Herbário Póetico

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sexta-feira, abril 02, 2010

Ervas Medicinais – As plantas que curam





As ervas medicinais são uma verdadeira benção de Deus, com propriedades terapêuticas, profiláticas ou paliativas, elas podem curar ou aliviar a dor.

Porém, algumas plantas e ervas medicinais podem ser tóxicas e devem ser usadas apenas em pequenas quantidades. Lembre-se: a diferença entre o remédio e o veneno é a dose.

Se você pretende usar alguma erva medicinal, antes, procure por um especialista em fitoterapia, só ele poderá indicar o melhor a se fazer.

Veja alguns nomes de plantas medicinais:

Cavalinha, carqueja, arruda, gengibre, babosa, alcachofra, bugreiro… algumas dessas são usadas para se fazer chá, outras não.


http://blogalize.net

quinta-feira, abril 01, 2010

Chás


A Fitoterapia é o tratamento das doenças, alterações orgânicas, por meio de drogas vegetais secas ou partes vegetais recém colhidas e seus extratos naturais.





Metodos de Preparo
INFUSÃO
A infusão é preparada jogando-se água fervente sobre as partes ativas do vegetal, geralmente as folhas ou as flores. É o modo tradicional de preparar o chá.
Deve-se deixar as plantas dentro da água quente por 5 a 10 minutos, e depois filtrar.
A quantidade da erva varia segundo a espécie.



DECOCÇÃO
Na decocção, geralmente coloca-se a erva em água fria, que, em seguida, se aquece até a ebulição num recipiente fechado, deixando ferver por alguns minutos.



MACERAÇÃO
É um preparo que requer longa imersão.
Põe-se a planta em água fria, cobre-se o recipiente e deixa-se repousar em lugar fresco durante uma noite.




Processamento das plantas medicinais
Após a obtenção das plantas medicinais, normalmente o material pode seguir três caminhos:

uso direto do material fresco, extração de substâncias ativas ou aromáticas do material fresco e secagem do material fresco
. Este último destino é o que requer mais atenção, por preservar os materiais, possibilitando o uso das plantas a qualquer tempo, dentro dos prazos normais de conservação.

Antes de submeter as plantas à secagem, deve-se adotar alguns procedimentos básicos para se obter um produto de boa qualidade, independente do método a ser empregado.



São eles:
{ não lavar as plantas antes da secagem, exceto no caso de determinados rizomas e raízes;

{ devem-se separar a plantas se espécies diferentes;

{ as plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem receber raios solares;

{ antes de submeter as plantas à secagem, deve-se fazer a eliminação de elementos estranhos (terra, pedras, outras plantas, etc.) e partes que estejam em condições indesejáveis (manchadas, danificadas, descoloridas, etc.);

{ as plantas colhidas inteiras devem ter cada parte (folhas, flores, sementes, frutos e raízes) seca em separado e conservada em recipientes individuais;


A secagem pode ser conduzida em condições ambientais ou com o uso de estufas, secadores, etc.

A secagem natural é um processo lento e deve ser conduzida à sombra, em local ventilado, protegido de poeira e do ataque de insetos e outros animais. Esse processo de uso doméstico, é recomendado para regiões que apresentam condições climáticas favorá-veis, relacionadas principalmente com a ventilação.

Nesse processo, deve-se espalhar o material a ser seco em camadas finas, permitindo assim a circulação de ar entre as partes vegetais e uma secagem mais uniforme. Para isto podem ser utilizados bandejas com fundo de tela plástica fina, aço inoxidável ou tecido com caractéristicas semelhantes.

Outra maneira prática consiste em espalhar em camada fina o material em uma mesa ou bancada forradas com papel, em ambiente abrigado do sol e com ventilação.

A secagem artificial de plantas medicinais é fundamentada no aumento da capacidade do ar de retirar a umidade da palnta.
Assim, utilizam-se métodos que elevam a temperatura e promovem a ventilação ou simplesmente reduzem a umidade relativa do ar.
O aumento da temperatura vai também reduzir a umidade relativa do ar, enquanto a ventilação vai facilitar a homogenização do ar de secagem em toda a massa de plantas secagem.



A temperatura utilizada varia de 35 a 45ºC.

Temperaturas acima de 45ºC danificam os órgãos vegetais e seus conteúdos, pois proporcionam "cocção" das palntas e não uma secagem, apesar de inativarem maior quantidade de enzimas.
Pesquisas de Texto e Imagem do Google

segunda-feira, março 29, 2010

Poejo



O poejo atua como digestivo, expectorante e antiespasmódico. Em uso tópico é bom cicatrizante e antiséptico. Isso devido seu óleo essencial e taninos, além da carvona, pulegona e mentol. Contra tosse, bronquite, insônia, acidez estomacal, arrotos, febre e gases. Eficaz também para transtornos menstruais , crises nervosas e reumatismo. As pessoas que sofrem de hipocloridria podem se beneficiar com o uso do chá de poejo misturado com algumas gotas de suco de limão. Alivia inflamação e fermentação intestinal, enjôos, azia.É um excelente coadjuvante para estados gripais.Um escalda pés de poejo também é excelente para alívio da gripe e resfriados.A ingestão da planta também é indicada no combate a vermes intestinais.



Utilização

Uso caseiro: : Aplicado sobre picadas de insetos ajuda a aliviar a dor; bom repelente para traças. Uma cama de poejo na casa dos animais ajuda a afastar as pulgas. Bom repelente de insetos. Perfuma sachês e potpourris
Uso culinário: Tempera saladas de frutas e verduras, aromatiza sucos e drinques.Chás refrescantes de verão e também usado nos molhos de mentas para acompanhar carnes de carneiro e ovelha.
Uso mágico: Usado nas viagens dentro dos sapatos, evita enjôos de ar e mar. Erva de paz, e plantado perto da casa acaba com as brigas. Traz saúde e alegria para as famílias. Boa para proteção.






http://www.cotianet.com.br/

Cavalinha - Equisetum arvense




A Cavalinha (Equisetum arvense) também é conhecida como Rabo-de-Cavalo, Cola-de-Cavalo, Milho de Cobra, Erva-carnuda, Rabo-de-Rato, Cauda-de-Raposa, Rabo-de-Cobra, Cana-de-Jacaré, Erva-canudo, Lixa-Vegetal, dentre outros. Pertence a família das Equisetaceae.

Principais Usos da Cavalinha: acne, artrite, incontinência urinária, perda de sangue, catarro, diarréia, disenteria, dismenorréia, eczema, edema, unhas fracas, fraturas, hemorragia, pedras no rim, problemas nos ligamentos, osteoporose, artrite reumática, úlceras, conjuntivites, gengivite, leucorréia, feridas.

Propriedades Medicinais da Cavalinha: antibacteriano, antifúngico, antiinflamatório, adstringente, diaforético, diurético, hemostático, nutritivo, vulnerário.

A Cavalinha é muito rica em minerais e pode ajudar na recuperação de fraturas e cortes nos ossos, carne e cartilagem, como também pode melhorar o tempo de coagulação de sangue. O alto teor de sílica em sua composição fortalece os tecidos conjuntivos do corpo e também beneficia no tratamento de artrite reumática. Pode ser feito também um chá de Cavalinha para borrifar em ervas de jardim, para prevenir o ataque de fungos.

Imagem e texto do google

Mariscos


Mariscos, moluscos e crustáceos
O marisco tem um baixo teor de gordura e é rico em proteínas; além disso, muitos tipos são óptimas fontes de nutrientes essenciais, sobretudo de zinco. O marisco poderá eventualmente oferecer uma certa protecção contra as doenças cardíacas.

Com um elevado teor de proteínas, vitaminas e minerais e poucas calorias, o marisco constitui um alimento particularmente nutritivo e, para além disso, muito apreciado. Podemos dividir o marisco em dois grupos: moluscos e crustáceos. Na sua maioria, os moluscos, entre os quais se contam os mexilhões, as ostras e as amêijoas, são bivalves, isto é, têm duas conchas, se bem que alguns deles, como, por exemplo, o haliote, tenham uma única concha, com a parte de baixo mole. Os crustáceos — gambas, camarões, caranguejos, sapateiras, lavagantes, lagostins e lagostas — têm corpos cobertos com uma carapaça inteira ou segmentada.
Os vários tipos de marisco são verdadeiros «armazéns» de nutrientes essenciais. A maioria fornece vitamina B, que é necessária à formação dos glóbulos vermelhos e à manutenção de um sistema nervoso saudável, em quantidades abundantes e também zinco, elemento importante para a produção de proteínas, cicatrização de feridas e desenvolvimento dos órgãos do aparelho reprodutor.
São vários os mariscos que contêm igualmente uma grande quantidade de outras vitaminas e minerais, em maior ou menor proporção, incluindo as vitaminas B1, B2 e niacina, selénio, cálcio, magnésio e iodo.


Fonte de Pesquisas
http://bemestar.eu/
Imagem do google

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)