Herbário Póetico

Espaço destinado a divulgaçao de: Receitas, Crenças. Misticismo Chás, Ervas&Aromas. Medicina Convencional Fitoterápico e Alternativo! Tudo que se relaciona com coisas naturais! Sem fins lucrativos. Nosso prazer e ver você informado. Agradecemos sua visita! Volte Sempre!

Inteligentes &Perpicazes

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segunda-feira, outubro 15, 2012

Compaixão é transformação das energias

 



Nós sabemos o que é paixão; por isso não é muito difícil entender o que a compaixão poderia ser. Paixão significa um estado de febre biológica - ela é quente, você fica quase possuído por energias biológicas inconscientes. Você não é mais senhor de si mesmo, é só um escravo.

Compaixão significa que você transcendeu a biologia, que você transcendeu a fisiologia. Você não é mais um escravo, você se tomou um mestre. Agora você vive conscientemente.

Não é mais dirigido, puxado para lá e para cá por forças inconscíentes; você pode decidir o que quer fazer com as suas energias. Você é totalmente livre. Portanto, a mesma energia que se torna paixão é transformada em compaixão.

Paixão é luxuria, compaixão é amor. Paixão é desejo, compaixão é ausência de desejo. Paixão é ganância, compaixão é compartilhar. A paixão quer usar o outro como um meio, a compaixão respeita o outro como um fim em si mesmo.

A paixão mantém você preso à terra, ao lodo, e você nunca se toma um lótus. A compaixão faz de você um lótus. Você começa a se elevar acima do mundo lodoso dos desejos, da ganância, da raiva. A compaixão é a transformação das suas energias.

Normalmente você vive disperso, fragmentado. Um pouco de energia é absorvida pela sua raiva, outro tanto é absorvido pela sua ganância, outro tanto pela sua luxúria e assim por diante.

E existem tantos desejos à sua volta que você fica sem energia nenhuma; você acaba oco, vazio.

Lembre-se do que disse William Blake - há uma grande sabedoria nisto -; ele disse: "Energia é alegria". Mas não lhe resta nenhuma energia; toda a sua energia vive descendo pelo ralo.

Quando todas essas energias não são mais desperdiçadas elas começam a encher o seu lago interior, o seu ser interior. Você fica repleto. Uma grande alegria brota em você.

Quando começa a transbordar, você se toma um buda e passa a ser uma fonte inesgotável.

Só quando for um buda você provará o que é a compaixão. A compaixão é um amor sereno - não frio, veja bem - sereno. É um compartilhar da sua alegria com toda a existência.

Você passa a ser uma benção para si mesmo e uma bênção para toda a existência. Isso é compaixão. A paixão é uma maldição, a compaixão é uma bênção.

Osho, em "Compaixão: O Florescimento Supremo do Amor"
Imagem por Cayusa


Leia mais: http://www.palavrasdeosho.com/2012/10/compaixao-e-transformacao-das-energias.html/

domingo, setembro 23, 2012

MÉDIUM E MEDIUNIDADE










Os sensitivos não deveriam ser chamados de médiuns. O vocábulo sensitivo apresenta-se como um sinônimo de médium, mas não se refere propriamente a um intercâmbio entre os dois mundos, representando apenas uma faculdade em anda-mento para a verdadeira comunicação com os espíritos.

Mediunidade é um estado natural da criatura, um dom, um fruto maduro. O sensitivo é um fruto verde a caminho da maturidade. Este é encontrado com mais facilidade, por não precisar de certas disciplinas e não aceitar as renúncias indispensáveis à glória da faculdade mediúnica, com Jesus.

O sensitivo recebe as sensações através do corpo etérico, que se manifesta em todo o sistema nervoso. Isto faz com que os sentidos humanos sejam ampliados, de maneira a permitir a percepção de certas coisas, chegando a sentir que existem espíritos aqui ou acolá. Essa certeza se origina da alta sensibilidade de que é dotado pela energia cósmica. Muitos e muitos dos chamados médiuns estão nesse estagio, que não deixa de ser um caminho para o empenho grandioso da mediunidade evangélica. É fácil reconhecê-los, pelas fracas interpretações das leis naturais e o pouco interesse pelo bem coletivo. Notam-se, nas comunicações, inclinações para a leviandade, respondendo a perguntas que não levam ao interesse elevado da vida, incentivando vícios e compactuando com difíceis processos primitivos que visam a assegurar o bem estar material das criaturas. Esquece-se completamente do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, colocando a caridade sob uma visão muito pessoal.

Essa é a razão por que muitos estudiosos do espiritualismo combatem a mediunidade, generalizando os fenômenos, sem estudarem com profundidade o despertar da alma, no intercâmbio com os espíritos desencarnados

Mediunidade é um estado natural do ser humano, é maturidade, e junto a ela há sempre um compromisso firmado no mundo espiritual com os luminares da eternidade, e com a própria consciência. O espírito reencarna já preparado para esse ministério, conhecendo os caminhos pelos quais deverá transitar, e os processos que o levarão ao dever bem cumprido. Existem animais sensitivos, mas nunca animais médiuns. Através desta analogia, podereis melhor compreender nossas afirmativas.

Todo o combate à mediunidade real se faz por faltarem recursos de análise e compreensão do fato mediúnico. Estudar um sensitivo é uma coisa, e estudar um médium é outra, diferente. Quanto ao primeiro, é fácil detectar a fonte que o inspira por estar próxima das coisas humanas.  O segundo, porém, recebe influências que escapam aos sentidos físicos, por alcançarem outra dimensão de maiores valores espirituais. Quase que somente o médium é quem conhece o que é mediunidade e, mesmo com todo o recurso da palavra que ele possa dominar, ainda assim não expressa a realidade dessa faculdade transcendental.

Sensitivos, pelo que entendemos na acepção da palavra, há milhões deles, por toda a parte, anunciando, pelo que fazem, mesmo de maneira primitiva, que existe a comunicação com os espíritos e que a vida eterna é, pois, a alegria de todos nós.

No assunto que ora abordamos, vemos que todo médium é sensitivo, mas nem sempre os sensitivos são médiuns. Temos exemplos de decadência de muitos medianeiros, que começaram bem, e terminaram a existência no fracasso, com sua mediunidade. Não é fácil, como alguns pensam, manter essa faculdade espiritual no nível que é assumida, quando se desce a tomar um corpo físico.

 A mediunidade que tem compromissos com o Cristo na Terra, não pode se esquecer de subir o calvário, com a cruz nos ombros representando sacrifícios de várias espécies: a renúncia é a característica de seus passos; o perdão, uma norma diária em sua vida; o trabalho. Uma obrigação sem queixa. A oração, um dever silencioso. A alegria, uma manifestação de gratidão por tudo o que vê e recebe da vida. A língua deixa de ferir e a cabeça passa a ser um ninho de pensamentos nobres.. Tudo o que faz, ela o faz por amor. O médium deve esforçar-se para ser um exemplo vivo de paz e de esperança. Não estamos aqui desmerecendo os sensitivos, mas é justo que eles reconheçam a posição em que se encontram. Não podemos fugir nunca às normas da boa conduta, porque atraímos o que somos na pauta da vida e o que vibramos por dentro, manifestamos por fora. Nós mesmos usamos a palavra sensitivo como médium, como recurso de linguagem comum na literatura espiritualista. No entanto, na profundidade do assunto, o sensitivo é um futuro médium, com a capacidade que a sua evolução determinar.

O carvão é uma promessa do diamante, como o homem o é do anjo. Não estamos diminuindo quem quer que seja perante seus afazeres na face da Terra, mas apenas esclarecendo dúvidas e mostrando dimensões que devemos conhecer, para que possamos desempenhar as nossas atividades com a consciência tranqüila e o coração pulsando com a ordem do universo.

A doutrina espírita é um acervo de conhecimentos que nos ajuda a conhecer a verdade, e o espírita não pode esquecer o saber, porque o próprio amor depende muito da sabedoria, para brilhar como um sol dentro do coração.

Ninguém faz médiuns, a não ser Deus, no transcorrer do tempo. Entretanto, a misericórdia do Senhor foi tanta, que nos ofereceu escolas e mestres renomados, a nos mostrarem os caminhos da auto educação e da disciplina, no sentido de despertar a luz que já existia dentro da criatura. Forçar a mediunidade é ignorar leis que regulam a vida: a naturalidade é a fisionomia dos anjos, nas mínimas coisas da existência. Estamos entrando em uma época apocalíptica, onde há muita coisa boa e muita coisa ruim: escolhemos o que achamos melhor. O mundo está passando por transes difíceis, porque dificultamos as coisas fáceis. Procura viver na simplicidade, em tudo o que fazes, que entrarás na atmosfera do bem e ele te traçará os caminhos que te levarão ao amor.

Médium! Se exercitas tuas mediunidades, lembra-te da tua parte, porque quem não conhece os caminhos por onde passa, poderá errar a estrada e, com maiores dificuldades, tentará chegar ao seu destino.

Devem brilhar na nossa mente e no nosso coração estas palavras da codificação do espiritismo: amar e instruir.

SEGURANÇA MEDIÚNICA – MIRAMEZ – JOÃO NUNES MAIA
http://estudoespiritasalvador.blogspot.com.br/2011/03/medium-e-mediunidade.html

sexta-feira, agosto 31, 2012

O MERGULHO EM SI MESMO











Para alcançar uma esfera mais alta de consciência, precisamos mergulhar profundamente em nosso interior e renascer libertos dos medos, dúvidas, vícios e conflitos.

Meus amigos, não esperem a morte chegar para desenfaixá-los da carne.
Comecem imediatamente um processo interno de profunda renovação consciencial.
Morrer não significa crescer! Viver é crescer.
A morte apenas faz o espírito mudar de endereço vibracional.
A pessoa é a mesma, com suas virtudes e defeitos, seja dentro ou fora do corpo, em qualquer dimensão.

Não tenham medo de mergulhar em si mesmos e escalpelar o próprio ego. Rasguem a pele do medo, nas trilhas do discernimento! Contudo, não se enganem. Há dor nesse processo.
Não é fácil, mas é factível a quem quer crescer municiado de plena luz interior.
O mergulho em si mesmo é uma espécie de morte: a morte do ser velho e seu renascimento constante.

Se vocês padecem do medo da dor de crescer e olhar objetivamente a si mesmos, então pensem nas dores que já lhes acompanham tão frequentemente: violência íntima,
medo, vazio existencial, falta de motivação, falta de espiritualidade e uma terrível treva espiritual, envolvendo suas melhores aspirações.
Façam uma medição na balança de seus corações e observem o que dói mais: crescer ou ser súdito da agonia do vazio consciencial? O que dói mais:
Ser medíocre e desconhecido de si mesmo ou lutar para evoluir e seguir?
O que dá mais trabalho:
Manter vícios que custam tanto ou lutar para vencê-los?
Quais são seus objetivos vitais:
Agonia íntima ou crescimento consciencial?

Vocês esperarão a morte sendo súditos da inércia?
Ou aumentarão a motivação de viver e aprender?

Quando esse ser velho e medroso será cremado no fogo do discernimento?
Quando será o funeral de suas dores íntimas?
Quando a fagulha divina que já mora em seus corações há de brilhar mais?

Renasçam a cada instante!
Presenteiem suas vidas com uma nova luz nos pensamentos e sentimentos.
Promovam aquela alquimia íntima: ser antigo, fora! Ser renovado, agora!
Quem poderá crescer por vocês?
Quem irá pôr fim à dor de vocês?
Que salvador poderá evoluir por vocês?
Quem poderá digerir essas toneladas de mágoas?
Quem promoverá o apocalipse do ego dentro do calendário da própria alma?
Quem liquidará o asteróide do medo no planeta de seus corações?

Mergulhando em si mesmos, sem medo, sem trevas, vocês encontrarão dores, sim. Mas qual renascimento é isento de dor?
Pior já é a dor de sentir-se um estranho no próprio mundo íntimo.
Usem a água da espiritualidade e o remédio da sabedoria para lavar os sofrimentos e curar as feridas internas. Usem o antiácido da alegria e curem as úlceras emocionais. Agradeçam as dores do parto de um ser divino dentro de vocês. É a dor de um mestre nascendo!

Há um menino Jesus, um menino Krishna e a paz do Buda nascendo no menino-coração de cada um de vocês.
Confraternizem mais, sorriam sem medo!
Ninguém morre vítima da morte, que apenas devolve a consciência à sua casa celestial.
Mas é possível morrer em vida, de agonia e falta de lucidez .
É possível ser um cadáver vivo: basta sentir-se vazio, sem alma, murcho de alegrias e renovações.

Meus amigos, cremem o ego e renasçam das cinzas.
Façam uma fogueira de seus medos.
Depois, joguem as cinzas ao vento da vida e gritem bem alto:
"Meus medos já eram!
Só tem luz em meu coração!
Sou divino e há um sol interno despertando na aurora de minha vida!"
Não esperem a morte para morrer só de corpo.
Aliem-se à vida para que morram seus dramas e seus egos.
Que esses escritos possam matar suas dores de vazio espiritual, e que possam enchê-los de vida, de luz e de um grande amor.
Que Deus abençoe seus renascimentos!"

Wagner Borges
Fonte texto e Imagens:
http://pychulin.blogspot.com.br/
*Recomendo



 

segunda-feira, agosto 20, 2012

Meu universo é diferente do seu?



Já vimos aqui no blog que o universo é um holograma e é criado por nós mesmos, é uma manifestação de nossa consciência. Se é assim, podemos refletir e levantar a seguinte hipótese: Se a realidade é criação da minha mente, posso criar/viver uma realidade diferente das outras pessoas? Parece loucura, mas seguindo a premissa inicial é bastante lógico pensar assim, você não acha?
Esse post irá tentar desenrolar esse nó e mostrar que é perfeitamente possível que o meu universo seja diferente do seu assim como o seu pode ser diferente do universo do seu vizinho.

É tudo uma questão de vibração





Esse post irá tentar desenrolar esse nó e mostrar que é perfeitamente possível que o meu universo seja diferente do seu assim como o seu pode ser diferente do universo do seu vizinho.

É tudo uma questão de vibração

Se fosse possivel (na verdade eu acredito que seja) para nós vislumbrar o universo fora da masmorra de nossos 5 sentidos físicos, veríamos que a realidade é uma verdadeira sinfonia vibratória onde todos os planos existenciais e realidades convivem juntos harmoniosamente, interpenetrando-se mutuamente sem, contudo, interferir um no outro. Veríamos que nosso universo físico é aquele cuja oitava de vibração é a mais baixa e lenta dentre os diversos espectros de realidade existente.
Para tentar entender como isso funciona, vamos fazer uma anologia entre as diversas realidades e a tecnologia de comunicação que nós possuimos. Nossa infra-estrutura de comunicação, engloba diversos tipos de dispositivos tais como celulares, televisores, radio e internet. Todos esses dispositivos são emissores/receptores de sinal cujo meio de transmissão é o ar. Cada um opera em uma freqüência de onda diferente. O celular tem seu próprio intervalo de freqüências que é dividido entre as diversas operadoras, assim como a televisão e o rádio tem os seus intervalos respectivamente. Todos os sinais estão compartilhando o mesmo meio que é o ar, entretanto, você nunca vai conseguir captar uma conversa de celular no seu rádio e muito menos vai conseguir sintonizar uma estação de rádio através de sua TV. Deu pra visualizar como a coisa funciona?

Nos encontramos quando sintonizamos nossas consciências

Trazendo agora a analogia para nosso assunto, nossa consciência é como um emissor de sinal, como uma emissora de televisão, cujo "canal" é a realidade. Nosso cérebro é como um decodificador de sinal que sintoniza no canal da nossa consciência e transmite na tela de nossos sentidos o universo físico correspondente. Sendo assim, o "canal que estou assistindo" não necessariamente será o mesmo que você. Então você me perguntaria: "Você está louco?! Se não estamos sintonizados no mesmo canal, como é que estou lendo o seu post??". Explico: Para que possamos interagir com outras consciências, necessitamos nos sintonizar na mesma freqüência, compartilhar o mesmo espectro vibratório. É por isso que você está aqui lendo esse post e o seu vizinho sequer sabe da existência dele. Por que seu vizinho, está sintonizado em outra faixa, não está interessado nos mesmos assuntos que você, prefere assistir ao canal de futebol, percebe?
Quando criei este blog, divulguei-o entre meus familiares e conhecidos, sabe o que aconteceu? Só obtive feedback de duas pessoas, uma disse que não entendeu nada e a outra perguntou o que eu andava fumando!!! Ou seja, apesar de eu ter forçado a barra para eles conseguirem sintonizar-se comigo a ponto de perceber a existência do blog, suas consciências não foram capazes de sintonizar-se com as idéias colocadas aqui.

Somos seres multidimencionais

A maioria das pessoas percebem-se a si mesmo como sendo o corpo físico que elas controlam. Se você fizer a pergunta "Quem é você?" a elas, imediatamente visualizarão seus corpos como sendo sua identidade. Na verdade, o corpo fisico é apenas o veículo de manifestação nessa oitava de freqüência conhecida como universo físico. Nossa consciência é constituída de várias camadas, cada uma delas corresponde a um veículo de manisfestação dimencional, sendo o corpo físico a camada mais externa. Assim, podemos imaginar o todo de nossas consciências como sendo camadas concêntricas em cujo centro está aquela essência divina que todos possuimos.
Podemos imaginar também a realidade de cada um de nós como a "área de cobertura" de nossa "antena consciencial". Quando interagimos uns com os outros, interagimos na intersecção entre nossas "transmissões", percebe? É nessa intersecção que está o universo "compartilhado" que experimentamos.

A expansão da consciência diminui a intersecção

Quando expandimos nossa consciência, aumentamos nossa "área de cobertura" e passamos a ter vislumbres das oitavas acima da física. Nessa categoria estão os videntes, paranormais e também os despertos como eu e você. Para nós isso é uma coisa boa, mas como conseqüência também experimentamos um certo isolamento, já percebeste? Isso acontece porque a expansão da consciência aumenta o "raio da circunferência" de nossa realidade afastando cada vez mais o centro de nossa consciência do centro das consciências "adormecidas". Assim, o universo que manifestamos fica cada vez mais distante do universo compartilhado, de consenso. Quer um exemplo?
Você já passou pela situação onde cruzou com um conhecido na rua ou esteve com ele no mesmo ambiente, prédio, shopping ou restaurante e sequer um notou a presença do outro? De repente vocês conversam e descobrem que estiveram no mesmo lugar e um diz pro outro, "Mas fulano, você estava lá e eu nem te vi?!". Ou, no caso oposto, você pensa numa pessoa e logo em seguida ou pouco tempo depois ela liga pra você! "Vixe fulano, você não morre hoje, estava falando (ou pensando) em você."
Já ouvi um caso onde uma pessoa andava por uma rua e cruzou com uns sujeitos perigosos. A pessoa estava bem vestida, celularzão no bolso, relógio bonito e os sujeitos sequer notaram sua presença. Um pouco mais na frente, a pessoa viu vindo do mesmo local um jovem só de cueca. Os sujeitos tinham-lhe roubado tudo. Porque aconteceu assim? Esse tipo de coisa vive acontecendo. Na verdade a pessoa que mencionei estava vivendo num universo cuja intersecção com os sujeitos era quase nula, digo quase porque ela pode percebê-los, mas eles, de alguma forma, não a viram, mas viram o pobre rapaz que vinha logo atrás.

2012, apocalipse e arrebatamento

Agora chegamos onde eu queria chegar. Todos andam falando sobre 2012, fim do mundo, apocalipse e etc. Alguns dizem que nesse ano passaremos por maus bocados, outros que experimentaremos um salto quântico e adentraremos na 5ª dimensão. E aí, quem está certo? Os dois!! Ambos os futuros irão acontecer. Para os que estão sintonizados na freqüência do medo, do controle, acontecerá exatamente aquilo retratado nos filmes catástrofe de Roland Emmerich. Já os que estão libertos do medo e que estão buscando aquela expansão consciencial, esses irão experimentar o tal salto quântico e irão para a 5ª dimensão. Será como aquilo que os evangélicos chamam de arrebatamento, onde algumas pessoas irão desaparecer de repente, sem explicação. Na verdade o que acontecerá, e que já está acontecendo, é que a intersecção entre esses dois grupos de consciências irá diminuir tanto que chegará a um ponto de ruptura onde o universo compartilhado por ambos os grupos será totalmente diferente. Um grupo irá acompanhar a freqüência de Gaia, a terra e experimentará a ascensão. O outro irá permanecer no universo físico, de terceira dimensão, e enfrentará o apocalipse que vem atraindo para si a milênios.

Espero que o texto não tenha sido difícil para você digerir.

Um abraço, rumo a ascensão.


http://aquelequebuscaverdade.blogspot.com.br/

sábado, agosto 04, 2012

A APLICAÇÃO DOS PASSES



Um dos momentos mais importantes de um trabalho mediúnico é a aplicação de passes nas pessoas da assistência, especialmente nos trabalhos de cura da Linha do Oriente.
Abaixo explicações teóricas sobre a aplicação de passes, segundo a doutrina espírita, mais que pode ser adaptada aos trabalhos de Umbanda.
Já que em todos os Terreiros, os médiuns incorporados ou não, aplicam passes nos membros da assistência.

Em "A Gênese - Capítulo XIV - item 33", Allan Kardec nos demonstra que a ação magnética pode produzir-se por diversas formas:


Pelo próprio fluido do magnetizador (passista).
Pelos fluidos do Espírito (desencarnado).
Pelos fluidos do Espírito (desencarnado) combinando com os fluidos do magnetizador (passista).

Também devemos considerar o passe em relação aos seguintes fatores:

Distância
Perto (em torno de 25 cm) - ATIVANTE
Longe (a partir de 30 cm) - CALMANTE
Velocidade
Lento - CONCENTRADOR (Quanto mais lento mais concentra)
Rápido - DISPERSIVO ( Quanto mais rápido mais dispersivo)

O concentrador ajuda a "incorporação", enquanto o dispersivo, evita que a manifestação ocorra.

Tipos de Passes
A ação magnética pode produzir-se de várias maneiras; assim é que classificamos os passes em:

Espirituais
Magnéticos
Mediúnicos
Mistos

Espirituais
É uma espécie de magnetização feita pelos bons Espíritos, sem intermediários, diretamente no perispírito das pessoas enfermas ou perturbadas. No passe espiritual o necessitado não recebe fluidos magnéticos de médiuns, mas outros, mais finos e puros, trazidos dos planos superiores da Vida pelo Espírito que veio assisti-lo.

Pelo fato de não estar misturado ao fluido animalizado, o passe espiritual é bem mais limitado que as outras modalidades de passes. Com isso, pode-se compreender que os recursos oferecidos nas reuniões públicas de Espiritismo, onde participam grande quantidade de encarnados e Espíritos desencarnados, são bem maiores do que aqueles que podemos contar em nossas residências, só com a ajuda do nosso anjo da guarda.

Os Espíritos se utilizam dos seus próprios fluidos e atuam diretamente e sem intermediários sobre encarnados. Os fluidos são manipulados pelos Espíritos passistas, que se utilizam de seus próprios fluidos, dos fluidos dos auxiliares, de fluidos da Natureza, tais como plantas medicinais e, também de fluidos de médiuns à distância.

Magnéticos
É o tipo de passe em que a pessoa doa apenas seus fluidos, utilizando a força magnética existente no próprio corpo espiritual. Pelo menos em tese, qualquer criatura pode ministrá-lo. Suas qualidades variam segundo a condição moral do passista, sua capacidade de doar fluidos e seu desejo sincero de amparar o próximo.

No passe magnético, geralmente se recebe assistência espiritual. Como vimos, isso acontece porque os Espíritos superiores sempre ajudam aqueles que, imbuídos de boa vontade, atendem aos mais carentes. Lembramos aqui, que o socorro dos Benfeitores é independente da crença que o passista ou magnetizador possa ter em Deus ou na Espiritualidade. Os Espíritos disseram a Allan Kardec, em "O Livro dos Médiuns", questão 176:

"...muito embora uma pessoa desejosa de fazer o bem não acredite em Deus, Deus acredita nela".

Transmitidos pelo médium que doa de seus próprios fluidos, de sua própria força irradiante, de suas energias fluídicas.

Magnetizador é aquele indivíduo saturado de fluido vital e que através da vontade - atributo essencial do espírito - usa seu fluido magnético, atua sobre ele, dando-lhe as qualidades necessárias.

No caso do passe magnético não é o fluido dos espíritos desencarnados, apenas eles atuam fortalecendo a vontade do doador.

Pesquisando as teorias kardequianas, vamos encontrar na Revista Espírita - ano VII - janeiro de 1864 - página 7, importante estudo, que elucida um pouco mais o assunto:

"...Em geral o que magnetiza (passista) não pensa senão em desdobrar essa força fluídica, derramar seu próprio fluido sobre o paciente submetido aos seus cuidados. Sem se ocupar se há ou não uma Providência interessada no caso, tanto ou mais que ele. Agindo só, não pode obter senão o que a sua força, sozinha, pode produzir; ao passo que os médiuns curadores começam por elevar sua alma a Deus e a reconhecer que, por si mesmos, nada podem... Esse socorro que envia são os bons Espíritos que vêm penetrar o médium de seu fluido benéfico que é transmitido ao doente... e que são devidas simplesmente à natureza do fluido derramado sobre o médium. Ao passo que o magnetizador (passista) ordinário se esgota, por vezes em vão, a fazer passes, o médium curador infiltra um fluido regenerador pela simples imposição de mãos, graças ao concurso dos bons Espíritos".

Mediúnicos
O médium serve de veículo para os fluidos que os Espíritos derramam sobre ele. É o magnetismo misto, em que se combinam os fluidos humanos e espirituais.

Nesse passe, o médium fica em estado de transe, é envolvido pelo Espírito ou Espíritos e trabalha mediunizado. É desaconselhado este tipo de passe, pela perda parcial da vigilância necessária à boa condução dos trabalhos.

Mistos
São os passes, normalmente usados nas Casas Espíritas, por envolvem o magnetismo das pessoas, a presença dos Mentores da Casa e a presença do próprio Guia do passista, sem que haja a incorporação.

Formas de Aplicação
Poderemos conhecer as técnicas de passe que são usadas no mundo espiritual e que são descritas nas obras de André Luiz e Manoel Philomeno de Miranda.

Passe de Sopro - Insuflação (quente - frio) (André Luiz - Os Mensageiros - Cap. 19);
Rotatório - Circular - (André Luiz - Missionários da Luz - Cap. 19);
Dispersão - (André Luiz - Ação e Reação - Cap. 3) e (Manoel Philomeno de Miranda - Grilhões Partidos - Cap. 15)
Longitudinal - (André Luiz - Missionários da Luz - Cap. 19);

Podemos classificar as formas de aplicação em várias categorias a saber:

Imposição das mãos;
Longitudinais;
Transversais
Rotatórios;
Perpendiculares Imposição dupla ou simples;
Passes de sopro, quente ou frio
Dispersivos
que se dividem em:
Transversais cruzados
Rotatórios ou Circulares cruzados
De sopro
Passe incorporado
---------------------------------------------------------------------------
Analisemos cada um:

Imposição de Mãos

É sempre concentrador de fluidos. Pode ser dado com uma ou com as duas mãos, em um centro de força ou outro ponto qualquer. As mãos devem estar sem concentração de força, sem contração muscular e sim "soltas". Os passistas podem ser digitais ou palmares. Não faz a menor diferença. O importante é não contrariar sua natureza. Os tumores e inflamações respondem bem aos concentrados ativantes. É bom lembrar que as curas instantâneas são muito raras.

Longitudinal
São aqueles feitos ao longo do corpo, da cabeça aos pés e de cima para baixo, com as mãos abertas e os braços estendidos, normalmente, sem nenhuma contração.Com pequenas e sutis pausas em cada Centro de Força. Quando usado como dispersivo é aplicado sem pausas, direto da cabeça aos pés.

Transversais
Estes passes são bons mas apresentam algum inconveniente se usados na câmara de passes, junto a outros passistas. Estende-se os dois braços para diante, as palmas para baixo, assim como os polegares e vai abrindo rapidamente os braços, no sentido horizontal, depois volta, com bastante energia a posição original. Isto deve ser feito, na cabeça, no peito, no estômago, no baixo ventre e nos pés.

Rotatórios ou Circulares
São executados com as palmas das mãos girando suavemente, da direita para a esquerda e vice-versa. São também conhecidos como fricções sem contato.

Perpendiculares
São aplicados com o paciente de pé. Estende as mãos sobre a cabeça do paciente, descendo-as, rapidamente, pela frente e pelas costas, ficando o passista de lado para o paciente.

Imposição dupla: Sem dúvida esta é a forma mais simples e mais comum. Estende-se as mãos sobre a cabeça ou outra parte do corpo. O passista deve ficar em profundo estado de concentração e oração.
Imposição simples: A mesma coisa de imposição dupla, apenas feita com uma mão. A outra pode fica estendida ao lado do corpo ou posicionada acima do Centro Coronário.

Sopro ou Insuflação
Esta modalidade de passes requer do passista cuidados especiais e rigorosos. É um passe rigorosamente curativo ou dispersivo, conforme a intenção da aplicação. É aplicado com a boca mais ou menos aberta, sobre as partes afetadas, insuflando ali, vigorosamente. Para que seja eficiente, é necessário que o passista as aspire ar, em grande quantidade, dilatando o tórax, para os sopros frios, ou dilatando o estômago, para os quentes. O passista deve ter boa capacidade respiratória, hálito saudável, estômago livre de emanações pesadas, Mente e palavras limpas, moralmente.

Os passes de sopro se dividem em:
Estimulantes;
Curativos;
Quentes;
Cicatrizantes Frios;
Calmantes;
Descongestionante;
Revigorantes;
Dispersador de fluidos

O sopro quente sai da boca do passista saturado de fluidos curadores, umedecido pelos vapores aquecidos pelas mucosas do estômago. Aproximar a boca do local, sem repugnância ou medo do contágio e assoprar vigorosamente. Pode-se, em casos mais repugnantes, cobrir o local com uma gaze.

O sopro frio é executado a 30cm. ou até mais de um metro. Aspira-se o ar, enchendo o tórax e soprando com os lábios quase fechados. Esta técnica é usada em pacientes que incorporem durante o passe.

Os dispersivos já exemplificamos a respeito. Relembrando: "Transversais cruzados", "Rotatórios ou Circulares cruzados" e "Sopro frio", são os mais usados.

Passe Incorporado
O passe incorporado não tem motivo para ser aplicado. Os espíritos fazem circular os fluidos pelos médiuns para o paciente. Quando o espírito necessita atuar diretamente, ele não necessita de médium. Isto gera um inconveniente pois pode acontecer de o médium estar envolvido pelo obsessor do paciente e em vez de ajudar, prejudicá-lo.

Classificação em Relação aos Centros Espíritas

Nas Casas Espíritas, como classificação de trabalho, eles podem ser:
Individuais;
Coletivos;
Padronizados;
Livres;
À distância e
Em domicílio.

Fluidoterapia - Explicações necessárias

A fluidoterapia é uma técnica que os médiuns, usando fluidos energizados, utilizam para o tratamento das enfermidades físicas e espirituais. Aplicados sobre o perispírito, eles são absorvidos à semelhança de uma esponja. É a conhecida terapia do passe, praticada nos centros espíritas.

As operações espirituais também pertencem a esta área de serviços porque são atividades ligadas à manipulação de fluidos humanos e espirituais. Classificam-se, porém, como fenômenos de características próprias. Por estarem intimamente ligadas à mediunidade curadora, a equipe envolvida nesse trabalho deverá ter, entre seus membros, um ou mais médiuns curadores.

Estes trabalhos são assistidos por entidades desencarnadas, ligadas ao campo da medicina, conhecedoras de particularidades relativas à saúde físico-espiritual dos pacientes e à lei de causa e efeito.

Quando se considera o serviço de passe convencional, a magnetização dos pacientes não exige nenhuma condição especial para se realizar. Qualquer trabalhador ou Espírito esclarecido poderá ministrá-los com bom aproveitamento, sem maiores exigências. Já na cirurgia perispiritual ela só será concretizada com a presença de médiuns curadores no ambiente, assistidos por Espíritos de médicos desencarnados Pode-se dizer que os papéis do médium curador e dos Espíritos cirurgiões seriam os mesmos do farmacêutico e dos médicos. Enquanto o papel do primeiro é o de ministrar a medicação (fluidos e energias humanas), o desses últimos é o de examinarem cada caso, fazer diagnósticos, prescrever tratamentos fluídicos e, se necessário, realizar cirurgias nos tecidos perispirituais.

Enquanto do lado de cá bastam a imposição de mãos, a prece fervorosa, a conduta moral sadia e a disciplina mediúnica, do lado de lá se desenrola a complexidade das tarefas curativas: a desobsessão (em alguns casos), os procedimentos cirúrgicos, a escolha e seleção de elementos fluídicos a serem utilizados e o estudo das possibilidades de cura ou melhoria das doenças do paciente, frente às suas necessidades evolutivas.

Fechando o Assunto
Passe magnético misto:
Por imposição da(s) mão(s), individual (um passista para cada paciente), sem toque, onde são utilizados os fluidos do médium mais os fluidos dos Espíritos, em favor do processo de cura, inclusive para os grupos de tratamento de desobsessão, que se opera no perispírito e no plano espiritual. Esse processo chama-se fluidoterapia, ou seja, tratamento pelos fluidos, de responsabilidade dos Espíritos.
Passe espiritual:
Aplicado diretamente pelos Espíritos do auxílio magnético, dispensando a presença do médium.
Passe coletivo:
Dado coletivamente numa assembléia (um passista para vários pacientes), com a manipulação dos fluidos a cargo dos Espíritos.
Passe à distância:
É uma modalidade de irradiação muito usada nas Casas Espíritas e que exige prévio aviso àquele que vai receber (nome, endereço, doença, dia e hora da mentalização), com a finalidade de estabelecer sintonia entre o médium que o administra e aquele que o recebe.
Autopasse:
É o passe dado em si mesmo; a prece fervorosa produz efeito de uma magnetização, não só chamando a ajuda dos bons Espíritos, mas dirigindo ao pedinte uma salutar corrente fluídica.
O sopro:
Na visão de André Luiz, embora seja estimulante e eficaz como processo terapêutico, ele só é recomendável àqueles que se enquadram nas regras de boa saúde e higiene, conforme exposto na obra Os Mensageiros.
Essa ressalva é necessária, uma vez que nem todos possuem um organismo (em especial a boca) realmente sádio.

A prece como autopasse

Assim como o homem através dos seus fluidos pode influenciar o seu semelhante, presente ou a distância, pode também agir sobre si mesmo.

O autopasse requer concentração para poder colocar-se na posição de receptor. A seguir, é necessária a meditação e a prece fervorosa. Segundo André Luiz, Nos Domínios da Mediunidade, "A oração é prodigioso banho de forças, tal a vigorosa corrente mental que atrai".

A prece fervorosa, associada à fé na ajuda espiritual, acelera as nossas vibrações, facilitando a ligação com os benfeitores.

A prece impulsiona nossas energias para o alto e atrai as energias espirituais que, somadas às nossas, voltam sobre nós, trazendo fluidos renovadores, a fim de conseguirmos operar com eficiência em favor do próximo. E assim, ajudando, somos também ajudados.


OS PASSES NA UMBANDA
 
 
passes na Umbanda são direcionados pela entidade incorporada ao médium e os movimentos, duração e intensidade variam de entidade para entidade e de acordo com o caso em questão e o tipo de trabalho realizado.
Os passes podem ser aplicados por entidades de todas as linhas: Caboclos, Pretos Velhos, Erês (crianças), Baianos, Boiadeiros, Ciganos, Mestres e guias do Oriente, Exús e Pombas Giras. Embora alguns dirigentes não usem com a frequência que deveriam os passes dos Guardiões, o que é uma pena, pois quem recebe um bom passe dessas entidades, sente-se leve, descarregado e altamente revigorado.
 
 
 
http://ciganaseciganosnaumbanda.blogspot.com.br/2008/10/banho-de-atracao-da-cigana-sete-saias.html

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)