Herbário Póetico

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quarta-feira, fevereiro 05, 2014

Agnosticismo







O termo "agnóstico" foi cunhado por Thomas Huxley em 1869.


"Quando atingi a maturidade intelectual", diz Huxley, "e comecei a perguntar a mim mesmo se era um ateu, um teísta ou um panteísta... Descobri que quanto mais aprendia e refletia, menos pronto estava para responder". De acordo com Huxley, os expoentes destas doutrinas, apesar de suas óbvias diferentes, partilham uma assunção comum, uma assunção com a qual ele discorda:

Eles estavam bastante certos de que haviam alcançado uma certa "gnose" - de que tinham, de modo mais ou menos bem-sucedido, solucionado o problema da existência; enquanto eu tinha bastante certeza de que não tinha, e possuía uma convicção bastante forte de que o problema era insolúvel.
Quando Huxley ingressou na Sociedade Metafísica, descobriu que as várias crenças lá representadas tinham nomes: "a maioria de meus colegas eram istas de algum tipo ou outro". Huxley, sem um nome para sua incerteza, estava "sem um trapo de rótulo para cobrir-se". Ele era uma raposa sem uma cauda - então deu a si próprio uma cauda atribuindo-se o termo "agnóstico".  Parece que Huxley originalmente usou este termo de uma forma relativamente jocosa. Ele selecionou a seita religiosa primitiva conhecida como "Gnósticos" como um exemplo primo de homens que alegavam conhecimento do sobrenatural sem justificativas; e distinguiu-se como um "a-gnóstico" estipulando que o sobrenatural, mesmo se existir, jaz muito além do escopo do conhecimento humano. Não podemos dizer se existe ou não, então devemos suspender nosso julgamento.

Desde o tempo de Huxley, "agnosticismo" adquiriu um número de diferentes aplicações baseadas em sua derivação etimológica da negativa "a" e do radical grego gnosis ("saber"). Agnosticismo, como um termo genérico, atualmente significa a impossibilidade de conhecimento numa dada área. Um agnóstico é uma pessoa que acredita que algo é inerentemente incognoscível à mente humana. Quando aplicado à esfera da crença teística, um agnóstico é aquele que defende que algum aspecto do sobrenatural apresenta-se eternamente fechado ao conhecimento humano.
Apropriadamente considerado, o agnosticismo não é uma terceira alternativa ao teísmo e ateísmo porque concerne a um diferente aspecto da crença religiosa. Teísmo e ateísmo referem-se à presença ou ausência de crença num Deus; agnosticismo refere-se à impossibilidade de conhecimento em relação a um Deus ou ser sobrenatural.

O termo "agnóstico", em si mesmo, não indica se alguém acredita ou não num Deus. O agnosticismo pode ter tanto teístico quanto ateístico.

O agnóstico teísta acredita na existência de Deus, mas defende que a natureza de Deus é incognoscível. O filósofo medieval judeu, Maimonides, é um exemplo desta posição. Ele acreditava em Deus, mas recusava-se a atribuir características positivas a este Deus alegando que tais características introduziriam a pluralidade na natureza divina - um procedimento que iria, segundo acreditava Maimonides, conduzir ao politeísmo. De acordo com o religioso agnóstico, podemos dizer que Deus é, entretanto - devido à incognoscibilidade da natureza sobrenatural - não podemos dizer o que Deus é.

Assim como seu primo teístico, o agnóstico ateu defende que qualquer reino sobrenatural é inerentemente incognoscível à mente humana, mas este agnóstico suspense seu julgamento um passo antes. Para o agnóstico ateu, não apenas a natureza de qualquer ser sobrenatural é incognoscível, mas também a existência de qualquer ser sobrenatural. Não podemos ter o conhecimento do incognoscível; portanto, conclui este agnóstico, não podemos ter conhecimento da existência de Deus. Devido a esta variedade de agnóstico não se submeter à crença teística, ele qualifica-se como um tipo de ateu.

Várias defesas foram oferecidas para esta posição, mas geralmente originando-se de um empirismo estrito; por exemplo, a doutrina de que o homem deve ganhar todo seu conhecimento inteiramente através de seus sentidos. Já que um ser sobrenatural jaz muito além do escopo da evidência sensorial, não podemos afirmar nem negar a existência de um Deus; fazer qualquer um dos dois, de acordo com o agnóstico ateu, equivale a transgredir os limites do entendimento humano. Enquanto este agnóstico afirma a possibilidade teórica de uma existência sobrenatural, ele acredita que a questão deve permanecer, em última análise, incerta e indecisa. Deste modo, para o agnóstico ateu, a resposta apropriada à questão "Existe um Deus?" é "Eu não sei" - ou, mais especificamente, "Eu não posso saber".

Se esta descrição representa a exata posição de Thomas Huxley - isto é algo que não está inteiramente claro. Às vezes, como vimos, ele parece indicar que a existência do sobrenatural, apesar de possível, é incognoscível. Noutro lugar, entretanto, ele escreve que "não se importa muito em considerar qualquer coisa como 'incognoscível'". E, sumarizando os fundamentos do agnosticismo, Huxley não se refere a qualquer coisa como incognoscível ou "insolúvel".

...é errado para um homem dizer que ele está certo da verdade objetiva de qualquer proposição a não ser que possa produzir uma evidência que justifique logicamente sua certeza. É isso que o agnosticismo afirma; e, em minha opinião, essa é toda a essência do agnosticismo... a aplicação do princípio resulta na negação, ou suspensão do julgamento, de um número de proposições em relação às quais nossos "gnósticos" eclesiásticos contemporâneos professam certeza total.
Esta passagem sugere que, na opinião de Huxley, não há evidência suficiente para justificar a crença num Deus, então dever-se-ia suspender o julgamento sobre o assunto. Discutindo se a existência de deus é incognoscível a princípio ou apenas atualmente desconhecida, ele escreve:

Do que eu tenho certa é que há muitos tópicos sobre os quais não sei coisa alguma; e que, tanto quanto posso perceber, estão fora do alcance de minhas faculdades. Mas, se essas coisas são cognoscíveis a qualquer outra pessoa, este é exatamente um daqueles assuntos que estão além de meu conhecimento, apesar de que eu possa ter uma opinião razoavelmente forte em relação às probabilidades do caso.
Huxley é relutante em defender a absoluta incognoscibilidade do sobrenatural, e deseja sustentar, em vez disso, que, tanto quanto ele sabe, o conhecimento do sobrenatural jaz além do poder das faculdades humanas. Não seria forçado demais dizer que, na visão de Huxley, a cognoscibilidade do sobrenatural é em si uma questão incognoscível.

Devido à ambigüidade da posição agnóstica tradicional, o termo "agnóstico" tem sido empregado numa variedade de modos. É comumente usada para designar alguém que se recusa a afirmar ou negar a existência de um Deus, e devido ao ateísmo estar freqüentemente associado à categórica negação do teísmo, o agnosticismo é oferecido como uma terceira alternativa.

Aqui está uma típica explicação, encontrada na Enciclopédia Católica:

Um agnóstico não é um ateu. Um ateu nega existência de Deus; um agnóstico professa a ignorância sobre Sua existência. Para este último, Deus pode existir, mas a razão não pode comprová-lo nem contestá-lo.
Perceba que o agnosticismo emerge como uma terceira alternativa apenas se o ateísmo for estreitamente definido como a negação do teísmo. Nós vimos, entretanto, que o ateísmo, em seu sentido mais amplo, refere-se basicamente à ausência de crença em Deus, não necessariamente à negação de Deus. Qualquer pessoa que não acredita em Deus, por qualquer motivo, carece de crença teística e, portanto, qualifica-se como uma ateísta.

Enquanto o agnóstico da variedade Huxley pode se negar a afirmar se o teísmo é verdadeiro ou falso - "suspendendo", assim, seu julgamento -, ele não acredita na existência de um Deus (se acreditasse, seria um teísta). Já que este agnóstico não aceita a existência de um Deus como verdadeira, ele está ausente de crença teística, ele é ateístico - e o agnosticismo de Huxley emerge como uma forma de ateísmo.

Assim, como previamente indicado, agnosticismo não é uma posição independente ou um meio-termo entre teísmo e ateísmo, pois classifica de acordo com um critério diferente. Teísmo e ateísmo separam aqueles que acreditam num Deus daqueles que não acreditam. O agnosticismo separa aqueles que acreditam que a razão não pode penetrar o reino do sobrenatural daqueles que defendem a capacidade da razão de afirmar ou negar a veracidade da crença teística.

O agnóstico teísta encontra oposição não apenas dos ateus, mas também dos outros teístas que crêem que a natureza de Deus pode ser conhecida (pelo menos até certo grau) pela mente humana. Igualmente, o agnóstico ateu encontra oposição dos outros ateus, que se recusam a aceitar a possibilidade teórica da existência sobrenatural, ou que argumentam que a razão pode eficientemente demonstrar a falsidade ou a incoerência do teísmo.

As posições agnósticas foram duramente criticadas pelos crentes e descrentes; iremos examinar as objeções ao agnosticismo posteriormente.

Nosso objetivo aqui é elucidar a relação do agnosticismo com o teísmo e o ateísmo para que se possa evitar mal-entendidos futuros. O agnosticismo é comumente usado como um refúgio àqueles que desejam escapar do estigma do ateísmo, e sua vagueza ganhou um status de uma forma intelectualmente respeitável de dissidência religiosa. Em muitos casos, entretanto, o termo "agnóstico" é mal utilizado.

O agnosticismo é uma posição filosófica legítima (apesar de que, em minha opinião, está equivocada), mas não é uma terceira alternativa ou um meio-termo entre teísmo e ateísmo. Em vez disso, é uma variante ou do teísmo ou do ateísmo. O autoproclamado agnóstico ainda precisa especificar se acredita ou não num Deus - e, ao fazê-lo, compromete-se com o teísmo ou compromete-se com o ateísmo. Mas compromete-se a si próprio. O agnosticismo não é a escapatória que comumente se pensa ser.

http://www.castro.to/magovlad/artigos/art_agnosticismo.html

quarta-feira, janeiro 22, 2014

ERVAS AFRODISÍACAS?







Tudo sobre ervas afrodisíacas: as especiarias afrodisíacas.
Alimentos Afrodisíacos

 Chás AfrodisíacosO termo afrodisíaco data ao menos 5.000 anos. Segundo o Dicionário dos Afrodisíacos de H. E. Wedeck, o termo afrodisíaco deriva do mito de Afrodite, a deusa grega do amor, a mesma teria saído do mar dentro de uma concha de ostra. Os alimentos afrodisíacos, não são certamente uma invenção moderna. A sua origem remonta a antiguidade, da cultura egípcia, grega e romana. Os chamados afrodisíacos seguros, como as bananas, os espargos e as cenouras, cuja forma é semelhante ao órgão sexual, são consumidos por alguns para melhorar o desejo sexual.

Outros consomem partes de animais aclamados como potentes afrodisíacos. A consumação de tais partes de animais pode resultar desagradável para algumas pessoas, enquanto outras em vez, desejam provar alguns particulares ingredientes
afrodisíacos propício a melhorar o prazer sexual.

Ervas Afrodisíacas

Cravo
É um dos mais potentes afrodisíacos naturais. Além disso, é muito eficaz para combater o cansaço mental, como também a perda de memória.

Coentro
As suas sementes secas tem efeitos eufóricos, especialmente nas mulheres. É utilizado em infusões com vinho. Todavia se recomenda aos homens para não abusarem desta substância, pois neles, pode causar efeitos opostos.

Jasmim
Essa deliciosa flor é cultivada no mundo inteiro, mas é principalmente o jasmim espanhol a ser utilizado para aromatizar licores. Atenção: as sementes de jasmim são venenosas.

Ginger
É utilizado em bebidas destinadas a despertar a sensibilidade. Ingerido com moderação, causa ímpeto salutar; em dose excessiva, irrita o intestino.

Almíscar
Se trata de uma substância escura de odor muito ativo, extraida de uma glândula sito sob a pele do abdome dos cervos jovens que vivem no sudeste asiático. A respeito das suas origens não certamente apetitosas, é considerada uma panacéia para tratar epilepsia, coqueluche, febre tifóide e pulmonite. Além disso, é apreciada pelas suas virtudes afrodisíacas. É reduzido em pó e parcimoniosamente espalhado sobre a comida (causa vertigens se usado em excesso).

Noz-moscada
Não particularmente eficaz para as mulheres, mas para os homens tem a reputação de ser a melhor aliada. Provém da ilha de Banda, na Indonésia.

Orégano
Em infusão é um bom agente excitante.

Pimenta de Cayenna
Contém uma grande quantidade de vitamina C. É também um agente excitante que estimula a circulação. O pequeno chili vermelho ou verde mexicano, possui as mesmas qualidades.

Rábano
Sua polpa tem propriedade afrodisíaca.

Aipo
O aipo contém as vitaminas A, B, C, P e minerais. É excelente para os músculos e ajuda a liquefação do sangue; também serve para reduzir o nível de colesterol e ajuda a manter as artérias limpas. Os antigos Romanos dedicavam o aipo ao deus Plutão, deus do sexo e do inferno.

Mostarda
Estimula a ação das glândulas sexuais. Existem três qualidades de mostarda: preta, branca e amarela, proveniente da Índia. A mostarda conheceu um notável sucesso na Idade Média.

Tomilho
Erva que fornece óleo de poder anti-séptico. Da mesma erva igualmente se obtêm um tônico nervoso com efeitos afrodisíacos. É ainda um bom purificador para o corpo.

Baunilha
Possui efeitos eufóricos e pode ser consumida a vontade. Combate a astenia sexual, agindo no sistema nervoso central e, por meio do seu odor, age indiretamente como estimulante sexual.

Açafrão
Possui propriedades estimulantes das zonas eróticas. Os estudos têm provado que ha efeitos similares aqueles dos hormônios. Atenção ao seu consumo: doses excessivas provocam risadas incontroláveis.

http://www.chaafrodisiacos.com/ervas-afrodisiacas.html

Top 10 Elementos Afrodisíacos

1. Temperos

Muitas pessoas já tentaram de alguma forma usar elementos afrodisíacos, os homens principalmente sempre estão buscando uma maneira de aumentar seu desempenho sexual.
Não estamos falando de Viagra ou Cialis, estamos falando de afrodisíacos de verdade.
Pode ser uma droga, comida, bebida, perfume ou mesmo dispositivos que alguns dizem que pode melhorar o impulso sexual ou o desejo.
Simples assim: os afrodisíacos são coisas que melhoram o desempenho sexual.
Alimentos picantes como pimenta e curry podem ter resultados afrodisíacos apreciáveis, muitas vezes usados podem lembrar o ato sexual por esquentar o corpo, aumentar o batimento cardíaco e em seguida fazer você transpirar.

2. Ostras

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Está surpreso? Muitas pessoas sabem que as ostras auxiliam como afrodisíaco natural do sexo, mas muitos não tem absulutamente a idéia porque isso acontece. As Ostras têm números elevados de zinco e selênio, e são estes dois minerais que tornam a ostra um alimento afrodisíaco. O primeiro é importante para a produção de esperma e para a saúde de sêmen (cada ejaculação contém, aproximadamente, 5 mg de zinco); o selênio melhora o desempenho sexual e a fertilidade.

3. Wasabi

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Algumas pessoas acham que o sushi é que é o alimento afrodisíaco, mas na verdade não é. A Wasabi pode tirar lágrimas de quem exagera no consumo. Agora que já sabe que ela tem outro efeito, não jogue fora aquele restinho, aproveite para usar depois em casa, por exemplo: depois do restaurante, experimente mostrar para sua patroa seu verdadeiro ‘Wasssssabi’. rs

4. Caviar

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Sim, meus queridos leitores, ovas de peixe! Isso não significa que você tem que comprar o melhor caviar para sair quente por aí, vá com calma. De fato o Caviar contêm cargas de vitaminas benéficas. Eles são ricos em fósforo e extremamente nutritivo para as células do nervo.
Seus evidentes poderes afrodisíacos também são reforçados por vodka.
Se beber, vá de taxi.

5. Ginseng

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Ginseng significa erva-humana pela sua forma semelhante à de uma figura humana. Ela demora cerca de quatro a seis anos para atingir sua maturidade. É utilizado como recurso tradicional para aumentar a capacidade produtiva do esperma e por facilitar a ereção masculina. Parece que também aumenta a libido feminina. Você pode tomar comprimidos preparados com este componente. Antes de tomar qualquer decisão, procure um médico para não exagerar e passar mal.

6. Yohimbine

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Yohimbine é extraída da casca de uma árvore grande Africana e é um estimulante dos centros nervosos perto da espinha que controlam a ereção masculina.
Os cientistas descobriram o resultado em vários tipos de animais, ainda não há qualquer prova científica que trabalhe também em seres humanos. Mas um bom número de homens juram que o desempenho é melhor.
A Yohimbine é um alcalóide com efeitos estimulantes e afrodisíacas encontrado naturalmente em Pausinystalia yohimbe (Yohimbe). Ela também é encontrada naturalmente na África, juntamente com vários outros alcalóides activos. A Yohimbine tem sido usada tanto como um suplemento sem receita, como dieta em forma de extrato de ervas e remédios em forma pura.
A ioimbina foi recentemente associada como um remédio para diabetes.

7. Spanish fly

10afrodiziacos007 Top 10 Elementos Afrodisíacos
Leia com atenção até o final.
Acredito que a maioria deve estar achando que é nojento. Pois é, este inseto que tem o nome de Spanish fly(voador espanhol), ele promete nos levar as alturas sexualmente falando. É um besouro verde brilhante como pode ser visto na foto, muito conhecido pelo sul da Europa.
Acredita-se ser um dos mais poderosos e potencialmente perigosos afrodisíacos no mercado.
Aparentemente, a excitação sexual começa a partir da infectação urinária e resulta na irrigação do sangue para o pênis.
Eu não tentaria chegar ao ápice sexual desta maneira, prefiro usar meus métodos e outros aqui citados.

8. Baunilha

10afrodiziacos008 Top 10 Elementos Afrodisíacos
Opa, algo me diz que agora estamos ficando felizes com tal notícia, finalmente algo doce e acolhedor. A baunilha tem um efeito eufórico razoalvelmente forte e o uso frequentemente em vão. Seu consumo pode combater a falta da libido(apetite sexual) e melhorar os centros nervosos. Seu cheiro age discretamente estimulando homens e mulheres.
Experimente usar a baunilha em forma de essência, uma boa pedida é no banho, use três gotinhas. Se você exagerar, terá o efeito contrário, pois o cheiro em demasia fica enjoativo.

9. Patchouli

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Outra vez vamos falar de um cheiro doce, só que agora de um contagiante, o Patchouli, ele serve para despertar e provocar a energia sexual.
Você pode comprar em forma de esseência e incenso.
Aconselho comprar quando você estiver bem apaixonado, que tal um pouco de música sensual?
Seja sempre criativo.

10. Musk

10afrodiziacos010 Top 10 Elementos Afrodisíacos
Segundo muitos especialistas, o musk muito se assemelha ao cheiro dos feromônios masculinos, o hormônio sexual.
Portanto, antes dela chegar em casa, você pode borrifar o musk e preencher o lugar com o cheiro ‘de homem’.
Isso não quer dizer que você, homem, começará a gostar de homem, apenas estará agradando mais às mulheres.

sábado, janeiro 04, 2014

Fator Tempo




Por que temos a sensação de que o tempo está passando de forma mais acelerada?




Hoje vou falar de um tema que muitas pessoas me perguntam, e que eu também tenho muita curiosidade.  A questão foi colocada no título deste artigo: por que temos a sensação de que o tempo está passando de forma mais acelerada? Será porque nos dias de hoje temos mais compromissos, ou perdemos mais tempo nos deslocando, ou mesmo algum fenômeno físico pelo qual o planeta esteja passando? Claro que eu, como física, sempre fiquei muito intrigada com esta questão também.  É importante ressaltar que de modo algum existe uma pretenção minha de colocar alguma resposta conclusiva para um tema obviamente tão complexo. A intenção deste artigo é abrir a discussão, trazer reflexões e fazer alguns links sobre teorias da física moderna e alguns fatores da nossa vida diária.

Sabemos pela Teoria da Relatividade de Einstein que o tempo passa de forma diferente para diferentes observadores, que estejam em diferentes referenciais (veja o post “O Paradoxo dos Gêmeos” http://www.sabedoriaquantica.blogspot.com.br/2012/08/o-paradoxo-dos-gemeos-o-tempo-dilata.html), mas neste caso o próprio observador não percebe que seu tempo está passando de forma acelerada ou desacelerada, para ele está tudo normal. Só percebemos esta diferença na passagem do tempo de duas pessoas em referenciais diferentes, quando fazemos a comparação entre elas. Então não seria o nosso caso, pois nós mesmos temos a sensação do tempo acelerado, o que não condiz com a Relatividade.

Nestes últimos dias, lendo sobre a questão dos alimentos que consumimos me veio um grande insight. Os animais que comemos, o frango, por exemplo, toma remédio para crescer mais rápido e ser abatido mais cedo. Em relação às frutas, a banana, por exemplo, é colocada em quartos específicos, com condições especiais, para que amadureça mais rápido, o leite que tomamos, vem de vacas que são intoxicadas com hormônios para que seu organismo acredite que elas estão prenhas e produzam leite em maior quantidade, ou seja, praticamente tudo o que ingerimos passa por processos de aceleração. Nada mais é respeitado pelo seu tempo natural de amadurecimento e crescimento. Tudo isso para que os alimentos possam ser vendidos mais rápido e o lucro maior... (fico realmente triste de ver como usamos os conhecimentos da ciência e da tecnologia de forma estúpida...)

Na física temos um pilar fundamental, que direta ou indiretamente, é a base da maioria dos modelos científicos, que é a conservação da energia. Mas temos também, apesar de menos conhecido pelo público leigo, um outro pilar tão importante e abrangente quanto, que é a conservação da informação.

(um pouquinho de física para nos fundamentar) O físico John Wheeler  sugeria que as coisas – matéria e radiação – deveriam ser vistas como secundárias, como veículos de uma entidade mais abstrata e fundamental: a informação.

Segundo a sua visão o nosso Universo deriva de um ingrediente fundamental, a informação, e evolui de acordo com regras fundamentais – as leis da física. Baseado também neste princípio da conservação da informação o físico Leonard Susskind, após aproximadamente uma década de discussão com Stephen Hawking, chegou a teoria do Universo Holográfico, ou seja, nosso Universo nada mais seria que a projeção de uma informação que está contida em dimensões menores.

Mas voltando a questão em debate, o que tem a ver os alimentos que estamos ingerindo com a sensação do tempo estar passando mais rápido? Bem, como vimos de acordo com o Princípio da Conservação da Informação, esta nunca se perde. Quando ingerimos um alimento, estamos armazenando em nosso corpo não apenas a parte nutricional deste alimento mas também a informação que está contida nele.  Ao nos alimentarmos deste modo, estamos colocando pra dentro de nosso próprio sistema biológico esta informação de aceleração.  Isto pode contribuir para que passemos nós mesmos a ter esta experiência da aceleração tb, pois esta informação estava contida nos alimentos ingeridos. Como coloquei no início deste texto, não que isso seja o dado fundamental para esta nossa sensação atual, de que as horas escorrem por entre nossos dedos, mas com certeza pode ser um fator de relevância.

referências:

Brian Greene - A Realidade Oculta - Universos Paralelos e as Leis Profundas do Cosmo
Blog do Dr Victor Sorrentino http://www.blogdodrvictorsorrentino.com/



http://sabedoriaquantica.blogspot.com.br/2013/09/por-que-temos-sensacao-de-que-o-tempo.html
Imagem do google

domingo, dezembro 01, 2013

No leito de morte pacientes terminais





Parece muito simples (simplista, simplório) e óbvio. E é mesmo. Tão óbvio como a morte.  No entanto, a gente vive esnobando e fingindo que não ... Só que é.    
 
Enfermeira revela os 5 maiores arrependimentos das pessoas em seus leitos de morte
 
Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Algumas experiências incrivelmente especiais foram compartilhadas. Eu estava com eles nos últimas três a doze semanas de suas vidas. As pessoas crescem muito quando eles são confrontados com a sua própria mortalidade.
 
Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o seu crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado, negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, finalmente, aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes deles partirem, cada um deles.
 
Quando questionados sobre algum arrependimento que tiveram ou qualquer coisa que faria diferente, temas comuns vieram à tona. Aqui estão os cinco mais comuns:
 
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim.
Este foi o arrependimento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinha honrado nem metade dos seus sonhos e morreram sabendo que foi devido às escolhas que fizeram, ou não fizeram.
 
É muito importante tentar e honrar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que muitos poucos percebem, até que já não a tem.
 
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro.
Isto veio de cada paciente do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo dos parceiros. As mulheres também falaram sobre esse arrependimento. Mas, como a maioria era de uma geração mais velha, muitas das pacientes do sexo feminino não tinham sido as pessoas que sustentavam a casa. Todos os homens que acompanhei lamentaram profundamente gastar tanto de suas vidas na esteira de uma existência de trabalho.
 
Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não precisar da renda que você acha que precisa. E criando mais tempo livre em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, aquelas mais adequados ao seu novo estilo de vida.
 
3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, eles se estabeleceram por uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de se tornar. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que carregavam, como resultado disso.
 
Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam, inicialmente, reagir quando você mudar a maneira que você está falando com honestidade, no final isso erguerá a relação à um nível totalmente novo e saudável. Ou isso ou ele libera o relacionamento doentio de sua vida. De qualquer maneira, você ganha.
 
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.
Muitas vezes eles não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até estarem em seu leito de morte, e nem sempre foi possível reencontrá-los nestes últimos momentos. Muitos haviam se tornado tão envolvido em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro escapar nos últimos anos. Havia muitos arrependimentos profundos sobre não dar às amizades, o tempo e esforço que mereciam. Todo mundo sente falta de seus amigos quando estão morrendo.
 
É comum à qualquer um com um estilo de vida agitado, deixar amizades escorregarem, mas quando você se depara com a sua morte se aproximando, os detalhes físicos da vida caem. As pessoas querem colocar suas finanças em ordem, se possível. Mas não é dinheiro ou status que tem a verdadeira importância para eles. Eles querem arrumar as coisas para o benefício daqueles à quem amam. Normalmente, porém, eles estão muito doentes e cansados de gerir esta tarefa. E tudo se resume ao amor e relacionamentos no final. Isso é tudo o que resta nas semanas finais, amor e relacionamentos.
 
5. Eu gostaria que eu tivesse me deixado ser feliz.
Este é surpreendentemente comum. Muitos não percebem, até o fim de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” da familiaridade transbordou em suas emoções, bem como as suas vidas físicas. O medo da mudança os fazia fingir para os outros e para si mesmos, que estavam satisfeitos. Quando lá no fundo, eles ansiavam em rir e serem bobos em sua vida novamente. Quando você está no seu leito de morte, o que os outros pensam de você é muito diferente do que está em sua mente. Como é maravilhoso ser capaz de relaxar e sorrir novamente, muito antes de você estar morrendo.
 
A vida é uma escolha. É a sua vida. Escolha conscientemente, escolha sabiamente, escolha honestamente. Escolha a felicidade.
 
Bronnie Ware, enfermeira que durante anos cuidou de pacientes no leito de morte, escreveu o livro “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing”, que, como o título diz, trata dos cinco arrependimentos mais comuns manifestados pelas pessoas antes de morrerem. 

http://jornalggn.com.br/noticia/os-5-maiores-arrependimentos-das-pessoas-em-seus-leitos-de-morte

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)