Herbário Póetico

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domingo, agosto 15, 2010

São Roque


No dia 16 de agosto comemora-se o dia de São Roque, que pelo sincretismo, é XAPANÃ (a forma mais austera de Obaluaê). Quem nasce nesse dia tem um compromisso com a cura e com os cuidados aos idosos. No dia 16 de agosto comemora-se o dia de São Roque, que pelo sincretismo, é XAPANÃ (a forma mais austera de Obaluaê). Quem nasce nesse dia tem um compromisso com a cura e com os cuidados aos idosos.





Agosto - e Pai Omulú(16)
São Roque(Orixá Omulú) - Atotô !
Sincretizado com São Roque e São Lázaro, para alguns umbandistas, Omolú é considerado a esquerda de Obaluayê, daí a proximidade entre os dois. Porém, ele também se aproxima de Obaluayê por ser invocado, assim como esse último, para a cura de doenças, especialmente as contagiosas e aquelas que podem levar o doente à morte. Nesse sentido, recebe o título de Senhor da Varíola. Omulú, dentro de uma nova visão espiritual umbandista, é o orixá da energia cósmica que, ao penetrar em nossa atmosfera, recai sobre diversos habitats. Ele é um dos sete orixás (puros) tendo como desdobramento o orixá Nanã. Ele vive na Calunga pequena (cemitério), aí se dando a concentração maior de sua energia (positiva ou negativa). Seus sensitivos, ao manifestarem a presença de Omolú, curvam seu corpo a terra, ficando o mais perto possível dela. Representa também a grande transformação do ser, ter que morrer para o pequeno e renascer para o grande, sem precisar deixar a matéria (morte). Suas cores na Umbanda são o preto x amarelo ou branco x preto (mais relacionado aos pretos-velhos). Sua imantação compõe-se de deburu (pipocas feitas na areia), mamão, arroz. Flor: monsenhor amarelo; essência: cravo ou menta. Por sua relação com a morte, é reverenciado no cemitério ou campo santo e é extremamente respeitado.

http://yledaoxum.blogspot.com/
Imagem tb do Google

sábado, agosto 14, 2010

Inicio sem fim.

Se toda pessoa que diz ter Deus no coração tivesse a índole do estado de ser humano, ser gente, irmão.
Se alguém quisesse e tentasse fazer algo pelo próximo, e neste estado de querer sem poder tem uma visão incoerente da vida.
Ou seja, da sua própria e de outrem.
Estarei sendo cruel ou cego?
Serei eu "um pouco pior" ou desumano?
Estas indagações me perseguem mesmo procurando ajuda.
Não consigo compreender nem ter respostas.
Até quando estas indagações vão me perseguir só Deus sabe!




(Mary Cely)
Em uma longa e fria madrugada de agosto.
13/08/2010.





"A fé e o saber não se dão bem dentro da mesma cabeça: são como o lobo e o cordeiro dentro de uma jaula; e o saber é justamente o lobo, que ameaça devorar seu vizinho". – Arthur Schopenhauer

quarta-feira, agosto 11, 2010

DEUSA HATHOR



OS LOCAIS DE CULTO

Desde a primeira dinastia (3100-2890) que existe evidencia de Hathor no culto real. Há vestígios de um culto anterior, à Deusa Bast, que apresentava chifres e orelhas de vaca que esteve na origem do culto a Hathor.
O templo mais importante dedicado a Hathor situava-se em Dendera. Aqui era vista como a deusa do amor, da fertilidade e dos nascimentos.
Edfu era o outro local onde Hathor era cultuada, associada a Hórus , seu marido e filho. Hórus era o Deus Falcão, associado ao Ceú. Hathor passa então a ser vista como a “Senhora do Céu” . Como o Faraó era associado a Hórus, Hathor passou a ser considerada como a mãe divina. Um dos títulos do Faraó era “O Filho de Hathor”. Como mãe de Hórus, também a rainha do Egito se identificava com ela. A rainha era a mãe do Faraó, o Horus vivente.


OS ATRIBUTOS DA DEUSA HATHOR

A Deusa Hathor era uma divindade objeto dos mais diversos atributos. Era uma das deusas mais veneradas em todo o Egito e ao longo de toda a sua história. Como deusa, era objeto de devoção, não somente dos nobres, mas também dos mais humildes.
Hathor aparece como uma deusa ligada ao amor, ao erotismo, à fecundidade, à maternidade e aos nascimentos. Acreditava-se que quando uma criança nascia sete Hathores vinham à sua beira anunciar o fato. As sete Hathores conheciam o destino da criança e inclusive o momento da sua morte. Acreditava-se que no caso de um príncipe nascer com um mau destino, as Hathores trocavam-no por outra criança mais afortunada, protegendo assim a dinastia da nação.
Hathor também aparece associada à alegria, ao vinho, à dança e à música. Um dos símbolos da deusa Hathor era um instrumento musical, o sistro.
Hathor também era uma deusa com forte ligação ao faraó. Daí o seu culto ter sido fortemente incentivado. Como Senhora do Céu, era a esposa e mãe de Hórus e por isso a identificação do casal real com a deidade divina (Hathor e Horus).
Noutro contexto, Hathor era a senhora do ocidente. A zeladora da vida que em contexto funerário recebia os faraós no além. Era ela que acolhia o morto no dia do funeral e assistia à passagem do cortejo fúnebre, deixando o morto penetrar no além. Daí ser a senhora da necrópole de Tebas, a protetora dos defuntos.
A crescente popularidade do culto à Isis e Osíris levou a que esta deidade detivesse algumas funções de Hathor, acabando estas por fundir-se numa única divindade. É frequente Isís exibir uma simbologia própria de Hathor.





AS REPRESENTAÇÕES DA DEUSA

Hathor, tal como a maioria das divindades egípcias, pode adoptar diferentes formas de representação, mas aparece geralmente associada à figura de uma vaca. Pode aparecer como uma vaca com um disco solar entre os chifres; uma mulher com orelhas de vaca; uma mulher com orelhas de vaca e um disco solar; uma mulher com chifres e um disco solar. Também é frequente que a sua representação se identifique com o sistro, um instrumento musical, cujo som era semelhante à brisa nos papiros e que se acreditava que acalmava a ira dos deuses. Hathor era a deusa da dança e da alegria e o sistro era um instrumento indispensável nas suas festas, pelo que a representação deste instrumento aludia à deusa. Também os espelhos cosméticos se apresentavam com o cabo em forma de um sistro já que Hathor era também a deusa da beleza e das mulheres.



AS FESTAS RELIGIOSAS

Na festa mais popular em honra de Hathor, esta reunia-se temporariamente com o seu marido, Horus e produziam um filho, Horsontus, dando origem à festa da “Boa Reunião”. Nesta festa, Hathor viajava através do Nilo e consumava o casamento divino com Horus, que a aguardava em Edfu. Durante três semanas, Hathor ficava afastada de Dendera. Os egípcios participavam alegremente nestas festividades. A procissão descia o Nilo, ao longo de sessenta quilômetros e a barca, “A Bela de Amor”, transportava a estátua da deusa. Em Edfu, os sacerdotes preparavam o encontro no exterior do santuário. Este encontro ocorria à oitava hora do dia da lua nova do 11º mês do ano. Durante as festividades a deusa era saudada e aclamada com música tocada em sua honra. Seguidamente, dirigiam-se para o santuário onde os sacerdotes colocavam as barcas fora da água. Aí, Hathor saudava Ré, o sol, em companhia de Horus. No dia seguinte iniciava –se a festa de 14 dias, onde se realizavam rituais, sacrifícios, celebrações, etc. No final do banquete, Hathor e Horus separavam-se e declarava-se o fim das festividades.




OS CONTOS MITOLÓGICOS


Segundo uma das lendas mais populares do antigo Egito, A Lenda da Destruição da Humanidade, Ré, o grande Rei dos deuses e dos homens, pai de Hathor, envelheceu. Os homens aproveitaram-se da sua fraqueza e começaram a conspirar contra ele. Ré, sem saber como proceder, convocou os outros deuses. Estes aconselharam-no a mandar o seu olho, sob a forma de Hathor ao deserto, onde os homens com medo de Ré se haviam refugiado. Hathor dirigiu-se ao deserto e massacrou muitos homens, o que preocupou Ré, que temia que a humanidade inteira ficasse destruída. Ré apenas queria dar uma lição aos homens. Então Ré lembrou-se de misturar cerveja com ocre, para que parecesse sangue e espalhou esta mistura sobre os campos. Hathor pensou tratar-se de sangue e sorveu avidamente a mistura ficando embriagada. Quando ficou sóbria, a sua fúria havia desaparecido e Ré recebeu-a como o seu olho, o Sol. Desde aí, as servas passaram a preparar bebidas à Deusa. Assim Hathor passou a ser venerada como a Deusa do Vinho.
Este conto pertence ao Vale dos Reis, ao Império Novo e tem o título de “Livro da Vaca do Céu”.


A Deusa Hathor passa a ser venerada como duas faces da mesma natureza:
A irada, cheia de ódio e violência, adorada na sua transfiguração em Sekhmet; e a doce e satisfeita Hathor.

Noutro conto onde intervém Hathor, relatam-se as lutas de Hórus e Set.
Ambos queriam ser sucessores de Osíris e por isso compareceram perante Ré, o Senhor do Universo. Chu, Isis e Thot achavam que Hórus deveria ser o sucessor, mas Ré não estava convencido. Acusou Hórus de ser fraco. Os outros deuses ficaram zangados e Babai insultou Ré dizendo-lhe que o seu santuário estava a ser desprezado. Ré encolerizado atirou-se ao chão cheio de raiva. Foi Hathor quem salvou a situação. Como bela deusa que era, conhecedora das fraquezas do pai, foi para o jardim, tirou as roupas e exibiu os seus encantos. Ré riu-se e recuperou o bom humor. Saiu do jardim, convocou mais uma vez o Conselho dos Deuses e ordenou a Horus e Set que se defendessem. No final Hórus triunfou e derrotou Set. Esta vitória significou o triunfo do bem sobre o mal.
Hathor aparece-nos neste conto como uma deusa sedutora, cheia de lascívia, mas cujo contributo foi fundamental para acalmar a ira de um deus colérico. Ré acabou por se distrair, refletir e agir de forma ponderada




Fonte do Texto de pesquisa e Imagem
http://yvannasaraiva.blogspot.com/2009/04/deusa-hathor.html

segunda-feira, agosto 09, 2010

Milagres


Milagres são fatos extraordinários que não possuem uma explicação científica em base ao conhecimento atual. Ou seja, o que hoje pode parecer um milagre, no futuro poderá ser algo comum e banal. Certamente a medicina reconhece que há muitos casos de curas inexplicáveis e considera importante o estudo das curas ditas milagrosas para tentar descobrir como acontecem e, se possível, reproduzi-las, para adentrar em uma nova fase da medicina curativa. Para isso, conhecimentos médicos na área da psiconeuroimunologia, aliados a conhecimentos de física moderna, de filosofia e de misticismo, estão aos poucos trazendo luz no entendimento das curas milagrosas.

Para algo existir em nível físico, deve antes existir em um nível mais sutil, o nível da mente, conforme ensinamentos de Sidarta Gautama, o Buda: "A mente precede todas as coisas, domina todas as coisas, cria todas as coisas". Uma casa não aparece do nada. Primeiro ela deve ser pensada e planejada. Portanto, tudo o que existe, existe porque de alguma forma estamos de acordo com a sua existência.

O nível físico é composto de quatro elementos - fogo, água, ar e terra, e é constituído por átomos. Apesar da representação do átomo como tendo um núcleo central e partículas girando em volta ter sido ultrapassada, se imaginarmos uma esfera de 60 centímetros como o núcleo central, tudo o que gira em volta estaria a uma distância de três quilômetros! Nesse aparentemente imenso vazio teríamos o éter ou o "quinto elemento" de Aristóteles, que interpenetraria o Universo preenchendo todos os espaços e conectando tudo. A sua frequência vibratória seria superior à da velocidade da luz e tal energia se densificando daria aparecimento à matéria. O éter foi chamado por Isaac Newton de "o espírito da matéria" do qual tudo se originaria. Seria a "fonte dos milagres" dos alquimistas, ou seja, o elemento que pela ação do pensamento poderia ter a sua frequência vibratória diminuída, materializando o fruto da mente. E, em relação à saúde, é de conhecimento antigo o dito "mente sã em corpo são".

Para a medicina, a saúde caracteriza-se pelo equilíbrio de todas as funções do individuo e de suas relações com o meio-ambiente, resultando um estado de bem-estar físico, mental e social onde a harmonia é mantida pelo tripé formado pelos sistemas imunológico, endócrino e cérebro-espinhal, que agem de forma integrada, adequando as respostas adaptativas do organismo aos estímulos externos. Sendo cada célula do nosso corpo uma pequena bateria biológica, a interface entre a mente (consciente e subconsciente) e o corpo, seria principalmente pelo cérebro que atuaria como um transformador entre frequências vibratórias de diferentes magnitudes.

A mente subconsciente é o repositório da memória racial, social, religiosa e também dos desejos, dos prazeres e dos padrões a que estamos sujeitos do nascimento (e talvez desde a vida intrauterina) até a idade da razão, quando começa então a participação da mente consciente que é a mente que, com base nas informações recebidas do meio exterior pelos órgãos dos sentidos, raciocina, julga, decide e imagina. E o cérebro compara com o passado, analisa a perspectiva do futuro e transforma pensamentos e emoções em neurotransmissores que atuam nos órgãos-alvo, modulando a frequência das vibrações energéticas. Porém, se houver conflito entre a mente subconsciente e a mente consciente, não haverá integração entre o que desejamos e o que foi programado no nosso comportamento, resultando uma desarmonia no padrão energético do organismo. Desarmonia que pode se manifestar como infelicidade, estresse ou doença.

Com a desarmonia manifestando-se, por exemplo, como um câncer, uma cura imediata poderia acontecer assim que fosse restabelecido o padrão normal de vibração dos elementos da matéria, com a reversão das células doentes em células sãs. A esse respeito é interessante o registro de que lá pelo ano de 1300, na Itália, a Peregrino Laziosi foi diagnosticado câncer na perna, que por isso, deveria ser amputada. Preocupado e com muito medo, na véspera da cirurgia ele rezou com fervor a noite toda e adormecendo sonhou que Jesus descia da cruz e, tocando-lhe a perna, o curava. No dia seguinte, para surpresa dos médicos, quando foram retirados os curativos, não havia mais nenhuma lesão na perna. Portanto, do mesmo modo como uma alteração orgânica pode se originar a partir da mente, a mente também pode restaurar a frequência vibratória normal das células, com o consequente restabelecimento "milagroso" da saúde. E não são poucas as evidências científicas de que o pensamento pode modificar a matéria e de que os mecanismos mentais são importantes na cura das doenças. Tese esta defendida por muitos estudiosos, entre os quais, Bernie Siegel, Franz Alexander, William Osler, Tilden Everson, Warren Cole, Edward Bach, Celso Charuri, Masaru Emoto e Patrick Drouot.





Na direção de uma cura milagrosa, parece promissor, então, utilizar a mente consciente na programação da mente subconsciente através de repetidas ordens e visualizações feitas com emoção, fervor e em estado ampliado de consciência. E as curas milagrosas dependeriam de terceiros na medida em que fosse mais fácil depositar a fé em alguém ou em alguma coisa fora de nós do que em nós mesmos. Porém, enquanto os esforços, a fé e o fervor não forem merecedores da cura energética ou vibracional a partir do corpo mental, deve-se buscar tratamento médico para uma intervenção direta no corpo físico.

Quando há integração entre a mente consciente e a subconsciente, a resultante é a saúde, a felicidade e a paz. E o sentimento integrador por excelência é o Amor. Amor que faz amar tudo e ter compaixão por todos. O oposto do Amor é o egoísmo, e assim como a partir de uma única célula doente todo o organismo pode vir a ser gravemente afetado e morrer, também a partir de um único pensamento egoísta pode atenuar-se a luz da expressão dos atributos da alma, trazendo escuridão, tristeza e doenças. E é pelo Conhecimento e pelo despertar da Autoconsciência que o homem vai poder se curar e nascer para a Vida Eterna.



Fonte do Texto e Imagem
http://wwwjaneladaalma.blogspot.com/

sábado, agosto 07, 2010

Agradecendo 20 mil visitas!

glitters


Bem este espaço está em festa
Completamos 20.000 mil visitas.
Não sem dificuldades, mas as comemorações serão apenas,
Desenvolvidas em um empenho maior de novas pesquisas.
Junto à felicidade de saber que está sendo visitado dá um prazer imensurável
Isto nós edifica e faz-nos enxergar a Luz do fim do túnel.
Os que nos visitam nossos sinceros agradecimentos.
Ficamos felizes se não esta como deve, estamos tentando retificar os erros.
Agradecemos a colaboração de todos.
Sinceros e cordiais agradecimentos.
Tentando Acertar em cima dos erros.

Inicio de 03 de dezembro de 2009 à 06 de julho de 2010.

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)