Herbário Póetico

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Inteligentes &Perpicazes

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terça-feira, setembro 20, 2011

Esperando seu perdão


Porque erramos tanto e nunca aprendemos !
Eu não sei o porquê de não conseguimos assimilar que o erro é algo fatal para a alma.
Tudo nesse mundo tem uma razão de ser, aprendemos a tirar ensinamentos até das coisas ruins, afinal são elas que exercitam nossa inteligência e nosso poder de ação.
Como todo ser humano quando executa uma ação seus pensamentos só direcionam para o que se está fazendo, sem parar para analisar o que pode está por vir além da curva.
Acidentes da vida são o que acontece.
A realidade vem encoberta por uma tênue nevoa de razão.
E quando dá tudo certo padrinhos e madrinhas vem aos montes acudir do tal feito, mas quando ocorre um deslize todos se abstém de participar: Isola ignora
Então no firmamento de meus pensamentos só tem uma pergunta onde estava você?
Você não nasceu ontem?
Você não é criança, nem tão pouco um retardado mental que não sabe coibir o antes e depois.
Então acorde viva ame e perdoe.
Assim suas asas estarão libertas para sobrevoar o campo florido de sua alma.
Eu não me perdoei... Mas me redimi de meus erros esperando seu perdão!


Mary Cely
20/08/2011.

sábado, setembro 17, 2011

Esqueça Deus.


Esqueça Deus.
Apenas tente ser feliz,
e um dia,
quando você estiver dançando em sua felicidade,
quando seu rio interior estiver fluindo,
de repente
a vida não parecerá mais banal.


Em todos os lugares,
alguma força desconhecida se esconderá,
e você verá Deus
nas flores,
nas pedras
e nas estrelas.


Osho




http://liztarot.blogspot.com/2010_12_01_archive.html

"Efeito Sombra"


INTRODUÇÃO DO LIVRO “O EFEITO SOMBRA” (autores: Deepak Chopra, Debbie Ford e Marianne Williamson)

O conflito entre quem somos e quem queremos ser encontra-se no âmago da luta humana. A dualidade, na verdade, está no centro da experiência humana. A vida e a morte, o bem e o mal, a esperança e a resignação coexistem em todas as pessoas e manifestam sua força em todas as facetas da vida. Se sabemos o que é a coragem, é porque também experimentamos o medo; se podemos reconhecer a honestidade, é porque já encontramos a falsidade. No entanto, a maioria de nós nega ou ignora nossa natureza dualista.


Caso estejamos vivendo sob a suposição de que somos apenas de um jeito ou de outro, dentro de um espectro limitado de características humanas, então, precisamos questionar por que, atualmente, muitos de nós estamos insatisfeitos com a nossa vida. Por que temos acesso a tanta sabedoria e, ainda assim, não temos a força e a coragem para agir segundo nossas boas intenções, tomando decisões eficazes? E, mais importante, por que continuamos a nos expressar de maneiras contrárias aos nossos valores e a tudo aquilo em que acreditamos?


Vamos mostrar que isso ocorre porque não examinamos nossa vida, nosso eu mais obscuro, o eu sombrio, onde está escondido nosso poder esquecido. É ali, nesse local mais improvável, que encontramos a chave para destrancar a força, a felicidade e a capacidade de viver nossos sonhos.


Fomos condicionados a temer o lado obscuro da vida, assim como o nosso. Quando nos pegamos em meio a um pensamento sombrio ou tendo um comportamento que julgamos inaceitável, corremos como uma marmota ao buraco no chão e nos escondemos, torcendo e rezando para que aquilo desapareça antes de nos aventurarmos a sair novamente. Por que fazemos isso? Porque tememos, independentemente do quanto nos esforcemos, jamais conseguir escapar desse nosso lado. E, embora ignorar ou reprimir esse lado sombrio seja a norma, a verdade soberana é que correr da sombra apenas intensifica seu poder. Negá-la apenas conduz a mais dor, sofrimento, tristeza e sujeição. Se falharmos em assumir a responsabilidade de extrair a sabedoria que está oculta no fundo de nossa consciência, a treva assume o comando e, em vez de sermos capazes de assumir o controle, a escuridão acaba nos controlando, provocando o efeito sombra. Então, o lado obscuro passa a tomar as decisões, tirando-nos o direito a escolhas conscientes, seja quanto ao que comemos, ao tanto que gastamos ou aos vícios a que sucumbimos. Nosso lado sombrio nos incita a agir de forma que jamais imaginamos e a desperdiçar a energia vital em maus hábitos e comportamentos repetitivos. A obscuridade interior nos impede de expressar inteiramente o nosso eu, de falar nossa verdade e viver uma vida autêntica. Somente ao abraçar a nossa dualidade é que nos libertamos dos comportamentos que poderão potencialmente nos levar para baixo. Se não reconhecermos integralmente quem somos, é certo que seremos tomados de assalto pelo efeito sombra.


O efeito sombra está por toda parte. A prova de sua disseminação pode ser vista em todos os aspectos da vida. Lemos sobre ele on-line. Podemos vê-lo nos noticiários da TV e também em amigos, familiares e estranhos na rua. E talvez possamos reconhecê-lo de forma mais expressiva em nossos pensamentos, comportamentos, e senti-lo nas interações que fazemos com os outros. Receamos que, se lançarmos luz nessa escuridão, isso nos fará sentir uma imensa vergonha ou, até pior, nos levará a expressar nossos piores pesadelos. Tornamo--nos temerosos quanto ao que podemos encontrar se olharmos dentro de nós mesmos; portanto, em vez disso, escondemos a cabeça e nos recusamos a enfrentar o lado sombrio.


Mas este livro revela uma nova verdade — compartilhada com base em três perspectivas transformadoras: o oposto do que tememos é, de fato, o que acontece. Em vez de vergonha, sentimos empatia. Em vez de constrangimento, ganhamos coragem. Em vez de limitação, experimentamos a liberdade. Mantida oculta, a sombra é uma caixa de Pandora repleta de segredos, que tememos destruírem tudo o que amamos e gostamos. Porém, se abrirmos a caixa, descobrimos que aquilo que está ali dentro tem o poder de alterar radicalmente nossa vida, e de forma positiva. Sairemos da ilusão de que nossa obscuridade nos dominará e, em vez disso, veremos o mundo sob uma nova luz. A empatia que descobrimos por nós mesmos dará a centelha de ignição para nossa confiança e coragem à medida que abrirmos nosso coração a todos ao redor. O poder que desencavamos nos ajudará a confrontar o medo que esteve nos segurando e nos incitará a seguir adiante, rumo ao mais alto potencial. Longe de ser assustador, abraçar a sombra nos concede uma plenitude, permite que sejamos reais, reassumindo nosso poder, libertando nossa paixão e realizando nossos sonhos.


(...)


Quando falhamos em admitir nossas vulnerabilidades e reconhecer maus comportamentos, inevitavelmente sabotamo-nos quando estamos prestes a alguma realização pessoal ou profissional. Então, a sombra ganha. Quando agimos motivados por uma raiva desproporcional ao falar com os filhos, a sombra ganha. Quando traímos as pessoas amadas, a sombra ganha. Quando nos recusamos a aceitar nossa verdadeira natureza, a sombra ganha. Se não focamos a luz ao nosso eu mais alto, na obscuridade de nossos impulsos humanos, a sombra ganha. Até que aceitemos tudo o que somos, o efeito sombra terá poder para retardar nossa felicidade. Se passar sem reconhecimento, a sombra nos impede de ser plenos, de alcançar nossos melhores planos, e nos faz viver uma vida pela metade. Nunca houve uma época melhor para se criar um novo léxico para iluminar a sombra e finalmente entender o que tem sido tão difícil de ver e explicar.


O trabalho com a sombra é mais que um processo psicológico ou uma brincadeira intelectual.


É uma solução prescritiva para problemas não resolvidos. É uma jornada transformadora que vai além de qualquer teoria psicológica, porque considera o lado sombrio uma questão humana, uma questão espiritual que todos nós precisamos resolver se quisermos ter uma vida na qual nos expressemos por completo. Enfim entenderemos por que não somos melhores nem piores que ninguém, não importam cor, experiência, orientação sexual, aparência ou o passado. Não há ninguém no mundo que não tenha um lado sombrio e, quando levada a sério e compreendida, a sombra pode gerar uma nova realidade que irá alterar a forma como nos sentimos em relação a nós mesmos, ao nosso exercício de pais, à maneira como tratamos nosso parceiro, como interagimos com os membros de nossa comunidade e como nos engajamos com outras nações.


Acredito que a sombra seja um dos maiores presentes disponíveis para nós. Carl Jung a chamava de sparring, ou "parceira de treino de boxe"; ela é a oponente dentro de nós que expõe falhas e aguça habilidades. É a professora, o treinador, o guia que nos apoia no descobrimento de nossa verdadeira magnificência. A sombra não é um problema a ser resolvido ou um inimigo a ser vencido, mas um campo fértil a ser cultivado. Quando mergulharmos as mãos em seu solo rico, descobriremos as sementes potentes da pessoa que mais desejamos ser. Esperamos, sinceramente, que você ingresse nessa jornada, pois sabemos o que nos espera lá dentro.


Debbie Ford
Veja, abaixo, o trailer do filme "O Efeito Sombra", que será lançado em breve:


http://existenciaconsciente.blogspot.com/

domingo, setembro 11, 2011

Tempo da Palavra


"Cada indivíduo preso em seu próprio Casulo."
Neste domingo, meados deum mês qualquer relembro uma das cartas de Zigmunt Bauman com o título " Sozinho no meio da multidão" para iniciar a atualização do nosso blog Tempo da Palavra.
Não poderia ter sido melhor lembrança como as das palavras deste autor sobre o advento da internet que permitiu esquecer ou encobrir o vazio que tanto sentimos.
O Facebook, o blog, o Twitter e similares oferecem a companhia humana tão desejada. Fazemos parte desta coleção de solitários que busca escapar de situações constrangedoras, difíceis de convivência.
Então, estar a um clique do teclado, ou apagar a conexão quando se torna indesejável é a melhor forma de interação. Será?
Realizamos nosso sonho de uma comunicação mais interessante?
Deixo esses questionamentos para o início de uma troca de comentários.
Talvez discutir sobre o quanto a conversa real "face to face" seja mais acalentadora e ainda necessária ao ser humano.
Vivo essas duas realidades: adoro estar numa roda de amigos num barzinho, na casa de um deles, como também navegar neste mar que é a internet.

Antonise*

http://palavraenergica.blogspot.com/search?updated-max=2011-04-28T07%3A50%3A00-07%3A00&max-results=
Imagem google

sábado, setembro 10, 2011

A FELICIDADE ANDA POR AI





Dizem que a vida é curta, mas não é verdade. A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades. E essa tal felicidade anda por ai, disfarçada, como uma criança tranqüila brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionando nãos: a viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa que não fomos, o amor que não vivemos, o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador; quando se é piloto e não passageiro, pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.
E como ela é feita de instantes, não pode nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo.
Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele tempo que você não vai desperdiçar no futuro.
Porque a vida é agora.
Não tenha medo do futuro, apenas lute e se esforce ao máximo para que ele seja do jeito que você sempre desejou.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.




Enviado por Jorge do blog Nectan Reflexões e foi aqui postado,
 por ser pertinente à proposta do Arca.
Autoria: Dalai Lama

http://arcadoconhecimento.blogspot.com/

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)