Herbário Póetico

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Inteligentes &Perpicazes

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quinta-feira, julho 03, 2014

A TRISTEZA PERMITIDA






Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como? Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra. Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra. A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido. Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas. “Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia. Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.


Autoria: Martha Medeiroscomo



http://arcadoconhecimento.blogspot.com.br/

quinta-feira, junho 12, 2014

A coragem de amar





Se ama profundamente, você não sente medo. O medo é uma negatividade, uma ausência. Isso tem que ficar profundamente entendido. Caso contrário, você nunca vai entender a natureza do medo.

É como a escuridão. A escuridão não existe, ela só parece existir. Na verdade, ela é só ausência de luz. A luz existe; apague a luz e a escuridão aparece. A escuridão não existe, você não pode acabar com ela. Faça o que fizer, você não pode acabar com ela. Não pode trazê-la, não pode projetá-la.

Se quiser fazer alguma coisa com a escuridão, terá que fazer alguma coisa com a luz, pois só podemos estabelecer relação com algo que tenha existência própria. Apague a luz e a escuridão se fará presente; acenda a luz e a escuridão desaparecerá — mas você fará algo com a luz. Você não poderá fazer nada com a escuridão.

Medo é escuridão. É ausência de amor. Você não pode fazer nada com relação a ele, e quanto mais fizer mais amedrontado vai ficar, pois mais você achará impossível. O problema vai ficando cada vez mais complicado. Quanto mais você brigar com a escuridão, mais sairá derrotado. Você pode empunhar uma espada e matar a escuridão: isso só servirá para deixá-lo exausto. E finalmente a mente pensará, “A escuridão é muito poderosa, por isso me derrotou”.

É aí que a lógica falha. É absolutamente lógico — se você luta contra a escuridão e não consegue vencê-la, não consegue destruí-la, é absolutamente lógico pensar que a escuridão é muito, muito poderosa. Você é impotente diante dela. Mas a realidade é justamente o oposto. Você não é impotente; a escuridão é impotente. Na verdade, a escuridão não está ali, é por isso que você não pode derrotá-la. Como você pode derrotar alguma coisa que não existe?

Não lute contra o medo; do contrário, você ficará cada vez mais amedrontado e um novo medo invadirá seu ser: o medo do medo, que é muito perigoso. Em primeiro lugar, o medo é uma ausência e, em segundo, o medo do medo é o medo da ausência da ausência. Então você enlouquece.

O medo nada mais é que ausência de amor. Faça algo com amor, esqueça o medo. Se você ama bastante, o medo desaparece. Se ama profundamente, você não sente medo.

Quando amou alguém, mesmo que por um único instante, você sentiu medo? O medo não existe em nenhum relacionamento em que, mesmo que por um único instante, duas pessoas se amaram profundamente e aconteceu um encontro, elas entraram em sintonia — nesse momento não se sente medo.

É como se a luz simplesmente estivesse acesa e a escuridão desaparece — eis a chave secreta: ame mais.

Se você sente que existe medo em seu ser, ame mais. Seja corajoso ao amar; tenha coragem. Seja aventureiro no amor; ame mais e ame incondicionalmente, porque quanto mais você ama menos medo sente. E, quando eu digo amor, quero dizer todas as camadas do amor, do sexo ao samadhi.


Osho, em "Coragem: O Prazer de Viver Perigosamente"
Imagem por Skley

http://www.palavrasdeosho.com/

quinta-feira, maio 22, 2014

As emoções e o corpo






O seu corpo não é simplesmente físico.

 Muitas coisas penetraram nos seus músculos, na estrutura do seu corpo, por meio da repressão. Se reprimir a raiva, o veneno vai para o seu corpo. Vai para os músculos, vai para o sangue. Quando você reprime alguma coisa, isso deixa de ser apenas um fenômeno mental e passa a ser físico também — porque, na verdade, você não está dividido. Você não é corpo “e” mente; você é corpomente, psicossomático. Você é as duas coisas ao mesmo tempo. Portanto, qualquer coisa impingida ao corpo afeta a mente e qualquer coisa impingida à mente afeta o corpo. Corpo e mente são dois aspectos da mesma entidade.

Por exemplo, quando fica com raiva, o que acontece com o corpo? Sempre que você fica com raiva, alguns venenos são liberados no seu sangue. Sem esses venenos você não enlouqueceria a ponto de ficar encolerizado. Você tem certas glândulas no corpo e essas glândulas liberam determinadas substâncias químicas. Ora, isso é científico, não é só filosofia. O seu sangue fica envenenado. É por isso que, se tomado de raiva, você pode fazer coisas que normalmente não faria. Quando está com raiva, você consegue empurrar uma grande rocha — o que não conseguiria normalmente. Você mal consegue acreditar depois, ao ver que conseguiu empurrar a rocha, atirá-la longe ou erguê-la. Quando volta ao normal, você não consegue mais erguê-la, porque já não é mais o mesmo. Certas substâncias químicas estavam circulando na corrente sanguínea, você vivia um estado de emergência; toda a sua energia foi canalizada para a ação.

Mas, quando um animal fica enraivecido, ele simplesmente fica enraivecido. Ele não tem nenhuma moralidade quanto a isso, nada lhe foi ensinado a respeito; ele simplesmente fica enraivecido e a raiva é expressada. Quando você fica com raiva, a sua raiva é parecida com a de qualquer animal, mas então existe a sociedade, a moralidade, a etiqueta e milhares de outras coisas. Você abafa a raiva. Tem de mostrar que não está com raiva, tem de sorrir um sorriso falso. Você força um sorriso e abafa a raiva. O que acontece com o seu corpo? O corpo está pronto para brigar — ou brigar ou tugir do perigo, ou enfrentá-lo ou fugir dele. O corpo está pronto para fazer alguma coisa — a raiva é só a prontidão para fazer alguma coisa. O corpo ia ser violento, agressivo.

Se você pudesse ser violento e agressivo, então a energia seria extravasada. Mas você não pode — não é conveniente, por isso você a abafa. Então o que acontecerá com todos esses músculos que estavam prontos para ser agressivos? Eles ficarão atrofiados. A energia os está pressionando para serem agressivos e você está fazendo uma pressão contrária para que não sejam. Haverá um conflito. Nos seus músculos, no seu sangue, nos tecidos do seu corpo haverá um conflito. Eles estão prontos para expressar algo e você os pressiona para que não se expressem. Você está reprimindo os seus músculos. Então o corpo fica atrofiado. Isso acontece com todas as emoções, dia após dia, durante anos. Então o corpo fica todo atrofiado. Todos os nervos ficam atrofiados; deixam de fluir, não são mais caldais, não estão mais vivos. Eles ficam mortos, foram envenenados e ficaram todos emaranhados. Não são mais naturais.

Olhe qualquer animal e veja a graça do corpo dele. O que acontece ao corpo humano? Por que não é tão gracioso? Todo animal é gracioso — por que o corpo humano não é? O que lhe aconteceu? Você tem feito algo a ele. Você o tem destroçado, e a espontaneidade natural do seu fluxo já não existe mais. Ele ficou estagnado. Em todas as partes do seu corpo existe veneno. Em todos os músculos do seu corpo existe raiva reprimida, sexualidade reprimida, ganância reprimida, ciúme, ódio. Tudo é reprimido ali. Seu corpo está realmente doente.

Os psicólogos dizem que criamos uma armadura em torno do corpo e essa armadura é o problema. Se lhe permitem expressão total quando está com raiva, o que você faz? Quando está com raiva, você começa a ranger os dentes; você quer fazer alguma coisa com as unhas e com as mãos, porque é desse modo que a sua herança animal expressa a raiva. Você quer fazer alguma coisa com as mãos, destruir algo. Se não faz nada com os dedos, eles ficam atrofiados; perdem a graça, a beleza. Não serão mais membros vivos. E o veneno fica represado ali, por isso, quando você dá a mão a alguém, não acontece um toque de verdade, não existe vida, as suas mãos estão mortas.

Você consegue sentir isso. Toque a mão de uma criança pequena: há uma diferença sutil. Se a criança não quer dar a mão a você, ela não força; se retrai. Não dará a você uma mão morta, simplesmente tirará a mão. Mas, se ela quer lhe dar a mão, você sente como se a mão dela estivesse derretendo na sua. O calor, o fluxo — como se a criança toda estivesse vindo para a sua mão. Com o próprio toque ela expressa todo o amor que é possível expressar.

Mas a mesma criança, ao crescer, dará a mão como se ela fosse apenas um instrumento morto. Ela não acompanha esse movimento, ela não flui por meio dele. Isso acontece porque existem bloqueios. A raiva está bloqueada, e, de fato, antes que a mão possa ganhar vida novamente para expressar amor, ela terá de passar por uma verdadeira agonia, terá de passar por uma expressão profunda da raiva. Se a raiva não for extravasada, ela bloqueará a sua energia, não deixando o amor fluir.

Todo o seu corpo ficou bloqueado, não só as mãos. Por isso você pode abraçar alguém, pode aproximar alguém do seu peito, mas isso não significa que esteja aproximando essa pessoa do seu coração. São duas coisas diferentes. Você pode aproximar alguém do seu peito — esse é um fenômeno físico. Mas, se você tem uma armadura em torno do coração, tem um bloqueio emocional, então a pessoa continuará tão distante quanto antes; nenhuma intimidade é possível. Mas, se realmente trouxer a pessoa para perto de você, sem que exista nenhuma armadura, nenhum muro entre você e ela, então o seu coração se derreterá no coração dela. Haverá uma fusão, uma comunhão.

Quando o seu corpo voltar a ser receptivo e não houver nenhum bloqueio, nenhum veneno em torno dele, você estará sempre envolvido por um sentimento sutil de alegria. Seja o que for que esteja fazendo ou deixando de fazer, o seu corpo sempre estará envolto numa sutil vibração de alegria. Na realidade, a alegria só significa que o seu corpo é uma sinfonia, nada mais — que ele está num ritmo musical, só isso. Alegria não é prazer; o prazer sempre deriva de outra coisa. A alegria é simplesmente ser você mesmo — estar vivo, absolutamente vibrante, vital. O sentimento de que há uma música sutil em torno do seu corpo e dentro dele, uma sinfonia — isso é alegria. Você fica alegre quando o seu corpo está fluindo, quando ele é como o fluxo de um rio.

Osho, em “Saúde Emocional: Transforme o Medo, a Raiva e o Ciúme em Energia Criativa”
Imagem por katmary
Veja também:


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CHÁ AFRODISÍACO


O QUE É AFRODISÍACO?





Existe realmente a cozinha afrodisíaca?
O termo Afrodisíaco data ao menos 5.000 anos. Derivado de Afrodite, a deusa grega do amor e da beleza, os afrodisíacos compreendem bebidas, alimentos, odores, ervas, produtos químicos e outras substâncias que incrementam a libido humana. Existe centenas de produtos conhecidos por suas qualidades afrodisíaca, ou seja, pela capacidade que eles têm em agir como estimulante sexual. Saiba Mais...

plantas afrodisiacasERVAS AFRODISÍACAS - PLANTAS AFRODISÍACAS

Pesquisadores da Universidade de Milão, na Itália, testaram 4 plantas medicinais usadas em tratamentos alternativos por homens que sofrem de impotência sexual, os pesquisadores testaram o princípio ativo das plantas medicinais e apenas uma delas apresentou os resultados esperados.

A espécie Epimedium brevicornum, tem o princípio ativo é o icariin, que possui um inibidor para a enzima PDE5, esta enzima controla o fluxo de sangue no pênis, ao inibir o efeito desta enzima o medicamento possibilita a ereção masculina. Estimulam e produzem uma agradável sensação de euforia que induz o desejo amoroso. Conheça-as... Estas plantas têm um aroma intenso e penetrante.

Devido às suas características picantes e estimulantes, umas mais que outras, quando ingeridas produziam uma sensação nova mas agradável de euforia que induzia o desejo amoroso. Por essa razão foram consideradas afrodisíacas e proibidas noutros tempos. Hoje em dia a sua utilização é comum e essencial para a cozinha de todas as regiões do mundo e as suas propriedades afrodisíacas, muitas por sugestão, já não assustam mas até agradam

sexta-feira, abril 25, 2014

Sexo Tantrico

                                





       Como praticar o sexo tântrico


O tantra é um ramo do yoga que se ocupa do aspeto sexual, ideal para aqueles que estão numa busca espiritual, desejando ver o encontro sexual como algo mais além do carnal, como uma ferramenta para o crescimento individual e do casal. Torna-se fácil transmitir o conceito, o difícil é levá-lo para a realidade, por isso em umComo.com.br oferecemos-lhe um guia de iniciação para que saiba como praticar o sexo tântrico.


Abertura mental

O sexo tântrico não se trata de dizer: pronto, vamos a isto! Requer preparação mental e abertura, sendo mais simples a iniciação para quem está ligado às práticas de meditação e relaxamento. A meta final deste tipo de encontro não é o orgasmo, mas sim o reconhecimento de outro nível espiritual, uma viagem completa, pelo que o começo pode ser difícil de praticar, mas algumas chaves poderão ajudá-lo.

O tempo é necessário

A prática do sexo tântrico leva o seu tempo, pelo que deve preparar o ambiente, criar um ambiente relaxado propício para se desconectar e começar a viagem de sensações, não é uma prática para um encontro do estilo "rapidinha". Para além disso, para dominar esta arte pode levar meses e inclusive anos, tudo dependerá da evolução de ambos.
Concentre-se na respiração

Para começar sentem-se um em frente ao outro e comecem a concentrar-se nas suas respirações, procurando o relaxamento. Enquanto um inspira o outro expira, sentindo como a energia flui pelo corpo de ambos, dominar a respiração é vital para qualquer tipo de meditação incluindo o sexo tântrico.
A arte de acariciar
A exploração é básica dentro do sexo tântrico, por isso comece acariciando o seu parceiro suavemente, recorrendo todo o seu corpo sem nenhum tipo de pressa, dê e receba fomentando o erotismo e a paixão com o tacto. Usar óleos balsâmicos facilita o trabalho, também pode recorrer a outras técnicas como o uso de plumas para criar novas sensações.
Beijos sem limites
Beijar costuma ser uma prática esquecida pelos casais que já estão à muito tempo juntos, o sexo tântrico recupera o seu poder. Inclinados ou de frente dedique-se a beijar o seu parceiro, desfrutando da sensação, na boca, nas suas zonas erógenas, sem pressa sinta e faça com que o outro sinta o poder do desejo sexual através dos seus lábios.
Penetração controlada
Após longas carícias e deliciosas beijos, ambos encontram-se muito excitados, chega o momento da penetração, mas não de forma habitual. O homem penetra a mulher e uma vez lá dentro não há movimentos, apenas se sente o pênis dentro da vagina enquanto as carícias continuam, deve-se conter o impulso de ter sexo convencional. O pênis sai e entra por meio de jogos, beijos e tacto que podem durar muitos, mas muito minutos, inclusive horas.
Conter a ejaculação
A meta final do sexo tântrico é controlar e aproveitar ao máximo a energia sexual, por isso deve-se evitar a ejaculação o maior tempo possível. Durante as rondas de penetração ambos devem controlar-se para não chegar ao orgasmo e desfrutar do prazer do momento, intercalem com beijos e carícias e aumentem a concentração, este passo é um dos mais difíceis e possivelmente levará muito tempo para conseguir, mas com trabalho e meditação pode-se alcançar a meta de desfrutar sem ejacular.
O pico do prazer
Após muito minutos, nos níveis mais avançados horas, de beijos, carícias e penetrações tântricas, ambos chegarão a um nível em que a energia virá de repente, o pico de prazer que acompanha o orgasmo recorrerá todo o seu corpo e não ficará apenas na área genital, proporcionando um prazer como poucos. Isto é o que muitos casais fazem uma e outra vez neste tipo de sexo.
A orientação
O sexo tântrico não é uma prática simples, por isso recomenda-se a orientação, ora seja com livros, aulas ou consultas, a ideia é avançar por um caminha que lhe permita desfrutar ao máximo da sua energia sexual como casal, alcançar um nível acima da média, e começar a desfrutar do sexo a partir de outra perspectiva.
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Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)