Herbário Póetico

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segunda-feira, maio 17, 2010

A Magia dos 4 Elementos





Como há quatro estações climáticas – primavera, verão, outono e inverno – há também quatro fases sensíveis a serem notadas na vida humana: infância, juventude, maturidade e velhice.
A infância corresponde à água; a juventude corresponde ao ar; a maturidade corresponde ao fogo, e a velhice corresponde à terra (porque o que veio do pó ao pó retornará), sob a qual a vida se reintegra para reiniciar seu ciclo biológico. A água, úmida e fria, representa o estado líquido da matéria, a elasticidade absoluta e latente da vida, a receptividade e a passividade. A água se move segundo as impressões recebidas. É o elemento-base, o meio vital primeiro, a matriz da vida.

•1º A magia da água é a magia dos mestres e discípulos, das tradições, dos espelhos, dos adivinhos e videntes, dos astrólogos, dos grandes magos, do mundo invisível e das sombras. O ar, úmido e quente, representa o estado gasoso, fluido, impalpável, leve, volátil, que tende à expansão e à difusão ilimitada no espaço cada vez maior. Em contínuo estado de liberdade e disponibilidade, está exposto a todos os contatos, deslocamentos, misturas, associações, mudanças, influências e condições. Comprimido, é uma força poderosa, motriz e explosiva.

•2º A magia do ar é a magia do verbo. É a magia de quem usa as palavras, faladas e escritas. O fogo, seco e calorífero, representa o estado ígneo, da incandescência, da consumação da matéria criada, animada, transformada ou destruída. Exalta, intensifica, acelera, exaspera, leva ao paroxismo ou transmuda aquilo que trata. Ora violento, agressivo, destruidor, ora liberal, decantador, purificador. É a ação dominante, o poder conquistador, o fator de luta, do desenvolvimento, da hierarquia, da afirmação, da personalidade.

•3º A magia do fogo é a magia da transformação, da intuição, magia que age repentinamente, devastando tudo. A terra, seca e fria, representa o estado sólido, consistente, denso e fixo do material ao final da evolução depois da obra de combustão do fogo. É o estado de concentração por excelência, de condensação e, finalmente, de desmaterialização, de petrificação, de mineralização e de fossilização, terminando numa estrutura mais ou menos geométrica das coisas, na conservação dos seus valores duráveis num corpo autônomo, resistente, limitável, isolado e fechado.

•4º A magia da terra é a magia das feiticeiras, dos xamãs, daqueles que atuam junto à natureza.

Fonte da Pesquisa do Texto e Imagem
http://temploumbandistaestreladourada.blogspot.com/

sexta-feira, maio 14, 2010

Borragem( planta)


Designação Latim: Borago officinalis L.
Família Botânica: Borragináceas
Partes Usadas: Folhas, Pétalas, Sementes
Indicações: Reumatismo, transtornos menstruais – TPM, Menopausa, Furúnculos, Dermatites
Contra-indicações: Não consumir folhas frescas em grandes quantidades, evitar na gravidez, se tomar anti-plaquetários


Planta anual que tem como característica mais marcante é a camada de pêlos que cobre toda a planta. Nativa da região do Mediterrâneo, a Borragem atinge cerca de 70cm de altura. Produz flores pequenas, cor azul/lilás. É também muito utilizada na culinária como decoração. Suas folhas também são comestíveis e têm sabor parecido com o pepino.
As partes da planta mais utilizadas com fins terapêuticos são as pétalas e as sementes (de onde se extari o óleo de Borragem. É uma planta conhecida na pesquisa e tratamento do cancro há mais de 700 anos, registada no “Cancer Research Campaign, Registered Charity No 225838″.
As sementes de Borragem são ricas em GLA – Ácido Gamma Linoleico que tem um efeito idêntico ao da planta Onagra. Este óleo é um importante intermediário na conversão metabólica do GLA em Prostaglandinas E1 (PGE1), que por suas vez modula a acção de outras hormonas

Fonte do Texto
http://sounatural.com/
Imagem do Google

quinta-feira, maio 13, 2010

NÃO SÓ


"NÃO SÓ
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espírito EMMANUEL"





E peço isto: que a vossa caridade
abunde mais e mais em ciência e
em todo o conhecimento.”
- Paulo. (FILIPENSES, 1:9.)



A caridade é, invariavelmente, sublime nas menores manifestações, todavia, inúmeras pessoas muitas vezes procuram limitá-la, ocultando-lhe o espírito divino.

Muitos aprendizes crêem que praticá-la é apenas oferecer dádivas materiais aos necessitados de pão e teto.

Caridade, porém, representa muito mais que isso para os verdadeiros discípulos do Evangelho.

Em sua carta aos filipenses, oferece Paulo valiosa assertiva, com referência ao assunto.

Indispensável é que a caridade do cristão fiel abunde em conhecimento elevado.

Certo benfeitor distribuirá muito pão, mas se permanece deliberadamente nas sombras da ignorância, do sectarismo ou da auto-admiração não estará faltando com o dever de assistência caridosa a si mesmo?

Espalhar o bem não é somente transmitir facilidades de natureza material.

Muitas máquinas, nos tempos modernos, distribuem energia e poder, automaticamente.

Caridade essencial é intensificar o bem, sob todas as formas respeitáveis, sem olvidarmos o imperativo de auto-sublimação para que outros se renovem para a vida superior, compreendendo que é indispensável conjugar, no mesmo ritmo, os verbos dar e saber.

Muitos crentes preferem apenas dar e outros se circunscrevem simplesmente em saber; as atividades de todos os benfeitores dessa espécie são úteis, mas incompletas.

Ambas as classes podem sofrer presunção venenosa.

Bondade e conhecimento, pão e luz, amparo e iluminação, sentimento e consciência são arcos divinos que integram os círculos perfeitos da caridade.

Não só receber e dar, mas também ensinar e aprender.

Fonte Da pesquisa E Imagem
http://doutrinaespirita.blog.terra.com.br/

Para Isto!



“Porque para isto sois chamados;
pois também o Cristo padeceu por nós,
deixando-nos o exemplo.”
- Pedro. (I PEDRO, 2:21.)




Elevada percentagem de crentes considera-se imune de todos os sofrimentos, porque, no conceito de grande parte daqueles que aceitam a fé cristã, entregar-se às fórmulas religiosas é subtrair-se à luta, candidatando-se à beatitude imperturbável.

Na apreciação de muita gente, os que oram não deveriam conhecer a dor.

O socorro divino assemelhar-se-ia à proteção de um monarca terrestre, doador de favores segundo as bajulações recebidas.

A situação do aprendiz de Jesus é, todavia, muito diversa.

Os títulos do Cristo não são os da inatividade, com isenção de responsabilidade e esforço.

Todos os chamados ao trabalho evangélico não podem esquecer as necessidades do serviço.

O Mestre, naturalmente, precisa de companheiros que nEle confiem, mas não prescindirá dos que se revelem colaboradores fiéis de sua obra.

Seria justo postar-se indefinidamente o devedor, ante a generosidade do credor, confiando sempre, sem o mínimo sinal de solução ao débito adquirido?

Não somente os homens vivem na lei de permuta.

As Forças Divinas baseiam a movimentação do bem no mesmo princípio.

O Mestre Celestial ensina a todos, em verdade, as sublimes lições da vida; entretanto, não é razoável que todos os séculos assinalem nos bancos escolares da experiência humana os mesmos alunos preguiçosos e inquietos.

É indispensável que as turmas de bons obreiros se dirijam às zonas de serviço, preparados para os testemunhos dos ensinamentos recebidos.

Simão Pedro sintetiza o trabalho dos cristãos de maneira magistral.

Sois chamados para isto - assevera o apóstolo.

A afirmativa simples indica que os discípulos leais foram convocados a sofrer pelo bem.




- PARA ISTO
do livro VINHA DE LUZ
Psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espírito EMMANUEL

Pesquisa E Imagem do site
http://doutrinaespirita.blog.terra.com.br/

quarta-feira, maio 12, 2010

Definição de Orixás


A definição de Orixás é mais complexa do que se possa imaginar. A principio na mitologia Africana prevalece a proposta de que um Orixá é um ancestral elevado á categoria divina, devido ao controle que obteve sobre certas forças da natureza, como o trovão o vento ou a água.
Essa concepção é refletida nas lendas que sobrevivem heróicas a poeticamente até hoje, cada Iorubá tinha seu Rei que era considerado um herói divinizado ou a encarnação do Orixá ancestral de modo que alguns Orixás cultuados numa determinada tribo, não reconhecidos por outras. Os escravos trazidos para o Brasil vieram de diversas Tribos e essa convivência forçada fez com que membros dessas diversas tribos reconhecessem e aceitassem os Orixás de cada uma reagrupando em torno de um terreiro que não era o reino de cada um e sim um centro de devoção em comum, dessa forma, das centenas de Orixás cultuados na mãe África, apenas vinte e um permaneceu sendo cultuados no Brasil. Muitos Orixás foram fundidos em um único Orixá, de modo que membros de tribos rivais ficassem satisfeitos. Esses Orixás que permaneceram não podiam ser livremente cultuados devido a imposição do Cristianismo, sofreram então o processo de Sincretismo, ou seja, foram associados e maquiados sob forma de santos Católicos. Esses Orixás ancestrais possuíam a capacidade de se encarnar momentaneamente em alguns de seus descendentes através do fenômeno da possessão. Os Orixás transmitiram a seus filhos a sua sabedoria a características como uma espécie de identidade vibratória, como cada Orixá tinha um domínio especifico sobre as manifestações da natureza, passaram a representar a energia vibratória da mesma.

Como heróis míticos que viveram, reinaram e conquistaram a sua divinização, teriam a capacidade não só de intermediar como a de governar a vida dos homens. A mitologia Africana é muito diversificada, tendo em vista o tamanho do continente, nos interessa mais a mitologia Ioruba que originou o Candomblé no Brasil e a santeria em Cuba, na mitologia Iorubá o Deus supremo é Olorum, chamado também de Olodumaré. A esse Deus supremo não se faz oferendas, já que ele é o criador de tudo que existe. Olorum criou tudo o que existia mais não criou o homem, ele incumbiu seu filho Oxalá de faze-lo. Oxalá ( sincretizado com Jesus Cristo) devido a sua característica de mediador entre Deus e os homens, criou o homem do ferro, depois da madeira e ambos eram muito rígidos, criou o homem da pedra mais era muito frio, tentou a água mais o ser não tomava forma definida, tentou o fogo, mas a criatura se consumiu, tentou o ar mas também não obteve sucesso. Desesperado, frustrado encontra o Orixá Nana que habitava as profundezas do lago relata seu sofrimento e Nana mergulha, retorna com lama e entrega á |Oxalá, enfim ele é bem sucedido, cria o homem do barro molhado com a ajuda de Nanã. Feliz com o resultado considerou perfeito em sua criação, Oxalá sopra-lhe a vida. Os homens criados por Oxalá tem uma conexão direta com o criador supremo necessitam que Oxalá realize essa conexão.
As lendas e os mitos diversos com muitas versões das diferentes tribos Africanas, mas são de uma inegável beleza. A Umbanda compreende os Orixás como manifestações do principio divino esse principio se iradia em sete linhas de força criadoras representadas por sete Orixás.
Cada uma dessas linhas é dividida em falanges que por sua vez são divididas em sub falanges essas sub falanges são organizadas em bandas que se dividem em legiões.

Orixás não se entende se sente, mais importante que saber o que são os ventos ou a água ou a chuva é sentir e absorver suas forças. Caboclos na Umbanda são espíritos de indígenas ou que foram indígenas em alguma encarnação ou ainda espíritos que nunca reencarnaram como indígenas mas optaram em trabalhar na corrente astral da Umbanda vestindo a roupagem fluídica de Caboclos ou seja adotaram a forma perispiritual vibratória de índio guerreiros. Esses espíritos seriam os representantes dos |Orixás ( sítios e forças vibratória da natureza) para que possam trabalhar com os homens, necessitam de intermediários que são os médiun ou cavalos como são chamados na Umbanda. Assim o médium que trabalha com Caboclo Pena Branca que por sua vez trabalha para o Orixá (energia de Oxossi) ou atua na energia das matas. Existe toda uma hierarquia ou organização espiritual como foi mencionado acima sobre as falanges legiões.

O mais importante é que se entenda que caboclos na Umbanda trabalham em suas sete linhas e se manifestam levando o Axé. A força dos Orixás para que os que têm fé para receber.
A Área de atuação dos Caboclos compreende todos os setores da vida humana

Sarava todos os Caboclos!!!
Texto da Web Imagem do google

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)