Herbário Póetico

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sábado, novembro 06, 2010

" SAÚDE - FITOTERAPIA - SABEDORIA MILENAR "


A palavra fitoterapia foi criada para designar tradições populares de tratamento, nas quais as plantas medicinais são usadas como medicamento. O uso terapêutico de plantas medicinais ficou restrito à abordagem leiga desde o salto tecnológico da indústria farmacêutica ocorrido nas décadas de 50 e 60.

As plantas medicinais têm sido um importante recurso terapêutico desde os primórdios da Antigüidade até nossos dias. No passado, representavam a principal arma terapêutica conhecida. Em todos os registros sobre médicos famosos da Antigüidade, tais como Hipócrates, Avicena e Paracelso, as plantas medicinais ocupavam lugar de destaque em sua prática.

O reino vegetal, além de ser o maior laboratório de moléculas orgânicas conhecido, é um poderoso laboratório de síntese. Até hoje diversas moléculas com estrutura complexa dependem da síntese biológica, pois a síntese em laboratório não pode ser feita ou é economicamente inviável, como é o caso dos digitálicos, dos esteróides, entre outros.
A origem da fitoterapia é impossível de ser determinada. O uso terapêutico de plantas medicinais é um dos traços mais característicos da espécie humana. É tão antigo quanto o Homo sapiens, e encontrado em praticamente todas as civilizações ou grupos culturais conhecidos.

As plantas medicinais, corretamente empregadas, representam extraordinário auxílio à recuperação. Utilizamos dezenas de plantas consagradas pelo uso.

Muitos desses compostos possuem atividades biológicas potentes em mamíferos, e alguns podem apresentar efeitos tóxicos quando ingeridos em altas doses. O interesse nesses compostos advém de vários estudos informando que uma dieta rica em frutas, vegetais, cereais integrais e leguminosas possa trazer benefícios à saúde e diminuir o risco de doenças crônicas degenerativas.

Os fitoquímicos podem ser classificados como carotenoides, fenólicos, alcaloides, compostos contendo nitrogênio e compostos organosulfurados. Fenólicos são compostos que possuem um ou mais anéis aromáticos ou mais grupos hidroxil, e geralmente são classificados em ácidos fenólicos, flavonoides, estilbenos, cumarinas e taninos.

Os carotenoides são os pigmentos mais comuns na natureza e vêm recebendo muita atenção por sua atividade pró-vitamínica e antioxidante. Os fenólicos são produtos do metabolismo secundário das plantas, como mecanismos de defesa contra patógenos, parasitas e predadores, contribuindo também na coloração das plantas. Ácidos fenólicos podem ser divididos em dois grandes grupos: ácido hidroxibenzoico e ácido hidroxicinâmico. Esses estão comumente presentes na forma ligada e são componentes de uma estrutura complexa, como ligninas e taninos hidrolisáveis.

Os flavonoides talvez formem o grupo de compostos fenólicos mais importante das plantas. Mais de 5.000 desses compostos em plantas já foram descritos, dentre eles estão consideradas as flavonas, flavonóis, flavanonas, proantocianidinas, antocianinas, catequinas e isoflavonas. Os flavonoides são uma subclasse dos fitoquímicos vastamente distribuídos na natureza. Grupos específicos de alimentos são frequentemente fontes de uma ou mais subclasses desses polifenóis, e seus efeitos na saúde dependem da quantidade consumida e de sua biodisponibilidade.

O chá verde, preparado das folhas da Camellia Sinensis L., é uma bebida mundialmente conhecida. Os polifenóis do chá verde vêm recebendo muita atenção como um potencial composto para a manutenção da saúde humana devido à sua atividade biológica ampla e baixa toxicidade, além de sua atividade antioxidante na prevenção de doenças causadas pelo estresse oxidativo. A ação antioxidante do chá verde está diretamente relacionada à sua estrutura química, que combina anéis aromáticos e grupos hidroxil, que proporcionam a capacidade de ligação e neutralização de radicais livres.

As catequinas epicatequina (EC), epicatequina galato (ECG), epigalocatequina (EGC) e epigalocatequina galato (EGCG) são os principais flavonoides do chá verde, representando juntas 30 a 50% dos sólidos(4).

Os polifenóis da uva e seus derivados vêm sendo mencionados pelo efeito favorável da função endotelial, em particular pela estimulação da vasodilatação mediada pelo óxido nítrico e pela inibição da via da endotelina-1 e por atenuarem as espécies reativas de oxigênio. Esses efeitos se devem pelos compostos alcoólicos e não alcoólicos, como o resveratrol e quercetina.

O licopeno faz parte da grande família dos carotenóides, sendo responsável pela cor amarela, laranja e vermelha de vários legumes e frutos. Como antioxidante, sua estrutura acíclica e suas duplas ligações conferem à molécula de licopeno a capacidade de reduzir eficientemente a energia de formas de oxigênio altamente reativas (oxigênio singlet), de varrer um amplo aspectro de radicais livres e capturar radicais peroxil. Como efeito hipocolesterolêmico, foi observado um efeito inibitório do licopeno na 3-hidroximetil glutaril coenzima A redutase, enzima limitante da síntese de colesterol nos macrófagos.

As isoflavonas estão presentes em vários vegetais, sendo a soja a leguminosa que apresenta o maior teor. As formas não glicosídicas, também chamadas de agliconas, aparecem como daidzeína, genisteína e gliciteína, sendo a daidzeína e a genisteína as isoflavonas de maior interesse na nutrição humana. As isoflavonas são consideradas fitoestrógenos devido à sua habilidade de se ligar aos receptores α e β-estrógenos. A proteína da soja parece ter vários benefícios na saúde cardiovascular. Alguns desses benefícios parecem resultar da sua ação na diminuição da peroxidação lipídica, redução na pressão arterial e sua ação favorável na função vascular endotelial. A genisteína inibe fatores de transcrição, como o fator de transcrição nuclear NF-kappaB (NF-kB) e ativador de proteína-1 (AP-1),que são importantes moléculas sinalizadoras envolvidas na resposta inflamatória e estresse oxidativo.

As brássicas são representadas pelas hortaliças como repolho, couve-flor, couve-manteiga, brócolis, couve-de-bruxelas, couve-rábano, couve-chinesa, mostarda, nabo, agrião, rabanete, rábano e rúcula. Os dois principais grupos de compostos enxofrados biotivos presentes nas espécies das brássicas são os glicosinolatos e S-metil-cisteína-sulfóxidos. Isotiocianatos e indóis derivados da hidrólise dos glicosinolatos, como sulforano e indol-3-carbinol, têm sido implicados em uma variedade de mecanismos anticarcinogênicos, mas esses efeitos protetores pela ingestão de vegetais crucíferos podem ser influenciados pelas variações genéticas individuais (polimorfismos) no metabolismo e na eliminação dos isotiocianatos do organismo.

A linhaça é uma fonte importante de ácidos graxos n-3 (ácido α-linolênico) ou ALA (18:3n-3) e de lignanas. Embora seja considerado um ácido graxo essencial, o ALA não é sintetizado em vertebrados; assim, seus níveis sanguíneos são determinados primariamente pelo consumo alimentar. O ácido graxo ômega-3 suprime a produção, pelos leucócitos poliformofonucleares (PMNLs) e monócitos, de interleucina-1 (IL-1), fator de necrose tumoral (TNF) e leucotrienos (LT), possuindo um papel importante no desenvolvimento e na regulação do processo e da reposta inflamatória. O enterodiol e seu produto oxidado, enterolactona são formadas no trato intestinal pela ação bacteriana sobre precursores da lignana vegetal, sendo a linhaça a fonte mais rica desses precursores em mamíferos. As lignanas possuem fator ativador antiplaquetário e possuem propriedades antioxidantes. O uso da linhaça na alimentação vem sendo mencionado como um protetor contra a doença cardiovascular.

A concentração de polifenóis nos alimentos varia de acordo com a genética, fatores ambientais e tecnológicos, sendo que alguns desses podem ser controlados para otimizar o seu teor nos alimentos. Seus efeitos na saúde dependem tanto da quantidade ingerida quantoda sua biodisponibilidade, que pode apresentar grandes variações. Mais estudos clínicos sobre os efeitos dos polifenóis na saúde serão de grande importância na prevenção de doenças e promoção da saúde na população.



http://terapeutaquantico.blogspot.com/

A LINHA MAIS PURA

As crianças na Umbanda é a linha mais pura que tem. O nome que é dado a elas beijada, ibejis, cosminhos, mass o nome não importa, importa o lindo trabalho que fazem.

É uma pena que poucos dão valor a este trabalho, em suas brincadeiras, comendo doces, realizam um trabalho muito bonito e bem mais profundo que vocês podem imaginar.

Estes espíritos, que usam nomes conhecidos aqui da terra, nem sempre chegaram a encarnar, alguns são encantados, outros encarnaram apenas uma vez. Esta linha é muito ligada ao reino encantado da natureza muito mais do que ao reino natural humano. Umas crianças são das matas, das cachoeiras, da praia, das pedreiras, do mar,.....

Enquanto “brincam” nos trabalho elas vibram o tempo todo a energia do reino encantado natural a que estão ligadas, se participarmos de suas brincadeiras, comermos seus docinhos, toda uma limpeza espiritual em nós acontece. As energias negativas são consumidas pelo mistério que sustenta o trabalho das crianças pela esquerda, e a direita e o alto emanam a energia que precisamos para mudar a nossa forma de ver o mundo, nos amparando para conseguirmos efetuar as mudanças necessárias.

Crianças não são espíritos adultos se passando por criança, isto não teria sentido, são espíritos que ainda são infantis, que não se humanizaram totalmente, não tem a mente adormecida, pelo contrário algumas tem memória de muitos séculos. Evoluem dentro do reino dos encantados, que aliás nós humanos fizemos estágio antes de entrarmos para o reino de seres naturais e começarmos a encarnar, nos humanizando.

Para fazerem parte da Umbanda passam por uma preparação na espiritualidade, como se fosse uma escolinha, um curso, na umbanda, crianças trabalham com todos os orixás, o mais atuante entre elas é Oxum Maré.

Com o tempo esperamos que os filhos de Umbanda passem a dar mais valor a esta falange maravilhosa, pura, e realmente encantada.

Deus abençoe a todas as crianças que sem serem reconhecidas trabalham tanto por nós.

Luconi

04-11-2010

Fonte do texto e Imagem
http://espiritismoeumbanda.blogspot.com/

quarta-feira, novembro 03, 2010

Caminhos de Luz


Eu escolhi o caminho do Saber, do conhecimento.
Sigo firme em um propósito levar conhecimentos onde houver interesse.
Posso seu uma gota no mar revolto, da escuridão.
Mas a luz liberta.
Uma mente que se abre. A verdade, a Luz, não retorna ao seu tamanho normal.
Sempre em seus momentos inquietos tendem a funcionar.
Por isto afirmo, com veemência.
Sou a luz que não brilhou. Mas continua no limbo da sua existência.
Mas continuo irradiando reflexos, mesmo que seja no meu intimo.
Uma voz pode calar-se, mas jamais os pensamentos e escritos não possam transpor a soberba, a ignorância.
Nem tão pouco o orgulho.
A mente mesmo em estado de inconsciência divaga.
Pode levar pensamentos no mais rude dos seres.
Eu escolho o caminho da Luz, do Saber, verdade, Vida e da amizade.
E você qual o seu caminho?


Mary Cely
Imagem do google

O Caminho do Meio!


Tem horas que os ombros pesam e a mente divaga no infinito sem densidade. Mas não vaga no vazio, apenas no não estar em si mesma. O suspiro surge como uma maneira de sentir que ainda se está vivo e que ainda nada de novo aconteceu. A espera, que tanto abate os ânimos, parece matar aos poucos toda a esperança vivente sobre um futuro um tanto diferente. Talvez não haja dor, talvez nada aconteça, talvez eu seja um tolo. Talvez tudo não passe de um grande erro de entendimento, um erro coletivo cheio de coincidências impossíveis, mas que podem ter acontecido, por que não? Talvez eu seja apenas isso mesmo, apenas um nada no infinito.

Mas então por que mesmo no desânimo ainda tenho esta sede de seguir em frente? Por que eu não consigo deixar de lado tudo aquilo que agora eu sei? Por que não posso simplesmente abandonar tudo isso e continuar com meus planos para o futuro? Por que é tão difícil afastar meus pensamentos de todas essas coisas? Essa sede que ainda percorre meu corpo, sede que não tem fim, me sussurra que esta é mais uma das ondas de vazio que todos sentem no meio do caminho. Sussurra que vai passar logo, talvez ainda hoje e o ânimo regressará para dar continuidade à luz de sua subida.

E o caminho? Já tomei partido, já caminhei nas duas direções. Já fui isso, fui aquilo. Dois caminhos a seguir era o que diziam, é o que ainda dizem. Você não pode existir sem escolher um dos dois. E eu estava sempre fazendo escolhas, mas escolhas que de fato eu não queria fazer. No fundo, em meu âmago, surgia uma voz que dizia para não tentar compreender o mundo sem antes compreender a si mesmo. E tal voz ainda me mostrava que não havia maneira de compreender a si mesmo, tomando uma direção antagônica à outra. O único caminho era o Caminho do Meio. O cenário não poderia se mostrar em sua completude se eu ainda estivesse inserido nele. Apenas ficar alheio a ele, observá-lo de cima.

Mas o peso nos ombros prossegue, tentando fazê-lo pender para este ou aquele lado. O desânimo convida as ofertas de conforto e você deve fazer uma escolha. Tal escolha pode prendê-lo e cegá-lo. O cego não vê, mas sente, e a dor da escolha mal feita pode acabar com tudo o que se tem de mais valioso: sua própria consciência de si.

Mas eu permaneço de pé firme, aguentando o peso. Não vou pender para nenhum dos lados. Continuarei fiel a mim mesmo e ao caminho que escolhi. Este caminho que me mostra a imagem completa, que facilita meu estado de espírito, que me faz ser feliz ao invés de ter razão, que me acolhe na constância eterna quando me sinto perdido. Não, não sairei deste caminho. O caminho foi minha escolha, a mais óbvia, embora não a tivesse visto por muito tempo em minha vida. E quem a vê? Quem realmente consegue encontrar o caminho que leva à verdade e à unidade interior?




Eu a vi e a escolhi. O caminho do meio. A neutralidade. A visão geral da existência. Meu único partido é fundado no amor e na verdade, os dois alicerces da verdade e, sustentando a mim mesmo e a minha divindade, os quatro pilares de minha completude: a vontade, a fé, a ética e o silêncio. E o caminho sem dualidades é o meu elixir da continuidade. Com ele eu me recupero, me levanto e continuo sem me queixar. O peso do mundo nos ombros não é o bastante para me afastar dele. Nele eu encontrei a verdade e ela é linda demais para deixar para trás.

O horizonte à frente tem certezas e incertezas. Há vida e dor, há paz e sofrimento, há amor e medo. Mas em minha escolha eu posso seguir alheio à tudo o que me fere, eu posso resistir em minha verdade e suportar toda a dor a me ser inflingida, e transformar o medo em compreensão da existência maior. Não há dor que não passe, não há medo que não se afaste, não há sofrimento que não se acabe e não há morte. O medo só existe no medo, nunca no amor. O amor não sustenta o medo.



Eu escolho o amor e com ele pavimento meu caminho, meu caminho do meio. E sigo firme, sem me abalar. E quando o desânimo me atinge, eu paro e respiro fundo e sinto cada parte do meu corpo respirar junto. Eu sinto o calor do meu corpo, eu sinto o movimento de minha respiração, eu sinto as batidas do coração. Neste momento, eu sinto a vida material e a existência espiritual unidas e cantando em uníssono a verdade maior de cada alma da existência: Eu Sou. E então, diante de minha própria verdade, o desânimo se assusta e vai embora, deixando-me novamente no meu caminho, às vezes solitário, mas a solidão é sagrada e nela eu encontro o silêncio e alimento meu amor incondicional, para que um dia ele possa ser forte o bastante para ser espalhado a todos ao meu redor, sem concessões.

Eu ando pelo caminho do meio. E você?

Fique na Paz

Fonte do Texto e Imagem
http://particulasdafonte.blogspot.com/2010/11/o-caminho-do-meio.html

domingo, outubro 31, 2010

A historia da Massagem


A história da massagem é tão antiga quanto a do homem. Em algum ponto de nossas vidas todos sofrem alguma lesão menor, dor ou desconforto.
Nossa reação instintiva é a de friccionar ou segurar a área afetada para diminuir a dor. Esta técnica básica foi desenvolvida através dos milênios até o sistema de massagens que conhecemos hoje.
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Massagem é a manipulação sistemática de tecidos moles do corpo com objetivos terapêuticos. A maioria das culturas antigas praticavam algum tipo de toque terapêutico.
Seus métodos de tratamento usavam ervas, óleos e formas primitivas de hidroterapia.
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Estudos arqueológicos indicam que, já na pré-História, o homem promovia o bem-estar geral e adquiria proteção contra lesões e infecções por meio de fricções no corpo. Seriam os primórdios do que hoje se entende por massagem.
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Há também registros de que civilizações da Antiguidade, como egípcios, hindus, gregos, romanos, chineses e japoneses, cerca de 300 a.C., fizeram referências sobre os benefícios da massagem para o bem-estar.
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Estudos arqueológicos indicam que, já na pré-História, o homem promovia o bem-estar geral e adquiria proteção contra lesões e infecções por meio de fricções no corpo.
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Os Egípcios antigos, budistas, persas e japoneses também a utilizavam no tratamento de várias doenças e lesões; e a massagem continuou a ser parte vital do tratamento médico até depois do quinto século d.C. A palavra massagem é de origem grega e significa amassar.
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Os antigos Gregos valorizavam os benefícios da massagem usando-a em muitos eventos da vida diária. As técnicas foram desenvolvidas para ajudar atletas a manterem seus corpos nas melhores condições para as competições. Eles também usavam a massagem para relaxamento.
Pare, da França, no Sec. XVI trancreveu e publicou uma literatura antiga sobre fricções junto com sua própria aplicação específica para pacientes cirúrgicos.
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Seu trabalho foi reconhecido e a terminologia francesa para as técnicas específicas de massagem são usadas até hoje. Com o fim do 14º século veio o fim da Idade Média e o início da Renascença.
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Na Inglaterra, Mennell e Cyriax, médicos ingleses, usaram uma aplicação específica de massagem com fricção profunda para estruturas articulares profundas contráteis e não contráteis lesadas, tanto em condições agudas como crônicas.
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Nos anos 70 e 80 a acupressura recebeu mais atenção que qualquer outra modalidade de trabalho físico. A tendência atual parece sugerir o aumento da popularidade da massagem e de terapias relacionadas para redução de estresse e de problemas musculo-esquelético crônicos. A massagem pode ser considerada uma parte da medicina manual e através da história ergueu-se independentemente para promover a saúde.


Fonte do texto e imagem
http://espacodaluiza.blogspot.com/

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)