

encontrada na prática mediúnica umbandista. Pode-se dizer que é uma

das mais úteis, pois, além de oferecer a oportunidade de diálogo com

os Espíritos comunicantes, ainda permite a doutrinação e consolação

dos Espíritos pouco esclarecidos sobre as verdades espirituais.

O papel do médium seja ele consciente ou não, é sempre passivo, visto

que servindo de intérprete neste intercâmbio, deve compreender o

pensamento do Espírito comunicante e transmiti-lo sem alteração, o que

é mais difícil quanto menos treinado estiver.

A incorporação é também denominada psicofonia, sendo esta denominação

preferida por alguns porque acham que incorporação poderia dar a idéia

do Espírito comunicante penetrando o corpo do médium, fato que sabemos

não ocorrer.

Martins Peralva, na sua obra "Estudando a Mediunidade”, que por sua

vez, baseou-se na obra "Nos Domínios da Mediunidade", ditada pelo

Espírito André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier, esclarece que:

"É através dela (a incorporação), que os desencarnados narram, quando

desejam (ou quando lhes é facultado), os seus aflitivos problemas,

recebendo dos doutrinadores, em nome da fraternidade cristã, a palavra

do esclarecimento e da consolação."

"Referindo-se aos benefícios recebidos pelo Espíritos nas sessões

mediúnicas, é oportuno lembrarmos o que afirmam mentores balizados

(balizar - v. tr. dir. Indicar por meio de balizas; abalizar;

distinguir; determinar a grandeza de.).

Léon Denis, por exemplo, acentua que, no Espaço, sem a benção da

incorporação, os seus fluidos, ainda grosseiros, "não lhe permitem

entrar em relação com Espíritos mais adiantados".

O Assistente Aulus, focalizando o assunto, esclarece que eles "trazem

ainda a mente em teor vibratório idêntico ao da existência na carne,

respirando na mesma faixa de impressões".

Emmanuel, com a palavra sempre acatada salienta a necessidade do

serviço de esclarecimento aos desencarnados, uma vez que se conservam,

"por algum tempo, incapazes de apreender as vibrações do plano

espiritual superior".

No Livro "Desafios da Mediunidade", o Espírito Camilo (mentor do

médium e conferencista José Raul Teixeira), examina o termo

"incorporação" – Questão n.º 28, trazendo um enfoque muito importante:

"É correto falar-se em "incorporação"?"

Resposta: "Não se trata bem da questão de certo ou errado. Trata-se de

uma utilização tradicional, uma vez que nenhum estudioso do

Espiritismo, hoje em dia, irá supor que um desencarnado possa

"penetrar" o corpo de um médium, como se poderia admitir num passado

não muito distante.

O fato de continuar-se a usar o termo incorporação, nos meios

umbandistas, também se deve a sua abrangência. Comumente (adj.

Vulgarmente; geralmente. (De comum.)), é proposto o termo psicofonia;

contudo, para muitos, a expressão estaria indicando somente fenômenos

da fala, como na psicografia temos o fenômeno da escrita, tão somente.

Ocorre que podemos encontrar médiuns psicógrafos cujo psiquismo os

desencarnados comandam plenamente. Aqui, então, tecnicamente, o termo

psicofonia, não se aplicaria, enquanto ficaria suficientemente

compreensível o termo incorporação.

Evocamos, então, o pensamento kardequiano, expresso em O Livro dos

Espíritos, dando elasticidade ao termo "alma", a fim de fazer o mesmo

no tocante ao termo incorporação. Como ele aparece com muita

freqüência ao longo dos estudos espíritas: "cumpre fixarmos bem o

sentido que lhe atribuímos, a fim de evitarmos qualquer engano." (O

Livro dos Espíritos, Introdução - II, final.)

Os médiuns de incorporação são classificados em conscientes, semi-

conscientes e inconscientes.

Médiuns Conscientes:

Corresponde a 90% dos médiuns de incorporação.

Pode-se dizer que um médium consciente é aquele que durante o

transcurso do fenômeno tem consciência plena do que está ocorrendo. O

Espírito comunicante entra em contato com as irradiações do corpo

astral do médium, e, emitindo também suas irradiações advindas do seu

corpo astral, forma a atmosfera fluídica capaz de permitir a

transmissão de seu pensamento ao médium, que, ao captá-lo, transmitirá

com as suas possibilidades, em termos de capacidade intelectual,

vocabulário, gestos, etc.

O médium age como se fosse um intérprete da idéia sugerida pelo

Espírito, exprimindo-a conforme sua capacidade própria de

entendimento.


Na fase de incorporação consciente, se o Guia Espiritual conseguir

passar para o médium 10% do que ele deseja, se dará por satisfeito; o

médium contribui com 90% do seu animismo. Esta forma de mediunidade

será tanto mais proveitosa quanto maior for à cultura do médium e suas

qualidades morais, a influência de espíritos bons e sábios, a

facilidade e a fidelidade na filtração das idéias transmitidas. Seu

desenvolvimento exige estudo constante, bom senso e análise contínua

por parte do médium.

No Cap. XIX do "Livro dos Médiuns", especificamente o item 225

descreve a dissertação dada espontaneamente por um Espírito superior,

sobre a questão do papel do médium, como segue:

"Qualquer que seja a natureza dos médiuns escreventes, quer mecânicos

ou semimecânicos, quer simplesmente intuitivos, não variam

essencialmente os nossos processos de comunicação com eles. De fato,

nós nos comunicamos com os Espíritos encarnados dos médiuns, da mesma

forma que com os Espíritos propriamente ditos, tão só pela irradiação

do nosso pensamento".

"Os nossos pensamentos não precisam da vestidura (s. f. Tudo o que se

pode vestir; vestimenta; traje; fato. (Do lat. vestitura.) da palavra,

para serem compreendidos pelos Espíritos e todos os Espíritos percebem

os pensamentos que lhes desejamos transmitir, sendo suficiente que

lhes dirijamos esses pensamentos e isto em razão de suas faculdades

intelectuais."

"Quer dizer que tal pensamento tais ou quais Espíritos o podem

compreender, em virtude do adiantamento deles, ao passo que, para tais

outros, por não despertarem nenhuma lembrança, nenhum conhecimento que

lhes dormitem no fundo do coração, ou do cérebro, esses mesmos

pensamentos não lhes são perceptíveis. Neste caso, o Espírito

encarnado, que nos serve de médium, é mais apto a exprimir o nosso

pensamento a outros encarnados, se bem não o compreenda, do que um

Espírito desencarnado, mas pouco adiantado, se fôssemos forçado a

servir-nos dele, porquanto o ser terreno põe seu corpo, como

instrumento, à nossa disposição, o que o Espírito errante não pode

fazer."

"Assim, quando encontramos em um médium o cérebro povoado de

conhecimentos adquiridos na sua vida atual e o seu Espírito rico de

conhecimentos latentes, obtidos em vidas anteriores, de natureza a nos

facilitarem as comunicações, dele de preferência nos servimos, porque

com ele o fenômeno da comunicação se nos toma muito mais fácil do que

com um médium de inteligência limitada e de escassos conhecimentos

anteriormente adquiridos. Vamos fazer-nos compreensíveis por meio de

algumas explicações claras e precisas."

"Com um médium, cuja inteligência atual, ou anterior, se ache

desenvolvida, o nosso pensamento se comunica instantaneamente de

Espírito a Espírito, por uma faculdade peculiar à essência mesma do

Espírito. Nesse caso, encontramos no cérebro do médium os elementos

próprios a dar ao nosso pensamento a vestidura da palavra que lhe

corresponda e isto quer o médium seja intuitivo, quer semimecânico, ou

inteiramente mecânico”.

Essa a razão por que, seja qual for à diversidade dos Espíritos que se

comunicam com um médium, os ditados que este obtém, embora procedendo

de Espíritos diferentes, trazem, quanto à forma e ao colorido, o cunho

que lhe é pessoal.

Com efeito, se bem o pensamento lhe seja de todo estranho, se bem o

assunto esteja fora do âmbito em que ele habitualmente se move, se bem

o que nós queremos dizer não provenha dele, nem por isso deixa o

médium de exercer influência, no tocante à forma, pelas qualidades e

propriedades inerentes à sua individualidade. É exatamente como quando

observais panoramas diversos, com lentes matizadas (matizar - v. tr.

dir. Variar, graduar (cores); dar cores vivas a; ornar; enfeitar; pr.

ostentar cores variadas.), verdes, brancas, ou azuis; embora os

panoramas, ou objetos observados, sejam inteiramente opostos e

independentes, em absoluto, uns dos outros, não deixam por isso de

afetar uma tonalidade que provém das cores das lentes."

"Ou, melhor: comparemos os médiuns a esses bocais cheios de líquidos

coloridos e transparentes, que se vêem nos mostruários dos

laboratórios farmacêuticos. Pois bem, nós somos como luzes que

clareiam certos panoramas morais, filosóficos e internos, através dos

médiuns, azuis, verdes, ou vermelhos, de tal sorte que os nossos raios

luminosos, obrigados a passar através de vidros mais ou menos bem

facetados (facetar - v. tr. dir. Fazer facetas em; lapidar; (fig.)

aprimorar.), mais ou menos transparentes, isto é, de médiuns mais ou

menos inteligentes, só chegam aos objetos que desejamos iluminar,

tomando a coloração, ou, melhor, a forma de dizer própria e particular

desses médiuns. Enfim, para terminar com uma última comparação: nós os

Espíritos somos quais compositores de música, que hão composto, ou

querem improvisar uma ária e que só têm à mão ou um piano, um violino,

uma flauta, um fagote ou uma gaita de dez centavos. É incontestável

que, com o piano, o violino, ou a flauta, executaremos a nossa

composição de modo muito compreensível para os ouvintes. Se bem sejam

muito diferentes uns dos outros os sons produzidos pelo piano, pelo

fagote ou pela clarineta, nem por isso ela deixará de ser idêntica em

qualquer desses instrumentos, abstração feita dos matizes do som. Mas,

se só tivermos à nossa disposição uma gaita de dez centavos, ai está

para nós a dificuldade."

"Efetivamente, quando somos obrigados a servir-nos de médiuns pouco

adiantados, muito mais longo e penoso se torna o nosso trabalho,

porque nos vemos forçados a lançar mão de formas incompletas, o que é

para nós uma complicação, pois somos constrangidos a decompor os

nossos pensamentos e a ditar palavra por palavra, letra por letra,

constituindo-se isso numa fadiga e num aborrecimento, assim como um

entrave real à presteza e ao desenvolvimento das nossas

manifestações."

"...” Quando queremos transmitir ditados espontâneos, atuamos sobre o

cérebro, sobre os arquivos do médium e preparamos os nossos materiais

com os elementos que ele nos fornece e isto à sua revelia (loc. adv.):

sem comparecimento ou conhecimento da parte revel. (De revel.). E como

se lhe tomássemos à bolsa as somas que ele aí possa ter e puséssemos

as moedas que as formam na ordem que mais conveniente nos parecesse."

“... Sem dúvida, podemos falar de matemáticas, servindo-nos de um

médium a quem estas sejam absolutamente estranhas; porém, quase

sempre, o Espírito desse médium possui, em estado latente,

conhecimento do assunto, isto é, conhecimento peculiar ao ser fluídico

e não ao ser encarnado, por ser o seu corpo atual um instrumento

rebelde, ou contrário, a esse conhecimento. O mesmo se dá com a

astronomia, com a poesia, com a medicina, com as diversas línguas,

assim como com todos os outros conhecimentos peculiares à espécie

humana."

"Finalmente, ainda temos como meio penoso de elaboração, para ser

usado com médiuns completamente estranhos ao assunto de que se trate o

da reunião das letras e das palavras, uma a uma, como em tipografia."

"Conforme acima dissemos, os Espíritos não precisam vestir seus

pensamentos; eles os percebem e transmitem, reciprocamente, pelo só

fato de os pensamentos existirem neles. Os seres corpóreos, ao

contrário, só podem perceber os pensamentos, quando revestidos.

Enquanto que a letra, a palavra, o substantivo, o verbo, a frase, em

suma, vos são necessários para perceberdes, mesmo mentalmente, as

idéias, nenhuma forma visível ou tangível é necessária a nós." Erasto

e Timóteo.

Complementa Kardec:

"NOTA. Esta análise do papel dos médiuns e dos processos pelos quais

os Espíritos se comunicam é tão clara quanto lógica. Dela decorre,

como princípio, que o Espírito haure, não as suas idéias, porém, os

materiais de que necessita para exprimi-las, no cérebro do médium e

que, quanto mais rico em materiais for esse cérebro, tanto mais fácil

será a comunicação.

Quando o Espírito se exprime num idioma familiar ao médium, encontra

neste, inteiramente formadas, as palavras necessárias ao revestimento

da idéia; se o faz numa língua estranha ao médium, não encontra neste

as palavras, mas apenas as letras. Por isso é que o Espírito se vê

obrigado a ditar, por assim dizer, letra a letra, tal qual como quem

quisesse fazer que escrevesse alemão uma pessoa que desse idioma não

conhecesse uma só palavra. Se o médium é analfabeto, nem mesmo as

letras fornece ao Espírito. Preciso se torna a este conduzir-lhe a

mão, como se faz a uma criança que começa a aprender. Ainda maior

dificuldade a vencer encontra aí, o Espírito. Estes fenômenos, pois,

são possíveis e há deles numerosos exemplos; compreende-se, no

entanto, que semelhante maneira de proceder pouco apropriada se mostra

para comunicações extensas e rápidas e que os Espíritos hão de

preferir os instrumentos de manejo mais fácil, ou, como eles dizem, os

médiuns bem aparelhados do ponto de vista deles.

Se os que reclamam esses fenômenos, como meio de se convencerem,

estudassem previamente a teoria, haviam de saber em que condições

excepcionais eles se produzem.

Médiuns Semi Conscientes:

Corresponde a 8% dos médiuns de incorporação.

É a forma de mediunidade psicofônica em que o médium sofre uma semi-

exteriorização do corpo astral, permitindo que esse fenômeno ocorra.

O médium sofre uma semi-exteriorizacão do corpo astral em presença do

Espírito comunicante, com o qual possui a devida afinidade; ou quando

houve o ajustamento vibratório para que a comunicação se realizasse.

Há irradiação e assimilação de fluidos emitidos pelo Espírito e pelo

médium; formando a chamada atmosfera fluídica; e então ocorre a

transmissão da mensagem do Espírito para o médium.


O médium vai tendo consciência do que o Espírito transmite à medida

que os pensamentos daquele vão passando pelo seu cérebro, todavia o

médium deverá identificar o padrão vibratório e a intencionalidade o

Espírito comunicante, tolhendo-lhe qualquer possibilidade de

procedimentos que firam as normas da boa disciplina mediúnica.

Ainda na forma semi-consciente, embora em menor grau que na

consciente, poderá haver interferência do médium na comunicação, como

repetição de frases e gestos que lhe são próprios, motivo porque

necessita aprimorar sempre a faculdade, observando bem as suas reações

no fenômeno, para prevenir que tais fatos sejam tomados como

"mistificação". Essa é a forma mais disseminada (disseminar - v. tr.

dir. Semear, espalhar por muitas partes; derramar; difundir, propagar.

(Do lat. disseminare.) de mediunidade de incorporação.

Geralmente, o médium, precedendo (preceder - v. tr. dir. anteceder;

estar colocado imediatamente antes de; chegar antes de. (Do lat.

praecedere.) a comunicação, sente uma frase a lhe repetir

insistentemente no cérebro; e, somente após emitir essa primeira frase

é que as outras surgirão. Terminada a transmissão da mensagem, muitas

vezes o médium só lembra, vagamente, do que foi tratado.

Médiuns Inconscientes:

Corresponde a 2% dos médiuns de incorporação.

Esta forma de mediunidade de incorporação caracteriza-se pela

inconsciência do médium quanto à mensagem que por seu intermédio é

transmitida. Isto se verifica por se dar uma exteriorização total do

corpo astral do médium.

O fenômeno se dá como nas formas anteriores, somente que numa gradação

mais intensa. Exteriorização do corpo astral, afinização com a

entidade que se comunicará, emissão e assimilação de fluidos, formação

da atmosfera necessária para que a mensagem se canalize por intermédio

dos órgãos do médium, são indispensáveis.

Embora inconsciente da mensagem, o médium é consciente do fenômeno que

está se verificando, permanecendo, muitas vezes, junto da entidade

comunicante, auxiliando-a na difícil empreitada, ou, quando tem plena

confiança no Espírito que se comunica, poderá afastar-se em outras

atividades.


O médium, mesmo na incorporação inconsciente, é o responsável pela boa

ordem do desempenho mediúnico, porque somente com a sua aquiescência

(s. f. Ato de aquiescer; anuência; assentimento, consentimento), ou

com sua conivência (s. f. Qualidade de conivente; cumplicidade

dissimulada; colaboração. (Do lat. conniventia.), poderá o Espírito

realizar algo.


Os Espíritos esclarecem que quando um Espírito se acha desprendido do

seu corpo, quer pelo sono físico, quer pelo transe espontâneo ou

provocado, e algo estiver iminente a lhe causar dano ao corpo, ele

imediatamente despertará. Assim também acontecerá com o médium cuja

faculdade se acha bem adestrada (adestrar - v. tr. dir. Tornar destro;

ensinar; exercitar; treinar; pr. tornar-se destro.), mesmo estando em

condições de passividade total; se o Espírito comunicante quiser lhe

causar algum dano ou realizar algo que venha contra seus princípios,

ele imediatamente tomará o controle do seu organismo, despertando.

Geralmente, o médium, ao recobrar sua consciência, nada ou bem pouco

recordará do ocorrido ou da mensagem transmitida. Fica uma sensação

vaga, comparável ao despertar de um sonho pouco nítido em que fica uma

vaga impressão, mas que a pessoa não saberá afirmar com certeza do que

se tratou.

Nos casos em que é deficiente ou viciosa a educação mediúnica, não há

a facilidade do intercâmbio, faltando liberdade e segurança; o médium

reage à exteriorização perispirítica, dificultando o desligamento e

quase sempre intervém na comunicação, truncando-a (truncar - v. tr.

dir. Separar do tronco; mutilar; omitir parte importante de. (Do lat.

truncare.).

Algumas vezes se tornam necessários, para o prosseguimento da educação

mediúnica, nos chamados exercícios de incorporação, que os Mentores

encarregados de tal desenvolvimento auxiliem o médium para que a

exteriorização se dê. Para evitar o perigo da obsessão, eles cuidarão

de exercitar o médium com os Espíritos comunicantes que não lhe

ofereça perigo. Todavia, ainda nesse caso, a responsabilidade pelo

desenvolvimento mediúnico está entregue ao médium, pois, se algo lhe

acontecer, ele poderá despertar automaticamente. O mesmo não acontece

no fenômeno obsessivo.

A mediunidade de psicofonia inconsciente é uma das mais raras no

gênero. Para que o médium se entregue plenamente confiante ao fenômeno

dessa ordem, é necessário que ele tenha confiança na sua faculdade,

nos Espíritos que o assistem e, principalmente, no ambiente espiritual

da reunião que freqüenta.

O Espírito Camilo no já citado livro "Desafios da Mediunidade",

analisa alguns aspectos importantes relacionados com o tema:

Questão 15: "É possível para o médium inconsciente, após o transe,

lembrar-se das sensações que teve durante a comunicação mediúnica?"

Resposta: "Tendo-se em conta que o médium, em estado de transe

inconsciente, não se acha desligado do seu corpo físico, mas somente

desprendido, podem remanescer em seus registros cerebrais certas

impressões, ou sensações, obtidas durante o transe, podendo mencioná-

las quando retorne a sua normalidade.

Durante o transe inconsciente, é comum acontecer que o médium fique

num estado de sono profundo, mas que lhe permite captar sons,

presenças variadas, luminosidade, ainda que não distinga esses sons,

não identifique essas presenças ou não perceba donde vem a claridade.

Essas sensações difusas podem fixar na memória atual e ser lembradas

após o transe. Contudo, isso varia de um para outro medianeiro, não

havendo uniformidade nessa questão."

Questão 14: "O fato de a mediunidade manifestar-se consciente ou

inconscientemente guarda relação com o adiantamento moral do médium?”.

Resposta: "De modo nenhum. A manifestação mediúnica, de aspecto

consciente ou inconsciente, nada tem a ver com o grau evolutivo do

médium, mas está relacionada com aspectos fisiológicos ou psico-

fisiológicos desse mesmo sensitivo.

Vale considerar que a consciência ou não durante o transe pode sofrer

intermitências, isto é, períodos de consciência alternando com

períodos de inconsciência, mormente (adv. Principalmente.) quando

esses estados são determinados por situações psicológicas ou psico-

fisiológicas.

Pode ocorrer que, de acordo com os tipos de Espíritos comunicantes ou

com o interesse dos Guias dos médiuns, apenas certas manifestações

sejam conscientes e outras não.

Depreendemos (depreender - v. tr. dir. e tr. dir. e ind. Perceber, vir

ao conhecimento de; inferir, deduzir. (Do lat. deprehendere.) daí que

pode haver flutuações na questão da consciência ou não do médium

durante as manifestações. Só não ocorrerão alternâncias no caso em que

essas características sejam determinadas pela estrutura fisiológica do

sensitivo que, então, não pode ser alterada. Assim, ele será

definitivamente consciente ou definitivamente inconsciente.

Por fim, é forçoso admitir que a chamada inconsciência mediúnica não

traz nenhuma superioridade para o fenômeno, não sendo garantia de

qualidade. O que dá ao fenômeno superioridade e garantia, num ou

noutro estado consciencial, é a qualidade moral do médium, seus

progressos como um todo, que fazem-no respeitado ante o Invisível, em

virtude da responsabilidade, da seriedade com que encara seus

compromissos."

Questão 16: "Qual a diferença entre médiuns sonambúlicos e

Inconscientes?"

Resposta: "Muito embora no seio do Movimento Espírita haja o costume

de chamar-se de sonambulismo àquele que sofre um transe inconsciente,

pelo fato de o médium "dormir" durante o processamento do fenômeno, é

necessário lembrar que o Codificador estabelece que médium sonambúlico

ou sonâmbulo é o indivíduo que, em seu estado de sonambulismo comum,

contata os desencarnados e transmite as mensagens que receba, podendo

vê-los e com eles confabular.

O estado de emancipação do sonâmbulo é o que facilita a comunicação (O

Livro dos Médiuns, cap. XIV, item 172).

No caso do médium inconsciente (Livro dos Médiuns, capítulo XVI, item

188), também chamado por Kardec de médium natural, encontramos aqueles

em que o fenômeno mediúnico apresenta um caráter de espontaneidade,

sem que a sua vontade consciente interfira, ou seja, nem sempre o

médium está desejando ou esperando que o fenômeno aconteça.

Aqui podemos ver a importância da boa formação intelecto-moral do

médium, pois esta é capaz de criar uma aura de proteção para ele, a

fim de que não se torne joguete de desencarnados irresponsáveis, ou

mesmo cruéis, que desejarão aproveitar-se da sua espontaneidade.

Vemos assim que, enquanto o médium inconsciente é controlado pelos

desencarnados que atuam por meio dele nos variados fenômenos, quer os

da psicografia, da psicofonia, da ectoplasmia e outros, o médium

sonambúlico encontra-se com os desencarnados; ao desprender-se do

corpo, com eles dialoga e nesse estado de emancipação relata o que vê

e o que ouve. Entretanto, também o sonambúlico, ao despertar, pode

guardar profunda ou parcial inconsciência do que com ele haja

transcorrido no Invisível


Fonte da Pesquisas e Imagem

http://temploumbandistaestreladourada.blogspot.com

segunda-feira, maio 17, 2010

O ELEMENTO ÁGUA





Dirigido por NEPTUNO e LUNARA

As náiades, também chamadas de ninfas da água ou ondinas, são personificações das forças elementais da água e nela permanecem constantemente. Sua preferência é o mar aberto e lá se encontram em maior número.

Raramente elevam-se das águas, devido ao seu corpo etérico, que não suporta a permanência por muito tempo fora delas.

São de chispante vivacidade, quando os reflexos do céu azul ou das estrelas e da lua se espalham na água.

Também elas possuem, como todos os seres da Natureza, determinados festivais e hábitos. Nos lugares onde existem águas mortas, os seres da água não permanecem. (Eles são o elemento vivificante da água e produzem uma tensão positiva da mesma). Rios poluídos são abandonados por eles.

Possuem tamanhos diferenciados - de acordo com o lugar, e podem rapidamente modificar a sua forma corporal.

Seu aspecto é diversificado, dependendo do local de suas atividades. Adaptam-se aos seus ambientes. Desta maneira as ondinas que vivem no fundo do mar são de cor marrom-avermelhada, enquanto as ondinas que vivificam e animam a superfície das águas são de suave beleza, com corpos irisantes, de colorido azul esverdeado, que se movimentam constantemente.

A freqüência de vibração do Elemento Água, na época de sua criação, foi muito mais elevada do que hoje - e Mestre NEPTUNO faz uma pergunta à humanidade:

A ÁGUA É DESTINADA A SER AMIGA DA HUMANIDADE, E EU VOS PERGUNTO: E O SER HUMANO TAMBÉM É UM AMIGO DA ÁGUA? REFLETI SOBRE ISSO!

A água que forma a maior parte de vosso Planeta, circundando os Continentes, concede ao corpo físico frescor e alívio e preparou para vós a substância elemental, da qual consiste vosso corpo do sentimento.

A água serve à humanidade deste Planeta, desde que a primeira raça-raiz pôs os pés sobre a Terra. O Elemento Água possibilita, junto com VIRGO e ÁRIES e o poderoso HÉLIOS, as colheitas de todos os anos. A dádiva do Elemento Água dá ao vosso corpo emocional a capacidade de sentir e, meus amigos, a emanação de vida que não consegue sentir profundamente ainda tem muito que aprender no caminho da divina liberdade.

Em toda parte do Mundo as emanações de vida se dedicam à purificação do Planeta e criam Focos de Luz. Através de poderosos apelos e canções formam canais para a Luz e criam caminhos de acesso entre a Terra e os Reinos da luz. Através destes canais flui a força cósmica à turva exalação da atmosfera terrestre.

Meus amigos, pensai:
Cada sentimento negativo que mantendes por algum tempo, de acordo com a lei "o semelhante atrai o semelhante", atrai sentimentos semelhantes que flutuam na atmosfera. Estes se ligam a sentimentos desarmônicos que vós próprios criais. Eles são atraídos aos campos de força em volta dos elétrons, dos quais consiste vosso corpo físico, dando-vos um sentimento de peso, desânimo e depressão - tanto no corpo do sentimento, como no corpo físico.

Em ensinamentos anteriores o Mestre SAINT GERMAIN vos deu uma determinada quantidade de exercícios que são uma enorme ajuda aos alunos, se forem praticados diariamente. Diante da atual pressão da vida cotidiana, aparentemente, estas instruções sumiram de vossa consciência. Nós as repetiremos, se quiserdes aceitá-las.

Mestre SAINT GERMAIN sugeriu que antes de dormir deveríeis chamar a ação da Chama Violeta - em vós, ao vosso redor e através de vós, no mínimo três metros em cada direção: Elevai vossas mãos à vossa Presença EU SOU, pedindo a ela e a SAINT GERMAIN que encha vossas mãos abertas com a Força da purificadora e transmutadora Chama.

Depois, a começar pela cabeça, deveis deslizar vossas mãos pelo corpo todo, até aos pés e então, com a mão esquerda, deslizar pelo ombro direito, braço e mão e com a mão direita da mesma maneira sobre o lado esquerdo. Repeti este ritual três vezes, sacudindo as mãos e entregando todas as impurezas ao Fogo Violeta. Conseguireis desta forma eliminar as substâncias perturbadoras alí acumuladas, que serão jogadas no Fogo transmutador. - Qual é o intento deste exercício e o que é conseguido com ele?

SAINT GERMIAN diz: "Se pudésseis ver com a visão interna o que acontece na primeira parte do exercício perceberíeis como uma substância escura, aderente ao vosso corpo como uma vestimenta justa é retirada com vossas mãos. Quando o fizerdes pela segunda vez a substância já será cinzenta e na terceira vez de um cinzento claro, etc... Se continuardes esse exercício noite após noite, a substância astral torna-se cada vez mais clara e leve, até desaparecer "totalmente do vosso corpo".

É uma substância real, meus queridos, com cor real, vibração e sentimento. Quando esta energia negativa tiver sido afastada, ireis sentir um grande alívio, se não a atrairdes novamente, por estardes tão habituados a ela.

Desta maneira se vós o decidis, podereis livrar-vos de qualquer sentimento negativo, e em vez disto, preencher vosso corpo do sentimento com sentimentos divinos dos Mestres Ascensionados. Também podereis preencher os espaços liberados com sentimentos espirituais, como sejam: esperança, fé, paz, pureza e substância de Luz. Esta substância de Luz poderá ser qualificada com amor e alegria e outras propriedades construtivas. Controlai rigorosamente vossos pensamentos e sentimentos e evitai influências negativas e desarmônicas.

Os corpos do sentimento dos humanos estão ativos durante 24 horas por dia. Enquanto uns dormem, outros estão acordados e os sentimentos humanos estão sendo jogados virtualmente na atmosfera e formam uma camada de energia desarmônica, que desce aonde é atraída e sustentada!

Esta substância negativa é um vampiro, meus queridos, porque só vive e se alimenta de sentimentos e pensamentos de pessoas que estão dispostas a alimentá-la com sua energia negativa. Se a atenção dos alunos não se detivesse em brigas e desarmonia e seus pensamentos ficassem ancorados na perfeição, não iria demorar muito tempo até que o Reino de Deus se realizasse na Terra.

Seria então muito fácil manter os corpos do sentimento de todas as pessoas na mesma maravilhosa harmonia e perfeição, que os Mestres Ascensionados e os Anjos vivenciam constantemente. Seria, então, uma questão de tempo que o resto da humanidade viesse a desenvolver- se da mesma maneira, através do desejo de paz e bem-aventuranç a, que vive no coração de todos.

Portanto, meus queridos, não permitais aos vossos sentimentos que ampliem a desarmonia da humanidade. Estes muitas vezes não sabem o que causa a excitação dos seus pensamentos, quando de repente são possuídos de fortes paixões, de histeria coletiva, de pânico e depressões, ou outros acontecimentos desarmônicos, que dominam as massas.

NO FUTURO SERÁ NECESSÁRIO QUE PELO MENOS ALGUMAS PESSOAS SEJAM CAPAZES DE CONTROLAR OS SEUS SENTIMENTOS, PARA MANTER O EQUILÍBRIO E SERVIREM DE CANAL, ATRAVÉS DO QUAL AS NOSSAS FORÇAS POSSAM FLUIR.

O Elemento Água terá um papel importante nas mudanças vindouras e por isso eu vos peço que continueis intensivamente o trabalho de purificação, porque até agora em todos os tempos os grandes mares tiveram a incumbência de purificar as terras que submergiam preparando-as para as raças futuras. Isso, no entanto, também pode ser diferente, se o mal puder ser eliminado de outra maneira menos dolorosa. A vós, alunos, são ensinadas as possibilidades, e que cada um em particular, dentro do possível, leve adiante a purificação, para fazer da Terra aquele paraíso previsto no Plano Divino.

A este pedido unimos, também, nossa gratidão por terdes reconhecido a vossa responsabilidade e vos estardes esforçando com a reparação dos erros das eras passadas. Trago-vos agradecimentos e bênçãos dos Reinos da Natureza. NEPTUNO

INVOCAÇÃO ÀS ONDINAS

Eu vos saúdo, Ondinas,
Que constituis a representação do elemento água.
Conservai a pureza da minha alma,
Como o elemento mais precioso
Da minha vida e do meu organismo.
Fazei-me pleno de sua criação fecunda,
E dai-me sempre intuição de forma nobre e correta.
Mestres da água, eu vos saúde fraternalmente.
Amém.

Fonte do texto e Imagem
http://temploumbandistaestreladourada.blogspot.com

O ELEMENTO FOGO


Dirigido pelos grandes Seres HÉLIOS e VESTA, nosso pais solares

As salamandras são seres que servem ao elemento fogo. Representam uma grande ajuda para os dirigentes do Reino do Fogo, e são de tamanhos diferenciados. Existem salamandras do tamanho do Empire State Building, em Nova York, enquanto outras são minúsculas como a cabeça de um alfinete.

Todas servem ininterruptamente aos seus dirigentes para dissolver as impurezas criadas pela humanidade através do uso destrutivo das energias criadoras (pensamentos, sentimentos, palavras faladas). Por isso representam uma grande dádiva para os outros elementos - terra, ar e água. É certamente difícil para vós entender que o elemento fogo venha a ser um ajudante purificador do elemento água, mas esta é a realidade.

Muitos deste seres provêm do cinto eletrônico que envolve o Sol e com a sua ajuda é evitada a desarmonia das forças dos outros elementos, que poderiam sublevar-se, criando cataclismas ou caos entre os seres humanos. Eu gostaria de despertar vossa compreensão e peço-vos que abençoeis as salamandras conscientemente pelo seu serviço, que está sendo realizado há eras. Isto se relaciona não somente com o mundo físico, mas, também, com as esferas internas, onde permanecem as correntes de vida entre as encarnações.

Nós queremos hoje apagá-lo da consciência etérica, do mundo da memória das pessoas, substituindo- o pelo amor aos raios purificadores, contidos no Fogo Sagrado.

Muitas pessoas, principalmente aquelas cujos corpos foram queimados ou feridos em encarnações anteriores, possuem em seus corpos etéricos profundas cicatrizes. Estas deverão ser desmanchadas com a ação de causa e efeito, apontamentos e recordações agora, neste instante.

Então as atividades do Fogo Sagrado serão saudadas em todos os Reinos de desenvolvimento da Terra como libertadoras e purificadoras forças. EU APELO POR ISSO!

Devido ao mau uso do elemento fogo durante séculos, muitas correntes de vida desencarnadas têm grande receio do fogo. Por isso (até nos Reinos internos) aqueles que usaram o elemento fogo para atormentar ou matar seus semelhantes, também repudiam as correntes purificadoras do Fogo Violeta transmutador.

ZARAHUSTRA trouxe novamente a recordação do elemento fogo à consciência externa da humanidade. Durante eras o fogo era amado e reverenciado pelos sacerdotes e o povo, era abençoado e usado somente no sentido positivo. Depois se seguiram séculos, nos quais sacerdotes e sacerdotisas inescrupulosos usaram o poder do elemento fogo para fins egoístas e destruidores. As salamandras obedeciam cegamente àqueles que usavam a magia negra. Isso fez com que elas ficassem ligadas àquelas correntes de vida seguindo-as até os dias de hoje. Por isso, pedimo-vos que nos ajudeis a libertá-las daquelas correntes de vida, pois muitas delas estão encarnadas atualmente na Terra. Elas possuem tendências incendiárias, devido aos exemplos negativos que as salamandras adotaram dos seus modelos.

É meu trabalho no Universo afastar as origens e gérmens do egoísmo humano, das dissonâncias, limitações e carências. Eu gostaria de extirpar estas tendências dos quatro corpos inferiores dos seres humanos, como gostaria, também, de dissolver as criações das massas, que envolvem a Terra e toda a sua atmosfera. Muitos de vós estais sendo submetidos a este processo de purificação, porque buscamos afastar tendências destruidoras de seus quatro corpos inferiores, como também gérmens de impureza. Os resultados físicos muitas vezes são pouco agradáveis para vós e podem ser comparados a um dente inflamado, que precisa ser extraído, para garantir o bem-estar e a saúde da pessoa.

A teimosia com que algumas pessoas (com seus sentimentos) se agarram a determinados costumes e tendências é surpreendente. Elas aparentemente saboreiam estes hábitos e não estão interessadas nem fazem esforços para abandoná-los. Além disso, a humanidade criou (através da vivificação de pensamentos repetidos) seres elementares desarmônicos. Estes seres detestam a purificadora atividade do Fogo Sagrado, porque sabem que através dela perdem sua existência. Esta resistência tem que ser vencida com a ajuda dos dedicados alunos, que apelam a nós por ajuda.
ASTRÉA, vossa irmã na Luz
Palavras do Grande HÉLIOS sobre a emissão consciente de poderosos Raios de Luz: Tereis que aprender a dominar os Raios de Luz que fluem de vossos corpos! Não é suficiente ser como pessoa um centro de irradiação inconsciente! Isso seria semelhante a um corpo com braços e mãos, porém sem um centro de comando. Através de vossos exercícios e a aproximação da Perfeição Divina, tereis que ser conscientes controladores dos Raios de Luz criados e emitidos por vós, que deverei usar como os dedos de vossas mãos! Tereis que controlar o comprimento e a pressão dos Raios sobre algo que necessita de cura! É a emissão consciente destes poderosos Raios de Luz que abranda a tormenta e desativa os turbilhões! É a poderosa energia emitida conscientemente que controla qualquer desavença imediatamente! Exercitai o uso destes poderosos Raios de Luz!

VIVEI HARMONICAMENTE, MEUS AMIGOS, CONSEGUI VOSSA MAESTRIA! Espero que os amigos de Hélios atravessem o Universo com semblantes risonhos e radiantes e que a nossa estreita colaboração seja reconhecida através de vossa ALEGRIA DE SERVIR, vossa flexibilidade no dia-a-dia, vosso AMOR A TODA VIDA, porque jamais existiu um sol infeliz e vós sois filhos e filhas dos DEUSES DO SOL!

INVOCAÇÃO ÀS SALAMANDRAS

Eu vos saúdo, Salamandras,
Que constituís a representação do elemento fogo.
Peço, que com vosso trabalho,
Forneçais a mim poder de resolver tudo,
De acordo com vossa vontade,
Alimentando meu fogo interno,
Aumentando minha chama trina do coração
E assim formar um novo universo.
Mestres do fogo, Eu vos saúdo fraternalmente.
Amém.

Fonte da Pesquisa e Imagem
http://temploumbandistaestreladourada.blogspot.com

Os espíritos protetores da Casa


Os importantes Espíritos protetores das Casas são ainda pouco considerados. São seres vivos, que respiram e possuem consciência e evolução próprias. Entretanto, são dominados e influenciados por aquelas pessoas que vivem em sua aura, pois pertencem ao reino dos seres elementais. Sabeis que os seres elementais de vossos quatro corpos inferiores são influenciáveis, aceitando todas as qualidades e características que vossa energia vital lhes transmite no decorrer das muitas encarnações, e da mesma maneira são expostos à qualificação através da irradiação daqueles que moram em sua aura.

Quando na alma de uma pessoa é concebida a idéia ou o plano da mais simples moradia, a Força divina atrai um ser elemental condizente, que deve ser ao mesmo tempo a protetora presença desta ulterior manifestação. Efetivamente, cada forma manifestada tem para sua proteção um ser elemental, desde a menor pedra até o maior palácio. Do momento em que um lar é materializado e levado à forma externa, ele é guardado por um espírito elemental. Da mesma forma como o corpo causal de um ser recém-nascido ainda não tem cor, também tal ser elemental ainda está livre de marcas ou imperfeições.

É apenas um vibrante e pulsante ser, dependente da misericórdia das pessoas que habitam o lar e dominam seu campo de força.

Quando observamos os inúmeros centros habitacionais em construção e os seres elementais nos cumprimentam com suas maneiras corteses, desejamos que o destino deste seres amoráveis seja feliz e harmonioso. Também um Espírito Protetor aguarda a chegada dos futuros habitantes com o mesmo sentimento, como eventualmente esperais o nascimento de uma criança, da qual não se conhece o caráter e a influência como novo membro da família.

Na Europa existem castelos feudais e solares, cuja beleza se conserva há séculos. Os amoráveis braços dos grandes espíritos elementais protetores se estendem muito além, até as matas e possessões. Entretanto, muitas vezes os encontramos fortemente carregados das muitas qualidades inferiores daquelas famílias que através de gerações lhes imprimiam sua consciência. Estas impregnações etéricas transmitem a tais grandes seres elementais profundas cicatrizes, causadas também pelas pessoas totalmente ignorantes.

Quando um lar está feio e descuidado e é reconstruído, o Espírito da casa sente-se novamente feliz, porque agora beleza e pureza se expressarão através dele e como agradecimento a estas pessoas ele irradia muitas bênçãos. Deveríeis saber, também, que os Espíritos Protetores de vossos lares, como seres conscientes, exigem vossa energia vital! Por isso estes fortes seres protetores devem ser submetidos à direção inteligente do vosso ser superior, se fordes buscadores espirituais. Isso exige reconhecimento e emprego de energia, para conservá-los na ordem divina.

O Espírito protetor de um lar ao mesmo tempo é um Foco de Luz, que deve ser conservado sempre, para que se esforce por manifestar todas as boas coisas para vosso lar, à sua maneira. Quando o Espírito da Casa sentir torrentes de felicidade, alegria e beleza fluírem através de si, esforçar-se-á por amar-vos.


Fonte da pesquisa
http://temploumbandistaestreladourada.blogspot.com

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)