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domingo, agosto 14, 2011

Diferenças entre Umbanda, Candomblé e Quimbanda


Diferenças entre Umbanda, Candomblé e Quimbanda


Este é um artigo sobre Diferenças entre Umbanda, Candomblé e Quimbanda. Aproveite também para conhecer alguns produtos relacionados ao caminho da mão esquerda.

Candomblé, Quimbanda [ou Kimbanda], Umbanda: estas são as principais denominações entre as religiões afro-brasileiras.

Alguns, negam a estas crenças o status de "religião":
1. porque não se enquadram na idéia de "religião oficial";
2. porque são praticadas por minorias sociais.

No Brasil, embora muito se fale do Candomblé e da Umbanda, os números oficiais, do IBGE, não deixam qualquer dúvida quanto a essa condição de minoria que é uma realidade das religiões afro-brasileiras.

No censo de 2000, em uma população que ultrapassa 160 milhões de habitantes, pouco mais de 525 mil pessoas se declararam adeptas do Candomblé e da Umbanda, embora outros tantos milhares de não-adeptos freqüentem terreiros e tendas como "clientes".

Os dados também revelaram que existem mais Umbandistas que "candomblezistas"... [Umbanda: 397.431 ─ Candomblé: 127.582, em universo onde mulheres são a maioria... meditemos...]. Sobre os clientes, escreve Reginaldo Prandi:

"[O candomblé] ...como agência de serviços mágicos... oferece ao não-devoto a possibilidade de encontrar solução para problema não resolvido por outros meios, sem maiores envolvimentos com a religião. [O cliente é] ...consumidor de serviços mágicos que a religião oferece também aos não-devotos, sob pagamento... - [PRANDI, p 12]...

E sobre as religiões afro-brasileiras como minorias, comenta Prandi:

"Em 2001, Ricardo Mariano, analisando o crescimento evangélico, em sua tese de doutorado, fez uma descoberta sensacional. Descobriu que as religiões afro-brasileiras estavam perdendo fiéis... E apontou como razão o enfrentamento com as igrejas pentecostais [[os evangélicos, até porque os pastores se apropriaram de rituais do candomblé ou adaptaram esses rituais como o descarrego, o banho com a rosa branca, os passes e juntaram tudo isso com o apelo à figura de Jesus Cristo!]. ...Pode-se ver que a perda de fiéis do conjunto afro-brasileiro se deve ao encolhimento da Umbanda. Como o pequeno crescimento do Candomblé não é suficiente para compensar as perdas umbandistas, o conjunto todo se mostra, agora, debilitado e declinante diante do avanço pentecostal." [PRANDI, p 17/18]

No imaginário popular, especialmente daqueles pouco informados sobre estas religiões, Candomblé, Kimbanda, Umbanda não "tudo a mesma coisa", "tudo macumba!", não reconhecendo cada uma como credo distinto, como se não houvesse diferença entre suas teologias, liturgias e origens históricas. Porém, o estudo, ainda que superficial revela que as três não se confundem; ao contrário, diferem significativamente em suas características essenciais e o único fato que têm em comum é a adoção de elementos da cultura religiosa afro-brasileira e, por brasileira, entenda-se catolicismo no molde português colonial.


Diferenças em Linha Gerais

Candomblé, Quimbanda e Umbanda distinguem-se:

1. pelas natureza das entidades cultuadas e/ou invocadas/evocadas;
2. pelos procedimentos do culto;
3. pelos elementos culturais componentes do sincretismo;
4. e, finalmente, pelo uso que se faz das forças metafísicas acionadas.

Considerando estes aspectos, notar-se-á, imediatamente, que o Candomblé difere da Quimbanda e da Umbanda de forma mais enfática enquanto Quimbanda e Umbanda são muito mais próximas.

No Candomblé, os cultuados, os Orixás [ou Orijás] são considerados deuses; na Quimbanda e na Umbanda, ainda que o culto também invoque e evoque Orixás, estes são considerados meros espíritos ancestrais mais antigos ao lado de numerosas outras entidades representativas de ancestrais mais modernos e/ou contemporâneos.

No Candomblé, os deuses, desde de sua origem em terras africanas, também são ancestrais porém sua antiguidade remonta a tempos imemoriais. São como os heróis e deuses gregos, grandes reis, guerreiros e personagens que viraram mitos, foram mitificados e, assim, alcançaram a condição de divindades. O mesmo processo que originou o panteão greco-romano. Muito além da fantasia popular, os deuses gregos também foram personagens fundadores de Civilizações, de um tempo antediluviano, como Poseidon [ou Netuno] que, segundo a tradição relatada por Platão, em Crítias, foi o último rei Atlante da última grande ilha remanescente da lendária Atlântida.

Na Quimbanda e na Umbanda, os ancestrais são vistos como antepassados mesmo, pessoas mortas, homens e mulheres proeminentes e/ou sábios ou, ainda, perversos. São Espíritos que baixam no culto [evocação, sem incorporação] ou incorporam nas pessoas [invocação] a fim de atuar no mundo dos vivos.

A Umbanda reivindica propósitos sempre voltados para o bem, com um discurso claramente cristão. A Quimbanda, embora seus teóricos neguem, é fortemente associada à magia negra, aos trabalhos para o mal e, além de para espíritos humanos desencarnados, como na Umbanda, também se utiliza de seres não-humanos: larvas [criações da mente dos sacerdotes-magistas], demônios [Espíritos obcessores] e elementais.

Nas palavras do místico e escritor José Romero Romeiro Abrahão:

"A Quimbanda é um culto mágico às Entidades malévolas, denominadas Exus, Quimbandeiros... Em geral, na Quimbanda só se trabalha para o mal de alguém ou então para submeter uma pessoa à vontade da outra".

Morte Subita coloca a sua disposição uma série de artigos onde são descritas as particularidades de cada uma das três religiões afro-brasileiras.

Leia mais na fonte do site Morte Súbita - http://mortesubita.org/jack/cultos-afros/teoria/diferencas-entre-umbanda-candomble-e-quimbanda/view



UMBANDA / CANDOMBLE

Umbanda

A palavra Umbanda é um vocábulo sagrado da língua Abanheenga, que era f alada pelos integrantes do tronco Tupy.

Diferentemente do que alguns acreditam, este termo não foi trazido da África pelos escravos.

Na verdade, encontram-se registros de sua utilização apenas depois de 1934, entre os cultos de origem afro-ameríndia.

Antes disto, somente alguns radicais eram reconhecidos na Ásia e África, porém sem a conotação de um Sistema de Conhecimento baseado na apreensão sintética da Filosofia, da Ciência, da Arte e da Religião.

O termo Umbanda, considerado a "Palavra Perdida" de Agartha, foi revelado por Espíritos integrantes da Confraria dos Espíritos Ancestrais. Estes espíritos são Seres que há muito não encarnam por terem atingido um alto grau de evolução, mas dignam-se em baixar nos templos de Umbanda para trazer a Luz do Conhecimento, em nome de Oxalá - O Cristo Jesus. Utilizam-se da mediunidade de encarnados previamente comprometidos em servir de veículos para sua manifestação.

Os radicais que compõem o mote UMBANDA são, respectivamente:

AUM - BAN - DAN

Sua tradução pode ser ncomprovada através do alfabeto Adâmico ou Vattânico revelado ao Ocidente pelo Marquês Alexandre Saint-Yves d'Alveydre, na sua obra "O Arqueômetro".

AUM significa "A Divindade Suprema", seu símbolo sendo amplamente conhecido:

BAN significa "Conjunto ou Sistema", em Adâmico é representado da seguinte forma:

DAN significa "Regra ou Lei", sua expressão gráfica apresenta-se como se segue:

A união destes princípios radicais, ou AUMBANDAN, significa "O Conjunto das Leis Divinas", sintetizado no sinal abaixo:

Portanto, o AUMBANDAN ou Conjunto das Leis Divinas é a Proto-Síntese Cósmica, encerra em si os princípios geradores do Universo, que são a Sabedoria e o Amor Divinos. Estende-se ao Ser Humano como a Proto-Síntese Religio-Científica que contem e dá origem aos quatro pilares do conhecimento humano, ditos como filosofia, ciência, arte e religião.

Pelo acima exposto, entendemos que a Umbanda é patrimônio dos Seres Espirituais de Alta Evolução que governam o Planeta Terra, os Seres Humanos encarnados e desencarnados são herdeiros deste Conhecimento-Uno. Entretanto, a aquisição deste conhecimento cósmico depende de condições ou pré-requisitos que o indivíduo deve possuir para que possa compreender a extensão e significado deste patrimônio. Deve ser, também, capaz de participar efetivamente da marcha evolutiva do Planeta como um espírito de horizontes largos e consciência cósmica.

Ao processo de amplificação da consciência que conduz à integração do Ser neste contexto denomina-se Processo Iniciático ou Iniciação, no qual o pretendente busca o início das Causas e Origens do nosso Universo a partir do conhecimento de si mesmo e das Leis que regem o Macrocosmo.

O Movimento Umbandista é um Movimento Filo-Religioso que visa resgatar o Conhecimento - UNO ou AUMBANDAN, sua divulgação é estimulada pelo Círculo Cósmico de Umbanda e seus aspectos internos ou iniciáticos tem suas raizes fundadas na Ordem Iniciática do Cruzeiro Divino, um Templo-Escola da Alta Iniciação de Umbanda.


História do Movimento Umbandista no Brasil

O Movimento Umbandista é um movimento filo-religioso surgido no final do século XIX , no Brasil, quando entidades espirituais, integrantes da Confraria dos Espíritos Ancestrais, passaram a manifestar-se, pela mediunidade, em rituais de cultos praticados por Africanos e Indígenas, miscigenados com elementos do catolicismo introduzidos pela Raça Branca.

Na verdade, a eclosão do Movimento Umbandista foi decorrência das necessidades cármicas que fizeram reunir, no solo brasileiro, representantes das raças branca, amarela, negra e remanescentes da vermelha. Assim, o Brasil possibilitou o encontro de coletividades que alimentavam rivalidades entre si e, de alguma forma, mantinham em seus sistemas religiosos, fragmentos do Conhecimento Verdadeiro usurpado pela humanidade em sua odisséia terrena.

O Brasil, conhecido pelos índios pré-cabralinos como BARA - TZIL ( Terra da Cruz ou Terra da Luz) , deveria ser o local do surgimento do Movimento Umbandista porquê, originalmente, havia recebido a revelação do Aumbandan na época dos Lêmures, no apogeu da Raça Vermelha, no Tronco Tupy. Foi aqui também que a Tradição foi deturpada em sua essência, consubstanciando-se na Cisão do Tronco Tupy nos grupos Tupy-Nambá e Tupy-Guarany que defendiam, respectivamente, o Princípio Espiritual e o Princípio Natural. Embora os Tupys tenham, algum tempo depois, voltado ao seu caminho evolutivo original, os resultados de sua Cisão ainda se fazem sentir até hoje, persistindo na mentalidade humana o dilema entre o Espírito e a Matéria.

Aqueles seres do Tronco Tupy não mais encarnam no Planeta e mesmo poderiam partir para outros locais mais evoluidos do Universo, entretanto, optaram por trabalhar em prol da Humanidade, auxiliando-a a encontrar sua via justa de evolução, restabelecendo a Tradição-Una, o Aumbandan.

Para servir a este propósito, o Governo Oculto do Planeta, no momento adequado, lançou as sementes do Movimento Umbandista, visando inicialmente o Brasil, para futuramente revelar os aspectos cósmicos da Doutrina para todos os povos. E assim, por dentro dos cultos degenerados de várias raças existentes no Brasil, passaram então a manifestar-se pela incorporação, os Espíritos Ancestrais da Humanidade que se apresentavam, inicialmente, na forma de Indios e, depois, também na forma de Pretos-Velhos e Crianças. Apresentavam-se desta forma para atingir mais facilmente a coletividade brasileira, que se identificava, sincreticamente, com estes arquétipos da Simplicidade, da Humildade e da Pureza.

O aparecimento destas entidades veio a configurar as bases do Movimento Umbandista, que recebeu uma primeira organização ritualística a partir de 1908, com o médium Zélio Fernandino de Moraes, tomando o nome inicial de Alabanda e, depois, de Umbanda. Quase 50 anos transcorreram até que, em 1956, o famoso Médium W.W. da Matta e Silva revelou ao público os primeiros aspectos da Doutrina Esotérica de Umbanda marcando a história com o livro Umbanda de Todos Nós.

Atualmente o Movimento Umbandista conta com uma coletividade estimada em 70 milhões de adeptos e simpatizantes, entretanto, números mais precisos sobre esta população são de difícil aquisição devido à própria estrutura do Movimento Umbandista.

Esta estrutura comporta uma infinidade de Terreiros ou Templos com rituais diferentes entre si, consequentes de uma maior ou menor assimilação sincrética de elementos de outras culturas e sistemas filo-religiosos. Este sincretismo visa estabelecer uma ponte de ligação que permita a transição gradual de indivíduos oriundos de outros sistemas para a Umbanda.

Embora o panorama geral propiciado por estas variações ritualísticas possa parecer heterogêneo, esta foi uma estratégia utilizada pelos espíritos da Confraria Cósmica de Umbanda como forma de minimizar as desigualdades sociais e discriminações de qualquer origem. Portanto, o Movimento Umbandista é capaz de receber indivíduos com características e concepções sobre a espiritualidade muito variadas; para cada um deles haverá um Terreiro ou Templo que mais se adapte ao seu nível consciencial.

Como elemento de ligação dos diversos templos, encontra-se a mediunidade através da incorporação de espíritos que se apresentam nas três formas arquetipais de "Caboclos", "Pretos-Velhos" ( mais adequadamente chamados de Pais-Velhos ) e "Crianças". Estas Entidades procuram impulsionar, paulatinamente, as pessoas que procuram os terreiros para patamares superiores de compreensão de si mesmos, do Mundo Material e do Mundo Espiritual. Obviamente, quanto mais sincrético for um terreiro, mais distanciado estará da Essência e mais preso estará à Forma. Mesmo naqueles templos onde predominam a busca da Essência e a verdadeira Iniciação de Umbanda, os rituais abertos ao público apresentam apenas uma ínfima parte da Doutrina, por respeito e caridade aos consulentes, guardando para o interior do Templo os fundamentos que esperam o momento certo para serem revelados.

A partir de 1989, com o lançamento da obra Umbanda - a Proto-síntese Cósmica, que mostrou ângulos inéditos da Umbanda, foi inaugurada uma nova fase do Movimento Umbandista, revelando-se o caráter cósmico desta doutrina. Os rituais dos diversos templos vêm-se modificando, mais adequados à tendência da globalização, que certamente consolidará um Mundo sem fronteiras para os habitantes do Planeta Terra, estabelecendo seus laços de ligação não apenas pelo comércio de bens materiais, mas principalmente pela comunhão de valores espirituais.


Aspectos Básicos da Doutrina de Umbanda

Uma visão geral dos vários tipos de ritual, encontráveis nos terreiros de Umbanda, não mostra prontamente a Doutrina de Umbanda. Isto se deve à presença do sincretismo que mascara a verdadeira Doutrina, de forma a se adaptar às necessidades da população que freqüenta os templos afins. Os princípios que servem de base para todo o Movimento Umbandista são sensíveis, especialmente, nos Templos Iniciáticos e nos rituais internos de alguns terreiros, onde se percebe um interesse maior na busca da evolução espiritual, sem os véus da ilusão ditados pelo mito.

Partindo desta observação, podemos obter duas informações preciosas: A primeira é que, se fôssemos tentar compor uma Doutrina consistente, a partir das manifestações sincréticas, seria impossível atingir um quadro coerente, e mesmo que fosse possível, o mesmo ainda estaria absolutamente distante dos ensinamentos transmitidos pela "corrente iniciática". A segunda informação importante é a de que, excluindo-se as manifestações do sincretismo nos diversos terreiros de Umbanda, é possível isolar determinados pontos de semelhança e conceitos compartilhados, que apontam para um sistema lógico, inicialmente insuspeitado, que encontra-se velado pelo caos aparente.

Dentre as semelhanças existentes entre os diversos terreiros ressalta-se a presença de Seres Espirituais da Corrente Astral de Umbanda que se manifestam pela incorporação nas formas de "Caboclos", "Pretos-velhos" e "Crianças". Este pode-se considerar o ponto básico que serve até como qualificador da doutrina professada por determinado núcleo espiritualista. A homogeneidade no encontro deste fator que eclodiu em coletividades distintas e fez surgir o Movimento Umbandista, leva à conclusão que a Doutrina de Umbanda é fruto da revelação destas entidades através de seus médiuns e não o resultado de uma miscigenação de cultos afro-ameríndios.

A partir desta pedra angular, constrói-se toda a Doutrina de Umbanda, fundada no Tríplice Caminho constituído pela Doutrina Mântrica, pela Doutrina Yântrica e pela Doutrina Tântrica que velam o mistério da Cosmogênese. Todos os processos relacionados à evolução dos Seres Espirituais no Reino Natural são observados à luz destes princípios ternários e através da lei das analogias, aplicados desde o nível microssomático até o macrocósmico.

As entidades que se apresentam na Umbanda vêm personificar a Simplicidade, a Pureza e a Sabedoria, em nome de Oxalá - o Cristo Jesus - o Tutor Máximo do Planeta Terra. Através de seus conselhos, exemplos e mesmo da movimentação das forças naturais, conseguem acender a chama da Fé no coração dos consulentes que procuram os templos de Umbanda. A partir da Fé e da Razão incutem, gradualmente, na coletividade planetária, a compreensão dos mecanismos da reencarnação, das Leis Cármicas, das atrações por afinidade e sintonia e ensinam-nos os meios para caminhar seguramente em direção da nossa própria essência espiritual.

Estas Entidades de grande evolução, na verdade, são nossos Ancestrais Primevos, os primeiros seres a encarnar no Planeta Terra e que eram senhores do Conhecimento Integral já na época de suas encarnações, anteriores aos Atlantes. Toda a Sabedoria Planetária revelou-se como Aumbandan e deu origem, posteriormente a todas as filosofias, ciências, artes e religiões que conhecemos atualmente. É por este motivo que encontramos na Doutrina de Umbanda vários conceitos que ainda foram conservados por alguns setores filo-religiosos.

Na verdade, o surgimento das religiões e todo conhecimento fragmentário da atualidade deveu-se à deturpação e uso inadequado do Conhecimento-Uno existente na época do Tronco Tupy. Por consequência, o homem perdeu a chave deste mistério e da capacidade de compreender, de forma sintética, a vida em suas causas e efeitos.

Na expectativa de reconstruir este conhecimento perdido e de receber os influxos destas portentosas Entidades é que apareceram os Cultos aos Ancestrais Primevos, apregoados pelos grandes patriarcas e iniciados , cujos resquícios se fazem presentes, ainda hoje, em algumas tradições, especialmente as orientais.Por misericórdia divina, os integrantes da Confraria dos Espíritos Ancestrais vêm trazer as sementes dos novos tempos, manifestando-se através da mediunidade, auxiliando-nos na jornada evolutiva, para que novamente o Aumbandan se faça presente na coletividade terrena.


Candomblé não é Umbanda

Elucidar de uma forma definitiva a diferença entre Candomblé e Umbanda, é um dos meus grandes objetivos com esta obra, pois a frase mais comum que ouvimos como candomblecista, após uma explanação mesmo que resumida é que: eu achava que tudo era a mesma "coisa". O que primeiro respondo quando me perguntam sobre a diferença entre Candomblé e Umbanda, é que: não há semelhança, esta eu considero a melhor resposta, pois é o fato, não há a menor semelhança.

A começar pelas origens, o Candomblé é uma religião africana que existe desde os tempos mais remotos daquele continente, que é o berço da terra, de forma que se funde sua origem com os primeiros contatos de pessoas que lá chegaram, existem citações na teologia africana que Odudúwa era Nimrod, o conquistador caldeu primo de Abraão e neto de Caim, que foi designado por Olodumarè para levar a remissão e a palavra de Olurún (Deus) aos filhos de Caim que, amaldiçoados, viviam na África. Este fato data de 1850 A.C., sendo que Caim pode ter vivido entre 2100 a 2300 A.C. - Oranian , neto de Odudúwa , viveu em 1500 e seu filho Xangô por volta de 1400. As coincidências existentes nos rituais africanos, como a Kaballah hebraica, são imensas, e vem provar a tese da estreita ligação entre Abraão, pai dos semitas, e Odudúwa, (Nimrod) pai dos africanos. Isso pode ser constatado no relacionamento existente entre o símbolo de um elemental africano chamado Dan a serpente, e uma das 12 tribos de Israel, cujo nome é Dan, e seu símbolo, a serpente telúrica. Citação que faremos adiante na Teologia Yorubana que fala da criação da terra. De uma forma básica, no Candomblé não existem "incorporações" de espíritos, pois os orixás, de quem sentimos força e vibrações, são energias puras da natureza, que não passaram pela vida, ou seja não são "entidades", mas elementais puros da natureza, criados por Olorún.

No Candomblé a consulta é feita através da leitura esotérico/divinatória do jogo de búzios (no Brasil), forma de leitura exclusiva do povo candomblecista, que trataremos em capítulo próprio, e o tratamento para cada caso, é feito com elementos da natureza, oriundos dos reinos vegetal, animal e mineral, através e ebós, oferendas, Orôs (rezas) e rituais africanos. A Umbanda por sua vez, sem qualquer demérito a quem a pratica, pois se levada de uma forma séria e consciente tem seu mérito, valor e aplicação, é uma religião brasileira, que advém do sincretismo católico-feitichista, necessário em uma época de grande repressão das religiões africanas, em que era proibido o culto dos orixás na sua forma de origem, e esta adaptação se fez necessária, a partir desta premissa, a Umbanda começou tomar corpo, com algum conhecimento de alguns africanos no trato com seus ancestrais, que era comum a "incorporação" de algum ente falecido, por um elégún (aquele que é montado por) por motivos familiares. É muito comum nos dias de hoje, Ilês que praticam Candomblé e Umbanda, porém em dias, horários e formas diferenciados, mas é uma atitude não compactuada, bem como a utilização do sincretismo com os santos católicos, pelas tradicionais Casas de Candomblé cujas raízes foram plantadas no Nordeste do país, mais precisamente em Pernambuco e na Bahia.

A Umbanda por sua vez, a consulta é feita através de um médium "incorporado" , e os "trabalhos" pelo espírito ali incorporado com seus elementos rituais.
Umbanda é deste século, e utiliza os orixás do Candomblé, sob outra forma e outro aspecto, em especial, vou me ater a figura de Exú. Na sua qualidade de ser ambivalente, positivo e negativo, bem e mal, de uma forma definitiva, esta situação de bem e mal, também está associado à todos os seres humanos, e nem por isso, somos o diabo, ninguém é totalmente bom, 24 horas por dia, 360 dias por ano, a sua vinda inteira; o inverso também é verdadeiro, convivemos com o bem e o mal, porém Exú, na sua condição, só fará alguma coisa, se e somente se, for mandado, portanto quem faz o mal na realidade é quem pede, e que pela própria lei da natureza, pagará, pois segundo a lei mais certa que existe, a lei do retorno - "Toda ação gera uma reação, com a mesma intensidade, em sentido contrário", quer dizer, tudo que vai, volta, a experiência nos comprova isto, e geralmente, da forma que mais dói, no bolso ou na saúde (tarda mas não falha); isso posto, em quem está a maldade? Sem mandante, ela simplesmente não existiria, e, mais uma vez EXÚ PAGA O PATO.

Em mais de vinte anos de pesquisa, e não foi pouca, as maiores e melhores obras, dos maiores e melhores autores, sobre religiões africanas, sejam brasileiros, ingleses, franceses, africanos, babalorixás, antropólogos, babalaôs, nunca li nada que se referisse à exú mulher, ao contrário, sua forma é fálica (forma de pênis), sempre no sentido de elemento fecundador, fertilizador e nunca elemento fecundado, nunca houve qualquer simbolismo ou ligação com uma "vagina", em sua ambivalência, assume situações duplas, mas nunca, macho e fêmea. Tudo se inicia, com a palavra bombogira, que é o nome dado à Exú macho por excelência na nação de Angola, uma corruptela desta palavra, utilizada somente pela Umbanda, gerou a expressão "pombogira", como forma de um exú mulher, em cuja manifestação, a pessoa, seja homem (homem?) ou mulher, assume uma atitude sensual, atrevida e em alguns lugares, sob esta manifestação, a prática do ato sexual em si; é muito comum, se a mulher tem vontade, libido forte ou até mesmo por necessidade (a prostituição), é porque uma pombagira está "encostada", o que seria uma situação normal, natural; A POMBA GIRA PAGA O PATO. Qualquer incorporação, deste gênero, que se fale com as pessoas, beba ou fume em público, não é Candomblé, é umbanda; a única manifestação "semelhante" no Candomblé, é a figura do Erè, que, assim como o orixá, é um elemental da natureza, com uma conduta infantilizada, e que nunca passou pela vida, portanto não é um egun (espírito de morto), tem função específica, uma delas, se comunicar pelo orixá, justamente pelo fato de que ele não fala, que nos referimos como "estado de erê", tal pessoa está com, ou de, erê.

A incorporação, eu imagino, vem de necessidade do ser humano (que é incrédulo por natureza), de crer e confiar, para crer, tem que "ver" algo, no caso o espírito manifestado, falar com ele, ouvir coisas que confirmem ser real ( o que muitas vezes acontece), e para confiar, o consultor não poderá se "lembrar" do que ouviu, como confidência, ou segredo, pois em várias situações, estão envolvidos, conversas e pedidos escusos, se utilizando assim da "inconsciência" relatada nas religiões africanas, a qual também a coloco, em outro capítulo da forma como a vejo e sinto. Falo muita propriedade e experiência, pela vivência de muitos anos no meio, o objetivo não é em momento algum, desmascarar quem quer que seja, muito menos denegrir, desmerecer ou tirar o valor da Umbanda, pelo contrário, bem praticada e bem conduzida, tem enorme valor e função social na comunidade, quer seja: na solução de problemas de saúde, família, trabalho, amor...

Existe forte vibração de uma energia, no ato da "incorporação", variando muito de pessoa para pessoa, em muitos casos, com real valor e força, porém, a inconsciência total ... o único objetivo é a realidade, que é benéfica para todos nós, a medida em que nada temos que esconder.



Fontes da pesquisa:
http://mortesubita.org/jack/cultos-afros/teoria/diferencas-entre-umbanda-candomble-e-quimbanda/view
http://astrologiaetarot.planetaclix.pt/limitespraticaespirita.htm


Cultos Afro-Brasileiras

Os cultos afro-brasileiros são sistemas de crenças herdados dos africanos, que foram trazidos como escravos para o Brasil a partir do século 16. A maior parte desses negros era proveniente da costa Oeste da África, onde predominavam dois grandes grupos: os Sudaneses e os Bantos.

Os sudaneses vêm da região do Golfo da Guiné, onde se situam hoje a Nigéria e o Benin. Pertenciam às nações Haussais, Jeje, Keto e Nagô, e foram os principais precursores do Candomblé.

Os bantos agregam as nações de Angola, Benguela, Cabinda e Congo. Dessas nações, herdamos, entre outros elementos culturais, a capoeira e a congada.
Os cultos religiosos trazidos por esses povos sincretizaram-se com o Catolicismo, dando origem aos chamados cultos afro-brasileiros.


Umbanda

A Umbanda é uma religião tipicamente brasileira. Na verdade, pode-se dizer que ela não existe em nenhuma outra parte do mundo. Além do sincretismo clássico entre a herança religiosa africana e o Catolicismo, a Umbanda absorveu elementos do Espiritismo kardecista, de modo que, no decorrer dos rituais, o fiel se comunica com espíritos desencarnados.

O sincretismo entre orixás e santos católicos é muito forte.
Veja as principais correspondências:

Euá - Nossa Senhora das Neves.
Iansã - Santa Bárbara.
Ibejis - Cosme e Damião.
Iemanjá - Virgem Maria, principalmente Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora dos Navegantes.
Logum - São Miguel Arcanjo e Santo Expedito.
Nanã - Santa Ana, mãe de Maria.
Obá - Santa Catarina, Santa Joana D´Arc e Santa Marta.
Obaluaiê - São Lázaro e São Roque.
Ogum - Santo Antonio e São Jorge.
Oxalá - Jesus.
Oxóssi - São Jorge e São Sebastião.
Oxum - Nossa Senhora das Candeias e Nossa Senhora Aparecida.
Oxumaré - São Bartolomeu.
Xangô - São Francisco de Assis, São Jerônimo, São João Batista e São Pedro.


As práticas existentes dentro dos terreiros de Umbanda variam muito. Alguns demonstram uma ligação mais forte com o Espiritismo, outros se aproximam mais do Candomblé. Em comum, têm a força dos rituais, denominados giras, em que os filhos e filhas-de-santo entoam cânticos e dançam ao som dos atabaques.

As cerimônias geralmente acontecem à noite e se estendem madrugada adentro. Os espíritos que "descem" incorporam-se nos fiéis que estão participando da gira.

Aqueles que "recebem" os espíritos são chamados de cavalos. Durante a incorporação, o "cavalo" permanece inconsciente, e quem fala através dele é seu "guia", ou seja, a entidade espiritual a ele associada. Para auxiliar os cavalos, existem os cambonos, que ocupam papel relevante na hierarquia do terreiro. Mas a posição mais elevada cabe à mãe ou ao pai-de-santo, que é a pessoa responsável pelos trabalhos espirituais.


Nos terreiros umbandistas, o ponto focal é o congá, altar profusamente enfeitado com flores, velas acesas e colares de contas coloridas, que simbolizam os diferentes santos e orixás.

No congá, imagens de Jesus, Nossa Senhora e santos católicos dividem espaço com estatuetas de pretos-velhos, caboclos, ciganos, marinheiros e outras entidades espirituais.



A hierarquia do terreiro

Babalorixás (Babalaô, quando homem, e Ialorixá, quando mulher) - São os dirigentes.
Zeladores (jibonã e sidagã) - Auxiliam os dirigentes.
Ogã e Sambas - Tocam os atabaques e observam a disciplina.
Pais e Mães-Pequenas (Baba Mindim) - Assistentes do dirigente. Em geral, ajudam no trabalho de desenvolvimento da mediunidade dos filhos de fé.
Cambonos e coroados (feitos e / ou confirmados) - Prestam assistência aos cavalos, durante a gira.
Filhos de fé (aceitos) - São aqueles que se preparam para entrar em desenvolvimento.
Filhos de fé (em observação) - Freqüentam os trabalhos para o desenvolvimento de seus dons mediúnicos.


As sete linhas da Umbanda

A Umbanda se divide em sete linhas, ou "bandas", sendo que cada uma delas é consagrada a um orixá. Cada uma dessas divindades, por sua vez, comanda sete falanges.

Uma dessas falanges corresponde à vibração original do orixá (por exemplo: linha de Ogum). As outras seis falanges do orixá significam o cruzamento da energia original do orixá com as dos outros seis orixás (exemplo: a linha de Ogum Beira-Mar é o cruzamento da linha de Ogum com a de Iemanjá).

Temos assim um total de 49 falanges.

Como o orixá nunca incorpora no ritual da Umbanda, a função das entidades pertencentes às falanges é justamente descer à Terra e executar o trabalho ordenado pelo orixá. Elas são portadoras da força da divindade.

Existe ainda uma outra subdivisão, que diz respeito à faixa etária das entidades.

Desse modo, temos as crianças, os adultos e os velhos. Por exemplo: podemos ter uma criança de Xangô, um Caboclo de Oxóssi e um Preto Velho de Oxalá.

Os orixás que comandam as falanges são Iansã, Iemanjá, Ogum, Oxalá, Oxóssi, Oxum e Xangô.

Veja mais sobre os orixás e as entidades que integram as falanges da Umbanda:

Oxalá
Cor: Branca
Domínios: Todos os campos da natureza.

Oxóssi
Cor: Vermelha
Domínio: As matas.

Xangô
Cor: Marrom
Domínio: As pedras.

Ogum
Cor: Verde
Domínio: As estradas.

Iemanjá
Cores: Rosa e branco cristalino
Domínio: O mar e as águas em geral.

Oxum
Cor: Azul
Domínio: As águas doces.

Iansã
Cor: Amarela
Domínios: Ventos e Tempestades.

Nanã
Cor: Lilás
Domínio: Lama.

Obaluaiê
Cores: Preto e branco
Domínio: As cavernas.

Oxumaré
Cor: Azul claro
Domínio: As chuvas leves.

Tempo
Cor: Branco perolado
Domínio: As montanhas.

Exu
Cores: Preto e Vermelho
Domínio: Os descampados.

Pomba-gira
Cores: Preto e Vermelho
Domínio: Os descampados.

Exu-mirim
Cores: Preto e vermelho
Domínio: Os descampados.

Marinheiro
Cores: Azul e branco
Domínio: As emoções.

Boiadeiro
Cores: Marrom e Vermelho
Domínio: A força bruta.

Cigano
Cores: Todas do arco-íris
Domínio: A liberdade.

Baiano
Cores: Variadas
Domínios: A esperança e a coragem.

Caboclo
Cor: Verde
Domínio: A simplicidade.

Preto-Velho
Cor: Branco
Domínio: A sabedoria.

Criança
Cores: Variadas
Domínio: A pureza.

OBSERVAÇÃO: Essas correspondências, embora sejam as mais difundidas, podem sofrer variações em diferentes terreiros.


Oferendas Quando as entidades que compõem as diferentes falanges estão incorporadas, elas se prestam a aconselhar seus consulentes e a realizar alguns rituais. Nestas ocasiões, utilizam-se dos quatro elementos básicos da Natureza - ou seja, AR, TERRA, FOGO e ÁGUA.

É por isso que, muitas vezes, essas entidades solicitam cigarros, bebidas, alimentos. Cada item pedido corresponde a determinados elementos naturais.
Veja os exemplos:

Água e bebidas não-alcoólicas: Servem para a cura, pois simbolizam a força, o remédio e o poder gerador.

Bebidas alcoólicas: Pertencem ao elemento Fogo e permitem transmutar as energias.

Cachimbo, charuto ou cigarro: Une o Fogo, a Água, a Terra e o Ar, sintetizando, assim, os elementos de todas as linhas.


Quimbanda, ou as "linhas de esquerda"


Nunca se deve confundir o orixá com as entidades que integram sua Linha de Força.
A questão mais polêmica, sem sombra de dúvida, cerca o orixá Exu. Ele é uma força da natureza, imaterial e incorpóreo, como os demais orixás.

Dentro da Umbanda, a Hierarquia deste orixá denomina-se Quimbanda, recebendo ainda os nomes de Banda dos Exus e Falange dos Exus.

Na Umbanda, entende-se que este orixá e as entidades que fazem parte de sua falange atuam "à esquerda". Isso, porém, não significa que sejam de agentes do Mal!

Simplesmente, o orixá Exu - que erroneamente tem sido associado às forças diabólicas do ideário cristão - é uma força complementar às Linhas da Direita. Do mesmo modo que homem e mulher são opostos-complementares, e que tudo no Universo interage e se interpenetra, também as forças da "Direita" e da "Esquerda" se unem e se completam.

As entidades que constituem a Quimbanda são denominadas Exus, Pombas-giras e Exus-mirins. Têm missão cármica definida e trabalham no sentido de evoluir no plano espiritual, exatamente como os integrantes de todas as outras falanges.

Os Exus são responsáveis pelos trabalhos de proteção, além de terem energia vitalizadora e promoverem a desagregação de energias maléficas. Existe ainda um outro papel, muito delicado, que cabe aos integrantes desta hierarquia: é o de liberar o consciente e o inconsciente do fiel que estiver se preparando para desenvolver um trabalho mais ativo no terreiro.

As entidades de Quimbanda podem trazer à tona os traumas e os segredos reprimidos - conscientemente ou não - pelo "filho de fé".

Sendo assim, pode acontecer de os "cavalos" que estejam incorporando essas entidades de Esquerda usarem linguajar torpe ou adotarem comportamentos duvidosos. Nestes casos, deve-se entender que aquele não é o procedimento da entidade em si - na verdade, pode tratar-se de uma "faxina" no inconsciente do próprio médium.

É bom ressaltar, porém, que a natureza complexa da missão confiada aos espíritos da Quimbanda os torna bem mais difíceis do que as demais entidades. Sendo assim, é necessário ter muito CONHECIMENTO e, principalmente, DISCERNIMENTO, para lidar com essas forças.

A.D.

Texto recebido por email sem autor.


http://estudoreligioso.blogspot.com/2008_10_01_archive.html

sábado, agosto 13, 2011

A Alegria Inerente Ao Ser




Ao contrário do que se pensa, a alegria não é apenas o riso, o riso é uma das manifestações dela. A alegria é energia pura que faz as células corporais vibrarem numa freqüência de positividade e criatividade, que nenhuma outra energia tem o poder de fazer.

A alegria é o contato do Ser com a essência do existir, é vibração intensa de pulsar e deixar a vida acontecer, tornando-se parte de cada movimento, podendo deixar a expressão dos sentimentos aflorarem mas não se afastando da essência da alma Divina que é alegre em excelência.

A energia da alegria acessa o corpo físico através do corpo emocional e inunda a aura de cor pêssego rósea e a aura sofre uma expansão, capacitando a força criativa do individuo de potencializar desejos, realizações e até mesmo a cura.

A alegria é energia inerente do Ser de Luz que todos Somos. Acessá-la ou não é uma simples questão de escolha, mas ela não pode ser destruída, mesmo na mais profunda das depressões humanas, ela permanece lá, em estado de inércia, esperando ser acionada, mas permanece lá, no âmago do SER. É possível viver conectado a ela, permitindo que ela atue mesmo nos momentos de perdas e tristeza profunda. Ela permanece permeando a essência, pronta para se expandir assim que o momento da dor entra no contexto da sublimação.

Ela tem o papel fundamental em nossa existência de trazer a percepção do aqui e agora, de nos manter conectados com a criança interior e reafirmar de forma suave, mas, pontual que a vida é efêmera, que tudo é transitório e que nossas preocupações exacerbadas no que concerne a manifestação de vida na forma terrena precisa ser revista e reorganizada, de maneira a nos fazer perceber a gratuidade de existir.

As experiências humanas a serem vivenciadas obedecem uma ordem Cósmica pertinente a cada um de nós. Tem a ver com reajustes carmicos, tem a ver com novos aprendizados, tem a ver com evolução planetária. Não estamos aqui por mero acaso e nem desnecessariamente. Há um propósito claro para cada um de nós. Propósito esse que nosso Ser de Luz, na sua forma intrínseca de existir conhece bem.

Se dizemos sim a vida, da maneira como ela se nos apresenta. Se entendemos que há um propósito maior por trás de todas as experiências, por mais difíceis e dolorosas que se apresentem, e se, apesar de todas as agruras e vicissitudes, permitimos o fluxo da energia da alegria em nossas almas, conseguimos nos manter em conexão continua com nossa criança interior, e facilitamos a sublimação das experiências mais difíceis e mais dolorosas, mesmo porque, num mundo onde a Justiça Divina se apresenta por completo, não há vitimas e nem inocentes. Cada ser humano esta presente no contexto temporal da vida onde precisa estar, convivendo com as pessoas que precisa conviver no processo inerente a evolução pessoal e individual de cada um de acordo com a freqüência da sua consciência. Por trás de todas as amarguras e tragédias que acometem os seres humanos atualmente de várias formas e de vários níveis, há o propósito inerente a ela. E nem sempre é dado ao homem conhecer esse propósito na forma de homem.

Rir mais, sentir leveza, entrar em contato com a terra pisando descalço vida afora, respirar profundamente conseguindo sentir o seu fluxo existencial , são movimentos que conduzem o SER ao contato da energia da alegria Divina no âmago de seu DNA Cósmico.

O entusiasmo é a forma com que a energia da alegria se apresenta no cotidiano do Ser Humano.



www.stum.com
http://existenciaconsciente.blogspot.com/2011/08/alegria-inerente-ao-ser.html

Potência Interior




A Força Livre de Realização





A maioria de nós ainda vive num módulo de sonhar acordado. O que não é muito diferente do sonhar dormindo. A diferença é apenas de grau, de quantidade não de qualidade. A idéia de que boa parte da humanidade ainda vive neste estado paradoxal é absurda e inadmissível para muitos, pois o estado de consciência da média ainda não alcançou a potência e a profundidade interior necessária para tornar o ser desperto. O ser desperto é aquele que deu o próximo passo na forma em como percebe e manifesta a sua realidade. Enquanto sonhamos não percebemos os mecanismos das coisas; o que torna muito difícil o existir na realidade cotidiana bem como no nosso mundo interior. É importante entender que o estado de sono ou de inconsciência é inversamente proporcional ao nível de potência interna.



A potência interior está diretamente associada com a intensidade de consciência. Quanto maior a potência interna maior o canal de consciência. Isto significa que a consciência se torna mais abrangente e aguda, permitindo desvelar as camadas mais profundas da existência e do próprio ser. É magnífico constatar que todo o potencial está presente a nossa volta. Sempre esteve e sempre estará disponível. Bastando apenas a presença de uma consciência mais intensa para torná-los visíveis. Poderíamos elucidar esta idéia com uma analogia muito simples, a partir da qual a consciência se torna uma lanterna que ilumina um ambiente escuro e a medida em que se intensifica sua luz certos objetos são percebidos naquele ambiente. Portanto, os conceitos de criação e de realização poderiam ser resumidos como a percepção de algo novo na realidade, ou seja, de um novo potencial. Perceber é criar!



Estamos todos numa dança existencial, cada um, quer seja consciente ou inconsciente, está sendo compelido, impulsionado a encontrar o seu compasso e o seu ritmo nesta grande dança cósmica. E o compasso individual é a potência interior.



Tudo no universo é potente. Da grandeza de um astro à grandeza de um átomo. De uma simples célula à organismos complexos. Todos possuem potência, isto é, o impulso para o desenvolvimento, a transformação e a realização plena. Tal impulso pode ser inibido e na escala humana isto acontece com o Homem. E o resultado é a constatação dramática da ausência de sentido e do valor da singularidade de seu próprio ser. A queda da potência interior, o enfraquecimento da consciência tornou-se um dos fenômenos mais corriqueiros no cotidiano humano, levando ao conformismo de uma existência pálida, sem brilho, sem intensidade e dominada pelo medo.



É importante frisar que a elevação da potência interior, aumenta o escopo da consciência, fazendo com que o processamento das experiências se dê de maneira muito mais fácil, pois com o aumento do fluxo de consciência há o aumento do fluxo de facilidade. E o fluxo de facilidade é a condição primeira para a felicidade. A consciência traz o conhecimento dos mecanismos até então ocultos dos fenômenos que determinam o funcionamento da estrutura do ser bem como da realidade.



A causa primeira e última que provoca a queda da potência interna é a dispersão e dissipação da energia. Todos nós possuímos um centro superior, auto-motivado e infinitamente inteligente. Poderíamos chama-lo de - a essência mais profunda do ser ou o “si mesmo”. Quando a energia é condicionada a fluir para fora, de alguma maneira nos desligamos deste centro, nos afastando de nossa base mais profunda. Boa parte do tempo vivemos distantes deste centro. Quando isso acontece usamos diversas formas de afirmação para interpretarmos o desligamento do centro, tais como: “Estou me sentindo péssimo”..... “ Estou confuso”..... “ Não sei o que fazer”..... “Estou perdido”.etc.. Um ponto relevante é que muitos ainda não conseguem perceber ou sentir a existência deste centro o que os levará inevitavelmente a experiências de alto impacto para o despertar da percepção do centro.



Este centro mobiliza o nosso mundo interior e possui múltiplas conexões com o universo. Todavia, quando estamos desligados do nosso centro, o mesmo não encontra as condições necessárias e básicas para elevar a potência interna, pois toda energia utilizada para a dinamização interior “escoa” para fora. O condicionamento do fluxo de energia pessoal para fora acontece à medida em que não nos damos força, o que nos leva a um comportamento primariamente reativo. A maioria das pessoas não dá força para si mesma, pois desenvolvem a crença de ser uma idéia formulada pela mente, um eu. E este eu é treinado a corresponder apenas ao externo. O estado de identificação com este pensamento, o eu, é o que nos aprisiona na inconsciência e num modo perpetum de dissipação de energia e de baixa potência.



Boa parte das pessoas que se mantém neste estado de identificação com o eu, dificilmente realizam o seu potencial, pois, este eu, em si é impotente e vazio, uma vez que o mesmo é apenas um conceito mental.



A amplificação de nossa potência requer que mudemos o curso da energia, de modo que a mesma ao invés da dispersão, flua para dentro aumentando a sua concentração. É importante cruzarmos a fronteira do preconceito e experimentarmos a possibilidade de existirmos além, num lugar dentro de nós em que nos permitimos ser “si mesmo”. Para tanto, é essencial entendermos que existe duas dimensões no ser humano. A primeira, é uma área virtual, infelizmente programada para negar o bem e suprimir a livre expressão do ser: a mente condicionada; mais especificamente, o fluxo caótico e desorganizado de pensamentos, que compõem “ as vozes da cabeça” e que inibe a potência, a força livre de expressão e realização do Ser.



A segunda, plenamente real, conhecedora e infinitamente inteligente - o centro, ao qual devemos nos entregar completamente. Esta é a área que emana múltiplas sensações, tecendo as verdades mais profundas que habitam o nosso interior e que age como uma verdadeira “bússola de navegação interna” nos direcionando e nos revelando aquilo que realmente é compatível com a nossa expressão singular.



Aprender a se orientar pelo que se sente e não pela cabeça é a chave para a ampliação da consciência, logo da potência. Entregar-nos a este centro de força e poder é nos entregar e nos render completamente as nossas sensações. Pois quando recuperamos o contato com as nossas sensações, respeitando-as, gradualmente passamos a aprimorar a comunicação com o centro interior. Aquilo que a princípio era apenas sensações discretas e distantes, agora se manifesta como um agrupamento de informações profundas, capaz de nos orientar sabiamente. Como se de repente um sábio atemporal dotado de um poder infinito acordasse dentro de nós e nos mostrasse o caminho, conduzindo-nos graciosamente para um mundo de pura satisfação e realização.



Este é o destino o qual iremos inexoravelmente chegar. O ponto de potência máxima e de realização plena. A terra prometida da felicidade e da paz verdadeira que nunca esteve distante e sim nós que nos afastamos dela. Pois esta Terra nunca foi criada e nem vai deixar de ser. Ela habita em nós e nós habitamos ela. E neste momento, estamos voltando a ela, voltando para o Ser verdadeiro, a única coisa Real e eterna.



Por Horácio Frazão
http://www.cognytus.com.br/f_vida_art3.asp



http://existenciaconsciente.blogspot.com/2011/08/potencia-interior.html

terça-feira, agosto 09, 2011

Desenvolva seu lado espiritual na vida diária!




"Outro dia, lendo uma revista, li a resposta da Monja Coen sobre como podemos desenvolver a espiritualidade na vida diária.

Ela disse:

“Não pense que espiritualidade está apenas em templos, igrejas e montanhas: ela está onde você está. A palavra espírito vem da nossa capacidade de inspirar e expirar. Se alguém me insulta e sou capaz de compreendê-lo, sem me deixar levar pela raiva, pela vingança ou pela tristeza, estou praticando a espiritualidade. O estresse, a pressa e o trânsito são ótimas oportunidades de prática espiritual. Ao perceber a tensão, já me coloco em outro patamar: inicio um processo de autoconhecimento, percebo o que impulsiona e o que me retrai. A vida urbana nos dá ótimas oportunidades para aprimorar a paciência, a tolerância, o respeito à vida, a sabedoria e a compaixão. Todos os seres são conectados. Faça o seu melhor, respira profundamente e seja gentil.”

Gostaria que você fizesse uma contemplação sobre esses sábios ensinamentos Contemplar (praticar dharana)é um passo importante do yoga para o autoconhecimento e desenvolvimento espiritual.

Consiste em autoindagação, autoinvestigação, sem fazer julgamentos, sem cobranças. É um momento de reflexão para perceber seus erros, sem se culpar. E, sim, com a intenção de aprendizado e aprimoramento de virtudes.

Para fazer isso, gostaria que você lesse novamente a resposta da Monja Coen.

Agora, contemple como você pode aplicar esses ensinamentos na sua realidade, no seu dia a dia.

Reflita como pode viver o princípio Ético do Yoga: A não violência, nos relacionamentos familiares, com os amigos, com o chefe, com os colegas de trabalho, no trânsito, nas reuniões de trabalho e de condomínio.

Perceba como pode desenvolver tolerância, paciência e gentileza com você, com as outras pessoas, no trânsito, no meio de toda a sua atividade diária.

Abra-se para perdoar, esquecer conflitos e libertar-se da raiva.

Essa tem sido minha busca pela espiritualidade. Entendi que não basta ir apenas a igrejas, participar de reuniões espirituais ou palestras, mas é essencial a prática da não violência comigo, com os outros, com a natureza e o aprimoramento das virtudes.

Tenho procurado desenvolver as virtudes divinas, que já existem dentro de mim (e de nós!), como jóias preciosas. Qualidades como: compaixão, tolerância, paciência, bondade, perdão e gentileza.

Essas virtudes são nossos tesouros interiores, esperando para serem desenvolvidas por nós.

Com a prática regular da meditação, encontrei meu santuário interior. E, hoje basta fechar meus olhos, que logo me conecto com esse espaço de paz dentro de mim. Esse apoio interno me traz confiança e serenidade.

Essa serenidade é uma grande conquista, pois precisamos senti-la nos momentos felizes e também nos momentos tristes.

Em vários momentos desafiantes de minha vida, essa serenidade veio de dentro, me apoiando, me fazendo superar, de maneira mais fácil, as dificuldades, as dores do corpo e também as dores da alma.

Essa serenidade é o fruto das minhas práticas espirituais do yoga: meditação, canto de mantras, contemplação, altruísmo, o cumprimento do dharma (missão de vida), que é o nosso correto dever, sem querer o fruto de nossas ações.

Superei muitos medos, dissolvi mágoas, raiva e ansiedade. Abri meu coração para perdoar a mim e as outras pessoas. E, desta maneira, fui me libertando, sentido alegria interior e paz de espírito.

Minha maior conquista tem sido me libertar da raiva, nosso maior inimigo nesse planeta. Se, por acaso, sinto raiva, procuro dissolvê-la imediatamente com o mantra Om Namah Shivaya, com a respiração, com pensamentos de Deus.

Compreendi que sentir raiva é humano, mas não devemos dormir com raiva, nem alimentá-la o dia todo. Procuro transcender a raiva, com o autoconhecimento, tolerância e compreensão. Evoluídos sentem raiva só por um minuto -

Perguntaram a Santa Rabi’: “Você alguma vez sente raiva?

Ela respondeu: “Sim, mas só quando me esqueço de Deus.”

Tenho procurado aplicar esse grande ensinamento. Se eu preencho meu coração com amor por Deus, não haverá espaço para a raiva.

Na Bhagavad Gita, escritura do yoga, Krishna diz a Arjuna:

“Oh! Arjuna, deixe de pensar em seus inimigos externos. E, em vez disso, conquiste seus inimigos internos."

A Bhagavad Gita diz que a raiva é nosso pior inimigo. Ela nos causa um dano enorme, tirando nossa paz e plenitude.

Perceba como a raiva muda seu humor, seu coração, tira sua alegria e serenidade.

Se você deseja evoluir espiritualmente, aprenda a vencer essa tendência de ficar com raiva. Se você controlá-la, transcendê-la, ela se transformará em coragem, em amor. Fique em paz! Namastê! Deus em mim saúda Deus em você”!"


por Emilce Shrividya Starling
Fonte:http://www2.uol.com.br/

sábado, agosto 06, 2011

ASCENSÃO NÃO É MISTICISMO



EXTRAORDINÁRIA NOTÍCIA:
DO CARBONO AO SILÍCIO


Irmãos, Irmãs, agora, não é um passo de um estado evolutivo para outro, mas, é um salto de uma Dimensão para outra, por isso se denomina salto Quântico, porque nas anteriores mudanças evolutivas do Ser Humano, este sempre permaneceu com o seu ADN na base do elemento carbono, e agora nesta terceira Dimensão, vem a alteração do ADN para o elemento silício, a Base do Cristal de Quartzo, o ADN cristal, numa tabela periódica dos elementos químicos, verão que do elemento carbono ao elemento silício, existem oito passos, uma oitava mais alta, quer dizer um salto Quântico, isto acontece quando o átomo sofre uma modificação, devido a forças “externas”, que o “obrigam” a mutar internamente, e que por fim, transformam-no estruturalmente, alterando a sua morfologia para outros elementos.


As partículas de luz, denominadas fotões, serão as causadoras desta Alteração no átomo da matéria.




A ASCENSÃO VIBRACIONAL.



A Ascensão é a resposta exacta aos acontecimentos, situações, alterações, flutuações e estados, que a Terra, o Ser Humano e tudo o que a habita, estão sentindo e percebendo hoje em dia.




A Ascensão não é misticismo, nem esoterismo, nem xamanismo, nem bruxaria, nem algo religioso (qualquer que seja a vossa religião), nem algo complexo, nem científico, nem histórico, e muito menos, profético, tampouco é castigo divino ou não divino, nem sequer é algo fortuito, tampouco milagroso, nem caótico, nem experimental, e por último, não é algo que se possa deter, não é algo que se deva temer e não é algo que seja obrigatório, quando tendes o Livre Arbítrio.




A Ascensão é um ciclo cósmico, que se Sucede e se representa sempre, em cada região, lugar, espaço, tempo e parte determinada do Universo…




Nada escapa à Ascensão, nem seres, nem criaturas, nem objectos, nem energias diversas, é um movimento cíclico em espiral ascendente, baseado em oitavas harmónicas e em sequências luminosas de energia Luz e Amor.




A Ascensão é um caminho de mudança ascendente, que passo a passo vos aproxima mais da FONTE ETERNA DE AMOR, seja qual for o nome que lhe dêem, pois a Ascensão não distingue cores, raças, credos, religiões, status, tamanhos, nem idades.




A Ascensão não se iniciará no ano 2012, nem no Solstício de 22 de Dezembro desse ano, dado que a Ascensão está presente, aqui e agora, na Terra, pois iniciou-se há eons no tempo atrás quando se gerou a vida no Universo.




A Ascensão é Composta de infinitos movimentos em espiral ascendente, e cada movimento, culmina o seu ciclo na sua anterior espiral, que termina o seu percurso a cada 26.000 anos aproximadamente, pelo menos a Ascensão que nos corresponde, nesta pequeníssima parte da nossa Galáxia, onde o nosso sistema solar, quase termina o seu presente movimento em espiral, através das doze constelações zodiacais, e é então quando se configura uma nova espiral evolutiva, que é a sequência da anterior, só que numa oitava superior (como as escalas musicais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si) de frequência vibratória mais alta, ou seja de mais Consciência desperta nos seres e criaturas que experimentamos actualmente a vida aqui.




Não é a mesma Ascensão do que a de uma nova espiral ascendente, pois a Ascensão é a soma do total das espirais ascendentes, sendo que esta Ascensão dos quase 7.000 milhões de seres humanos que vivemos actualmente na Terra se iniciou há milhares de milhões de anos, e a cada 26.000 anos, formou-se uma nova espiral ascendente.




A nova espiral ascendente, pertencente à nossa Ascensão, iniciar-se-á no ano 2012, quando todo o sistema solar no seu conjunto, chegue ao fim do seu percurso anterior de 26.000 anos, e inicie um novo percurso, começando na constelação de Aquário, pois estamos saindo da constelação de Peixes (de facto, estamos viajando já entre as duas constelações), e aqui por favor, não pensemos que estamos falando de astrologia nem em nada de ciências esotéricas, nem exotéricas, nem de misticismo ou xamanismo, estamos somente falando de ciclos cósmicos, e um ciclo é uma volta através de algo, e se lhe somarmos a palavra Ascensão, converte-se então num ciclo ascendente, que formará uma nova espiral, “para cima”, só isso, e se o seu movimento é “para cima”, então por isso adopta-se uma espiral, pois é um círculo que regressa à sua origem, mas mais “acima” do que onde começou, e isso é o que se denomina Oitava Superior.



Há 200.000 anos mais ou menos, existiam aqui Neandertais, noutra espiral evolutiva, evoluíram para a raça dos Cro-Magnon, posteriormente, há poucos milhares de anos, o Homo Sapiens, e depois, muito rapidamente, evoluiremos para Homo Sapiens cósmico




Então, porquê tanto interesse por esta nova espiral evolutiva que se aproxima? Simplesmente porque cada vez, são mais curtos os tempos em que o Ser Humano evolui de um Estágio para outro, e sempre melhoram em grande escala todos os aspectos Físicos, Emocionais, Mentais e Espirituais, cada vez que este salto quântico se realiza.




As partículas de Luz, denominadas fotões, afectam o átomo da matéria de terceira Dimensão, “movendo-a” para uma Dimensão mais subtil e de frequências maiores, onde encontram a sua ressonância. Por isso, a morfologia do ser humano, mutará para o elemento silício, base do cristal, que é um elemento altamente inteligente, com a certeza que estamos dando um salto quântico de elevação de frequência, numa Espiral Fibonacci, que é a base da genética do Ser Humano composta por estruturas cristalinas.








Salto, onde a mutação do ADN, passa da 3ª Dimensão à 4ª, senão, à quinta, sem do então um salto da terceira à quinta Dimensão.




Por último, na filosofia mística, a palavra Cristo, significa um altíssimo nível espiritual, um Ser Crístico, é um nível que se encontra mais para lá do nível fraternal, e chama a atenção que o ADN mutará para o silício, deixando de ser carbono, e se o silício á a base do cristal, então o nível de cada átomo que adoptará o novo Ser Humano, será de cristal (não confundir com o cristal comum que conhecemos), será o início para um Ser Crístico, ou seja que alcançará o nível Cristo que nos espera na escadaria da Ascensão para perfeição.




Já ninguém duvida de que nos estamos aproximando de um momento inexorável da nossa história como espécie. Nem os cépticos podem negar que algo está acontecendo a nível planetário, algo que vai mais para além dos conflitos sociais e ecológicos, ou da transformação do paradigma científico.




Para os que vivemos esta realidade como uma experiência energética de expansão e conexão, os tempos têm-se acelerado. Crescimentos abruptos, ruptura de vínculos, desaparição de doenças sem existir tratamento, percepções acrescentadas, sincronicidades sem limite.




Parece que estamos vivendo num parque de diversões monumental, onde de repente se activaram todos os efeitos especiais, enquanto nós testamos todos os jogos de uma vez.




Por vezes é divertido, às vezes é chocante, mas continuamos, encontrando-lhe um propósito a cada experiência, sentindo cada momento como se fosse o último.




Alguns encontraram a sua própria bússola para se manterem no eixo. Outros, recentemente, estão-se apercebendo de que necessitam de uma, antes que a realidade termine desmoronando-se sobre as suas cabeças.





Hoje, quero sugerir-lhes doze passos para não sucumbirem ao advento de 2012:




MEDITAÇÃO DIÁRIA. Ontem era recomendável, hoje é imprescindível. A meditação diária é o combustível do nosso corpo e da nossa alma para percorrer este tempo. Façam-no de maneira simples: três fases, respiração consciente, relaxamento corporal, chegada de Luz. Quanto mais simples, mais fácil será incorporá-la como hábito.



INTENÇÃO CLARA. Não podemos continuar vivendo cada dia como quem sobre para um avião e diz ao piloto: leva-me para onde quiseres. Necessitamos de um mapa, UM GUIA e um propósito continuado sem interrupção.



REGISTO DE SONHOS. Os nossos sonhos estão-nos guiando na direcção da nossa evolução. Sempre o fizeram, mas agora é necessário que prestemos muito mais atenção ao que significam. Pratiquem a memória do sonho, tratem de recordar ainda que não o entendam, dividam-no com outros interessados no mesmo.



DESAPEGO RADICAL. Alguns Seres passaram por experiências duras no plano sentimental, mas tudo isso foi para um propósito, para centrar e equilibrar energias e com isso discernir se a pessoa que os acompanhava tinha o mesmo propósito de evoluir. Avaliar que acontecimento do passado afectou a nossa maneira de sentir e de vibrar. Não ficar estancado nesse acontecimento, transformá-lo. O propósito é simples... Concluir para fechar todas as pontas soltas dessa situação, portanto, tirar disso todas as experiências que tiveram para nos separarmos e terminar de uma vez por todas com o que nos impede o nosso crescimento, avaliar o que realmente nos enche completamente. Despeçam-se verdadeiramente do que não é útil. Descubram que recebem em troca uma energia extraordinária, mantenham-se unidos com os seres que vibram na mesma frequência para expandir essa Luz de cura da mente de todos os outros seres. Não importa a experiência que se teve, o importante é o reconhecimento no Agora do que é realmente valioso para o nosso crescimento interior e tomar a decisão se o nosso parceiro(a) é um obstáculo a isso, se é de simplesmente deixar ir "Terá a sua própria experiência”, se pelo contrário é um Ser que deseja mudar/continuar crescendo, será uma grande ajuda para a evolução como um casal.



REDES SOCIAIS.
Reúnam-se por afinidade, com aqueles que dividem esta filosofia de vida. A mudança vos encontrará reunidos. Participem em práticas de activação da consciência, mantenham-se bem informados através da internet. Assistam a seminários e conferências para conhecerem mais pessoas. Façam a gestão das vossas próprias redes de grupos reais ou virtuais.



COMUNHÃO COM A TERRA. A Mãe Terra está evoluindo juntamente connosco. De facto, ela é a iniciadora deste movimento e a razão principal de estarmos girando para um destino superior. É a nave que nos leva através do cosmos. Façamos rituais da maneira mais simples e universal: dando Amor, a ela e às suas criaturas.



TEMPO NA NATUREZA. Apanhem sol, ainda que seja na varanda uns minutos durante a manhã, tomem contacto com a energia natural em todas as oportunidades que tenham. Caminhem, observem os sinais do vento, as nuvens. Carreguem-se vitalidade e pureza.



ARTE. Expressem-se criativamente, mesmo quando sintam que não têm capacidade artística. A arte é uma qualidade inerente à espécie, só que nos condicionaram a aceitarmos somente certas formas criativas. Permitam que a alma fale no seu próprio código, que é o da arte.



SEGUREM-SE AOS VOSSOS SONHOS. Cada alma tem um sonho, é esse o seu Norte. Encontrem o que vos torna felizes e sigam o seu rasto. Abandonem definitivamente todos aqueles preconceitos e crenças limitantes que vos dizem o que “é possível” e o que não é. Quando chegarmos ao momento que nos espera como espécie, não nos servirá de nada ter feito as coisas segundo o que “se esperava de nós”. Encontrem o vosso propósito existencial.



LIMPEZA KÁRMICA.
Os nossos campos de energia estão cheios de resíduos que já não são funcionais para o nosso crescimento. Noutras épocas, talvez nos tivesse levado anos a compreender e a transmutar esses restos de experiências kármicas. Hoje, a aceleração e as alterações no nosso ADN fazem rebentar as cristalizações antigas. Limpem o que fica delas com o trabalho dos chakras, cura com sons, desintoxicação do organismo com jejum ou dieta sã, trabalho com a energia.



DESCANSO. Toda esta evolução produz em nós um desacostumado cansaço. A matéria está mais lenta na hora de ajustar a sua dinâmica à da consciência. Protejam-se descansando o suficiente, e mais. Se puderem, façam uma sesta, ou sempre que possam, não importa o momento do dia. Se não podem, substituam qualquer “compromisso” por tempo para vós, relaxamento e silêncio reparador. CUIDAR DO CÉREBRO.



PEDIR ASSISTÊNCIA SUPERIOR.
Estamos sendo acompanhados por entidades espirituais de diferentes cores e frequências, mas com o mesmo grande projecto: ser testemunhas do maravilhoso momento em que uma espécie transita de uma para outra Dimensão. Até certo ponto, podem ajudar-nos com conexões amorosas, estímulo e inspiração.

Fonte texto e Imagem
http://diarioanacronico.blogspot.com/

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)