Herbário Póetico

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sábado, dezembro 05, 2009

Alfavaca-de-cobra.


Pertence à família das urticáceas e pode provocar alergias aos mais sensíveis, como é, infelizmente. Portanto, muita atenção – as aplicações fitoterapêuticas que, a seguir se mencionam, só valem para os doentes não alérgicos às urticáceas.
Posta tal premissa inicial e essencial, vamos então descrever esta vulgar “planta de Lineu”:
A alfavaca-de-cobra é uma herbácea de origem europeia, cujo comprimento não costuma exceder os 30cm, que se espalhou por toda a faixa temperada do globo. Encontra-se em terrenos pedregosos incultos, escombros, muros e paredes velhas dos campos e cidades, onde cresce em pequenas moitas. Em vão, tentamos eliminá-la, pois que, como a espécie é perene e tem sistema radicular forte e contorcido, torna a rebentar na época própria.
Possui folhas pecioladas, alternas, ovais ou lanceoladas que se apresentam de verde brilhante na parte superior. Na parte inferior, surgem mais claras e pilosas.
Os caules são avermelhados, o que ajuda muito à sua identificação, devido aos contrastes que proporciona.
As pequenas flores esverdeadas aparecem nas axilas das folhas, agrupadas em grupos de cinco.
Os frutos são pequenos aquénios ovais, negros e brilhantes.
Os seus principais constituintes são os sais de potássio, o enxofre, diversos flavonóides e mucilagens.
Nos tratados de fitoterapia e homeopatia, é considerada emoliente, refrescante, calmante, diurética e descongestionante. Apenas se utilizam as folhas e os caules.
Os alérgicos que não queiram arrelias, devem evitá-la, como já se disse. Para os demais, abundam as mezinhas para o combate a nefrites, cálculos renais, feridas, furúnculos, queimaduras, catarros brônquicos, tosses, afecções pulmonares, disfunções hepáticas, fissuras nos seios e no ânus, problemas de artérias e hidropisia.

http://www.comunidade-espiritual.com/blog.

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Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)