Herbário Póetico
Espaço destinado a divulgaçao de: Receitas, Crenças. Misticismo Chás, Ervas&Aromas. Medicina Convencional Fitoterápico e Alternativo! Tudo que se relaciona com coisas naturais! Sem fins lucrativos. Nosso prazer e ver você informado. Agradecemos sua visita! Volte Sempre!
Inteligentes &Perpicazes
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sábado, outubro 31, 2009
Nome científico Schinus molle L.
Família Anacardiáceas
Sinonímia popular Aroeira vermelha, aroeira mansa, corneíba
Parte usada Cascas , folíolos, sementes, frutos, óleo resinos
Propriedades terapêuticas Anti-diarréica, antileucorréica, adstringente, balsâmica, diurética, emenagoga, purgativa, estomáquica, tônica, vulnerária, antiinflamatória, fungicida e bactericida
Princípios ativos Óleo essencial: rico em mono e sesquiterpenos. Taninos, Resinas, Alcalóides, Flavonóides, Saponinas esteroidais, Esteróides, Triterpenos, cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta felandeno, terechutona
Indicações terapêuticas Azia, gastrite, febre, cistite, uretrite, diarréia, blenorragia, tosse, bronquite, reumatismo, íngua, dor-de-dente, gota, ciática
Fonte de pesquisas
http://www.mudasnativasflorestais.com
Sucupira.:Sementes

Chá de semente de sucupira - Receita Natural
O chá de Sucupira, segundo contam, é excelente para dores ósseas, hérnia de disco, bicos de papagaio, e artrites. Aqui veremos uma receita dada pelo ator Juca de Oliveira sobre seu próprio caso de artrite (veja o vídeo) em uma entrevista ao Jô Soares. A apresentadora Ana Maria Braga já deu esta receita em seu programa também.
Sementes Sucupira
Sementes Sucupira
Você vai precisar de:
* 12 sementes de sucupira
* 3 litros de água
Modo de Preparo:
Primeiramente, soque as sementes de sucupira em um pilão até que a resina interna da sementes esteja a mostra. Feito isso, ferva a água e coloque as sementes macetadas por 90 segundos (um minuto e meio) então apague o fogo. Tampe o caldeirão e deixe esfriar.
Posologia
Beba bastante durante o dia, cerca de um litro e meio durante o dia
Observações
A resina da semente de sucupira ficará depositada no caldeirão, de forma que ele não poderá mais ser utilizado para outros fins.
Fonte de Pésquisas Internete
Ervas Finas&desidratdas
História
Desde a Antigüidade os povos já usavam ervas para preparar alimentos. Elas eram utilizadas por causa do seu valor medicinal, para seguir tradições religiosas e também para sobrepor o gosto ruim de alimentos semi-estragados. Com o passar do tempo, os povos começaram a fazer contato uns com os outros, ampliando assim seus conhecimentos. Os romanos, por exemplo, introduziram alecrim, tomilho e segurelha na Europa Central e levaram salsa, manjericão e sálvia das colônias orientais. Marco Polo estabeleceu um comércio com o Extremo Oriente, dando origem às grandes viagens dos exploradores às Índias e conseqüentemente à descoberta do continente americano. Das Índias foram trazidas, entre outras, a pimenta-do-reino, a baunilha e a noz-moscada, e, da América, espalharam-se pelo mundo a batata, o tomate e a cana-de-açúcar. Enquanto, na Idade Média, era moda colorir e decorar alimentos com flores comestíveis, nos dias de hoje o intenso intercâmbio comercial e as facilidades de viajar têm ajudado na divulgação de novos temperos no mundo todo.
O que são ervas
As ervas são partes de plantas que podem ser aromáticas, medicinais ou aromáticas e medicinais ao mesmo tempo. Também se faz distinção entre ervas secas ou desidratadas e frescas. Na secagem, evapora-se uma parte dos óleos essenciais, diminuindo assim o aroma das ervas. Os óleos essenciais, por sua vez, são misturas complexas de compostos vegetais exaltadas por certas plantas aromáticas. São produzidos nos diferentes órgãos vegetais, estando contidos em estruturas especiais ou em aparelhos secretores. Podem ser encontrados em raízes (por exemplo, raiz forte), folhas (manjericão), flores (camomila), casca de árvores (canela) e cascas de frutas (laranja). As ervas são caracterizadas por seu conteúdo de ativos. Esses ativos são óleos essenciais, alcalóides, minerais, vitaminas e glicose, entre outros. Eles são os responsáveis pelo gosto, aroma ou ação terapêutica das ervas, dependendo da porcentagem em que estão presentes.

Como usar
As ervas aromáticas têm grande importância na culinária. Ramos inteiros ou partes picadas podem ser usadas para temperar os mais variados alimentos. Para melhor aproveitá-las, as ervas frescas devem ser adicionadas somente no final do cozimento; caso contrário, acabam perdendo os óleos essenciais. Também é comum utilizá-las como enfeite no prato ou até mesmo no drinque. Usadas sozinhas ou combinadas entre si, as ervas dão o último toque aos pratos. Embora existam muitas recomendações sobre qual erva combina melhor com um determinado alimento, elas não precisam ser necessariamente seguidas. Cada pessoa é livre para fazer suas próprias experiências e descobrir como encontrar os sabores que mais lhe agradam - em outras palavras, para criar ou dar seu toque pessoal na culinária.
Como armazenar ervas aromáticas
O melhor jeito de armazenar ervas é mantê-las, sob temperatura de 4 a 10ºC, acondicionas em sacos ou potes plásticos bem fechados. Ervas como dill, salsa crespa, salsa lisa, cebolinha, borago, cerefólio e estragão também podem ser congeladas inteiras ou picadas. Nelas, o aroma, os ativos e o aspecto físico são mantidos. A conserva com óleo e vinagre é outra opção. Nesse caso, os óleos essenciais passam para a solução, aromatizando-a por muito tempo. Por último, temos os patês, que são ervas ou outros condimentos misturados com óleo e sal.
Fonte de Pesquisas na Integra
www.ervasfinasnet.com.br
A Defumação na Historia
Ninguém sabe quando a humanidade começou a usar as plantas aromáticas. Estamos razoavelmente seguros de que os sentidos do homem antigo eram bem mais aguçados, e o sentido do olfato foi crucial para sua sobrevivência. Há evidência do período Neolítico de que ervas aromáticas eram usadas em culinária e medicina, e que ervas e flores eram enterradas com os mortos. A fumaça ou fumigação foram provavelmente um dos usos mais antigos das plantas, como parte de oferendas rituais aos deuses. Era provavelmente notado que a fumaça de várias plantas aromáticas tinha, entre outros, efeitos alucinógenos, estimulantes e calmantes. Gradualmente, um conjunto de conhecimentos sobre as plantas foi acumulado e passado a centenas de gerações de xamãs.
Descendentes de Atlântida
Os Sumérios e os Babilônios
Os gregos e romanos
Nativos americanos
Incenso do Templo
Fonte de pesquisas:http://novoencanto.blogspot.com
quinta-feira, outubro 29, 2009
Orixás e suas definiçoes

A definição de Orixás é mais complexa do que se possa imaginar. A principio na mitologia Africana prevalece a proposta de que um Orixá é um ancestral elevado á categoria divina, devido ao controle que obteve sobre certas forças da natureza, como o trovão o vento ou a água.
Essa concepção é refletida nas lendas que sobrevivem heróicas a poeticamente até hoje, cada Iorubá tinha seu Rei que era considerado um herói divinizado ou a encarnação do Orixá ancestral de modo que alguns Orixás cultuados numa determinada tribo, não reconhecidos por outras. Os escravos trazidos para o Brasil vieram de diversas Tribos e essa convivência forçada fez com que membros dessas diversas tribos reconhecessem e aceitassem os Orixás de cada uma reagrupando em torno de um terreiro que não era o reino de cada um e sim um centro de devoção em comum, dessa forma, das centenas de Orixás cultuados na mãe África, apenas vinte e um permaneceu sendo cultuados no Brasil. Muitos Orixás foram fundidos em um único Orixá, de modo que membros de tribos rivais ficassem satisfeitos. Esses Orixás que permaneceram não podiam ser livremente cultuados devido a imposição do Cristianismo, sofreram então o processo de Sincretismo, ou seja, foram associados e maquiados sob forma de santos Católicos. Esses Orixás ancestrais possuíam a capacidade de se encarnar momentaneamente em alguns de seus descendentes através do fenômeno da possessão. Os Orixás transmitiram a seus filhos a sua sabedoria a características como uma espécie de identidade vibratória, como cada Orixá tinha um domínio especifico sobre as manifestações da natureza, passaram a representar a energia vibratória da mesma.
Como heróis míticos que viveram, reinaram e conquistaram a sua divinização, teriam a capacidade não só de intermediar como a de governar a vida dos homens. A mitologia Africana é muito diversificada, tendo em vista o tamanho do continente, nos interessa mais a mitologia Ioruba que originou o Candomblé no Brasil e a santeria em Cuba, na mitologia Iorubá o Deus supremo é Olorum, chamado também de Olodumaré. A esse Deus supremo não se faz oferendas, já que ele é o criador de tudo que existe. Olorum criou tudo o que existia mais não criou o homem, ele incumbiu seu filho Oxalá de faze-lo. Oxalá ( sincretizado com Jesus Cristo) devido a sua característica de mediador entre Deus e os homens, criou o homem do ferro, depois da madeira e ambos eram muito rígidos, criou o homem da pedra mais era muito frio, tentou a água mais o ser não tomava forma definida, tentou o fogo, mas a criatura se consumiu, tentou o ar mas também não obteve sucesso. Desesperado, frustrado encontra o Orixá Nana que habitava as profundezas do lago relata seu sofrimento e Nana mergulha, retorna com lama e entrega á |Oxalá, enfim ele é bem sucedido, cria o homem do barro molhado com a ajuda de Nanã. Feliz com o resultado considerou perfeito em sua criação, Oxalá sopra-lhe a vida. Os homens criados por Oxalá tem uma conexão direta com o criador supremo necessitam que Oxalá realize essa conexão.
As lendas e os mitos diversos com muitas versões das diferentes tribos Africanas, mas são de uma inegável beleza. A Umbanda compreende os Orixás como manifestações do principio divino esse principio se iradia em sete linhas de força criadoras representadas por sete Orixás.
Cada uma dessas linhas é dividida em falanges que por sua vez são divididas em sub falanges essas sub falanges são organizadas em bandas que se dividem em legiões.
Orixás não se entende se sente, mais importante que saber o que são os ventos ou a água ou a chuva é sentir e absorver suas forças. Caboclos na Umbanda são espíritos de indígenas ou que foram indígenas em alguma encarnação ou ainda espíritos que nunca reencarnaram como indígenas mas optaram em trabalhar na corrente astral da Umbanda vestindo a roupagem fluídica de Caboclos ou seja adotaram a forma perispiritual vibratória de índio guerreiros. Esses espíritos seriam os representantes dos |Orixás ( sítios e forças vibratória da natureza) para que possam trabalhar com os homens, necessitam de intermediários que são os médiun ou cavalos como são chamados na Umbanda. Assim o médium que trabalha com Caboclo Pena Branca que por sua vez trabalha para o Orixá (energia de Oxossi) ou atua na energia das matas. Existe toda uma hierarquia ou organização espiritual como foi mencionado acima sobre as falanges legiões.
O mais importante é que se entenda que caboclos na Umbanda trabalham em suas sete linhas e se manifestam levando o Axé. A força dos Orixás para que os que têm fé para receber.
A Área de atuação dos Caboclos compreende todos os setores da vida humana
Saravá todos os Caboclos!!!
Texto retirado da internete créditos dado a autora citada

