Herbário Póetico

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Inteligentes &Perpicazes

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quinta-feira, dezembro 13, 2012

As armadilhas da mente













Meditação é uma prática muito saudável para o corpo, a mente e o espírito, principalmente nos agitados dias atuais.

Existem várias técnicas diferentes, algumas muito carregadas de misticismo, no entanto a meditação é uma coisa muito simples, nada mais do que sentar-se confortavelmente, de preferência num ambiente silencioso, e esvaziar a mente de qualquer pensamento.

Difícil no início? Com certeza. Nossa mente é um constante burburinho, mas com a prática vai ficando cada vez mais fácil.

Encontrei na web este excelente texto que trata das armadilhas da mente, muito útil para nós ocidentais que não temos a mesma familiaridade, com esse tipo de prática, como os orientais.

“Quando se fala em "desligar a mente" durante a meditação, seria como falar em desligar um gigantesco computador, muito poderoso, que tem medo de ser desligado. Aí, então, esse computador começa a preparar armadilhas... Pois é; a mente é mais ou menos assim quando você medita. Meditar é estar em um foco, que lhe permita relaxar a lógica. Estar em um foco é permanecer conectado à sua âncora, seja ela qual for. Pode ser o movimento do abdome, poder ser a atenção na respiração, a pronúncia de um som específico; pode ser até apenas o espaço do agora, mas sempre haverá uma âncora quando se meditar.

Relaxar a lógica é não se envolver nas sequências de pensamentos que forem surgindo em sua mente. Como? Repetidamente "abandonando", soltando", "libertando" os pensamentos e voltando para a âncora.

Mas, aí surge o problema: a mente não pretende ser desligada. Nosso computador mental não pretende ajudar nesse exercício. Para a maioria das escolas meditativas, esse é um dos princípios mais básicos para se entender, e vamos explicar isso melhor, abaixo.

De acordo com essas escolas, se dividirmos didaticamente o nosso "ser", poderíamos dizer que há um ser "atuante" e um ser "existente". Existiria um "eu" que atua no mundo, que fornece a nossa identidade social, composto por raciocínio, emoção, instinto, corpo físico, idade, sexo, profissão, etc. Esse "eu" atua no mundo e nos identificamos completamente com ele.

O outro "eu", seria aquele que existe, antes de tudo. Simplesmente existe. É um "ser" que vem antes do corpo, do raciocínio, do instinto, de identidade social, do sexo, da idade, enfim, de tudo que possamos usar para dar identidade a alguém. É a chamada "pura existência". Esse ser esteve presente quando éramos jovens, quando envelhecemos, quando celebramos, quando choramos. Ele nunca foi jovem, mas estava lá no começo de nossas vidas. Ele não ficou velho, mas presencia nossa idade madura. Ele nunca celebrou, mas assistiu nossa celebração na mais absoluta paz. Ele jamais chorou, mas estava presente, em perfeito equilíbrio, enquanto chorávamos.

Nosso ser completo seria formado pela soma dos dois seres. Sim, isso mesmo, pela soma do superficial e do profundo, pois mesmo a superfície do mais profundo oceano ainda é parte do oceano. A chamada "consciência desperta" seria a percepção deste ser completo, a cada momento.

Quando as correntes místicas orientais falam sobre o ego, elas falam sobre uma falsa identidade, que se formaria quando acreditamos que tudo que somos é o "ser atuante". Essa identificação com este "meio-ser", sem entender o "ser completo", é que formaria o ego. Ao contrário do que muitos pensam, o ego não é o alvo a ser destruído na meditação, mas sim algo que deve ser entendido, quando se percebe que o ser "atuante" é apenas uma parte do que somos em totalidade.

Quando meditamos, com o tempo encontramos espaços de silêncio interno, e "o ser existente" começa a aflorar. Na mesma proporção, o "ser atuante" sente-se ameaçado. É por isso que alguns meditadores, quando atingem determinados estágios, relatam experiências onde sentiram muito medo, e falam sobre um medo tão grande que "parecia que iam morrer". A partir desse momento, começa a luta do "ser atuante", que também podemos chamar de "armadilhas da mente".

Quais as principais armadilhas da mente? Várias. As ideações positivas, quando pensamos sobre como estamos indo bem enquanto meditamos e, assim, nos envolvemos em outras sequências de pensamentos. A sensação de poder, que gera arrogância e alimenta o ego. O orgulho de estarmos aparentemente em evolução "espiritual", e não há orgulho maior do que o orgulho espiritual. A vaidade de ser visto como alguém que vive sem tantas necessidades, e não há ostentação maior do que a vaidade de não ter vaidades. O tato intuitivo crescente, que nos faz parecer poderosos magos, quase que adivinhos das sensações e necessidades alheias. A capacidade de meditar, em qualquer circunstância, por muito tempo, que é usada como um troféu perante outras pessoas. Até mesmo o rótulo de "buscador", de alguém que está "a caminho" de alguma coisa, com o qual nos identificamos como com qualquer outro rótulo. Por fim, o medo sem explicação aparente, conforme já descrevemos acima.

Vejam que todas essas armadilhas apenas alimentam o ego, e quando o ego é alimentado ele é inchado, permanece em soberba, e parece cada vez maior e mais poderoso, ao invés de ser percebido como apenas uma parte de nós. São as armadilhas da mente. É simples assim. Um mecanismo de defesa de um "ser" (o ser atuante) que pensa que vai morrer e precisa se defender. Quando estamos no espaço de consciência, é possível vislumbrar que não somos apenas isso. A consciência plena compreende o engano do ego, mas o ego não é capaz de compreender a consciência plena, acredita que corre risco de desaparecer, e luta como pode para evitar isso.

Como evitar esses riscos quando se pratica meditação? Apenas meditando, cada vez melhor. A prática continuada irá desbastando essas barreiras. Não se rotule. Não faça "pose de meditador". Não pense que alcançou, pois enquanto for possível pensar que algo foi conquistado, aí ainda estará o ego em operação. Na verdade, nem procure alcançar nada, pois tudo se dissolverá - até mesma sua intenção de busca - antes de começarmos a perceber a nossa mais profunda natureza. Esqueça a "conquista"; esqueça a "busca"; esqueça a "iluminação". Esses são conceitos, e conceitos pertencem ao mundo da lógica.

Medite. Viva. Esteja aqui, agora. Perdoe-se por ainda não estar em completa paz. Seja, sem precisar saber o que exatamente você é. Relaxe no não-saber. Aceite. Sinta. Você já é. Você sempre foi...”

Roberto Cardoso
Fonte: http://www.redepsi.com.br/portal/modules/soapbox/article.php?articleID=693

Imagem: lipocentersorocaba.com.br

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terça-feira, novembro 27, 2012

Ervas Finas


Délicieux !
Dentre as combinações criadas pelos franceses, duas são bem conhecidas e utilizadas na culinária brasileira:
 Bouquet garni :

Essa mistura é feita de 1 folha de louro, 1 galho de tomilho, 3 galhos de salsinha e 1 talo de alho-poró  na versão clássica  e alguns também contem sálvia e/ou alecrim nas variações.



Serve para dar sabor a caldos, sopas, molhos e ensopados. As ervas podem ser amarradas com um pedaço de alho-poró, amarrada a um barbante ou envolvidas em pequenos pedaços de pano fino de forma a serem retirados ao final do cozimento.






Ervas finas (fines herbes) :






É uma delicada combinação de partes iguais de cebolinha, cerofólio, estragão e salsinha picadas, ideal para aromatizar pratos com ovos, carnes, legumes, peixes , crustáceos, saladas e molhos cremosos.




Fonte Texto e Imagem:
http://www.bemfeitinho.net/site/conteudo/5529-especialidades-francesas-bouquet-garni-e-erva.html?menu_id=315

quarta-feira, novembro 21, 2012

Medicina Fitoterapica








Emagrecer com fitoterapia

A fitoterapia é o tratamento de várias doenças através das plantas medicinais e suas suas substâncias especiais


Utilidades das plantas:

acalmar
cicatrizar
expectorar
engordar
emagrecer
Para quem deseja perder peso, esta medicina popular aconselha o recurso a alimentos que ” curam” as principais causas do aumento de apetite, são alimentos com propriedades diuréticas e digestivas e que ajudam a controlar o apetite.

Alimentos aconselhados:

abacaxi
alface,
alcachofra
aquemila
alho-porro
carqueja,
café-do-mato
chá-de-bugre
juá (raiz)
maçã (chá das cascas ou duas colheres de vinagre de maçã por dia, seja em saladas, ou depois das refeições)
limão
sabugueiro
salsa
farelo de trigo
gelatina
lecitina de soja
garcínia
fibras de maracujá.

Caralluma Fimbriata





Como funcionam as pílulas?
Algumas substâncias extraídas da natureza podem, sim, dar um empurrão na dieta – não há dúvida nisso. A notícia é que, agora, três delas viraram as queridinhas de médicos e nutricionistas que adotam a fitoterapia como coadjuvante no emagrecimento. Vendidas em cápsulas, a faseolamina, o Citrus aurantium e a Caralluma fimbriata têm efeito parecido aos da nova geração de medicamentos convencionais, que reduzem a fome, aceleram o metabolismo e (maravilha!) impedem parte da absorção do carboidrato. Isso mesmo: você pode secar as gordurinhas sem cortar de vez as massas do cardápio. Muitas mulheres – mesmo aquelas que resistem aos remédios alopáticos para emagrecer – estão se rendendo a essas substâncias por serem naturais e agirem de maneira suave, sem mexer com o equilíbrio do organismo. Mas nada de se automedicar. Apenas as farmácias de manipulação – autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – podem preparar as pílulas na concentração recomendada por um profissional habilitado (endocrinologista, clínico-geral ou nutricionista com conhecimento em fitoterapia, ou seja, nos benefícios das plantas).







 Isso também evita que você jogue dinheiro fora.
 “Doses erradas podem ser perigosas ou simplesmente não funcionar”, avisa a ginecologista Ceci Mendes Carvalho Lopes, presidente nacional da Associação Médica Brasileira de Fitomedicina (Sobrafito).
Mas não espere milagre.
 Para o resultado na balança aparecer, você precisa fazer sua parte: moderar no doce e no refrigerante e cortar fritura.
 Deixe também a vida sedentária de lado
. Falta disposição?
 Além de queimar gordura, um dos fitoterápicos dá pique para você malhar e ganhar músculos.



http://plastica2010.blogspot.com.br/2010/12/caraluma.html

quarta-feira, novembro 14, 2012

Nunca busque reconhecimento




Os pais, os professores estão sempre enfatizando que você precisa obter reconhecimento, aceitação. Isso é urna estratégia muito astuciosa para manter as pessoas sob controle.

Aprenda uma coisa fundamental: faça aquilo que você gosta de fazer, adora fazer. E nunca busque reconhecimento; isso é mendigar.

Por que a pessoa deveria buscar reconhecimento? Por que alguém deveria desejar ser aceita?

Olhe bem para dentro de si mesmo. Talvez você não goste do que faz; talvez esteja receoso de estar no caminho errado. Talvez, por isso, procurar obter aceitação o ajude a sentir que está certo. É possível que você ache que o reconhecimento o fará sentir que está buscando o objetivo correto.

O problema é com seus próprios sentimentos íntimos; ele não tem nada a ver com o mundo exterior. E por que depender dos outros? Todas aquelas coisas dependem dos outros — e você mesmo está tornando-se dependente.

Não aceitarei nenhum Prêmio Nobel. Toda crítica que tenho recebido de todas as nações do mundo, de todas as religiões é mais valiosa para mim! Aceitar o Prêmio Nobel significa que estou tornando-me dependente — não terei orgulho de mim mesmo, mas do Prêmio Nobel.

Contudo, neste exato momento só posso sentir orgulho de mim mesmo; não há nada de que eu possa orgulhar-me. Neste último caso, sim, você se torna uma pessoa.

E ser uma pessoa que vive em total liberdade, que caminha com os próprios pés, que bebe das próprias fontes, é o que a torna realmente firme, segura. Isso é o começo de seu florescimento máximo como criador.

Aqueles a que se têm como figuras reconhecidas, renomadas, são pessoas atulhadas de lixo e nada mais. Mas o lixo que as enche é aquele com o qual a sociedade quer que elas fiquem cheias — e a sociedade as recompensa dando-lhes prêmios. 

Qualquer pessoa que tenha a mínima consciência da sua individualidade vive movida pelo seu próprio amor, seu próprio trabalho, sem se importar infimamente com o que os outros pensam dele.

Quanto mais valioso o seu trabalho é, menor a chance de você obter respeito por ele. E quando seu trabalho é o de um gênio, você não obtém nenhum respeito durante a vida. Você é condenado enquanto ela dura... depois, passados dois ou três séculos, fazem estátuas de sua pessoa, seus livros são respeitados — pois são necessários dois ou três séculos para que a humanidade entenda a grandiosidade do gênio. É grande o abismo entre ele e a capacidade de entendimento dela.

Para ser respeitado pelos idiotas, você tem que se comportar à maneira deles, de acordo com as expectativas deles. Para ser respeitado por esta humanidade doentia, você tem que ser mais doentio do que ela. Assim, ela o respeitará. Mas o que você ganhará com isso? Você perderá sua alma e não ganhará nada.

Osho, em "Criatividade - Liberando Sua Força Interior"
Imagem por beast love


Leia mais: http://www.palavrasdeosho.com/#ixzz2CBCIUcvF

http://www.palavrasdeosho.com/2012/11/nunca-busque-reconhecimento.html

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)