Herbário Póetico

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Inteligentes &Perpicazes

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quinta-feira, fevereiro 18, 2010


Nome popular: Avelós, Aveloz.

Nome científico: Euphorbia tirucalli L.

Família: Euphorbiaceae.

Origem: Madagascar.

Propriedades:

Características: Arbusto grande ou arvoreta suculenta, de 2 a 6 metros de altura. Seus ramos jovens são cilíndricos e suculentos, e suas folhas são pouco visíveis, caindo pouco tempo após surgirem. Esta planta é muito utilizada no Brasil para fins ornamentais, bem como para a formação de cercas-vivas, defensiva para separar áreas de pastagem e divisas de propriedades agrícolas, principalmente na região nordeste.

Parte usada: Ramos.

Usos: O látex de seus ramos é empregado externamente em algumas regiões do país para cauterizar abscessos e verrugas e, possivelmente, para remover melanomas (câncer de pele).

Alguns herbalistas, também recomendam o seu látex em doses extremamente baixas para o uso interno contra câncer, contudo, outros estudos publicados sobre o assunto têm demonstrado que a planta possui uma ação contrária, podendo até promover o desenvolvimento de tumores. Não existe qualquer evidência científica de sua possível ação anticancerígena em seu uso interno. Sua seiva latescente e extratos da planta mostraram atividade imunossupressiva em ensaio clínico.

Forma de uso / dosagem indicada: Não há indicações seguras do uso desta planta para fins medicinais.

Cuidado: Quando feridos, seus ramos liberam uma seiva latescente, que é tóxica e irritante para a pele, podendo causar cegueira temporária ou permanente se atingir os olhos, por lesão da córnea.

Cultivo: Multiplica-se facilmente por meio de estacas dos seus ramos.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.


Fonte da pesquisas
Imagem do google

www.cultivando.com.br

Patuá



O patuá é um objecto consagrado que traz em si o axé, a força mágica do Orixá, do santo católico ou guia de luz, a quem ele é consagrado.

Entre os católicos já era hábito utilizar um objecto ou fragmento que tivesse pertencido a um santo ou a um papa, até mesmo fragmentos de ossos de um mártir ou lascas de uma suposta cruz que teria sido a da crucifixação de Jesus. Até mesmo terra, que era trazida pelos cruzados que voltavam da Terra Santa que utilizavam nesses relicários, eram considerados poderosos amuletos, que deveriam atrair bons fluidos e proteger dos infortúnios. Estes eram chamados de relicários. O nome relicário é originário do latim relicare-religar, que acabou por formar a palavra relíquia.

Logo o clero percebeu que não poderia impedir o uso dos patuás pelos negros, que os tiravam antes de entrar na igreja, mas voltavam a usá-los ao afastar-se dela. Decidiram, então, substituir os patuás africanos, que traziam trechos do Alcorão, por outro que trazia orações católicas, medalhas sagradas, agnus dei, etc.

Com a formação dos primeiros terreiros de Candomblé e depois de Umbanda e a possibilidade de um contacto mais directo com diversas entidades espirituais, as pessoas que procuravam protecção começaram a encontrar nesses objectos sagrados um apoio (era algo material que continha a força mágica vibratória sempre consigo). A partir de então, as entidades passaram a orientar a sua elaboração, indicando que objectos seriam incluídos na confecção do patuá e como se deveria proceder com eles para que recebessem o seu axé, ou seja, a força mágica.

Na verdade, a procura do patuá ou talismã é feita principalmente por quem se sente inseguro e consequentemente necessitado de maior protecção.




Os componentes mais utilizados para a confecção dos patuás são os seguintes:

· Figas de Guiné

· Cavalos-marinhos

· Olho de lobo

· Estrelas de Salomão

· Estrelas da guia

· Cruz de Caravaca

· Couro de lobo

· Pêlo de lobo

· Santo Antonio de Guiné

· Imagens de Exú e Pombagira

· Pontos diversos, orações

· Sementes variadas

· Imãs

Não podemos esquecer que esses componentes singelos não têm valor se não forem preparados pelas entidades. Somente estas podem dar o axé ao patuá.

Como preparar um patuá?

A pessoa reúne os componentes solicitados pela entidade e leva-os ao terreiro. Quando forem cantados os pontos para as entidades e os de defumação, deve descobri-los, defumando-os.

Quando a entidade estiver incorporada, a pessoa apresenta-lhe os objectos para que ela lhe dê a bênção.

Anexos, a pessoa deve levar o nome por extenso, a data de nascimento e outras informações que digam respeito a quem vai usá-lo que vai usá-lo (se possível, o nome do Orixá que rege o destino da pessoa, etc.). A entidade manifestada fará então o chamado “cruzamento” dos objectos, seguindo a ordem em que os pediu.

Após o cruzamento (ou bênção) da entidade, os objectos são envolvidos num pequeno saquinho preparado para recebê-los e entregues ao consulente, que deverá pegar nele pela primeira vez com a mão direita e levá-lo à altura do coração por algum tempo. Se for possível, deve transportá-lo sempre de preferência junto ao coração.




Fonte de pesquisasa do Texto
Imagens do google
ocandomble.wordpress.com

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

YOGA






O Yoga é uma antiga filosofia de vida que se originou na Índia há mais de 5000 anos, uma disciplina que envolve a mente e o corpo, unindo trabalho físico, mental e espiritual. A palavra Yoga deriva da raiz sânscrita “yuj”, que singnifica “jungir”, “atar”, “reunir”, “religar”, “dirigir e concentrar atenção sobre”, “usar e aplicar”, “união”, “comunhão”. Uma atitude da consciência que permite encarar a vida em todos os seus aspectos com equilíbrio.
É descrito como a sabedoria na ação ou a arte de viver com harmonia e moderação em meio às atividades. É estar em qualquer lugar, mas presente no que se está fazendo. É um estado constante de auto-observação, integração e união com tudo que o rodeia e consigo mesmo. É sentir-se parte integrante da vida, da natureza, do universo. Na prática do Yoga, se insiste em uma boa integração do corpo, emoções, mente e espírito.Mesmo estando ligado às tradições hindus, essa terapia não descrimina raça, religião ou qualquer outra categoria. A terapia nos induz a um profundo relaxamento, tranqüilidade mental, concentração, clareza de pensamento e percepção interior juntamente com o fortalecimento do corpo físico e o desenvolvimento da flexibilidade para que sejamos capazes de agir de acordo com nossos pensamentos e com o que sentimos.

Existem várias modalidades de Yoga, as técnicas mais utilizadas são:


Ásanas: os exercícios físicos que fortalecem o corpo, aumentam sua agilidade e previnem contra várias doenças, principalmente as psicossomáticas. Diferente de outros métodos, os exercícios são feitos respeitando o alinhamento das cadeias musculares e com total consciência do corpo. Assim, não há risco de distensões ou lesões. Além disso, os ásanas desbloqueiam áreas tensas que impedem o fluxo da energia vital já que as doenças surgem quando esse fluxo não é adequado.


Pránáyáma: são os exercícios respiratórios. No ínicio, eles vão reeducar os músculos envolvidos na respiração ampliando-a e melhorando a absorção do oxigênio. Depois, eles atuam em nossas emoções auxiliando-nos a lidar melhor com elas e produzindo um estado de equilíbrio interior. Os pránáyámas também agem diretamente sobre nossa energia, aumentando-a e melhorando sua distribuição pelo corpo.


Yoganidra: com essa técnica aprendemos a descontrair conscientemente cada músculo e cada parte do nosso corpo. Depois, nos imaginamos envolvidos por uma cor específica ou passeamos mentalmente por praias paradisíacas, belas montanhas, campos floridos, etc. Tudo isso para que possamos sair da agitação do cotidiano e perceber outras formas de viver com mais tranqüilidade. O que nos garante uma serenidade que permanecerá por vários dias.

Meditação: meditar é sentar-se quieto e observar a si mesmo. Estamos sempre preocupados em conhecer tudo aquilo que está ao nosso redor mas nos empenhamos muito pouco em descobrir o que acontece dentro de nós: como lidamos com os fatos da vida, como pensamos, como sentimos, quais nossas verdadeiras aspirações. A meditação nos oferece a possibilidade de nos conhecermos mais profundamente.

O Yoga atua em todos os níveis do nosso ser: físico, mental e emocional. Mas o que o torna único é o fato dele não apenas alongar todas as partes do corpo, mas também massagear os órgãos internos e as glândulas. Ele coordena o sistema respiratório com o corpo físico, relaxa os músculos e a mente, estimula a circulação e aumenta a provisão de oxigênio em todos os tecidos. As costas, peito, sistema digestivo e pulmões são os mais beneficiados pelos exercícios e o resultado é que o processo de enrijecimento devido à inatividade, o cansaço, a postura incorreta e o envelhecimento é revertido. A prática regular do Yoga garante uma qualidade de vida muito melhor, livre dos efeitos nocivos da correria e da tensão do cotidiano.

Fonte de pesquisas
http://joelestevesterapeuta.blogspot.com/

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Reflexologia do Pé.


Reflexologia
A Reflexologia consiste na aplicação de uma pressão específica nos chamados pontos reflexos do corpo. Esses pontos possuem ligações com os nossos órgãos e por esse motivo, geram resultados, curas e prevenções de doenças que estão relacionadas a eles.
Como isso acontece? É que a medicina chinesa acredita que todo o nosso organismo está interligado através dos "chis", que são canais de circulação da energia vital do organismo. Logo, uma massagem no ponto certo do pé, milimetricamente ligado ao canal que reflete a pressão no rim, por exemplo, faz com que o resultado seja o mesmo do que o de uma intervenção no órgão.
Já se sabe que, há milénios, povos como o do Antigo Egipto utilizavam a massagem nos pés com o objectivo de recuperar a saúde, como também os chineses, índios americanos e outros mais.Com o passar do tempo, a eficácia desta prática serviu de estímulo a vários pesquisadores em compreender a Reflexologia sob um ponto de vista Ocidental.No Ocidente, ainda no início do século, o Dr. William Fitzgerald, médico em Londres, descobriu que o corpo possui 10 zonas de energia (meridianos) que partem da coroa da cabeça e vão até as extremidades dos dedos dos pés e das mãos, sistematizando dez zonas energéticas e considerando, inclusive, os respectivos órgãos contidos nestas zonas.Mais tarde, a massagista Eunice Inghan (1930), Nova York, desenvolveu um tipo de massagem com pressões puntiformes sobre os pés.
De acordo com o princípio de que a parte contém o todo, ao observar os pés (planta, dorso e 10 cm sobre o tornozelo) e as suas zonas energéticas, foi possível projectar de modo análogo, sobre eles, todo o corpo e determinar assim a área reflexa de cada órgão, glândula etc.Através do exame visual e do táctil do pé é possível identificar as áreas onde se produz um processo energético alterado, ou melhor, onde há indícios de excesso ou deficiência de energia e definir desta maneira o procedimento terapêutico que deverá estimular o organismo a utilizar a sua força curativa de modo adequado.
Esta terapia possui também um carácter preventivo, já que se pode detectar no pés, por considerá-lo um lugar de alarme, um desequilíbrio energético antes de que surjam os primeiros sintomas de uma determinada enfermidade.Muitas problemas de saúde resultam da tensão emocional vivida pelo homem de hoje e dos seus hábitos prejudiciais, como a alimentação incorrecta, à pressão sofrida pelo meio em que vive, aos acontecimentos traumáticos e até mesmo aos seus sapatos (verdadeiras caixas demasiadamente ajustadas que impossibilitam o movimento livre dos pés e que pressionam as áreas reflexas, inadequadamente) etc.
O estado de tensão duradouro ou súbito e intenso (como a perda de um ser querido, por exemplo) pode resultar em novas pautas de comportamento na tentativa do indivíduo de adaptar-se às novas circunstâncias. Quando estas experiências não são intimamente superadas, o que poderia ser um desequilíbrio energético momentâneo pode tornar-se crónico ao longo de alguns meses ou anos e resultar desta maneira em diversas enfermidades.Ataques intensivos de medo, por exemplo, segundo Avi Grinberg, fundador do Centro de Estudos Alternativos de Haifa, Israel, pode criar um desequilíbrio tal que, com o tempo, poderá interferir no corpo físico, neste caso, no pâncreas e, mais tarde, favorecer ao surgimento da diabetes.
Alguns reflexologistas, como por exemplo Josefina Miralles, Espanha, acrescenta ainda a importância de que o enfermo se submeta, sob a orientação do seu médico, a uma nova análise de sangue ao término da segunda ou terceira sessão de Reflexologia, a fim de que se comprove uma sensível melhora.Além das mãos do terapeuta que são as suas mais importantes ferramentas de trabalho pois massajará metodicamente os pés do seu paciente, gosto de acrescentar que a comunicação entre paciente/terapeuta enriquece as sessões de maneira incomensurável já que se pode fazer um "intercambio" informações muito importantes para o tratamento.
É importante frisar que esta terapia trata do indivíduo na sua totalidade (corpo e mente) e que, consequentemente, conquista o alívio de sintomas diversos como dores em geral, problemas alérgicos, circulatórios, digestivos, sexuais, os de ordem emocional (ansiedade, stress, depressão, por exemplo), os relacionados à menopausa e outros.Para os atletas, a Reflexologia permite o alívio da ansiedade, resultando em maior força física e melhor equilíbrio, (factores estes muito importantes nas práticas competitivas), auxilia o corpo a recuperar-se dos desgastes musculares, além de aliviar a tensão acumulada ao final de cada conquista.
No que se refere à pele, sob o ponto de vista estético, observa-se ao término de cada sessão um alívio das olheiras e bolsas abaixo dos olhos, o desaparecimento dos sinais de cansaço e das rugas de expressão, diminuição da queda de cabelo e o resplandecer da pele e, com a continuidade do tratamento, contribui à diminuição da celulite e à perda de peso.Dos muitos pesquisadores envolvidos com a Reflexologia, o Dr. Pavlov, célebre fisiólogo russo, foi o primeiro a introduzir o conceito de "reacção global do organismo" diante da resposta a determinados estímulos externos ou internos através do Sistema Nervoso Central.Outros médicos, a medida que pesquisavam, também concluíram que as relações entre a superfície e o interior do organismo se produziam em ambas as direcções, quer dizer, do exterior ao interior e vice-versa.O inglês Dr. Head e o médico canadense Dr. Mackenzie observaram também que, com frequência, se produziam reacções em zonas vizinhas ao correspondente segmento, e explicavam o facto com a participação do Sistema Nervoso Vegetativo através de suas fibras nervosas na transmissão de estímulos cuti-viscerais.
Apesar da não comprovação destes efeitos por parte da Medicina Tradicional, no que se refere a Reflexologia, os efeitos podem ser observados por aqueles que se submetem à esta terapia.Segundo Frederic Viñas, médico e pioneiro da Reflexologia na Espanha, é o sistema nervoso, como órgão de comunicação, coordenação e regularização das diferentes estruturas e funções do organismo, que permite a aparição de múltiplas reacções reflexas em nosso corpo.Ou seja, poderíamos comparar o Sistema Nervoso à rede eléctrica de uma casa já que o seu bom estado é fundamental a um perfeito funcionamento de todo o corpo.A Reflexologia dos Pés pode provocar, com o estímulo das áreas que indicam um desequilíbrio energético, entre outras, reacções com sintomas típicos, como um indicativo de que o organismo utiliza sua energia vital para resistir e livrar-se dos seus padecimentos.Estas respostas desejáveis podem servir-se de vários órgãos na tentativa do organismo de eliminar toxinas. Com frequência ocorrem as seguintes reacções: processos de eliminação, cansaço relaxante, sono reparador, suor mais intenso, etc.Estas reacções são passageiras e significam que o processo de melhoria da saúde já foi iniciado, ou seja, que o organismo responde aos estímulos e começa a combater a enfermidade.Como é possível observar, podemos encontrar na Reflexologia um tratamento simples, confortável, eficaz e 100% natural de reconquistar, gradativamente, o bem-estar físico e mental há muito tempo esquecido.

Fonte da Pesquisae Imagem
http://joelestevesterapeuta.blogspot.com/

Aromaterapia :óleos essenciais



  • Não se deve pensar que a Aromaterapia não apresenta contra-indicações. Devem ser utilizados com precaução, pois podem causar irritação e alergia na pele.

    Os aromaterapeutas utilizam cerca de 30 plantas e flores para tratar a maior parte dos problemas.

    Os óleos essenciais são divididos em três categorias: os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor; os que estimulam e regulam as principais funções do corpo; e os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito.

    Alguns exemplos:

    Óleo de Camomila – refrescante. Indicado para dores de cabeça e depressão;
    Óleo de Cânfora – refrescante e estimulante. Indicado em resfriados, reumatismos, acne, insônia;
    Óleo de Cedro – sedativo. Usado para angústia, bronquite e tosse;
    Óleo de Limão – refrescante e estimulante. Para problemas circulatórios, hipertensão e acne;
    Óleo de Eucalipto – libera a cabeça. Indicado para edemas e dores musculares;
    Óleo de Gerânio – refrescante e antiespasmódico. Para problemas urinários e infecções virais;
    Óleo de Jasmim – relaxante e calmante. Serve para tratar apatia e pele seca;
    Óleo de Manjerona – fortificante. Indicado em enxaquecas, cólicas e equimoses;
    Óleo de Patchouli – relaxante. Indicado na depressão e pele seca.
    Óleo de Pimenta Cinza – estimulante. Usado em problemas digestivos, resfriados e diarréia;
    Os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas reconhecidas, como as da Lavanda e do Gerânio, que são eficazes contra infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. São também apreciados pelas propriedades desintoxicantes do limão, alho, eucalipto e pelos efeitos calmantes junta à sensação de bem estar e harmonia que parecem produzir um efeito preventivo sobre as doenças

Imagem e Texto do google

Reflexão

Estou aprendendo que a maioria das pessoas não gostam de ver um sorriso nos lábios do próximo.Não suportam saber que outros são felizes... E eles não! (Mary Cely)