Herbário Póetico

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quarta-feira, março 10, 2010

Recebendo a força inspiradora


Visualize que um fluxo de luz dourada desce do coração de Buddha e flui para o seu corpo através do topo de sua cabeça.

Ele pode transformar seu corpo em diferentes formas, animadas e inanimadas, para ajudar os seres vivos de acordo com suas necessidades individuais e estados mentais particulares.

Com sua fala, ele pode comunicar diferentes aspectos do dharma simultaneamente aos seres de vários níveis de desenvolvimento e ser compreendidos por eles em suas línguas.

Sua mente onisciente vê claramente cada átomo da existência e cada ocorrência — passada, presente e futura — e sabe os pensamentos de todos os seres vivos: tal é sua consciência em cada momento.

Estas boas qualidades infinitas fluem para cada parte de seu corpo. Concentre-se nesta alegre experiência quando repetir novamente o mantra, Tayatha Om Muni Muni Maha Munaye Soha.

Quando você terminar a recitação, sinta que você recebeu as infinitas qualidades excelentes do corpo, fala e mente de Buddha. Seu corpo sente a luz e a alegria. Concentre-se nisto por algum tempo.

Absorção da visualização
Agora, visualize que os oito leões das neves são absorvidos no trono, o trono no lótus, e o lótus no sol e na lua. Estes, por sua vez, são absorvidos no Buddha, que agora vem para o espaço acima da sua cabeça, se funde em luz e se dissolve em seu corpo.

Sua sensação de um Eu — indigno e carregado de falhas — e todos os seus outros conceitos errôneos desaparecem completamente. Nesse instante, você se torna um com a mente alegre e onisciente de Buddha, no aspecto do vasto espaço vazio.

Concentre-se nesta experiência o maior tempo possível, não permitindo que outros pensamentos o distraiam.

Então imagine que deste estado vazio aparece, no lugar onde você está sentado, o trono, o lótus, o sol, a lua e, sobre tudo isto, você aparece como o Buddha. Tudo é da natureza da luz, exatamente como você visualizou, anteriormente, diante de você. Sinta que você é o Buddha. Identifique-se com sua sabedoria e compaixão iluminadas, ao invés da sua habitual visão incorreta de um Eu.

Ao redor de você, em cada direção e preenchendo todo o espaço, estão todos os seres sencientes. Gere amor e compaixão por eles, ao lembrar que eles também querem atingir felicidade, paz mental e liberdade de todos os problemas. Agora que você está iluminado, você pode ajudá-los.

Em seu coração, estão um lótus e uma lua. Voltados para fora, ao redor da circunferência da lua e no sentido horário, estão as sílabas do mantra, Tayatha Om Muni Muni Maha Munaye Soha. A sílaba semente Mum está no centro da lua.

Visualize que raios de luz — que na realidade são a sua sabedoria e compaixão — emanam de cada letra e se difundem em todas as direções. Eles alcançam incontáveis seres sencientes ao seu redor e os purificam completamente de seus obscurecimentos e delusões, preenchendo-os com inspiração e força.

Enquanto imaginar isto, recite novamente o mantra, Tayatha Om Muni Muni Maha Munaye Soha.

Quando você terminar de recitar, pense: "Agora eu levei todos os seres sencientes à iluminação."

Visualize que todos aos seu redor estão agora na forma de Buddha e estão experienciando a alegria completa e a sabedoria da vacuidade.

Não se preocupe, achando que a sua meditação é uma simulação e que você não ajudou nem mesmo uma pessoa a alcançar a iluminação. Esta prática é conhecida como "trazer o resultado futuro no caminho presente". Ela nos ajuda a desenvolver a convicção firme em nossa perfeição inata — nosso potencial búddhico; aquilo o que acabamos de fazer na meditação, vamos definitivamente realizar um dia.

Conclua a sessão dedicando toda a energia positiva e insights que você tenha obtido por fazer esta meditação ao eventual atingimento da iluminação pelo benefício de todos os seres.

Fonte de Pesquisa
http://www.dharmanet.com.br/
Imagem do google

(McDonald, Kathleen. How to Meditate: A Practical Guide.
Editado por Robina Courtin. Ithaca: Snow Lion, 1998. Pág. 126-133.)

Sadhana.Meditação sobre o Budha.



Sadhana | Meditação sobre o Buddha

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O termo sânscrito sadhana — derivado de sadh, chegar ao objetivo — pode ser traduzido como meio de se realizar. As sadhanas são textos litúrgicos para a prática de meditação, desde a visualização das divindades meditacionais até a dissolução final, em meditação não-conceitual. Para praticar uma sadhana, é essencial que se procure um professor qualificado de quem se possa receber as iniciações e ensinamentos orais.

As sadhanas são geralmente divididas em três etapas. No estágio preliminar (sânsc. purvagama, tib. ngöndro / sngon 'gro), toma-se o refúgio Vajrayana e se desenvolve a bodhichitta, a mente que aspira alcançar a iluminação para trazer benefícios a todos.

A fase principal começa com o estágio de geração (sânsc. utpatti-krama, tib. kyerim / bskyed rim) — no qual divindades meditacionais são visualizadas, mantras são recitados e mandalas são oferecidas — e termina com o estágio de perfeição (sânsc. nishpanna-krana, tib. dzogrim / rdzogs rim) — em que a visualização é desfeita e se medita sobre a vacuidade.

Na fase de conclusão, são recitadas as preces de aspiração e de dedicação dos méritos.

Abaixo, há um exemplo de sadhana sobre o Buddha Shakyamuni, adaptado de How to Meditate (Sangye Khadro, Wisdom Publications). Apesar da autora ensinar alguns tipos de meditação aos iniciantes, ela recomenda a alguém realmente interessado nestas práticas a procurar um lama qualificado, para receber explicações orais e iniciações.


Fonte das Pesquisas
/www.dharmanet.com.br/
Imagem do google

sábado, março 06, 2010

Falando Sobre Defumação!





Defumação é um processo ativo de exercício de mediunidade e por isso deve ser tratado com muito cuidado.

Todo local onde se vive, seja um templo, sua casa ou local de trabalho, pode e deve ser defumado. A Casa onde se mora principalmente, ainda mais se se é uma pessoa que trabalha com a espiritualidade do santo, e que mantém em casa suas firmezas ou mesmo os seus instrumentos litúrgicos.

Todo mundo que tem “luz” própria ou que tem em si ou sua casa um local de concentração de energia, acaba sendo um atrativo para as inúmeras almas perdidas que existem vagando pela terra. Assim, ao defumarmos, nem sempre estamos tratando de afastar demandas contra nós, mas também de manter o equilíbrio de nossa própria casa.

Qualquer pessoa com ou sem uma mediunidade ativa, pode perceber quando há uma alteração no ambiente e nesses casos deve se recorrer a uma defumação. No caso de terreiros e casas de santo, onde tudo isso é mais grave ainda, ou melhor mais intenso, o início de cada sessão de trabalho deve ser precedido de uma defumação.

Considero que defumar não é um processo formal ou ordinário e sim uma liturgia e quem defuma algum lugar sempre deve se preparar porque vai estar absorvendo também as energias negativas do lugar, como um para-raio, ou um “aspirador de pó”.

Desta forma para executar essa liturgia é necessário alguma maturidade na magia, conhecimento e também procedimentos de preparação e auto-limpeza que para quem faz vai mais além do que o ato de defumar.

Em termos da maturidade na magia significa uma sintonia com os mestres e entidades que trabalham junto com ele. O conhecimento diz respeito ao método de fazer e elementos a serem utilizados tanto no defumador ou defumadores como também em procedimentos complementares.

Em termos de finalidade, o processo de defumação pode ser feita para retirar, ou seja regular o ambiente, pode ser feita apenas com o defumador doce. Uma outra um pouco mais convencional, com o defumador de limpeza (principalmente pelo terreno) e pelo doce. Fumar o cachimbo pela casa toda e depois jogar fumaça ao contrário pela porta a fora é também um excelente defumador regular.

Concentração é um elemento muito importante neste trabalho. Assim deve-se rezar antes de inicia-lo pedindo a proteção dos seus mestres, deve cantar durante e deve-se encerrar com uma reza ou cantiga de agradecimento ou fechamento. Enfim, a defumação é um processo litúrgico complexo e que é mais do que acender um “divino” num turibulo de alumínio.

Geralmente quando se encontra um ambiente carregado usa-se um ou mais defumadores de limpeza, que irão “queimar” ou esterilizar as energia ruins. Depois do ambiente ruim faz-se uma nova defumação com um outro defumador “doce” que irá preencher o ambiente com a energia que se quer deixar evitando assim um vazio que é a oportunidade para coisas indesejadas ou mesmo um ambiente estéril e que não traga conforto aos ocupantes do lugar.

No caso de terreiros ou casas de trabalho é similar. É comum se defumar mais de uma vez ao longo do dia de maneira a garantir a limpeza astral do lugar. No início de trabalhos com determinadas linhas, como a do povo cigano ou do oriente, pode-se passar um defumador “doce” com a finalidade de atrair e facilitar as energias destas entidades. No catimbó o cachimbo é também um instrumento de defumação e preparação do ambiente. Pode-se usar fumos com ervas de limpeza para limpar a seção, como também pode-se colocar misturas “doces” para facilitar ou chamar a incorporação.

Os defumadores devem ter fórmulas adequadas a cada finalidade. Um pessoa experiente sabe fazer os seus e pode ter vários que são usados conforme o caso e, que combinam as ervas mais adequadas e as ervas que fazem parte do seu fundamento e de suas entidades, porque como eu disse a gente nunca faz isso sozinho.

Um exemplo de protocolo de limpeza para defumar uma casa carregada e com presença de eguns, pode-se iniciar usando um primeiro defumador somente com saco-saco, ou na falta deste com palha-de-cana ou de bambu. Estes elementos são recomendados para se defumar dentro de casa, mas deve-se retirar as pessoas antes.

Quando se vai defumar um local onde não moram pessoas ou o terreno de uma casa pode-se usar receitas como a seguinte:
- Palha de alho.
- Palha de cebola.
- Raspa de chifre de boi.
- Noz moscada.
- Assa-fétida.
- Folha de café,
- Grão de café torrado.


A composição dos defumadores é um conhecimento que deve ser desenvolvido aprendido.

Oração para benzer a casa
Lembrei-me hoje de partilhar a oração que podem utilizar durante a limpeza da casa, é a que eu utilizo e com a que melhor me tenho sentido. Esta reza foi retirada do livro Tissanas, Mezinhas e Benzeduras de Lubélia Medeiros. O livro contém uma recolha de orações e de benzeduras populares muito interessantes, para alguém como eu que não teve tempo de aprender tudo com a avó, torna-se num compêndio muito rico. Além disso, e como o título indica, contém receitas de chás e de pomadas caseiras que podemos utilizar na cura de determinadas doenças.

Fica aqui então a benzedura para quando estamos a defumar a casa com alecrim e arruda, ou com outras ervas com que nos sintámos bem:

Em louvor do Santíssimo Sacramento do altar,
Esta minha casa eu estou a defumar,
Para que todos os espíritos maus,
Inveja, praga, mau-olhado
E artes diabólicas se hão-de afastar.
E a paz de Jesus nos venha abençoar.
(abrir a porta da rua e dizer três vezes)
Em louvor de São Bento
Sai o mal para fora que entre o Bem para dentro.

Fonte: http://grimoiredomago/

imagem do google

quinta-feira, março 04, 2010

10 MANDAMENTOS PARA O TRABALHO ESPIRITUAL


1. Não se desconectar da matéria. O excesso de espiritualismo pode criar uma descompensação com graves prejuízos para a vida pessoal e material de uma pessoa. A matéria é tão importante quanto o espírito; ambos são matrizes, graus da mesma manifestação. Nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro.
Antídoto: equilíbrio.


2. Não despertar os poderes antes da consciência. Os poderes estão a serviço da consciência. Não é preciso buscá-los; quando chega o momento, eles surgem naturalmente. Buscar o poder antes do saber é inverter a ordem natural do processo. Para que sirvam à consciência, os poderes devem ser doados a partir de algo além de nossa vontade.
Antídoto: equanimidade.


3. Não fixar-se em pessoas em vez de em suas informações. Você não monta uma casa em um túnel. Ele é só um meio para se chegar até ela. Quem depende de um mestre volta à infância psicológica. Em um processo de iniciação ou terapêutico isso pode ser necessário, mas somente como uma fase a superar, e não como um estado onde parar.
Antídotos: discernimento e moderação.


4. Não sentir excesso de autoconfiança. Quem se crê auto-suficiente é uma presa fácil para os agentes do engano e não raro se vê envolvido por eles. Quem crê demais na própria capacidade está fadado a equivocar-se.
Antídoto: desconfiar de si mesmo.


5. Não sentir-se superior. Nunca julgue que a própria linha de trabalho é superior às demais. Essa superioridade é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a onipresença da consciência em todos os seres e caminhos. Essa postura desconecta uma pessoa das autênticas correntes da consciência amplificada, e é o ponto de partida para a via negra.
Antídoto: eqüidade.


6. Não deixar-se levar por impulsos messiânicos. A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. Sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa fobia paranóica rompe com os canais de conexão com o mestre interior, bloqueia o processo de auto-conhecimento e lança a espiritualidade numa espiral involuta, além de inibir o direito ao “livre-arbítrio de cada um”.
Antídoto: confiança na existência.


7. Não tomar medidas inconseqüentes. O entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com seu círculo profissional e familiar sem necessidade. Com o “fluir” ou o “fechar os olhos e saltar” — axiomas que só deveriam ser usados em situações muito especiais —, os idiotas mais entusiasmados do mundo esotérico incentivam os recém-chegados a se arrebentarem logo na largada.
Antídoto: responsabilidade serena.


8. Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode-se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais. Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.
Antídoto: tolerância e relaxamento.


9. Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.
Antídoto: concentração.


10. Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores atavismos. Usar essas informações para fins muito particulares é um crime. Ninguém profana impunemente o que pertence a todos.
Antídoto: retidão e integridade.

Fonte da Pesquisas e Imagem
http://www.ceudayahuasca.com.br/

Incensos & Ervas






Os antigos sábios eram muito cautelosos e minuciosos em relação aos rituais, na preparação do ambiente, dos elementos de concordância, do incenso e dos ingredientes apropriados que tenham relação com o astro que rege o dia, com os aromas que interfiram na nossa aura e com o meio ambiente em que vivemos. Os incensos, usados de maneira correta, criam uma atmosfera no ambiente, de energia, equilíbrio e harmonia, que ajuda o ser humano a sintonizar mais facilmente com os planos superiores. O incenso tem a incumbência de levar a prece para o céu. Seu uso é universal, associando o homem à divindade, o finito ao infinito, o mortal ao imortal. Relacionado ao elemento ar, representa a percepção da consciência que (no ar) está presente em toda parte. Os diferentes perfumes desempenham um papel de purificação, facilitando a ancoragem.



Vejamos como os incensos podem ser utilizados:



Absinto: Estimulante geral para cansaço mental e físico.

Acácia: Para problemas de saúde e sucesso nos negócios.

Alecrim: Acalma.

Alfazema: Favorece a prática da meditação.

Almíscar: Afrodisíaco, sensualidade. Desperta paixão.

Âmbar: Para dar início a qualquer atividade, ou seja, inauguração de uma loja, abrir um novo estabelecimento.

Angélica: espiritualidade.

Anis: Para despertar o amor interno, para despertar forças.

Arruda: Proteção, limpa ambientes carregados.

Bálsamo: Usado para ambientes carregados de muito sofrimento, muita lamúria. Quando voltamos de hospitais, velórios, devemos, ao chegar em casa, acender este incenso para limpar o ambiente.

Benjoim: Para proteção e sucesso profissional.

Camomila: Acalma, purifica ambientes, ajuda nos estudos.

Canela: Estimulante, atrai prosperidade, bens materiais, acalma. É o incenso que atrai o dinheiro.

Cânfora: Limpa ambientes carregados, desenvolvimento psíquico, acalma.

Cravo: Excitante, afrodisíaco e expectorante, expulsa as forças negativas.

Cedro: Purifica ambientes, para despertar forças, psíquico.

Cravo : Purifica ambientes, para despertar forças, espiritualidade, sensualidade e atração.

Dama da Noite: Ideal para encontros amorosos.

Erva Doce: Calmante.

Espiritual: Purifica ambientes, ajuda a ter forças, espiritualidade.

Eucalipto: Purifica ambientes

Flor do Campo: Equilíbrio emocional.

Floral: Afasta sentimentos negativos e favorece aspectos emocionais.

Gerânio: Ajuda no vigor físico.

Jasmim: Afrodisíaco, paixão, melhora o humor, espiritualidade, elevação das vibrações, psíquicas.

Lavanda: Favorece o equilíbrio e usado também para as práticas de respiração.

Lírio: Harmonia, paz e equilíbrio.

Lótus: Ajuda nos estudos.

Maçã Verde: Para a saúde. Faz a limpeza do ambiente e estabelece contato com os anjos da cura.

Madeira: Energia positiva, amor.

Mirra: Utilizado para os rituais dos Equinócios, batizados, casamentos e pode ser aceso no dia de nosso aniversário.

Nós Moscada: Diminui a ansiedade.

Ópium: Energiza o ambiente.

Patchuli: Desperta a alegria e a clarividência, sensualidade e atração, para despertar forças.

Pêssego: Facilita novas amizades e reuniões sociais.

Pinho: Aumenta a segurança e a disciplina.

Rosa Vermelha: Purifica ambientes, Paixão, amor.

Rosa Branca: Purifica os sentimentos, acalma.

Sândalo: Equilíbrio mental, acalma, purifica ambientes, ajuda nos estudos, espiritualidade, amor, sensualidade e atração.

Verbena: Afugenta maus espíritos.

Violeta: Para todas as transformações necessárias, inclusive a nível psicológico.



Para os Signos



Áries: Almiscar, Sândalo, Ópium.

Touro: Pinho, Eucalipto, Cravo, Canela.

Gêmeos: Rosa, Alecrim, Jasmim.

Câncer: Maçã, Alfazema, Violeta.

Leão: Patchouli, Almíscar, Sândalo, Ópium.

Virgem: Rosa, Alfazema, Benjoim.

Libra: Maçã, Rosa, Cedro.

Escorpião: Almíscar, Ópium, Eucalipto.

Sagitário: Cravo, Canela, Rosa.

Capricórnio: Lótus, Alecrim.

Aquário: Violeta, Rosas, Flores do Campo.

Peixes: Violeta, Alecrim, Alfazema.



Os incensos devem sempre ser acendidos com fósforos, por ser natural, nunca apagados com um sopro, para que não seja passado para ele as impurezas do nosso corpo.

fonte da Pesquisas


http://www.ceudayahuasca.com.br/

sábado, fevereiro 20, 2010

Chacra I


A palavra chacra, do sânscrito, significa roda e evoca o caráter dinâmico desses centros magnéticos, que captam, armazenam e distribuem a energia. Relacionados a órgãos e glândulas, eles têm importância decisiva para a nossa vida física, mental e espiritual, influenciam nossas emoções e são influenciados por elas. Atuam diretamente sobre a nossa disposição e alegria de viver. Os sete principais chacras estão localizados entre a base da coluna e o topo da cabeça. Quando seu fluxo é bloqueado, podem surgir distúrbios físicos, emocionais, mentais e espirituais.

O realinhamento dos chacras purifica nossos canais, alimenta, regula e equilibra os órgãos, células e as funções vitais.

Quando estamos em harmonia, a energia penetra naturalmente através desses centros de força e cumpre sua função. Essa atividade natural de reabastecimento energético possibilita a nossa boa condição de saúde física, emocional, mental e espiritual.

http//portalesdoceu.blogspot.com

A Essência e a Solidão.






O espírito é o fluxo vital do gênese do homem. Entendemos por espírito, numa linguagem metafórica, como sendo um código de modo subjetivo, relações interpessoais com Deus, consigo mesmo e com o mundo. Um ministério da vida andante criada por Deus. Ora, em tudo que fazemos buscamos a vida. O oposto disso seria a morte. Dentro dessa visão a espiritualidade do ser humano é a expressão do modo de viver.

O Homem carrega dentro de si aspectos ambivalentes; corpo e alma, bondade e maldade, aceitação e rejeição, intuição e razão etc. Esses traços diferenciais demarcam ações e reações de sua personalidade. Mesmo que em determinadas circunstâncias o ser humano seja atraído pelo charme do maligno e o (eu) algoz triunfe, não concebo a idéia de Deus criar um lugar de tortura para condenação de quem contrariar Suas vontades, antes de amá-lo até a morte. Ricardo Peter reforça essa dupla face: A parte intuitiva se abre, ao contrario, à impotência. Em lugar de recusá-la, aceita na sua nudez e parece sussurrá-la ao ouvido da razão.

“A razão é analítica dado que sua função é examinar a realidade.” “Para o homem abraçar seus limites, torna-se, então a expressão espiritual mais alta que pode atingir. Nesse abraço, o homem acolhe fundamentalmente a própria humanidade, dado que a dimensão espiritual contém no seu núcleo a humanidade do homem. A verdadeira dimensão espiritual do homem está ligada com o limite. Desconhecer os próprios limites conduz a uma espiritualidade desencarnada, a um estilo de vida desumano, espiritualmente “vacum”, desolador, vazio.” Uma terapia para a pessoa humana. p.65. 175 Portanto, entendo que sua vida moral e espiritual é conduzida por valores e significados adquiridos por experiências recebidas como estímulos que compõem uma esfera. Citando Pierre Klossowsk, a especialista Viviane Mosé, grande estudiosa brasileira dos escritos nietzschianos, considera o pensamento do filósofo Nietzsche uma espécie de complô, ou de grande combate contra a cultura. Durante as últimas gerações, a humanidade efetuou um progresso extraordinário nas ciências naturais e em sua aplicação técnica, estabelecendo seu controle sobre a natureza de uma maneira jamais imaginada, as etapas isoladas desse progresso são do conhecimento comum, sendo desnecessário enumerá-las. Os homens se orgulham de suas realizações e tem todo direito de se orgulharem. Contudo, parecem ter observado que o poder recentemente adquirido sobre o espaço e o tempo, a subjugação das forças da natureza, consecução de um anseio que remonta a milhares de anos, não aumentou a quantidade de satisfação prazerosa que poderiam esperar da vida e não os tornou mais felizes. Reconhecendo esse fato, devemos contentar-nos em concluir que o poder sobre a natureza não constituiu a única precondição da felicidade humana, assim como não é o único objetivo do esforço cultural.¹¹ Todo avanço tecnológico e científico produzido pelo homem moderno, foi incapaz de trazer um autodomínio psíquico condizente à tamanho avanço material.

Afinal de contas, o que está errado? Antes de tentar responder essa intrigante inquirição, é oportuno dizer que tanto o projeto crítico de Nietzsche, como também, a grande revolução freudiana, não visam, (embora questionem alguns dos mais caros valores de nossa civilização), deixar-nos entregues ao “vazio cultural”.

Ao propor uma “filosofia a golpes de martelo”, Nietzsche vislumbra uma nova filosofia, bem como, uma nova sociedade humana. Semelhantemente, ao falar contra a repressão cultural que leva o homem moderno a neurose, Freud não fala propriamente contra a própria “repressão”, e sim, contra a qualidade exacerbada de tal repressão cultural. O ser humano só existe onde existe cultura, por isso, ele se nutre sempre de ilusões, ele é um ser “falsificado” por nascença.

O problema levantado pelos dois pensadores em questão, não é o fato de existir ficções na natureza do homem (afinal, sua própria natureza é uma ficção), mas sim, o fato de existirem ficções deletérias, ilusões que levam o homem a decadência de seu potencial ativo. Isso foi lembrado da seguinte forma por Freud: A vida, tal como a encontramos, é árdua demais para nós; proporciona-nos muitos sofrimentos, decepções e tarefas impossíveis. Afim de suportá-la não podemos dispensar as medidas paliativas. ‘Não podemos passar sem construções auxiliares’, diz-nos Theodor Fontane. Existe talvez três medidas desse tipo: derivativos poderosos, que nos fazem extrair luz de nossa desgraça; satisfações substitutivas, que a diminuem; e substâncias tóxicas, que nos tornam insensíveis a ela. Algo desse tipo é indispensável.¹² O homem sermpre foi usado dominado e vitima das culturas predominantes. Esse dominio vem com maior o menor intensidade dependendo das influencias do ambiente, dos movimentos sociais e da Era em que esses individuos se encontram.

Na nossa Era atual nós somos mais remetidos pra fora do que pra dentro de nós mesmos isso faz com que nos apeguemos a materia, sintamos falta de tudo que perdemos e tenhamos uma enorme dificuldae em aceitar que não temos mais o que gostamos ou desejamos. Mas vejo a busca de muitos incessantemente por novas filosofias iludibriantes e por não dizer alucinantes. por meio de pregações de um paraiso que será conquistado por meio de conversões que revelam muito mais o fanatismo do que a fé verdadeira.

O grande numero de revoluções e avanços tecnologicos aliados a uma linguagem liberal, banal e por não dizer futil e homem deixa de lado a moral os principios da alma e a etica pessoal. Isso os deixa muito vulneral as tentações da carne ao apelo da materia e o encontro aos pecados. Assim ele sente um vazio em sua alma que tenta preenche-lo com dinheiro, sexo facil e o pior com violencia aliada ao egoismo ou mentira. Por isso devemos meditar, orar e buscar nossa luz interior, pois só assim poderemos preencher esse vazio da alma com fé firme valores e principios morais e divinos que nos colocarão mais proximos de Deus. Isso independe de religião, mas de amor a nós mesmos ao criador e ao proximo. O que Freud nos diz, é que o homem não vive sem um pouco de “auto-engano”, porém, o uso exagerado dessas defesas é que seria o verdadeiro problema.

Para Nietzsche, o “modo de ser” da vida , é sempre a manifestação de um jogo constante de forças, a vida luta pelo domínio, quer sempre se expandir, esse movimento intenso de crescimento ele chama de vontade de potência. de “auto-engano”, porém, o uso exagerado dessas defesas é que seria o verdadeiro problema.

Para Nietzsche, o “modo de ser” da vida , é sempre a manifestação de um jogo constante de forças, a vida luta pelo domínio, quer sempre se expandir, esse movimento intenso de crescimento ele chama de vontade de potência. O pensamento de Nietzsche se opõe a tudo que vai contra a essa vontade de potência, tudo aquilo que se apega a estaticidade e ao imóvel, acaba por gerar decadência. A mera conservação da vida é sempre na realidade, pensa Nietzsche, uma forma velada de declínio.

Fonte de pesquisas e Imagens
Carlinhos Lima - pesquisas

Mandala e definições.

A forma do círculo remete o homem ao isolamento seguro do ventre materno, é algo como uma linha protetora ao redor do espaço físico e psicológico que identificamos como nós mesmos. Na Mandala, é criado um espaço sagrado próprio, um lugar de proteção, um foco para a concentração de nossas energias mentais e emocionais.


Através de uma Mandala é possível despertar a intuição e direcionar a energia mental para determinado objetivo harmonizando intuição, vontade e razão estabelecendo assim, um caminho que alcance um maior nível de consciência. A contemplação/meditação de determinada Mandala auxilia a desbloquear emoções e sentimentos a fim de elevar nosso estado interior ou mesmo ativar e canalizar determinados tipos de energias.

O uso terapêutico das Mandalas está quase sempre relacionado ao desbloqueio e/ou ao despertar de sentimentos e sensações que temos dificuldade para lidar ou dificuldades para manifestar exteriormente.

A Mandala Pessoal servindo como foco de contemplação ou meditação ajuda a canalizar determinados tipos de energias a fim de equilibrar nosso estado físico, mental, emocional e espiritual já que as figuras e símbolos que entram na sua composição expressam e vibram as energias específicas da pessoa. Sendo a Mandala Pessoal um "retrato personalizado" é extremamente útil como fonte de concentração e inspiração para reequilibrar fluxos internos e externos, para gerar mais harmonia entre o consciente e o inconsciente, levando a pessoa a se sentir mais centrada e com uma maior compreensão sobre si mesma, além de sintonizá-la melhor com as correntes construtivas e evolutivas da Vida e do Cosmo.

A contemplação ou meditação tendo como base a Mandala da Prosperidade facilita a concentração para focar e fixar a vibração da abundância ajudando a canalizar nossos esforços para realizar nossas metas materiais. A mente racional concretiza o que foi estabelecido de forma intuitiva na Mandala direcionada à prosperidade, abrindo portas para vibrações e freqüências que facilitam atitudes que geram abundância.

Mandalas "direcionadas" desenvolvidas especialmente para sintonizar determinada freqüência como o encontro da alma gêmea, a harmonia familiar, a prosperidade e abundância material, a concentração mental, etc. podem ser instrumentos úteis para canalização da energia mental harmonizando vontade, intuição e razão a fim de alcançar determinada meta.

Mandalas


A MANDALA é um diagrama capaz de representar as relações entre o ser humano e o Cosmo, cujo uso pode ser constatado nas mais remotas culturas. As civilizações orientais, especialmente as da tradição hindu, desenvolveram grande habilidade em lidar com mandalas Para eles há muito a Mandala serve de "elemento material" que faz a integração entre a realidade aparente e as esferas superiores. Tais esferas superiores podem ser vistas tanto como as fontes divinas da nossa existência quanto como o denominado por C. G. Jung como processo de individuação.
Segundo Jung meditar, contemplar e sonhar com Mandalas é parte natural do processo de individuação.O círculo desenhado pode conter e até atrair partes conflitantes da natureza individual, mas,mesmo fazendo um conflito vir à tona, a Mandala leva a uma inegável e considerável descarga de tensão, daí sua importância contemporânea visto que a humanidade vive em constante estado de estresse.

MANDALA DO RELACIONAMENTO

Construída com base no símbolo do Yang/Yng, ela Aquário com ênfase no número 4 e na cor verde e ele canceriano com ênfase no 8. Há ausência do raio Laranja na cromologia pessoal dos dois.

A Mandala contém talismãs rúnicos relativos a fertilidade, prosperidade, figura geomântica que simboliza a união e símbolos relacionados a concretização e estabilidade no relacionamento.

Fonte de Pesquisas
http://annalu_frussa.sites.uol.com.br/

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Mandala


(Kalachakra:Mandala)
Em sânscrito, a palavra mandala (tib. kyilkhor / dkil 'khor, jap. mandara) significa círculo. No buddhismo Vajrayana, mandala refere-se a um tipo de diagrama (sânsc. yantra) simbólico de uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade meditacional, a dimensão pura da mente iluminada. Geralmente, as mandalas são pintadas como thangkas, representadas tridimensionalmente em madeira ou metal ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Neste último caso, a mandala é desfeita após algumas cerimônias e a areia é jogada em um rio próximo, para que as bênçãos se espalhem. A dissolução de uma mandala serve também como exemplo da impermanência.

Durante as práticas de sadhanas, é comum a oferenda de mandalas aos buddhas. Neste caso, a mandala representa um universo puro, com o Monte na posição central e todos os continentes ao redor dele, repletos de oferendas, metais e jóias preciosas. A mandala é simbolizada por montes de cevada ou por um mudra específico. Ao final da sadhana, o mérito deste ato de generosidade é dedicado à iluminação de todos os seres.
Um exemplo de mandala
Kalachakra (tib. dus kyi 'khor lo / Dükyikhorlo), ou Roda do Tempo em sânscrito, é o nome de uma das principais divindades do buddhismo Vajrayana tibetano

Fonte das pesquisas.
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Esoterismo


Saiba mais sobre o Esoterismo
Esoterismo é o nome genérico que designa um conjunto de tradições e interpretações filosóficas das doutrinas e religiões que buscam desvendar seu sentido oculto. O esoterismo é o termo para as doutrinas cujos princípios e conhecimentos não devem ser "vulgarizados", sendo comunicados a um restrito número de discípulos escolhidos.

Segundo Blavatsky, criadora da moderna Teosofia, o termo "esotérico" refere-se ao que está "dentro", em oposição ao que está "fora" e que é designado como "exotérico". Designa o significado verdadeiro da doutrina, sua essência, em oposição ao exotérico que é a "vestimenta" da doutrina, sua "decoração". Também segundo Blavatsky, todas as religiões e filosofias concordam em sua essência, diferindo apenas na "vestimenta", pois todas foram inspiradas no que ela chamou de "Religião-Verdade".

Um sentido popular do termo é de conhecimento enigmático e impenetrável. Hoje em dia o termo é mais ligado ao misticismo, ou seja, à busca de supostas verdades e leis últimas que regem todo o universo, porém ligando ao mesmo tempo o natural com o sobrenatural.

Fonte da pesquisa
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Quais são as correntes místicas


As correntes místicas são doutrinas ou correntes de pensamento que podem ser consideradas vertentes do Misticismo:

Saiba sobre estas:


Budismo - É uma família de crenças e práticas considerada por muitos uma religião, baseada nos ensinamentos atribuídos a Siddhartha Gautama, comumente conhecido como "O Buda" (o Iluminado), que nasceu onde hoje é o Nepal. Ele viveu e ensinou na região nordeste do subcontinente Indiano e provavelmente veio a falecer cerca de 400 a.C.

Cabala - é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.

Cristianismo místico - O cristianismo místico ensina verdades espirituais inacessíveis por meio do intelecto apenas. Essas verdades são aprendidas por varias técnicas de meditação e oração, como a Oração contemplativa, Oração da união, Lectio divina, Oração de quietude e a Oração de Jesus.

Gnosticismo - Designa o movimento que originou-se provavelmente na Ásia menor, e tem como base as filosofias pagãs, que floresciam na Babilônia, Egito, Síria e Grécia. O gnosticismo combinava alguns elementos da Astrologia e mistérios das religiões gregas, mistérios de Elêusis, bem como os do Hermetismo, com as doutrinas do Cristianismo e do Sufismo.Em seu sentido mais abrangente, o Gnosticismo significa "a crença na Salvação pelo Conhecimento" (Joan O'Grady).

Tem por origem etimológica o termo grego "gnosis", que significa "conhecimento". Mas não um conhecimento racional, mas de caráter intuitivo e transcendental; Sabedoria. É usada para designar um conhecimento profundo e superior do mundo e do homem, que dá sentido à vida humana, que a torna plena de significado porque permite o encontro do homem com sua essência eterna.

Grande Fraternidade Branca - É uma fraternidade que, tradicionalmente, atribui-se surgida no Antigo Egito, durante o reinado do faraó Tutmés III. A GFB reuniria em quadro os mais sábios de todo o Egito, também conhecidos como hierofantes ou sacerdotes, que tinham por objetivo estudar os mistérios místicos e esotéricos da vida. A esta fraternidade reservada apenas para iniciados dá-se o nome de escolas de mistérios.

Maçonaria - É uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade, é assim uma associação filantrópica. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas e ateliers; Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si."

Martinismo - São denominados de Martinistas discípulos ou seguidores de Martinez de Pasqually e os de Louis Claude de Saint-Martin. Cada qual gerou uma teoria. Apesar da base de ambas teorias serem coincidentes, uma diferença profunda separa as duas escolas.

A escola de Martinez, restringiu-se à Teurgia, à prática operativa, enquanto que a escola de Louis Claude de Saint-Martin estendeu-se à chamada senda mística.

Rosacrucianismo - A Ordem Rosacruz é uma Ordem que foi pela primeira vez publicamente conhecida no século XVII através de três manifestos e insere-se na tradição esotérica ocidental. Esta Ordem hermética é vista por muitos Rosacrucianistas antigos e modernos como um "Colégio de Invisíveis" nos mundos internos, formado por grandes Adeptos, com o intuito de prestar auxílio à evolução espiritual da humanidade.

Sufismo - É a corrente mística e contemplativa do Islão. Os praticantes do sufismo, conhecidos como sufis ou sufistas, procuram uma relação directa com Deus através de cânticos, música e danças.

O termo sufismo é utilizado para descrever um vasto grupo de correntes e práticas. As ordens sufis (Tariqas) podem estar associadas ao islão sunita, islão xiita ou uma combinação de várias correntes. O pensamento sufi nasceu no Médio Oriente no século VIII, mas encontra-se hoje por todo o mundo. Na Indonésia, actualmente a nação com maior número de muçulmanos, o islão foi introduzido através das ordens sufis.

Taoismo ou Daoísmo - É geralmente empregada para traduzir dois termos chineses distintos, "Daojiao" - py Dàojiào, W-G Tao-chiao, que se refere aos "ensinamentos ou à religião do Dao", e "Daojia", que se refere à "escola do Tao - ou Dao, a uma linha de pensamento da filosofia chinesa.

Xamanismo - É um termo genericamente usado em referência a práticas etnomédicas, religiosas (animista, primitiva) e filosóficas (metafísica), envolvendo a cura, transe e contato direto entre corpos e espíritos de outros xamãs, de seres míticos, de animais, dos mortos etc.. A palavra xamã vem do russo, tungue saman corresponde à práticas dos povos não budistas das regiões asiáticas e árticas especialmente a Sibéria (região centro norte da Ásia). Apesar, como assinala Mircea Eliade da especificidade dessas práticas na região (em especial as técnicas do êxtase dos tungues, Iacutes, mongóis, turco-tártaros etc.), não existe, contudo origem histórica ou geográfica para o xamanismo como conhecido hoje, tampouco algum princípio unificador. Outros nomes para sua tradução seriam feiticeiros, médico-feiticeiros, magos, curandeiros e pajés.

Yoga - É um conceito que se refere às tradicionais disciplinas físicas e mentais originárias da Índia. A palavra está associada com as práticas meditativas tanto do budismo quanto do hinduísmo. Neste, o conceito se refere à uma das seis escolas (astika) ortodoxas da filosofia hindu, e à sua meta rumo ao que esta escola determina como suas práticas.

Fonte De pesquisas site citado abaixo.
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quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Misticismo


Misticismo - do grego, mystikos, um início de um mistério religioso - é a busca da comunhão com a identidade, com a consciência de uma derradeira realidade, ou Deus através da experiência direta ou intuitiva.

Do livro de Jakob Böhme "O Príncipe dos Filósofos Divinos", o misticismo se define por: o misticismo, em seu mais simples e essencial significado, é um tipo de religião que enfatiza a atenção imediata da relação direta e íntima com Deus. É a religião em seu mais apurado e intenso estágio de vida. O iniciado que alcançou o "segredo" foi chamado um místico. Os antigos cristãos empregavam a palavra "contemplação" para designar a experiência mística.


"O místico é aquele que aspira a uma união pessoal ou a unidade com o Absoluto, que ele pode chamar de Deus, Cósmico, Mente Universal, Ser Supremo, etc."


Ralph Maxwell Lewis, escritor, místico e rosacruciano (1904 - 1987)


Na visão geral, a palavra "místico" era empregada pela primeira vez no Mundo Ocidental, nos escritos atribuídos a "Dionysius, o Aeropagite", que apareceu no final do século V. Dionysius empregou a palavra para expressar um tipo de "teologia", mais do que uma experiência. Para ele e para muitos intérpretes, desde então, o misticismo se baseava em um sistema religioso que concebe Deus como absolutamente transcendente, além da Razão, do pensamento, do intelecto e de todos os processos mentais.

A palavra, desde então, tem sido usada para os tipos de conhecimento esotérico e teosófico, não suscetiveis de verificação. A essência do misiticismo é a experiência da comunicação direta com Deus.

A palavra misticismo tem origem no idioma grego, significa, iniciado - nos "Mistérios de Eleusinian", se diz, mistérios, referindo-se as iniciações - é a busca para alcançar a identidade consigo mesmo, ou consciência da realidade última, de Deus através da insight; e a crença que tal experiência é uma fonte importante de conhecimento, entendimento e sabedoria. As tradições podem incluir a crença na existência literal de realidades empíricas, além da percepção, ou a crença que uma verdadeira percepção humana do mundo trancenda o raciocínio lógico.

O termo "misticismo" é freqüentemente usado para se referir a crenças que são externas a uma religião, mas baseado numa doutrina religiosa da corrente principal. Por exemplo, Kabala é a seita mística dominante do judaísmo, Sufismo é a seita mística do Islã, e Gnosticismo refere geralmente a várias seitas místicas que surgiram como alternativas ao cristianismo. Enquanto religiões do Oriente tendem a achar o conceito de misticismo redundante, e o conhecimento tradicional e ritual são considerados como Esotericos, por exemplo, Vajrayana e Budismo.


Uma definição de misticismo não poderia ser ao mesmo tempo significativa e de abrangência suficientemente para incluir todos os tipos de experiências que têm sido descritas como "místicas".

Por definição natural, misticismo é a prática estudada e aplicada das leis que unem o homem à Natureza e a Deus.

Desta forma, a Mística se distingue da Religião por referir-se à experiência direta e pessoal, com a divindade, sem a necessidade de intermediários ou de uma Teologia.


Nela, se descreve o conjunto de práticas religiosas que levam à contemplação dos atributos divinos. Estado natural ou disposição para a religiosidade.
Fonte de Pesquisas.

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Patuá



O patuá é um objecto consagrado que traz em si o axé, a força mágica do Orixá, do santo católico ou guia de luz, a quem ele é consagrado.

Entre os católicos já era hábito utilizar um objecto ou fragmento que tivesse pertencido a um santo ou a um papa, até mesmo fragmentos de ossos de um mártir ou lascas de uma suposta cruz que teria sido a da crucifixação de Jesus. Até mesmo terra, que era trazida pelos cruzados que voltavam da Terra Santa que utilizavam nesses relicários, eram considerados poderosos amuletos, que deveriam atrair bons fluidos e proteger dos infortúnios. Estes eram chamados de relicários. O nome relicário é originário do latim relicare-religar, que acabou por formar a palavra relíquia.

Logo o clero percebeu que não poderia impedir o uso dos patuás pelos negros, que os tiravam antes de entrar na igreja, mas voltavam a usá-los ao afastar-se dela. Decidiram, então, substituir os patuás africanos, que traziam trechos do Alcorão, por outro que trazia orações católicas, medalhas sagradas, agnus dei, etc.

Com a formação dos primeiros terreiros de Candomblé e depois de Umbanda e a possibilidade de um contacto mais directo com diversas entidades espirituais, as pessoas que procuravam protecção começaram a encontrar nesses objectos sagrados um apoio (era algo material que continha a força mágica vibratória sempre consigo). A partir de então, as entidades passaram a orientar a sua elaboração, indicando que objectos seriam incluídos na confecção do patuá e como se deveria proceder com eles para que recebessem o seu axé, ou seja, a força mágica.

Na verdade, a procura do patuá ou talismã é feita principalmente por quem se sente inseguro e consequentemente necessitado de maior protecção.




Os componentes mais utilizados para a confecção dos patuás são os seguintes:

· Figas de Guiné

· Cavalos-marinhos

· Olho de lobo

· Estrelas de Salomão

· Estrelas da guia

· Cruz de Caravaca

· Couro de lobo

· Pêlo de lobo

· Santo Antonio de Guiné

· Imagens de Exú e Pombagira

· Pontos diversos, orações

· Sementes variadas

· Imãs

Não podemos esquecer que esses componentes singelos não têm valor se não forem preparados pelas entidades. Somente estas podem dar o axé ao patuá.

Como preparar um patuá?

A pessoa reúne os componentes solicitados pela entidade e leva-os ao terreiro. Quando forem cantados os pontos para as entidades e os de defumação, deve descobri-los, defumando-os.

Quando a entidade estiver incorporada, a pessoa apresenta-lhe os objectos para que ela lhe dê a bênção.

Anexos, a pessoa deve levar o nome por extenso, a data de nascimento e outras informações que digam respeito a quem vai usá-lo que vai usá-lo (se possível, o nome do Orixá que rege o destino da pessoa, etc.). A entidade manifestada fará então o chamado “cruzamento” dos objectos, seguindo a ordem em que os pediu.

Após o cruzamento (ou bênção) da entidade, os objectos são envolvidos num pequeno saquinho preparado para recebê-los e entregues ao consulente, que deverá pegar nele pela primeira vez com a mão direita e levá-lo à altura do coração por algum tempo. Se for possível, deve transportá-lo sempre de preferência junto ao coração.




Fonte de pesquisasa do Texto
Imagens do google
ocandomble.wordpress.com

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Lei Wiccana


(Rede Wiccana)

A Lei Wiccana respeita,
Perfeito amor, confiança perfeita.
Viva e deixa viver,
Dá o justo para assim receber.
Três vezes o círculo traça
E assim o mal afasta.
E para firmar bem o encanto
Entoa em verso ou em canto.
Olhos brandos, toque leve,
Fala pouco, muito ouve.
Pelo horário a crescente se levanta
E a Runa da Bruxa canta.
Pelo anti-horário a minguante vigia
E entoa a Runa Sombria.
Quando está nova a lua da Mãe,
Beija duas vezes Suas mãos.
Quando a lua ao topo chegar,
Teu coração se deixará levar.
Para o poderoso vento norte,
Tranca as portas e boa sorte.
Do sul o vento benfazejo,
Do amor te traz um beijo.
Quando vem do oeste o vento,
Vêm os espíritos sem alento.
E quando do leste ele soprar,
Novidades para comemorar.
Nove madeiras no caldeirão,
Queima com pressa e lentidão.
Mas a árvore anciã, venera,
Se queimares, o mal te espera.
Quando a Roda começa a girar
É hora do fogo de Beltane queimar.
Em Yule, acende tua tora,
O Deus de chifres reina agora.
A flor, a erva, a fruta boa,
É a Deusa que te abençoa.
Para onde a água correr,
Joga uma pedra para tudo ver.
Se precisas de algo com razão,
À cobiça alheia não dá atenção.
E a companhia do tolo, melhor evitar,
Ou arriscas a ele te igualar.
Encontra feliz e feliz despede,
Um bom momento não se mede.
Da Lei Tríplice lembre também,
Três vezes o mal, três vezes o bem.
Quando quer que o mal desponte,
Usa a estrela azul na fronte.
Cultiva no amor a sinceridade,
Para receber igual verdade.
Ou um resumo, se assim preferes estar:
faz o que tu queres,
Sem nenhum mal causar.

Google pesquisas e Imagem

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)