Herbário Póetico

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segunda-feira, março 14, 2011

A insustentável leveza do ser


Você já imaginou a dificuldade enfrentada pelo Ser, seu Eu superior, para se manifestar nesta dimensão física? Você consegue compreender o desafio que é tentar realizar uma missão ou cumprir um plano traçado com os recursos extremamente limitados que o Ser dispõe aqui? Este post vem abrir um pouco sua mente sobre esse aspecto tão negligenciado por nós mas que é de considerável importância.

O nascer e o morrer

Para o ser humano médio, adormecido e perdido no mundo físico, o nascimento é uma celebração, tradicionalmente comemorada todos os anos da vida do indivíduo. Enquanto a morte é encarada com extremo pavor e vista como o fim da linha, a maldita sina humana a que, mais cedo ou mais tarde, todos têm que sofrer. Você que acompanha esse blog já sabe do tremendo engano que é lidar com a morte da forma que a humanidade lida hoje. Mas, alguma vez você já imaginou como o Ser, seu verdadeiro Eu encara essa dualidade nascimento/morte?
Sob a ótica do Ser, de certa forma as coisas se invertem; o nascimento é encarado pelos seus pares e por ele mesmo como um sacrifício a se fazer a fim de se atingir um objetivo. Nascer é como o morrer para o Ser livre, pleno e em unidade com tudo o que é. Mas como assim? Alguém perguntaria. Ora, tente entender com os olhos do Ser o que o nascimento neste mundo representa. Nascer significa esquecer-se de quem é, perder a comunhão com a Fonte, afastar-se dos seus pares e do ambiente o qual se vive, perder a liberdade de ação e estar confinado em um veículo limitado, fraco e imperfeito. E ainda comemora-se todo ano este momento “sublime”.
Em contrapartida, a morte é um momento de extrema alegria, paz e regozijo. Existe farto numero de relatos sobre casos de quase morte onde as pessoas sempre dizem ter sentido uma tremenda paz e alegria. Isto é sintomático a respeito do que estou falando. O Ser, ao se livrar do veículo físico, tem a possibilidade de recobrar a consciência, libertar-se do mundo pesado que é o físico e “retornar para casa“ e para o convívio dos seus, que o recebem com extrema alegria. Digo tem a possibilidade pois na maioria das vezes não é isso que acontece, a situação degradante da humanidade é tal, que ao morrer o Ser se livra do corpo de carne, mas permanece com o corpo emocional, também conhecido como corpo astral ou períspirito, aquela parte do veículo que se identifica com a mente e leva para o outro lado todas as “mazelas” emocionais do veículo. Já falamos sobre isso aqui.
Pode parecer que eu estou sendo um tanto quanto sombrio e pessimista, mas, infelizmente, esta é a verdade. Quantas e quantas pessoas, depois de uma noite desfrutando um pouco da dimensão astral, ao chegar o momento de acordar de manhã e voltar para suas vidas, sente um desânimo e uma vontade de não voltar à prisão dimensional? Você se assustaria com a quantidade de pessoas que estão nessa situação. O único motivo que as faz ter forças de voltar ao corpo e levantar de manhã é sua missão, seu objetivo almejado para essa vida.

Carro desgovernado

Além do fato de ter que suportar a prisão dimensional, a esmagadora maioria dos Seres tem que aguentar um veículo (corpo/mente) rebelde e desgovernado. Meu Ser me contou o quanto é desgastante você lidar com um veículo que tem vontade própria e é surdo para com seu “condutor”. Deixe-me fazer uma analogia para que você possa entender o suplício que o Ser tem que enfrentar durante sua passagem por aqui:
Imagine que você seja o Ser, o Eu superior pronto para uma jornada no planeta Terra e que um carro de passeio seja o seu veículo de manifestação no físico. Agora, sua missão é entrar no seu veículo e ir ao aeroporto para pegar um parente seu que vem o visitar. Parece uma missão bem simples não é verdade? Mas e se ao sair da garagem, você percebesse que o volante do carro é extremamente duro e pesado de se manobrar e que, de vez em quando, ele vira sozinho e entra numa rua completamente fora de sua rota? Que quanto mais você tente corrigir a rota, mais o carro se rebela e entra num desvio? Será que você algum dia conseguiria chegar ao aeroporto? Talvez um milagre o ajudasse.
Entende agora o quanto é desanimador para o Ser ter que “aturar” o veículo (Corpo/Mente)? A sorte é que nosso Ser é paciente, ele sabe que aquele veículo pode um dia, talvez, acordar, sair da rebelião e voltar aos trilhos... e se ele não amansar, nada como outra tentativa com um veículo novinho lá na frente. O Ser não tem pressa, ele tem a eternidade toda pela frente, ou melhor, ele não se preocupa com o tempo pois sabe que este é uma ilusão útil apenas ao veículo.

Adaptação difícil

Um dos momentos mais críticos para o Ser em sua jornada no físico são os primeiros anos de vida. Neste período o Ser está extremamente limitado em suas ações, está confinado em um corpo diminuto e tem que aprender as particularidades daqui; comer, falar, pensar... tudo é novidade e difícil de se fazer. A infância é uma das particularidades deste planeta e também um dos grandes entraves na jornada do Ser. Pois esse é um momento onde o veículo está mais fragilizado e suscetível às investidas do sistema e o Ser não tem muito poder de atuação ainda. Quando a Terra ascender da condição de prisão em que se encontra, a infância será uma das coisas que desaparecerá também. Não que a infância seja algo negativo, de forma alguma, ela é extremamente útil em um mundo sem amor como o nosso. A condição frágil, meiga e dependente da criança ajuda a criar o vinculo amoroso entre ela e os pais visto que na maioria das vezes, neste planeta, laços de sangue significam carma, resgate, culpa, remorso. Em outros planetas esse tipo de vinculo não existe, o amor incondicional é incompatível com os laços familiares. O Ser manifesta seu amor a todos sem distinção ou preferências. No nosso planeta isso é ainda uma utopia.

No despertar, a paz

Quando a pessoa desperta do sono de Maya, as coisas se tornam muito mais fáceis para o Ser. Todo o problema com o “carro desgovernado” começa a desaparecer e o Ser pode cumprir seus objetivos com mais facilidade. Por isso é tão importante que você desperte, quanto mais pessoas despertarem, melhor, é o efeito do 101º macaco. Com o despertar, inevitavelmente vem a paz e a serenidade de que este planeta tanto carece. Sem o movimento de resistência do veículo, mente e espírito podem andar juntos e a existência neste plano passa a ser uma jornada bastante interessante.

O fim do Medo

A primeira coisa que vai embora quando se está desperto é o Medo, uma vez que a raiz primeira do medo é a morte. Com o Ser em constante comunhão com o veículo, o medo da morte perde o sentido e todas as outras formas de medo tendem a se esvair no mar do esquecimento. Sem medo, o Ser pode se expressar plenamente e a liberdade pode ser experimentada novamente, em menor escala, é claro, mas o desperto efetivamente torna-se inabalável. Que coisa pode ameaçar alguém sem medo? A morte, a fome, o futuro? Com a consciência da imortalidade, nada pode atingir o desperto! Com esse grau de liberdade, você deixa de gastar a vida procurando meios para se proteger (Emprego estável, aposentadoria, acumulo de riquezas...) e passa a focar no que realmente importa e para o que você veio fazer aqui. É assim que o carro deixa de ser desgovernado e o Ser fica pronto para cumprir seu objetivo.

Um abraço.
de Ser para Ser.
Fonte de texto e Imagem
http://aquelequebuscaverdade.blogspot.com/

domingo, março 06, 2011

Logunan – O Trono Feminino da Fé


Logunan / Oyá-Tempo, Éos, Moiras, Andrômeda, Horas, Nornes, Rodjenice, Tara, Nut, Shait, Arianhod, Aya, Tamar, Mora, Menat, Tanith, Nicnevin, Comentário.

Oyá-Tempo — Divindade de Umbanda, é o Trono Feminino da Fé, absorve a fé em desequilíbrio, de forma ativa, reconduzindo o ser a caminho de seu equilíbrio. Cósmica, pune quem dá mau uso ou se aproveita desta qualidade divina com más intenções.

Fator cristalizador e temporal é o próprio espaço-tempo onde tudo se manifesta. Lembrando que nossa relação de espaço-tempo depende totalmente da movimentação dos astros no espaço, da onde vêm conceitos como dia e noite juntamente com nosso senso cronológico. Dizemos que é uma divindade atemporal, pois é em si o próprio tempo não estando sujeita a ele, mas regendo seu sincronismo.

Elemento cristalino. Religiosamente goza de posição de destaque, pois rege a própria religiosidade no ser.

Sua cor é o branco e o preto, que é a presença de todas as cores ou a ausência de todas (em seu aspecto de absorção e esgotamento da religiosidade desvirtuada e dos excessos cometidos em nome da fé). Simbolizada pela espiral do tempo, se manifesta em todos os locais, assim como Oxalá com o qual faz um par nesta linha da fé. Cor: Branco e preto ou fumê. Pedra: Quartzo fumê rutilado.

Éos — Divindade grega, conhecida entre os romanos como Aurora, filha de Hipérion com Teia. Irmã de Hélio (o Sol) e Selene (a Lua). Era sua tarefa abrir todas as manhãs os portões do céu para deixar sair a carruagem do Sol. Teve muitas uniões e muitos filhos, entre os quais podemos citar os Ventos e os Astros.

Moiras — Divindades gregas, conhecidas como Parcas entre os romanos. São três irmãs, responsáveis pelo tempo e por tecer os fios de nosso destino. Aparecem humanizadas como anciãs encantadas. Seus nomes são Lachesis, Cloto e Átropos. Filhas de Nyx, a Noite, são elas que tecem os fios de nossa vida e destino. Cloto, “a tecelã”, tecia o fio da vida; Lachesis, “a medidora”, media o comprimento certo de cada fio, e Átropos, “a inevitável”, o cortava com sua ­tesoura.

Andrômeda — Divindade grega das estrelas e planetas, vista como sendo a própria constelação que leva o seu nome.

Horas — Divindades gregas, originariamente a palavra Hora era utilizada para determinar as estações do ano que se dividia apenas em três, Primavera, Verão e Inverno. São filhas de Zeus e Têmis, Eunomia (a Boa Ordem), Dicéa (a Justiça) e Irene (a Paz). Quando surge o conceito de Outono e Solstício de Inverno, duas novas horas aparecem na mitologia, Carpo e Talate, guardiãs dos frutos e flores. Quando os gregos dividiram os dias em 12 partes iguais, os poetas identificaram 12 horas, chamadas “As 12 Irmãs”. Contando-se primavera, verão, outono e inverno as horas aparecem com idades diferentes, nesta ordem, da jovem e ingênua adolescente até a madura e sábia anciã.

Nornes — Divindades nórdicas do tempo e do destino se dividem em Urdhr, a avó anciã (passado), Verdanti, a mãe matrona (presente) e Skuld, a jovem (futuro).

Rodjenice — Divindades eslavas do destino, eram três mulheres que teciam os fios da vida assim como as parcas gregas e nornes nórdicas, eram oferecidas a elas as primeiras porções de comida das comemorações batismais, assim como a placenta do bebê, enterrada ao lado de uma árvore. Eram conhecidas por Rodjenice, Sudnice e Sudjenice ou Fatit, Ore e Urme.

Tara — Divindade hindu, regente do céu e das estrelas, senhora do tempo.

Nut — Divindade egípcia, Divindade do céu, seu corpo forma a abóboda celeste, aparece curvada como um arco sobre a Terra. Nut é o próprio céu, o espaço onde tudo acontece. Representada por uma vaca, também tem a função de recolher os mortos em seu império.

Shait — Divindade egípcia do destino, acompanhava toda a encarnação de cada um anotando seus vícios e virtudes. Ela é quem dava a sentença final após a alma passar pela balança de Maat.

Arianrhod — Divindade celta, guardiã da “roda de prata” que circunda as estrelas, símbolo do tempo e do carma. Deusa da reencarnação tem como símbolo a própria espiral do tempo.

Divindade dos ancestrais celtas vive em sua própria dimensão com suas sacerdotisas. Decide o destino dos mortos levando-os para sua morada ou para a Lua. Aparece no Mabinogion, uma coleção de relatos escritos entre o século XI e XIII d.C., como filha de Don e mãe dos gêmeos Lleu Llow Gyffes e Dylan.

Aya — Divindade babilônica, “Aurora”, esposa do deus-sol babilônico Shamash.

Tamar — Antiga Divindade russa, do tempo, que habitava no céu, de onde regia as estações do ano. Aparece como a virgem que viaja pelo céu montada em uma serpente dourada. Tamar é quem aprisionava o Senhor dos ventos no Verão para soltar no Inverno, para que trouxesse a neve.

Mora — Divindade eslava do tempo e do destino. Aparece como divindade branca e alta para dar a vida, e como negra, olhos de serpente e patas de cavalo para ceifar a vida.

Menat — Antiga Divindade árabe que teve seu culto abolido por Maomé e o Islã. Essa divindade representa a força do destino, senhora do tempo e da morte, aparece sob a forma de anciã.

Tanith — Divindade cartaginense, regente do céu. Aparece com asas tendo o Zodíaco a lhe envolver a cabeça. Usa um vestido repleto de estrelas trazendo em suas mãos o Sol e a Lua.

Nicnevin — Divindade escocesa que rodopia o céu durante a noite para conduzir as almas em sua passagem.

Comentário: O Trono Feminino da Fé, Oyá-Tempo, encontrado em várias culturas, nos mostra uma divindade que, não estando sujeita ao tempo, torna-se atemporal. Passa a regular tudo o que se refere a estações do ano e clima, também mostrando-se presente como o espaço onde tudo acontece, a abóbada celeste, pois a relação espaço-tempo também depende dela. Na Umbanda, pode ser sincretizada com Santa Clara, sempre evocada para resolver as questões relacionadas ao clima e ao tempo, pela maioria das pessoas.
escrito: Por Alexandre Cumino

Fonte: Deus, Deuses, Divindades e Anjos. Alexandre Cumino. Editora Madras www.madras.com.br
2ª fonte:
http://temploumbandistaestreladourada.blogspot.com/

quarta-feira, março 02, 2011

ORAÇÃO À MÃE UNIVERSAL


ORAÇÃO À MÃE UNIVERSAL

Nós Te Saudamos
Ó mãe Universal
Plena é Tua Graça
A Unidade está em Ti
Sagrada Energia Feminina
Gestas em Ti a Nova Humanidade

Ó Suprema Mãe Universal
Intercede por nós
Seres da superfície da Terra
Para que possamos consagrar-nos
Como dignos filhos de Deus
Na fé, na luz
Na paz, na proteção
Na cura, na unidade
No amor, no perdão
Na reconciliação
Na caridade,
Na humildade
E na transmutação agora
E no momento
Da nossa total
E definitiva entrega
Ao Pai Criador
AMÉM.

ACEITANDO CADA UM COMO É


Amados Seres de Luz!

Bem-vindo seja a Luz que trago a todos, pois ela vem preenchida de muito Amor.

Esse canal em sua meditação de hoje me colocou o desejo de falar sobre “aceitar cada um como é”.

O tema é um dos grandes conflitos da humanidade.






Poderia iniciar essa nossa conversa relembrando vocês de que, todos são irmãos conforme o nosso Pai nos ensinou ao dizer: amai-vos uns aos outros como Eu vós tenho amado.

Mas, vocês ainda não entenderam o grande significado de olhar seu semelhante como igual a ti.

Foram ensinados que apenas a sua família carnal é sua verdadeira família e que, portanto, os outros são estranhos, desconhecidos.

Meus queridos Seres, Todos fazem parte do Grande Tear Divino e como seria maravilhoso se estendessem suas mãos e formassem uma enorme corrente de Luz.

Parte do desejo de Deus é exatamente esse, que Todos se reconheçam como Filhos de Deus, e, portanto, como Irmãos. E esse desejo se cumprirá no momento devido.

Parece uma utopia para alguns vendo o mundo com os olhos físicos, entretanto, o Poder de Deus é Ilimitado e Ele é capaz de promover todas as transformações necessárias dentro de cada um de vocês.

Quando falo sobre “Aceitar cada um como é” estou querendo relembrá-los de que são únicos em sua vivência terrena.

Ninguém é igual a ninguém.

Todos carregam dentro de si, sentimentos, histórias únicas vividas em outras vidas.

Mas, por efeito do esquecimento necessário a todos vocês, muitos não se recordam, nem entendem quando dizemos que SOMOS TODOS UM.

Se vocês atentassem para o fato que mesmo dentro de suas famílias carnais, não são iguais, despertariam para o que vos falo.

E de onde vem essa dificuldade que vocês têm em “aceitar” as pessoas do jeito que são?

Vem de encontros que tiveram e que não se lembram. Vem de resgates que necessitam fazer e que para isso e por isso, pedistes uma nova chance junto a esses seres.

Quando você olha cada ser com Amor, Sem Julgamento, Sem Críticas, esta aceitando como ele é, e também aceitando a você como você é, pois o julgamento, a crítica, as crenças estão dentro de vocês.

Entendam que Todos estão em suas jornadas de evolução e que em alguns momentos irão tropeçar, cair, falhar, irão te magoar.

Mas em outros, e com sua ajuda de não os julgá-los, irão acertar, aprenderão a amar, a doar, a compartilhar, a pedir perdão, a perdoar.

Todos irão encontrar a Luz de Deus.

Vocês desejam que as pessoas os entendam, os amem, os perdoem, os ajudem, então dê o primeiro passo começando isso em você.

Entenda seu semelhante, ame, perdoe, ajude e receberá o retorno dessas suas ações, através de bênçãos de Deus e de todos aqueles que você praticar um ato de amor.

Não queira que as pessoas sejam como você deseja.

Se quiser que alguém mude seja você o exemplo.

Se desejar ser amada, doe amor!

Se desejar ser feliz, doe felicidade!

Deus colocou dentro de vocês a semente do Amor, que dá o retorno imediato de suas ações.

Quando você ajuda alguém é o primeiro a receber, sentindo-se feliz.

E doar não diminui nada em você, apenas engrandece seu coração, sua vida, sua Luz.

Quando faz uma ação que leva tristeza a alguém, também traz a ti esta mesma tristeza.

Tudo que precisam encontram-se dentro de vocês.

Só precisam pegar a semente certa.

Meus queridos, como Deus é maravilhoso, colocou um tesouro dentro de vocês, e a chave para abrir é o Amor!

Aceite cada um como é, e estará aceitando a ti, a sua essência divida.

O mundo precisa de Amor e se cada um abrir o seu Tesouro Interno ele se expandirá e a vontade de Deus se cumprirá.

Ame tudo ao seu redor, o céu lindo de todos os dias, os pássaros, o seu semelhante, aquele que esta reclamando da vida, aquele que esta triste, aquele que chora, aquele que te magoou, aquele que te julgou ou criticou.

Ame sempre, e isso se expandirá!

Deixo meu Imenso Amor por Todos.

EU SOU Metatron, O Senhor da Luz.


Mensagem de Metatron Canalizada por Sandra M. Luz

Fonte
http://palavrasdosmestres.blogspot.com/

domingo, fevereiro 27, 2011

Todos os Eu Superiores Estão Conectados



Todos os Eu Superiores Estão Conectados -
Arcanjo Miguel através de María Ruso
1º de fevereiro de 2011


Sinto a presença de um Ser de Luz, que envolve minha aura.
Peço proteção e ele me responde sem vacilar:

Eu Sou o Arcanjo Miguel, amada trabalhadora da luz, já conhece minha energia, não precisa chamar minhas legiões, que estão aqui junto a mim e junto a você, formando uma esfera de luz azul gigante, e isso é o que sempre faço para todos os seus irmãos também, que me invocam.

Vim para comunicar que o seu Eu Superior e o Eu Superior de todos os trabalhadores da luz estão conectados entre si.

Isto se fez possível através da última efusão de transmissão da luz Platina Azulada.

Estas partículas de luz penetram com a simples inalação e captação de oxigênio através da sua respiração, que seria melhor chamar de partículas de vida cósmica, para chegar à compreensão da linguagem que vocês humanos utilizam.

Temos enviado vibrações altíssimas para mudar a energia dos centros energéticos que vocês, como humanos, possuem e de todos os seres vivos do planeta para que possam elevar sua consciência, o que para alguns pode ser imperceptível, mas para os que estão trabalhando na luz, vocês percebem outra realidade.

Essa realidade é outra dimensão que lhes permite, através dos sentidos, captar energias mais sutis e mais refinadas.

Mas isto nós já tínhamos anunciado na época, e já conhecem; porém relaciona vocês com essa mudança que estão sentindo com seus corações e suas mentes, porque esta energia é de conexão.

Estarão sentindo com seus corações, e ao mesmo tempo pensando com suas mentes, com seu próprio ser interior para seu Ser Superior, e essa vibração altíssima se conecta com o Ser Superior de todos os trabalhadores da luz que estão vibrando nessa frequência.

Amada, você experimentou isto nestes últimos dias e não conseguia compreender com sua consciência de ser humano, porque se abriu à luz a conexão com outro ser de luz como você; os Eu Superiores se conectaram e vibraram nessa frequência; você foi uma observadora de tanta presença.

Os Eu Superiores são elevados e como mentes de luz se conectam.

Vocês estão descobrindo dimensões não exploradas que se abrem ao novo e descobrindo níveis de vibração cheios de conhecimento que aparecem em segundos.

É uma experiência única que nutre seu Ser que se expande cada vez mais para chegar a iluminar outras consciências.

Muito em breve, todos os trabalhadores da luz sentirão as mudanças, só precisam se conectar com seu Ser Superior e a energia fluirá até os outros e a conexão estará realizada.

Todos são abençoados e todos são amados.

Eu Sou o Arcanjo Miguel.


Fonte: http://escritores-canalizadores.blogspot.com
Tradução: SINTESE
http://blogsintese.blogspot.com
Respeite os créditos

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)