Herbário Póetico

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quarta-feira, agosto 18, 2010

Deuses Primordiais

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As divindades estão presentes nas duas obras de Homero. É interessante conhecer os hábitos, características e costumes divinos.

Homero nos transporta ao Olimpo (morada divina), e nos faz viver o cotidiano dos Imortais com tal riqueza de detalhes, que o leitor chega a se perguntar: "Será que estes deuses existem mesmo?".

Segundo Homero, são algumas características dos deuses:

antropomórficos

alguns são forças da natureza

nascem, porém não morrem nem envelhecem

podem assumir a forma de um humano para de disfarçar

têm os defeitos humanos

se machucam e sentem dor

ditam o destino do mundo mortal

Há uma relação muito grande entre homens e deuses. Eles podem ter filhos em comum (semideuses), conversam constantemente e suas preocupações podem tornar-se comuns.

O interesse de um deus (ou deuses) por algum mortal é sinal de superioridade deste. Este interesse, às vezes, faz com que o deus protetor entre em atrito com outros deuses, ou até mesmo com o pai Zeus.

Quanto à diferente atuação dos deuses nas obras, pode-se dizer:

na Ilíada: os deuses estão constantemente presentes, têm bastante contato com os homens (conversas, personificações, avisos etc.) e para alcançar seus objetivos os deuses, por vezes, enganam os homens.

na Odisséia: os deuses estão mais distanciados dos homens, tentam impor aos mortais regras de moral e não os enganam para conseguir seus objetivos.


Deuses Primordiais.


Os gregos não acreditavam que o universo tivesse sido criado pelos deuses, e sim exatamente o contrário. Antes de existirem os deuses, o Céu e a Terra haviam sido formados e foram eles os primeiros pais dos deuses. Nasceram, então, os Titãs e depois vieram os deuses, os netos.

Os deuses gregos são divididos em vários grupos. O mais antigo é o dos Titãs, liderado por Crono. Entretanto, o grupo mais conhecido é o dos deuses do Olimpo.

Titãs.....

Chamados de deuses antigos, foram os seres supremos do universo durante um tempo incalculável. Eram enormes e tinham força inacreditável. Havia muitos deles, mas só alguns apareceram nas histórias da mitologia.

O Titã mais importante foi Crono. Dominou os outros titãs até que Zeus, seu filho, destronou-o e tomou o poder.

Outros titãs de destaque foram:

Atlas - que trazia nos ombros a abóbada celeste

Oceano - o rio, que conforme se imaginava, envolvia a Terra

Prometeu - que foi o salvador da humanidade

Tétis - esposa de Oceano

Os Olímpicos......

Os grandes olímpicos eram supremos entre os deuses que sucederam os Titãs. Mesmo entre os deuses do Olimpo existe a hierarquia de poder. Essas divindades subdividem-se em várias classes.

A classe superior é formada por:

Afrodite - deusa do amor

Apolo - deus da música, da poesia e da beleza

Ares - deus da guerra

Artêmis - deusa da caça

Atena - deusa da justiça

Deméter - deusa da agricultura

Hebe - deusa da juventude

Hefesto - ferreiro dos deuses

Hera - irmã e mulher de Zeus

Hermes - mensageiro dos deuses

Héstia - deusa do fogo

Posseidon - irmão de Zeus e deus dos terremotos e dos oceanos

Zeus - governante de todos os deuses

Numa classe inferior estão: Dionísio - deus do vinho

Hades - irmão de Zeus e deus dos infernos

Musas - representantes das artes e das ciências

Ninfas - guardadoras da natureza

Pã - deus das florestas

Fonte do Texto e Imagem
http://www.chakalat.net/2010/06/deuses-gregos.html

quarta-feira, agosto 11, 2010

DEUSA HATHOR



OS LOCAIS DE CULTO

Desde a primeira dinastia (3100-2890) que existe evidencia de Hathor no culto real. Há vestígios de um culto anterior, à Deusa Bast, que apresentava chifres e orelhas de vaca que esteve na origem do culto a Hathor.
O templo mais importante dedicado a Hathor situava-se em Dendera. Aqui era vista como a deusa do amor, da fertilidade e dos nascimentos.
Edfu era o outro local onde Hathor era cultuada, associada a Hórus , seu marido e filho. Hórus era o Deus Falcão, associado ao Ceú. Hathor passa então a ser vista como a “Senhora do Céu” . Como o Faraó era associado a Hórus, Hathor passou a ser considerada como a mãe divina. Um dos títulos do Faraó era “O Filho de Hathor”. Como mãe de Hórus, também a rainha do Egito se identificava com ela. A rainha era a mãe do Faraó, o Horus vivente.


OS ATRIBUTOS DA DEUSA HATHOR

A Deusa Hathor era uma divindade objeto dos mais diversos atributos. Era uma das deusas mais veneradas em todo o Egito e ao longo de toda a sua história. Como deusa, era objeto de devoção, não somente dos nobres, mas também dos mais humildes.
Hathor aparece como uma deusa ligada ao amor, ao erotismo, à fecundidade, à maternidade e aos nascimentos. Acreditava-se que quando uma criança nascia sete Hathores vinham à sua beira anunciar o fato. As sete Hathores conheciam o destino da criança e inclusive o momento da sua morte. Acreditava-se que no caso de um príncipe nascer com um mau destino, as Hathores trocavam-no por outra criança mais afortunada, protegendo assim a dinastia da nação.
Hathor também aparece associada à alegria, ao vinho, à dança e à música. Um dos símbolos da deusa Hathor era um instrumento musical, o sistro.
Hathor também era uma deusa com forte ligação ao faraó. Daí o seu culto ter sido fortemente incentivado. Como Senhora do Céu, era a esposa e mãe de Hórus e por isso a identificação do casal real com a deidade divina (Hathor e Horus).
Noutro contexto, Hathor era a senhora do ocidente. A zeladora da vida que em contexto funerário recebia os faraós no além. Era ela que acolhia o morto no dia do funeral e assistia à passagem do cortejo fúnebre, deixando o morto penetrar no além. Daí ser a senhora da necrópole de Tebas, a protetora dos defuntos.
A crescente popularidade do culto à Isis e Osíris levou a que esta deidade detivesse algumas funções de Hathor, acabando estas por fundir-se numa única divindade. É frequente Isís exibir uma simbologia própria de Hathor.





AS REPRESENTAÇÕES DA DEUSA

Hathor, tal como a maioria das divindades egípcias, pode adoptar diferentes formas de representação, mas aparece geralmente associada à figura de uma vaca. Pode aparecer como uma vaca com um disco solar entre os chifres; uma mulher com orelhas de vaca; uma mulher com orelhas de vaca e um disco solar; uma mulher com chifres e um disco solar. Também é frequente que a sua representação se identifique com o sistro, um instrumento musical, cujo som era semelhante à brisa nos papiros e que se acreditava que acalmava a ira dos deuses. Hathor era a deusa da dança e da alegria e o sistro era um instrumento indispensável nas suas festas, pelo que a representação deste instrumento aludia à deusa. Também os espelhos cosméticos se apresentavam com o cabo em forma de um sistro já que Hathor era também a deusa da beleza e das mulheres.



AS FESTAS RELIGIOSAS

Na festa mais popular em honra de Hathor, esta reunia-se temporariamente com o seu marido, Horus e produziam um filho, Horsontus, dando origem à festa da “Boa Reunião”. Nesta festa, Hathor viajava através do Nilo e consumava o casamento divino com Horus, que a aguardava em Edfu. Durante três semanas, Hathor ficava afastada de Dendera. Os egípcios participavam alegremente nestas festividades. A procissão descia o Nilo, ao longo de sessenta quilômetros e a barca, “A Bela de Amor”, transportava a estátua da deusa. Em Edfu, os sacerdotes preparavam o encontro no exterior do santuário. Este encontro ocorria à oitava hora do dia da lua nova do 11º mês do ano. Durante as festividades a deusa era saudada e aclamada com música tocada em sua honra. Seguidamente, dirigiam-se para o santuário onde os sacerdotes colocavam as barcas fora da água. Aí, Hathor saudava Ré, o sol, em companhia de Horus. No dia seguinte iniciava –se a festa de 14 dias, onde se realizavam rituais, sacrifícios, celebrações, etc. No final do banquete, Hathor e Horus separavam-se e declarava-se o fim das festividades.




OS CONTOS MITOLÓGICOS


Segundo uma das lendas mais populares do antigo Egito, A Lenda da Destruição da Humanidade, Ré, o grande Rei dos deuses e dos homens, pai de Hathor, envelheceu. Os homens aproveitaram-se da sua fraqueza e começaram a conspirar contra ele. Ré, sem saber como proceder, convocou os outros deuses. Estes aconselharam-no a mandar o seu olho, sob a forma de Hathor ao deserto, onde os homens com medo de Ré se haviam refugiado. Hathor dirigiu-se ao deserto e massacrou muitos homens, o que preocupou Ré, que temia que a humanidade inteira ficasse destruída. Ré apenas queria dar uma lição aos homens. Então Ré lembrou-se de misturar cerveja com ocre, para que parecesse sangue e espalhou esta mistura sobre os campos. Hathor pensou tratar-se de sangue e sorveu avidamente a mistura ficando embriagada. Quando ficou sóbria, a sua fúria havia desaparecido e Ré recebeu-a como o seu olho, o Sol. Desde aí, as servas passaram a preparar bebidas à Deusa. Assim Hathor passou a ser venerada como a Deusa do Vinho.
Este conto pertence ao Vale dos Reis, ao Império Novo e tem o título de “Livro da Vaca do Céu”.


A Deusa Hathor passa a ser venerada como duas faces da mesma natureza:
A irada, cheia de ódio e violência, adorada na sua transfiguração em Sekhmet; e a doce e satisfeita Hathor.

Noutro conto onde intervém Hathor, relatam-se as lutas de Hórus e Set.
Ambos queriam ser sucessores de Osíris e por isso compareceram perante Ré, o Senhor do Universo. Chu, Isis e Thot achavam que Hórus deveria ser o sucessor, mas Ré não estava convencido. Acusou Hórus de ser fraco. Os outros deuses ficaram zangados e Babai insultou Ré dizendo-lhe que o seu santuário estava a ser desprezado. Ré encolerizado atirou-se ao chão cheio de raiva. Foi Hathor quem salvou a situação. Como bela deusa que era, conhecedora das fraquezas do pai, foi para o jardim, tirou as roupas e exibiu os seus encantos. Ré riu-se e recuperou o bom humor. Saiu do jardim, convocou mais uma vez o Conselho dos Deuses e ordenou a Horus e Set que se defendessem. No final Hórus triunfou e derrotou Set. Esta vitória significou o triunfo do bem sobre o mal.
Hathor aparece-nos neste conto como uma deusa sedutora, cheia de lascívia, mas cujo contributo foi fundamental para acalmar a ira de um deus colérico. Ré acabou por se distrair, refletir e agir de forma ponderada




Fonte do Texto de pesquisa e Imagem
http://yvannasaraiva.blogspot.com/2009/04/deusa-hathor.html

sexta-feira, agosto 06, 2010

Deusa negra-O Chamado





As Deusas Negras são deidades que se conectam com as luas escuras (nova, minguante) e possuem diversos atributos. São senhoras da morte e da ressureição, dos oráculos, e são utilizadas geralmente para trabalhar a nossa sombra. Da mesma forma que a Deusa Tríplice, as Deusas Negras são um aspecto dessa Deusa, e também tem uma Carga ou Chamado, que eu vou apresentar agora:

Eu sou as trevas por trás e por baixo das sombras.
Eu sou a ausência de ar que espera no início
de cada respiração.
Eu sou o fim antes que a vida recomece,
a deterioração que fertiliza o que vive.
Eu sou o poço sem fundo,
o esforço sem fim para reivindicar o que é negado.
Eu sou a chave que destranca todas as portas.
Eu sou a glória da descoberta, pois eu sou
o que está escondido, segregado e proibido.
Venha a mim na Lua Negra e veja
o que não pode ser visto, encare o terror que é só seu.
Nade até mim através dos mais negros oceanos, até o centro de seus maiores medos.
Eu e o Deus das trevas o manteremos em segurança.
Grite para nós em terror e seu será o poder
de suportar o insuportável.
Pense em mim quando sentir prazer e eu o intensificarei.
Até o dia em que eu terei o maior prazer
de encontrá-lo na encruzilhada entre os mundos.
Sabedoria e a capacidade de dar poderes são
os meus presentes.
Ouça-me, criança, e conheça-me por quem eu sou.
Eu tenho estado com você desde o seu nascimento
e ficarei com você até que você retorne a mim no crepúsculo final.
Eu sou a amante apaixonada e sedutora
que inspira o poeta a sonhar.
Eu sou aquela que te chama ao fim de sua jornada.
Quando o dia se vai, minhas crianças encontram seu descanso
abençoado em meus braços.
Eu sou o útero do qual todas as coisas nascem.
Eu sou o sombrio, silencioso túmulo;
todas as coisas devem vir a mim
e suportar a morte e o renascer para o todo.
Eu sou a Bruxa que não será governada, a tecelã do tempo,
a professora dos mistérios.
Eu corto as linhas que trazem minhas crianças até mim.
Eu corto as gargantas dos cruéis e
bebo o sangue daqueles sem coração.
Engula seu medo e venha até mim, e você descobrirá
a verdadeira beleza, força e coragem.
Eu sou a fúria que dilacera a carne da injustiça.
Eu sou a forja incandescente que transforma
seus demónios internos em ferramentas de poder.
Abra-se a meu abraço e domínio.
Eu sou a espada resplandecente que te protege do mal.
Eu sou o cadinho no qual todos os seus aspectos se misturam
em um arco-íris de união.
Eu sou as profundezas aveludadas do céu noturno,
as brumas rodopiantes da meia-noite, coberta de mistério.
Eu sou a crisálida na qual você irá encarar o que te apavora
e da qual você irá florescer vibrante e renovada.
Procure por mim nas encruzilhadas e você será transformada,
pois uma vez que você olhe para meu rosto não existe volta.
Eu sou o fogo que beija as algemas e as leva embora.
Eu sou o caldeirão no qual todos os opostos crescem
para se conhecer de verdade.
Eu sou a teia que conecta todas as coisas.
Eu sou a curadora de todas as feridas,
a guerreira que corrige todos os erros a seu tempo.
Eu faço o fraco forte.
Eu faço humilde o arrogante.
Eu ergo o oprimido e dou poderes ao desprivilegiado.
Eu sou a justiça temperada com compaixão.
Eu sou você, eu sou parte de você,
estou dentro de você.
Me procure dentro e fora e você será forte.
Conheça-me, aventure-se nas trevas
para que você possa acordar com equilíbrio,
iluminação e plenitude.
Leve meu amor consigo a toda parte
e encontre o poder interior para ser quem você quiser.

Fonte:ladydranilla

Fonte do texto e Imagem do Blog Citado.
http://brumasdocarvalho.blogspot.com/

quarta-feira, agosto 04, 2010

CERNNUNOS


Cernnunos é o nome de um dos deuses celtas mais antigos e também conhecido como Deus Cornífero. O Deus Cornífero é o Deus fálico da fertilidade. É o Deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas. É o Deus que morre e sempre renasce. Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência.

Ele nasce da Deusa, como seu complemento e carrega os atributos da fertilidade, alegria, coragem e otimismo. Ele é a força do Sol e da mesma forma, nasce e morre todos os dias, ensinando aos homens os segredos da morte e da renascimento.

Segundo os Mitos pagãos o Deus nasceu da Deusa, cresceu e se apaixonou por Ela. Ao fazerem amor a Deusa engravida e quando chega o inverno o Deus Cornífero morre e renasce quando a Deusa dá a luz. Este Mito contém em si os próprios ciclos da natureza onde no Verão o Deus é tido como forte e vigoroso, no outono ele envelhece, morre no inverno e renasce novamente na primavera.



O Deus é também gentil com os animais silvestres. Na forma do Deus Cornudo, ele é por vezes representados por chifres em sua cabeça, que simbolizam sua conexão com tais bestas. Em tempos mais antigos, acreditava-se que a caça era uma das atividades regidas pelo Deus, enquanto a domesticação dos animais era vista como voltada à Deusa.

Os domínios do Deus incluíam as florestas intocadas pelas mãos humanas, os desertos escaldantes e as altas montanhas. As estrelas, por serem na verdade sóis distantes, são por vezes associadas a seu domínio.

O culto aos Deus Cornífero surgiu entre os povos que dependiam da caça, por isso Ele sempre foi considerado o Deus dos animais e da fertilidade, e ornado com chifres, pois os chifres sempre representaram a fertilidade, vitalidade e a ligação com as energias do Cosmos. Além disso a Bruxaria surgiu entre os povos da Europa, onde os cervos se procriam com extremada abundância, por isso eram freqüentemente caçados, pois eram uma das principais fontes de alimentação.

Com a crescimento do Cristianismo e com a intenção do Clero em derrubar a Bruxaria, a figura atribuída ao Deus Cornífero acabou por personificar o Diabo e na atualidade resgatar o status deste importante Deus torna-se bastante difícil.

O Deus Cornífero representa a luz e a escuridão, a imortalidade e a morte, a interrupção a continuidade. Cernunos, simboliza a força da vida e da morte. É o amante e filho da Deusa, o senhor dos cães selvagens e dos animais. É ele que desperta-nos para a vida depois da morte. Representa o Sol, eternamente em busca da Lua. Seus chifres na realidade representam as meias-luas, a honraria e a vitalidade e não uma ligação com o Diabo. Ainda hoje existe muito confusão a cerca da Bruxaria e isto se deve a Igreja Medieval que transformou os Bruxos antigos em Feiticeiros do Demônio, por conveniência.

O culto à Deusa Mãe e aos Deus Cornífero é pré-cristão, surgiu milênios antes do catolicismo e do conceito de Demônio, o qual jamais foi adorado, invocado, cultuado e reverenciado nas práticas pagãs ou como deidade da Bruxaria.
Os chifres sempre foram tidos como símbolo de honra e respeito entre os povos do neolítico. Os chifres exprimem a força e a agressividade do touro, do cervo, do búfalo e de todos animais portadores dos mesmos. Entre os povos do período glacial uma divindade era representada com chifres para demonstrar claramente o poder da divindade que o possuía.

Quando o homem saia em busca de caça, ao retornar à sua tribo colocava os chifres do animal capturado sobre a sua cabeça, com a finalidade de demonstrar a todos da comunidade que ele vencera os obstáculos. Graças a ele todo clã seria nutrido, ele era o "Rei". O capacete com chifres acabou por se tornar em uma coroa real estilizada.

Muitos Deuses antigos como Baco, Pã, Dionísio e Quíron foram representados com chifres. Até mesmo Moisés foi homenageado com chifres pelos seus seguidores, em sinal de respeito aos seus feitos e favores divinos.

Os chifres sempre foram representações da luz, sabedoria e conhecimento entre os povos antigos. Portanto como podemos perceber, os chifres desde tempos imemoráveis foram considerados símbolos de realeza, divindade, fartura e não símbolo do mal como muitos associaram e ainda associam-nos.

Símbolos normalmente utilizados para representar ou cultuar o Deus incluem a espada, chifres, a lança, a vela, ouro, bronze, diamante, a foice, a flecha, o bastão magico, o tridente, facas e outros. Criaturas a ele sagradas incluem o touro, o cão, a cobra, o falcão, o dragão, o lobo, o javali, a águia, o tubarão, os lagartos, o peixe e muitos mais.

(texto retirado do EW)


Fonte do Texto e Imagem
http://yvannasaraiva.blogspot.com

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)