Conheça os seus segredos !
No século XIII AC um curandeiro chamado Asclépio, grande conhecedor de ervas, concebeu um sistema de cura (também chamado Esculápio de Cos era filho do deus Apolo e da ninfa Corônis).
Esculápio era o deus romano da medicina e da cura. Asclepius
Segundo reza o mito, Esculápio nasceu como mortal, mas depois da sua morte foi-lhe concedida a imortalidade, transformando-se na constelação Ofiúco. Dentre seus filhos encontram-se Hígia e Telésforo.
Na Lusitânia, Esculápio era em Roma era considerado uma divindade menor.
Fundando assim, o primeiro spa de que se tem conhecimento, em Epidauro, com tratamentos baseados em banhos, jejum, chás, uso terapêutico de música, teatro e jogos. Os templos de cura pipocaram em toda Grécia, Asclépio foi deificado.^Seiscentos anos depois, Tales de Mileto e Pitágoras compilaram essas receitas. Os gregos adquiriram seus conhecimentos de ervas na Índia, Babilônia, Egito e até na China.
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O bastão de Esculápio se transformou no símbolo da medicina.
O chá de plantas medicinais biológicas é o melhor para a saúde. Muitos são já aqueles que se tornaram verdadeiros aficcionados destas plantas medicinais, até porque as mesmas são símbolo de boa qualidade de vida. baseando-se nessa altura em instintos de nutrição e dedução lógica.
Desta forma, propomos-lhe entrar no mundo das plantas aromáticas e medicinais biológicas. E, o que significa o termo biológico? Significa que são provenientes de uma colheita de plantas espontâneas em áreas não poluídas e de culturas de plantas que respeitam as normas para a agricultura biológica. Estas plantas provenientes de culturas biológicas são oriundas de solos que não foram sujeitos à agressão de insecticidas, herbicidas, ou fertilizantes químicos. Deste modo, os chás medicinais biológicos são a melhor opção para zelar pela sua saúde e bem estar. A forma de preparação da planta medicinal varia consoante a planta em questão.(pesq.internet)
Herbário Póetico
Espaço destinado a divulgaçao de: Receitas, Crenças. Misticismo Chás, Ervas&Aromas. Medicina Convencional Fitoterápico e Alternativo! Tudo que se relaciona com coisas naturais! Sem fins lucrativos. Nosso prazer e ver você informado. Agradecemos sua visita! Volte Sempre!
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terça-feira, novembro 10, 2009
Alimentos Naturais"fitoterapia"

COGUMELOS
Os cogumelos são geralmente doces e adstringentes, têm uma energia fria e um
efeito pós-digestivo picante. Aumentam Pitta e Kapha mas aumentam Vata. Eles podem
também aumentar Ama e têm uma natureza tamásica. Eles devem ser evitados em caso
de furúnculos, carbúnculos ou infecções com pus, pois tendem a piorá-los.
Os cogumelos são geralmente doces e adstringentes, têm uma energia fria e um
efeito pós-digestivo picante. Aumentam Pitta e Kapha mas aumentam Vata. Eles podem
também aumentar Ama e têm uma natureza tamásica. Eles devem ser evitados em caso
de furúnculos, carbúnculos ou infecções com pus, pois tendem a piorá-los.
Os cogumelos são diuréticos, adstringentes e hemostáticos. São bons para
edemas e excesso de peso. Os cogumelos selvagens, como os cantarelos e outras
variedades chinesas ou japonesas, têm melhores propriedades tonicas e são menos
tamásicos. Eles têm propriedades anti-cancerígenas e anti-tumores, reduzem o colesterol
e promovem a longevidade.
edemas e excesso de peso. Os cogumelos selvagens, como os cantarelos e outras
variedades chinesas ou japonesas, têm melhores propriedades tonicas e são menos
tamásicos. Eles têm propriedades anti-cancerígenas e anti-tumores, reduzem o colesterol
e promovem a longevidade.

COUVES
A família das couves é geralmente adstringente e doce, com uma energia fria e
um efeito pós-digestivo picante. Elas são leves, secantes e purificadoras. Diminuem
Pitta e Kapha, mas podem aumentar Vata. Elas têm uma qualidade um pouco rajásica.
São alterantes, diuréticas e adstringentes.

Os BRÓCOLIS são basicamente alterantes, purificadores do fígado e do
sangue.

As COUVES DE BRUXELAS são mais adstringentes (Vatogenicas).
As COUVES são particularmente geradoras de gases (Vatogenicas), cuja
propriedade é reduzida ao serem preparadas em pickles.
Têm propriedades principalmente adstringentes.
propriedade é reduzida ao serem preparadas em pickles.
Têm propriedades principalmente adstringentes.
A COUVE CHINESA é mais fácil a digerir.

A COUVE-FLOR é a mais doce e sáttvica de toda esta categoria e tem um efeito
pós-digestivo doce. A couve-flor tem propriedades emolientes e nutritivas. Ela
combina-se bem com os lacticínios.
pós-digestivo doce. A couve-flor tem propriedades emolientes e nutritivas. Ela
combina-se bem com os lacticínios.
A COUVE LOMBARDA e a COUVE-RÁBANO são sobretudo purificadoras
para o sangue.
para o sangue.

ERVILHAS
As ervilhas são doces e adstringentes, têm uma energia fria e um efeito pósdigestivo
doce. Diminuem Pitta e Kapha, e aumentam Vata. As ervilhas brancas são
mais Vatogenicas que as ervilha-de-cheiro. As ervilhas são alterantes, adstringentes e
boas para limpar o sangue.

ASPARGOS
Os aspargos são doces, amargos e adstringentes, têm uma energia fria e um
efeito pós-digestivo doce. Diminuem Pitta e Kapha, mas aumentam Vata. São
específicos para Pitta elevado e constituem bons purificadores do sangue para consumir
na Primavera.
Os aspargos são doces, amargos e adstringentes, têm uma energia fria e um
efeito pós-digestivo doce. Diminuem Pitta e Kapha, mas aumentam Vata. São
específicos para Pitta elevado e constituem bons purificadores do sangue para consumir
na Primavera.


ESPINAFRES
Os espinafres são adstringentes, têm uma energia fria e um efeito
pós-digestivo picante. Diminuem geralmente Kapha e aumentam Vata. Embora a sua
acção normal seja de diminuir Pitta, em excesso ou não totalmente maduros podem
agravar Pitta, pelos ácidos oxálicos.
Os espinafres são adstringentes, têm uma energia fria e um efeito
pós-digestivo picante. Diminuem geralmente Kapha e aumentam Vata. Embora a sua
acção normal seja de diminuir Pitta, em excesso ou não totalmente maduros podem
agravar Pitta, pelos ácidos oxálicos.

Pesquisas de fontes e imagens
Via internet
Mantras:
Mantras:. Entrevista com Pedro Kupfer
Muitos são os que me perguntam o que são mantras? Para que eles servem? Por que eles são tão importantes? E porque eles são auspiciosos? Li uma entrevista do Pedro Kupfer na revista Prana Yoga Journal, que explica tudo isso de uma maneira precisa e fácil de entender. Leia a seguir.

Para que servem os mantras?
Entrevista com Pedro Kupfer
1) Para que servem os mantras?
A palavra mantra significa em sânscrito “instrumento para o pensamento [adequado]” (man = pensamento, mente; tra = instrumento). Basicamente, um mantra é um som que tem um significado e tem como objetivo lembrar algo importante para o praticante. Esse som pode consistir em um monossílabo, como o mantra Om, uma frase curta, como Om Gam Ganapataye namah (“eu saúdo Ganesha, o deus-elefante”), ou uma estrofe de 24 sílabas, como é o caso do Gayatri mantra. O mantra pessoal é prescrito tradicionalmente por um mestre, em função da necessidade do praticante.
2) Como podemos usar os mantras na prática? Por exemplo, quantas vezes devemos fazê-los?
Tradicionalmente, um número razoável de repetições é 108. Para um mantra polissilábico como o Gayatri, por exemplo, isso significa uns 20 minutos por prática. No entanto, há práticas como o purashcharana, em que se fazem 1000 repetições diárias até completar 2.400.000 ao cabo de sete anos. Isso totaliza 100.000 repetições por cada uma das 24 sílabas do mantra.
Outra maneira de usar os mantras é associar a sua repetição mental com a respiração, como no caso do ajapa japa, técnica que consiste em acompanhar a observação da respiração com a mentalização do mantra so’ham.
3) O que precisamos fazer para entoá-los?
O Kularnava Tantra nos ensina que há três formas de fazer um mantra: mentalmente, murmurando, e em voz alta. Dessas maneiras, considera-se que o mantra murmurado seja mais poderoso que aquele feito em voz alta, e que o mantra feito mentalmente seja mais eficiente que o murmurado. No entanto, a mesma escritura nos aconselha a mudarmos de técnica quando percebermos que estamos perdendo a concentração ou quando estamos nos distraíndo, passando da repetição mental para a verbalização em voz alta ou vice-versa. É possível também associar o mantra com um yantra, um símbolo. Por exemplo, ao gayatri mantra corresponde o yantra do mesmo nome, que pode ser visualizado mantendo-se os olhos fechados ou focalizado com eles abertos durante a meditação.
4) Quais são os efeitos dos mantras?
Os mantras têm a capacidade de servir como foco para que a mente se concentre. Ela tem a sua própria agenda e dificilmente pode ser controlada. Se você percebe esta dificuldade na sua meditação, isso significa que sua mente é totalmente normal. Respire aliviado, pois isso acontece com todo o mundo. Seu trabalho durante o mantra, consiste justamente em trazer incessantemente a mente de volta para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como conseqüência o aquietamento da mente. Essa paz mental não é um fim em si mesmo, mas um meio para conseguir o discernimento, para preparar-se para a libertação, moksha. Muito embora os mantras possam ser usados para relaxar, combater a ansiedade ou o estresse, esse fim não deve ser esquecido.
5) Como funcionam?
Conhecer o significado do seu mantra, se você tem um, é fundamental. Tem pessoas que afirmam que os mantras não tem significado, ou que saber o que o mantra quer dizer não é importante, para afastar a desconfiança dos cristãos, ou para apresentar a prática da meditação sobre eles como algo “científico”. Se o mantra foi especialmente escolhido para você, como é que ele não tem significado? Como posso confiar na eficiência desse mantra ou nas boas intenções de tais professores?
O Rudrayamala, um texto antigo de Yoga, diz: “Os mantras feitos sem a correspondente ideação são apenas um par de letras mecanicamente pronunciadas. Não produzirão nenhum fruto, mesmo se repetidas um bilhão de vezes.” Mantras sem significado não funcionam. Todo mantra sânscrito significa alguma coisa ou aponta para algum aspecto da realidade, adequada como tema de reflexão para cada praticante.
6) Por que cantá-los em sânscrito?
Na tradição hindu, os mantras são considerados Shruti, revelação. Isso significa que esses sons não foram criados por um autor humano, mas percebidos em estado de meditação pelos sábios da antigüidade, chamados rishis. Esses sons descrevem as diferentes revelações que estes sábios tiveram, e servem como indicadores para orientar os humanos em direção ao autoconhecimento. Por exemplo, os mahavakyas, as grandes afirmações da tradição dizem: aham Brahma’smi, “eu sou a Consciência do universo”, tat tvam asi, “tu és Isso (o Ser)”, etc.
A língua sânscrita é considerada uma língua revelada, portanto sagrada, assim como o aramaico, o hebraico ou o latim o são para a religião judaico-cristã. Como língua, o sânscrito tem a virtude de conseguir comunicar nuanças de significados muito sutis, e sua vibração sonora produz efeitos não somente na mente mas também, por resonância, nos corpos energético e material.
*Texto publicado originalmente na revista Prana Yoga Journal.
Namastê!

Para que servem os mantras?
Entrevista com Pedro Kupfer
1) Para que servem os mantras?
A palavra mantra significa em sânscrito “instrumento para o pensamento [adequado]” (man = pensamento, mente; tra = instrumento). Basicamente, um mantra é um som que tem um significado e tem como objetivo lembrar algo importante para o praticante. Esse som pode consistir em um monossílabo, como o mantra Om, uma frase curta, como Om Gam Ganapataye namah (“eu saúdo Ganesha, o deus-elefante”), ou uma estrofe de 24 sílabas, como é o caso do Gayatri mantra. O mantra pessoal é prescrito tradicionalmente por um mestre, em função da necessidade do praticante.
2) Como podemos usar os mantras na prática? Por exemplo, quantas vezes devemos fazê-los?
Tradicionalmente, um número razoável de repetições é 108. Para um mantra polissilábico como o Gayatri, por exemplo, isso significa uns 20 minutos por prática. No entanto, há práticas como o purashcharana, em que se fazem 1000 repetições diárias até completar 2.400.000 ao cabo de sete anos. Isso totaliza 100.000 repetições por cada uma das 24 sílabas do mantra.
Outra maneira de usar os mantras é associar a sua repetição mental com a respiração, como no caso do ajapa japa, técnica que consiste em acompanhar a observação da respiração com a mentalização do mantra so’ham.
3) O que precisamos fazer para entoá-los?
O Kularnava Tantra nos ensina que há três formas de fazer um mantra: mentalmente, murmurando, e em voz alta. Dessas maneiras, considera-se que o mantra murmurado seja mais poderoso que aquele feito em voz alta, e que o mantra feito mentalmente seja mais eficiente que o murmurado. No entanto, a mesma escritura nos aconselha a mudarmos de técnica quando percebermos que estamos perdendo a concentração ou quando estamos nos distraíndo, passando da repetição mental para a verbalização em voz alta ou vice-versa. É possível também associar o mantra com um yantra, um símbolo. Por exemplo, ao gayatri mantra corresponde o yantra do mesmo nome, que pode ser visualizado mantendo-se os olhos fechados ou focalizado com eles abertos durante a meditação.
4) Quais são os efeitos dos mantras?
Os mantras têm a capacidade de servir como foco para que a mente se concentre. Ela tem a sua própria agenda e dificilmente pode ser controlada. Se você percebe esta dificuldade na sua meditação, isso significa que sua mente é totalmente normal. Respire aliviado, pois isso acontece com todo o mundo. Seu trabalho durante o mantra, consiste justamente em trazer incessantemente a mente de volta para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como conseqüência o aquietamento da mente. Essa paz mental não é um fim em si mesmo, mas um meio para conseguir o discernimento, para preparar-se para a libertação, moksha. Muito embora os mantras possam ser usados para relaxar, combater a ansiedade ou o estresse, esse fim não deve ser esquecido.
5) Como funcionam?
Conhecer o significado do seu mantra, se você tem um, é fundamental. Tem pessoas que afirmam que os mantras não tem significado, ou que saber o que o mantra quer dizer não é importante, para afastar a desconfiança dos cristãos, ou para apresentar a prática da meditação sobre eles como algo “científico”. Se o mantra foi especialmente escolhido para você, como é que ele não tem significado? Como posso confiar na eficiência desse mantra ou nas boas intenções de tais professores?
O Rudrayamala, um texto antigo de Yoga, diz: “Os mantras feitos sem a correspondente ideação são apenas um par de letras mecanicamente pronunciadas. Não produzirão nenhum fruto, mesmo se repetidas um bilhão de vezes.” Mantras sem significado não funcionam. Todo mantra sânscrito significa alguma coisa ou aponta para algum aspecto da realidade, adequada como tema de reflexão para cada praticante.
6) Por que cantá-los em sânscrito?
Na tradição hindu, os mantras são considerados Shruti, revelação. Isso significa que esses sons não foram criados por um autor humano, mas percebidos em estado de meditação pelos sábios da antigüidade, chamados rishis. Esses sons descrevem as diferentes revelações que estes sábios tiveram, e servem como indicadores para orientar os humanos em direção ao autoconhecimento. Por exemplo, os mahavakyas, as grandes afirmações da tradição dizem: aham Brahma’smi, “eu sou a Consciência do universo”, tat tvam asi, “tu és Isso (o Ser)”, etc.
A língua sânscrita é considerada uma língua revelada, portanto sagrada, assim como o aramaico, o hebraico ou o latim o são para a religião judaico-cristã. Como língua, o sânscrito tem a virtude de conseguir comunicar nuanças de significados muito sutis, e sua vibração sonora produz efeitos não somente na mente mas também, por resonância, nos corpos energético e material.
*Texto publicado originalmente na revista Prana Yoga Journal.
segunda-feira, novembro 09, 2009
Especiarias Afrodisíacas

Cravo
É um dos mais potentes afrodisíacos naturais. Além disso, é muito eficaz para combater o cansaço mental, como também a perda de memória.
Coentro
As suas sementes secas tem efeitos eufóricos, especialmente nas mulheres. É utilizado em infusões com vinho. Todavia se recomenda aos homens para não abusarem desta substância, pois neles, pode causar efeitos opostos.
Jasmim
Essa deliciosa flor é cultivada no mundo inteiro, mas é principalmente o jasmim espanhol a ser utilizado para aromatizar licores. Atenção: as sementes de jasmim são venenosas.
Ginger
É utilizado em bebidas destinadas a despertar a sensibilidade. Ingerido com moderação, causa ímpeto salutar; em dose excessiva, irrita o intestino.
Almíscar
Se trata de uma substância escura de odor muito ativo, extraida de uma glândula sito sob a pele do abdome dos cervos jovens que vivem no sudeste asiático. A respeito das suas origens não certamente apetitosas, é considerada uma panacéia para tratar epilepsia, coqueluche, febre tifóide e pulmonite. Além disso, é apreciada pelas suas virtudes afrodisíacas. É reduzido em pó e parcimoniosamente espalhado sobre a comida (causa vertigens se usado em excesso).
Noz-moscada
Não particularmente eficaz para as mulheres, mas para os homens tem a reputação de ser a melhor aliada. Provém da ilha de Banda, na Indonésia.
Orégano
Em infusão é um bom agente excitante.
Pimenta de Cayenna
Contém uma grande quantidade de vitamina C. É também um agente excitante que estimula a circulação. O pequeno chili vermelho ou verde mexicano, possui as mesmas qualidades.
Rábano
Sua polpa tem propriedade afrodisíaca.
Aipo
O aipo contém as vitaminas A, B, C, P e minerais. É excelente para os músculos e ajuda a liquefação do sangue; também serve para reduzir o nível de colesterol e ajuda a manter as artérias limpas. Os antigos Romanos dedicavam o aipo ao deus Plutão, deus do sexo e do inferno.
Mostarda
Estimula a ação das glândulas sexuais. Existem três qualidades de mostarda: preta, branca e amarela, proveniente da Índia. A mostarda conheceu um notável sucesso na Idade Média.
Tomilho
Erva que fornece óleo de poder anti-séptico. Da mesma erva igualmente se obtêm um tônico nervoso com efeitos afrodisíacos. É ainda um bom purificador para o corpo.
Baunilha
Possui efeitos eufóricos e pode ser consumida a vontade. Combate a astenia sexual, agindo no sistema nervoso central e, por meio do seu odor, age indiretamente como estimulante sexual.
Açafrão
Possui propriedades estimulantes das zonas eróticas. Os estudos têm provado que ha efeitos similares aqueles dos hormônios. Atenção ao seu consumo: doses excessivas provocam risadas incontroláveis.
Fonte de Pesquisas e Imagem
http//: nosdelicias.blogspot.com/
A Ayahuasca e seu Uso

Os usos ritualizados da bebida conhecida entre outros nomes como “ayahuasca” saíram do âmbito das sociedades indígenas amazônicas para se difundirem, seja entre seringueiros na floresta, seja sessões de cura de vegetalistas andinos, seja em cultos urbanos espalhadas pelo Brasil e pelo mundo.
Esse e o fenômeno que este livro aborda, com um quadro ao mesmo tempo comparativo e multidisciplinar, cheio de informações e de perspectivas. Certamente suscita muitas questões de análise e interpretação, motivadas entre outras razões pelo fato de tratar em um só volume do xamanismo indígena sul-americano, das religiões criadas por seringueiros da Amazônia, e do uso de plantas de poder associado a práticas terapêuticas e ao chamado neo-xamanismo.
Esse volume retoma o estado da arte desse conjunto de questões. Ele trata principalmente do que Jean Langdon (1988) chamou de “xamanismo genérico”, e da re-utilizaçao das plantas psicoativas de origem indígena e sul-americana em diferentes contextos culturais. Esse ponto deve ser destacado, pois embora o livro contenha expressivas contribuições à etnologia indígena (nos artigos de Jean Langdon, Barbara Keifenheim e Pedro Luz), a sua contribuição mais extensiva são os capítulos que mapeiam o que Beatriz Labate chamou de campo das religiões ayahuasqueiras brasileiras e suas ramificações neo-xamánicas.
Talvez sejam cabíveis alguns comentários sobre as relações entre esses vários contextos, sobre as quais o volume nos convida a refletir. A ayahuasca e bebidas similares são utilizadas por diferentes populações indígenas em um arco que vai das nascentes do Ucayali às cabeceiras do Rio Negro. Ao longo desse arco habitado por povos de refinada farmacologia e ricas cosmologias, povos indígenas dos troncos lingüísticos Pano, Aruák e Tukano parecem compartilhar uma filosofia da natureza segundo a qual existem diferentes espíritos encarnados nas pessoas, nos animais e nas plantas, alguns ligados ao corpo e outros separáveis dele - como mostram Pedro Luz, Jean Langdon e Barbara Keifenheim neste volume. Os xamãs teriam a capacidade de ver esses espíritos e de se transformarem eles próprios em diferentes seres. O capítulo de Barbara Keifenheim enfatiza o fato de que tal capacidade, ajudada pelos similares da ayahuasca, não é privilégio de xamãs. Xamãs e não-xamãs utilizam-se da ayahuasca (nixi pae, yahe, kamarampi, caapi) como operadores que, agindo sobre o corpo, permitem o trânsito entre o mundo ordinário e a realidade verdadeira onde vivem os espíritos, como no sonho e na morte; mas, ao contrário do que ocorre na morte, de maneira reversível, e ao contrário do que ocorre no sonho, de maneira controlada. As substãncias psicoativas, portanto, possuem um papel, ao lado dos sonhos, de danças, do canto e de outras técnicas, como operadores que modificam o corpo e a mente, tanto por exacerbar a experiência sensível como ao abrir caminho para viagens no tempo e no espaço e revelar a existência dos seres que habitam o mundo verdadeiro (ver Robin Wright 1998, pp. 75-94; Langdon 1996, p. 28).
Segundo Eduardo Viveiros de Castro, o perspectivismo ameríndio coloca a ênfase não na oposição entre um mundo visível e um mundo invisível, e sim na idéia de que o mundo humano se prolonga no mundo dos animais e outros seres que chamamos de naturais - sendo então todos, humanos e animais, equivalentes entre si, mas associados a diferentes perspectivas, vinculadas a corpos distintos, a diferentes roupas ou hábitos. O xamã seria então um viajante em trânsito, não entre mundos, mas entre corpos capazes de adotar perspectivas alternadas, todos eles cidadãos de um mesmo mundo (Viveiros de Castro 1996): como se fossem antropólogos capazes de mudar de perspectivas ao se vestirem como os nativos.
Fonte de pesquisas
http://novoencanto.blogspot.com/
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Reflexão
Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não!
(Mary Cely)