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quarta-feira, junho 22, 2011

Religião


Uma em cada quatro pessoas é muçulmana,



Uma em cada quatro pessoas em todo mundo é muçulmana, de acordo com um dos mais completos estudos feitos até hoje sobre o assunto.

A pesquisa feita pela organização Pew Forum on Religion and Public Life, com sede em Washington, levou três anos para ficar pronta e analisa dados de 232 países e territórios.

O estudo concluiu que apenas 20% dos muçulmanos vivem no Oriente Médio e no norte da África, regiões tradicionalmente mais associadas com a religião.

Os números pesquisados indicam também que há mais muçulmanos na Alemanha do que no Líbano e menos na Jordânia e na Líbia somadas dos que na Rússia.

Estudos futuros

Cerca de 60% dos estimados 1,57 bilhão de muçulmanos do mundo vive na Ásia.

Os países com o maior número dos seguidores da religião são Indonésia (202,9 milhões), Paquistão (174 milhões), Índia (161 milhões), Bangladesh (145,3 milhões), Nigéria (78 milhões) e Egito (75,5 milhões).

O estudo indica que mais de 300 milhões de muçulmanos vivem em países onde o islamismo não é a religião mais seguida.

Entre 87% e 90% são da vertente sunita e entre 10% e 13% da corrente xiita.

As maiores populações de xiitas vivem no Irã, Paquistão, Índia e Iraque.

No continente norte-americano, o país com o maior número de seguidores da religião é os Estados Unidos, com pouco menos de 2,5 milhões de pessoas.

O Brasil é o terceiro país no continente, com cerca de 191 mil muçulmanos, bem menos do que os 784 mil da Argentina.

A Pew Forum diz acreditar que o estudo pode fornecer bases para futuras pesquisas sobre o crescimento de populações muçulmanas.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/10/091008_islamismo_rc.shtml

Teoria da mente






Todos nós fazemos constantemente inferências sobre o que se passa na cabeça das outras pessoas, ainda que normalmente façamos isso de forma inconsciente. Os cientistas cognitivos chamam essa habilidade de “teoria da mente” e, até recentemente, pouco se sabia sobre os mecanismos cerebrais por trás dessa capacidade.

Um novo estudo, feito por cientistas do MIT (EUA), sugere que o processo não envolve realmente imaginar-se na posição da outra pessoa, como alguns cientistas haviam teorizado.

Modelo abstrato da mente

Em vez disso, nós usamos um modelo abstrato de como acreditamos que a mente do outro funciona, modelo que é aplicado à situação que o outro está passando para predizer como ele está se sentindo, mesmo se a pessoa que julga nunca tenha passado ela mesma por aquela experiência.

O estudo também fornece evidências de que a teoria da mente está sedimentada em regiões específicas do cérebro, mesmo em pessoas congenitamente cegas, ou seja, pessoas que nunca receberam qualquer input visual, uma fonte importante de informações sobre o estado mental dos outros.

O trabalho foi publicado no exemplar desta semana do Proceedings of the National Academy of Sciences.

Teorias sobre como compreendemos o outro

Embora a teoria da mente seja um conceito antigo, estudado por filósofos como Descartes, pouco se sabe sobre como ela funciona. Predominam duas teorias. A primeira, conhecida como simulação, sugere que, quando as pessoas tentam descobrir as reações mentais de outra pessoa a um evento, elas se imaginam na mesma situação.

A segunda teoria propõe que o cérebro humano usa um modelo abstrato de como a mente funciona, análogo ao modelo que temos sobre o funcionamento do mundo físico. Este modelo permite que as pessoas entendam a mente dos outros sem ter passado pelas mesmas experiências – da mesma forma que sabemos que um ovo irá se quebrar se cair do décimo andar, mesmo se nunca tivermos feito isso.

Estudando pessoas cegas desde o nascimento, Marina Bedny e Rebecca Saxe avaliaram a hipótese da simulação – se ela fosse correta, as pessoas cegas não poderiam julgar as experiências visuais de outros porque elas próprias nunca tiveram qualquer experiência do mesmo tipo, não sendo capazes de recriar a experiência de ver algo.

Entretanto, as pesquisadoras descobriram que os cegos de nascença se saíram tão bem quanto as pessoas com visão normal na previsão dos sentimentos de outras pessoas em fenômenos envolvendo a visualização, usando as mesmas regiões do cérebro, sugerindo que a simulação não é necessária e que o cérebro está utilizando um modelo abstrato do estado mental dos outros.

Programação genética ou experiência?

A pesquisa também elucidou uma questão relacionada: Em que medida a localização das funções cerebrais de alta ordem, como a teoria da mente, depende de uma programação genética ou em que medida ela é determinada pela experiência sensorial?

Vários estudos têm mostrado que, sob certas circunstâncias, o cérebro é capaz de se reorganizar em resposta a estímulos sensoriais, ou na falta deles. Por exemplo, em pessoas cegas de nascença, o córtex que normalmente processa as informações visuais básicas podem passar a ser utilizadas para o processamento da linguagem.

Como as pessoas com visão normal frequentemente obtêm informações sobre as emoções dos outros por meio da visão – vendo as expressões faciais, por exemplo – algumas teorias sugerem que as pessoas cegas usariam regiões diferentes do cérebro ao executar tarefas ligadas à teoria da mente.

Entretanto, os exames de ressonância magnética funcional feitos pela equipe não revelaram nenhuma diferença entre as regiões cerebrais ativadas nas pessoas com visão e sem visão quando elas tentam predizer o estado mental de outros.

Isto fornece evidências de que a organização das funções cognitivas de alto nível, como a teoria da mente, não é determinada pela experiência sensorial. Mas a questão continua em aberto, podendo a organização do cérebro nestas regiões ser pré-programada geneticamente ou depender de outros aspectos da experiência, como a linguagem, por exemplo.


Texto de:Anne Trafton

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=teoria-mente-como-colocamos-lugar-outros

segunda-feira, junho 13, 2011

« FERNANDO PESSOA... ESOTÉRICO e ROSACRUZ »


Símbolo da Ordem Rosa Cruz






..A CRUZ, a ROSA e a ROSA CRUZ






(Poema datado de 6/2/1934 de Fernando Pessoa)



Porque choras de que existe

A terra e o que a terra tem?

Tudo nosso – mal ou bem –

É fictício e só persiste

Porque a alma aqui é ninguém.


Não chores! Tudo é o nada

Onde os astros luzes são.

Tudo é lei e confusão.

Toma este mundo por strada

E vai como os santos vão.


Levantado de onde lavra

O inferno em que somos réus

Sob o silêncio dos céus,

Encontrarás a Palavra,

O Nome interno de Deus.


E, além da dupla unidade

Do que em dois sexos mistura

A ventura e a desventura,

O sonho e a realidade,

Serás quem já não procura.


Porque, limpo do Universo,

Em Christo nosso Senhor,

Por sua verdade e amor,

Reunirás o disperso

E a Cruz abrirá em Flor.













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Este é um poema que nos aparece dividido em três partes – como uma trilogia de sonetos –

inspirado numa descrição do Túmulo de Christian Rosencreutz constante da “Fama Fraternitatis”, primeiro manifesto público

da ou sobre a Fraternidade Rosacruz.





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As ordens ou fraternidades Rosa Cruz (Rosa-cruz ou Rosacruz) são organizações místicas e esotéricas que se pretendem herdeiras de tradições alquimistas e cabalísticas antigas e que usam certos rituais iniciáticos.

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De acordo com a lenda, a Ordem Rosa Cruz foi fundada por Christian Rosenkreuz (1378-1484), cavaleiro alemão que estudara artes ocultas com mestres de Damasco, do Egipto e de Marrocos. A fundação da Ordem terá acontecido na Alemanha em 1407. A existência de Christian Rosenkreuz é, no entanto, posta em causa por vários rosacrucianos, que vêem o nome como um pseudónimo de algumas personagens históricas, como, por exemplo, o filósofo, estadista e ensaísta inglês Francis Bacon (1561-1626).

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A nível histórico, o início da Ordem tem como data 1614, com a publicação do documento intitulado "The Fama Fraternitas of the Meritorious Order of the Rosy Cross". Marcam, também, a fundação da Ordem Rosa Cruz, em 1615, "The Confession of the Rosicrucian Fraternity" e em 1616, "The Chemical Marriage of Christian Rosenkreuz". Estes textos de autor desconhecido, embora se avente a hipótese do teólogo Johann Valentin Andrea (1586-1654), são os grandes responsáveis dos movimentos e organizações de fraternidade que se formaram.

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Em algumas organizações da Maçonaria, existe o grau de Cavaleiro Rosa Cruz para aquele que atinge o último grau.

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As diversas ordens Rosa Cruzes defendem a fraternidade entre todos os homens. Para isso, é necessário que cada um altere os seus hábitos, atitudes e pensamentos e desenvolva as suas potencialidades para a verdadeira paz consigo próprio.

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A Ordem Rosa Cruz tem como símbolo uma ou mais rosas decorando uma cruz. As variações (uma cruz envolvida por uma coroa de rosas; uma cruz com uma rosa ao centro; junto ao símbolo um duplo triângulo ou uma estrela ou símbolos cabalísticos e alquímicos…) permitem distinguir as diversas fraternidades.

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De acordo com algumas teorias, a Cruz é o signo masculino e espiritual, que representa a divina energia criadora e fecundadora; a Rosa é o signo feminino, que contém o ovo cósmico.


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Fernando Pessoa (in A Procura da Verdade Oculta-Textos filosóficos e esotéricos) afirma sobre o significado da Cruz e da Rosa: "A dupla essência, masculina e feminina, de Deus - a Cruz. O mundo gerado, a Rosa, crucificada em Deus".


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E mais adiante: "Todo o homem, que tenha talhar para si um caminho para o Alto, encontrará obstáculos incompreensíveis e constantes. [...] Este processo de vitória, figuram-no os emblemadores no símbolo da crucificação da Rosa - ou seja no sacrifício da emoção do mundo (a Rosa, que é o círculo em flor) nas linhas cruzadas da vontade fundamental e da emoção fundamental, que formam o substracto do Mundo, não como Realidade (que isso é o círculo) mas como produto do Espírito (que isso é a cruz)."

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Há diversas organizações esotéricas que se dizem Rosa-cruzes e que são relativamente diferentes.


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Existe, entre outras, a Ordem Rosa Cruz - AMORC, Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz; a Fraternidade Rosa Cruz; a Sociedade Rosa Cruz do Lectorium Rosicrucianum ou Escola Espiritual Gnóstica da Rosa Cruz Áurea; a Ordem dos Irmãos Primogénitos da Rosa Cruz.

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A Ordem Rosa Cruz - AMORC, Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz estabelece uma distinção entre os rosacrucianos, que são os seus próprios aderentes, e os Rosa-cruz, que atingem os mais elevados graus da ordem.


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Define-se como "uma organização internacional de carácter místico-filosófico, que tem por missão despertar o potencial interior do ser humano, auxiliando-o em seu desenvolvimento, em espírito de fraternidade, respeitando a liberdade individual, dentro da Tradição e da Cultura Rosacruz".


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É nesta ordem que encontramos figuras proeminentes, como Comenius; Sir Francis Bacon; o rei da Prússia, Frederico Guilherme II; o poeta Wolfgang Goethe; Victor Hugo; René Descartes; Leibniz; Isaac Newton; Benjamin Franklin; e Fernando Pessoa.


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A Fraternidade Rosa Cruz tem na astrologia e no desenvolvimento de faculdades mediúnicas e curativas as bases da doutrina oficial.

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A Sociedade Rosa Cruz do Lectorium Rosicrucianum ou Escola Espiritual Gnóstica da Rosa Cruz Áurea defende que a alma viverá no corpo em cativeiro, só encontrando a paz pela libertação do corpo material, recuperando a plenitude da sua vida espiritual.

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A Ordem dos Irmãos Primogénitos da Rosa Cruz adopta o princípio que "tudo aquilo que pode ser dito não merece ser conhecido".



Oração à Santo Antonio .

É verdade Santo Antonio que prá ocê fazer eu cazá é preciso que te deixe de pernas pró ar?
Mary Cely (estilo e modo caipira).




Imagem do google.

terça-feira, junho 07, 2011

Quem é Osho ?


Quem é Osho?




Desde sua infância, na Índia, Osho deixava claro que não seguiria as convenções do mundo à sua volta. Passou os primeiros sete anos de sua vida com seus avós maternos, que lhe permitiram liberdade de ser ele mesmo, o que raramente acontece com as crianças. Ele era uma criança solitária, preferindo passar longas horas sentado em silêncio ao lado de um lago, ou explorar as redondezas sozinho. A morte de seu avô materno, diz ele, teve um efeito profundo em sua vida interior, provocando-lhe uma determinação de descobrir o imortal da vida. Ao se juntar à crescente família de seus pais e entrar na escola, estava firmemente fundamentado na clareza e no senso de si mesmo, que lhe deram a coragem de desafiar todas as tentativas dos mais velhos de moldarem a sua vida.
Ele nunca fugia de controvérsias. Para Osho, a verdade não pode fazer concessões, pois assim deixa de ser verdade. E a verdade não é uma crença, mas uma experiência. Ele nunca pede às pessoas para acreditarem no que ele diz, mas, ao contrário, pede que experimentem e percebam por si mesmas se o que ele está dizendo é verdadeiro ou não. Ao mesmo tempo, ele é implacável ao encontrar meios e maneiras de revelar o que as crenças de fato são - meros consolos para amenizar nossas ansiedades frente ao desconhecido, e barreiras para o encontro de uma realidade misteriosa e inexplorada.


Após sua iluminação, aos vinte e um anos de idade, Osho completou seus estudos acadêmicos e passou vários anos ensinando filosofia na Universidade de Jabalpur. Enquanto isso, viajava pela Índia proferindo palestras, desafiando líderes religiosos ortodoxos, em debates públicos e encontrando pessoas de todas as posições sociais. Ele leu extensivamente tudo o que pôde encontrar para expandir sua compreensão dos sistemas de crença e da psicologia do homem contemporâneo.
No final da década de 60, Osho começou a desenvolver suas técnicas de meditação ativa. O ser humano moderno, ele disse, está tão sobrecarregado com as tradições antiquadas do passado e com as ansiedades da vida moderna, que precisa passar por um profundo processo de limpeza antes de poder descobrir o estado de meditação relaxado e sem pensamento.
Começou a conduzir campos de meditação por toda a Índia, proferindo discursos aos participantes e orientando pessoalmente meditações por ele desenvolvidas.
No início dos anos 70 os primeiros ocidentais começaram a ouvir falar de Osho, e juntaram-se ao crescente número de indianos que foram iniciados por ele no neo-sannyas. Em 1974, uma comuna estabeleceu-se à volta de Osho, em Puna, Índia, e logo os poucos visitantes do Ocidente tornaram-se bastante numerosos. Muitos eram terapeutas que se deparavam com as limitações das terapias ocidentais e que procuravam uma abordagem que pudesse alcançar e transformar as profundezas da psique humana. Osho os encorajou a contribuírem com suas habilidades à comuna e trabalhou intimamente com eles para desenvolverem suas terapias no contexto da meditação.
O problema com as terapias desenvolvidas no Ocidente, ele disse, é que elas estão limitadas a tentar tratar a mente, enquanto que o Oriente há muito compreendeu que a própria mente, ou melhor, nossa identificação com ela, é o problema. As terapias podem ser úteis - como os estágios catárticos das meditações que desenvolveu - para aliviar as pessoas de suas emoções e medos reprimidos, e para auxiliá-las a se perceberem mais claramente. Porém, a não ser que comecemos a nos desapegar dos mecanismos da mente e suas projeções, desejos e medos, iremos sair de um buraco somente para cair num outro. A terapia, portanto, deve andar de mãos dadas com o processo de desidentificação e testemunho, conhecido como meditação.
No final dos anos 70, a comuna em Puna abrigava o maior centro de terapia e crescimento do mundo, e milhares de pessoas vinham participar dos grupos de terapia e meditação, sentar com Osho em seus discursos diários e contribuir com a vida da comuna. Alguns retornavam a seus países e estabeleciam centros de meditação.
De 1981 a 1985, o experimento de comuna ocorreu nos Estados Unidos, numa região de mais de duzentos quilômetros quadrados, no alto deserto do Oregon. A ênfase primordial da vida da comuna era construir a cidade de Rajeeshpuram, um "oásis no deserto". E num período de tempo milagrosamente curto, a comuna construiu casas para cinco mil pessoas e começou a reverter décadas de estragos - devido ao excessivo uso da terra - restaurando riachos, construindo lagos e reservatórios, desenvolvendo uma agricultura auto-suficiente e plantando milhares de árvores.
Em Rajneeshpuram, meditações e programas de terapia aconteciam na Rajneesh International Meditation University. As facilidades modernas construídas para a Universidade e seu meio ambiente acolhedor possibilitaram profundidade e expansão de seus programas, o que antes não era possível. Cursos e treinamentos de longa duração foram desenvolvidos, e atraíram um grande número de participantes, incluindo muitos que já eram profissionais, mas que desejavam expandir suas habilidades e o entendimento de si mesmos.
No final de 1985, contudo, a oposição do governo local e federal a Osho e à comuna tornou impossível a continuação do experimento. A comuna foi dispersa e Osho encaminhou-se para um tour pelo mundo, concedendo entrevistas à imprensa e proferindo discursos para discípulos no Himalaia, na Grécia e no Uruguai, antes de retornar à Índia, em meados de 1986.
Em janeiro de 1987, Osho restabeleceu-se em Puna, proferindo discursos duas vezes ao dia. No prazo de alguns meses a comuna de Puna começou um programa completo de atividades e se expandiu muito mais do que anteriormente. Foi mantido o padrão de conforto moderno estabelecido nos Estados Unidos, e Osho deixou claro que a nova comuna de Puna deveria ser um oásis do século XXI, mesmo na Índia subdesenvolvida. Mais e mais pessoas vinham do Oriente, particularmente do Japão, e suas presenças trouxeram um enriquecimento correspondente nos programas de cura e de artes marciais. Artes visuais e de performance também floresceram, juntamente com a nova Escola de Mistério. A diversidade e a expansão refletiram-se na escolha, por Osho, do nome Multiversidade, que abrigava todos os programas.
E a ênfase na meditação fortaleceu-se ainda mais - esse era um tema constantemente abordado nos discursos de Osho, e ele desenvolveu e introduziu muitos novos grupos de meditação, incluindo a No-Mind, a Rosa Mística e o Born Again.
Cerca de nove meses antes de deixar seu corpo, Osho ditou a inscrição para o seu samadhi, a cripta de mármore e espelho que contém suas cinzas.

Osho - nunca nasceu, nunca morreu.
Apenas visitou este planeta Terra entre
11 de Dezembro de 1931 e 19 de Janeiro de 1990.

A comuna que cresceu em sua volta ainda floresce em Puna, Índia, conhecida hoje como Osho International Meditation Resort, onde milhares de buscadores se reúnem durante todo o ano para participar de seu programa de meditações e grupos de crescimento.



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"Estou aqui para seduzi-lo a um amor pela vida; para ajudá-lo a tornar-se um pouco mais poético; para ajudá-lo a morrer para o mundano e para o ordinário, de modo que o extraordinário exploda em sua vida."
Osho
"Eu não sou um lógico, sou um existencialista. Acredito nesse belo caos da existência
e estou pronto para ir aonde quer que ela vá. Não tenho uma meta, porque a existência não possui uma meta. Ela simplesmente é, florescendo, brotando, dançando - mas não pergunte porque. Apenas um transbordamento de energia, sem motivo algum. Estou com a existência."
Osho
"Eu não sou um messias e não sou um missionário. E não estou aqui para estabelecer uma igreja ou para dar uma doutrina para o mundo, uma nova religião, não. Meu esforço é totalmente diferente: uma nova consciência, não uma nova religião, uma nova consciência, não uma nova doutrina. Chega de doutrinas e chega de religiões! O homem necessita de uma nova consciência. E a única maneira de trazer uma nova consciência é continuar martelando por todos os lados para que lenta, lentamente nacos de sua mente se desprendam. A estátua de um Buda está oculta em você. Nesse momento você é uma rocha. Se eu continuar martelando, cortando fora pedaços de você, lenta, lentamente o buda surgirá"
Osho


Fonte do texto e Imagem:
http://www.oshobrasil.com.br/Osho.htm

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)